De acordo com o calendário romano do site Societas Via Romana, > o > > > dia > > > > de hoje é consagrado a CRISPIN e CRISPINIANUS, Padroeiros dos > > > > sapateiros. > > > > > > > > Este duo divino ou semi-divino, pode ser inspirado no duo > grego de > > > > Castor e Pollux, os gémeos, respectivamente cavaleiro e > lutador, > > > > venerados pelos soldados romanos, e que na Grécia eram muito > > > > populares, especialmente em Esparta, onde as Suas imagens eram > > > > transportadas para o campo de batalha, representando, tanto > aqui > > > como > > > > entre as legiões romanas, a lealdade entre camaradas de armas, > > > além de outras coisas possíveis. > > Na mitologia grega, são filhos de ZEUS e de LEDA. > > >
¿Ya habeis visto LA PELICULA que Te Da PODERES MAGICOS? A mi me Funciono! ¿Que
opinais vosotros de ella?
Me refiero a la película de
http://www.pagano.net76.net
La Web comienza así:
- M A G I A -
¿Quieres Tener PODERES?
ATENCION! MAGO, BRUJA, O INICIADO!!!
Te enseño GRATIS! a:
- Ver el Aura.
- Hacer Viajes Astrales.
- Poder del Faquir (No sentir dolor).
- Telekinesis.
- Telepatía.
- Teletransporte.
- Hechicería (causar que ocurra lo que tú deseas).
- Hipnosis (controlar la mente de otros, instantaneamente).
- Ver el Futuro y el Pasado.
- Resurrección (volver de la muerte).
- Resucitación (resucitar a otros).
- Expulsar y Dominar Demonios.
- Vida Eterna.
- Eterna Juventud.
- Curar con tus Manos.
- Levitación.
- Y MUCHOS MAS!
100% SERIO, 100% REAL
Y luego te muestran la película donde te dan el primer poder.
Yo ya recibí el poder de la Hechicería, el poder del Faquir (de No sentir dolor)
el Poder de la Visión Aurica, y el del Viaje Astral y todos me funcionaron
PERFECTAMENTE!
¿Cómo os fue a vosotros? ¿Os funcionaron todos los Poderes?
¿Tubisteis problemas con algunos?
¿Es verdad que si regalas la película a MAS de 500 personas, el Argimago te
visita en persona via Viaje Astral y te entrega un poder UNICO que sólo entrega
a quienes hicieron eso?
¿Es verdad que si ves cada película una vez al día, cadad día, durante 30 días,
te funcionan mejor los Poderes?
A mi, con verlas una vez, ya me funcionan perfectamente!
ME INTERESA MUCHO QUE ME CONTESTEIS LOS QUE YA VISTEIS LA PELICULA PORQUE YO
JAMAS HABIA ENCONTRADO ALGO COMO ESTO EN MI VIDA!!!
| |¯| \ | |¯
|_ |_| \| |¯
¯
Saudações!
Sim, de fato, falta um verso!
Agradeço a vista!
Ei-lo:
'talus mari, vesocaria'
>"de grande face*, amiga-da-excelência/aptidão"
*'talus' talvez seja melhor traduzido por "fronte, testa, rosto,
protuberância" (daí o nome 'TALiesin' do bardo galês). A
idéia era uma palavra soante com 'talamon' ("terra"), como um rio que
corre pela ampla planície.
>campo belo, querida do rio
é
"cainis magus, abonas coima"
acho que ficaria melhor (eufônico):
>mari talus, vesocaria
>cainis magus, abonacoima
Slania!
M. Diniz.
--- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "lusitano_romano"
<LUSO_ROMANO@...> escribió:
>
> Interessante tentativa de reconstrução.
> No hino de Nábia, não falta uma linha na tradução?
>
> Escreveu:
>
> > Nemida Nabia matis maras,
> > Talus mari, vesocaria,
> > Cainis magus, coima abonas
> > Maradeva pedias celtas
>
> A tradução:
>
> > Santa Nábia da grande bondade,
> > Campo belo, querida do rio,
> > Grande deusa da parte nobre,
>
> Se me não engano muito, «Maradeva» é «Grande Deusa»,
enquanto «magus» é «planície», ou neste caso
«campo», ou talvez seja «Talus» (terra?)?
>
> Saudações
>
> L . R
>
>
>
>
>
> --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "marciliodiniz"
marciliustaliesin@ escribió:
> >
> > Ainda aproveitando algo do léxico céltico norocidental de
RUIZ,
> > José María V. La composición en la antroponimia antigua de
la
> > península Ibérica. In Paleohispanica 5, 2005. p. 99-134.
> > *No geral, os verbos são emprétimos do gaulês, a estrutura
> > sintática geral (genitivos, etc.) tentamos basear o máximo
> > possível no atestado na zona Luso-Galaica.
> >
> > Guedia are catum.
> >
> > Cosi coroi cloutomari,
> > counos bulti, celtos caucos,
> > Coriopenne, Daviniagos
> > coimocatus vesos cori,
> > Esoaece!
> > Endonos, dae nertom,
> > gabie obnum ar namantom,
> > Nidoledie!
> > Age nos andoroudu bultu
> > ad asedom magumari!
> >
> > Uma prece ante a batalha.
> >
> > "As tropas de Cosos muito-afamado,
> > Brilho da glória, grito elevado,
> > Chefe-de-tropas, Ardente-condutor
> > íntimo-à-batalha excelente da tropa,
> > ó Esoaecos!
> > Dentro-de-nós, dá o poder,
> > tome o medo a frente do inimigo,
> > ó de-Vasta-Fúria!
> > Conduz-nos a glória muito-rubra
> > ao assento da grande-planície!"
> >
> > Nemida Nabia
> >
> > Caniu nemidas Nabias asedom,
> > Coronas seesamas bultom,
> > Maradeva pedias celtas,
> > Nemida Nabia matis maras,
> > Talus mari, vesocaria,
> > Cainis magus, coima abonas
> > Maradeva pedias celtas
> > Coronias seesamias bultom,
> > Caniu nemidas Nabias asedom!
> >
> > Santa Nábia.
> >
> > "Cantu o assento da santa Nábia,
> > A glória da fortíssima Corona,
> > Grande deusa da parte nobre,
> > Santa Nábia da grande bondade,
> > Campo belo, querida do rio,
> > Grande deusa da parte nobre,
> > A glória da fortíssima Corona,
> > Cantu o assento da santa Nábia!"
> >
> > Inté!
> > Marcílio Diniz,
> > PB. Brasil.
> >
>
--- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano" <LUSO_ROMANO@...>
escribió:
>
> --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> <LUSO_ROMANO@> escribió:
> >
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> > > >
> > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > > > <LUSO_ROMANO@s...> escribió:
> > > > >
> > > > > Neste ano, o Armilustrium calha numa terça-feira, isto é, num
> > > Dies
> > > > > Martis, ou Dia de MARTE, ou seja, o dia da semana consagrado
> > ao
> > > > Deus
> > > > > MARTE
> > > > >
> > > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > > > > <LUSO_ROMANO@s...> escribió:
> > > > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > > > > > <LUSO_ROMANO@s...> escribió:
> > > > > > > Dia XIX de Outubro é marcado pelo Armilustrium,
> > purificação
> > > do
> > > > > > > exército, ritual consagrado a MARTE, O Deus da Guerra.
> > > > > > >
> > > > > > > Após as campanhas militares do Verão, o exército romano
> > era
> > > > > reunido
> > > > > > e revisto no Circo Máximo, ornamentado com flores e
> > > purificado,
> > > > > > liberto das influências perigosas a que esteve sujeito
> > > > > > > devido ao derramamento de sangue e ao contacto com
> > > > estrangeiros.
> > > > > > >
> > > > > > > Neste dia, os sacerdotes Sálios, de carácter marcial,
> > > > dançariam -
> > > > > > > provavelmente - e cantariam pelas ruas, e durante os
> > > > sacrifícios.
> > > > > O
> > > > > > > que cantavam chamava-se Carmina Saliorum, cânticos estes
> > que
> > > > são
> > > > > > hoje
> > > > > > > conhecidos, e tocavam-se tubas - instrumentos musicais de
> > > > cariz
> > > > > > > bélico - e as armas, juntamente com os Ancilia (escudos
> > > > sagrados
> > > > > de
> > > > > > > Roma, em número de 12) eram purificados e guardados, até
> > ao
> > > > ano
> > > > > > > seguinte, até à abertura da estação militar, em Março.
> > > > > > >
> > > > > > > Segundo Varrão e Plutarco, a lustratio ou lustração, que
> é
> > a
> > > > > > > purificação por meio do sacrifício, era feita no monte
> > > > Aventino,
> > > > > > > junto ao Circo Máximo, num espaço aberto denominado
> > > > Armilustrium,
> > > > > > > sendo o monte Aventino o destino da procissão dos Salii
> ou
> > > > Sálios.
> > > > > Os sacrifícios eram realizados ao som das tubas e eram
> > > oferecidos
> > > > a
> > > > > MARTE no Monte Aventino, junto ao túmulo de Titus Tatius.
> > > > > > >
> > > > > > >
> > > > > > > Segundo um certo calendário, de Preneste (cidade do
> > Lácio),
> > > > > haveria
> > > > > > > provavelmente uma altura durante o ritual em que se
> > provava
> > > o
> > > > > > sangue
> > > > > > > dos sacrifícios, prática esta que teria cessado no tempo
> > de
> > > > > > Augusto,
> > > > > > > o primeiro imperador.
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > > A carne dos sacrifícios era depois oferecida a todos, e
> > > > realizavam-
> > > > > se
> > > > > > festas, com muito vinho, jogos, cantares, danças e música.
> > > >
> > >
> >
>
Interessante tentativa de reconstrução.
No hino de Nábia, não falta uma linha na tradução?
Escreveu:
> Nemida Nabia matis maras,
> Talus mari, vesocaria,
> Cainis magus, coima abonas
> Maradeva pedias celtas
A tradução:
> Santa Nábia da grande bondade,
> Campo belo, querida do rio,
> Grande deusa da parte nobre,
Se me não engano muito, «Maradeva» é «Grande Deusa», enquanto «magus» é
«planície», ou neste caso «campo», ou talvez seja «Talus» (terra?)?
Saudações
L . R
--- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "marciliodiniz" <marciliustaliesin@...>
escribió:
>
> Ainda aproveitando algo do léxico céltico norocidental de RUIZ,
> José María V. La composición en la antroponimia antigua de la
> península Ibérica. In Paleohispanica 5, 2005. p. 99-134.
> *No geral, os verbos são emprétimos do gaulês, a estrutura
> sintática geral (genitivos, etc.) tentamos basear o máximo
> possível no atestado na zona Luso-Galaica.
>
> Guedia are catum.
>
> Cosi coroi cloutomari,
> counos bulti, celtos caucos,
> Coriopenne, Daviniagos
> coimocatus vesos cori,
> Esoaece!
> Endonos, dae nertom,
> gabie obnum ar namantom,
> Nidoledie!
> Age nos andoroudu bultu
> ad asedom magumari!
>
> Uma prece ante a batalha.
>
> "As tropas de Cosos muito-afamado,
> Brilho da glória, grito elevado,
> Chefe-de-tropas, Ardente-condutor
> íntimo-à-batalha excelente da tropa,
> ó Esoaecos!
> Dentro-de-nós, dá o poder,
> tome o medo a frente do inimigo,
> ó de-Vasta-Fúria!
> Conduz-nos a glória muito-rubra
> ao assento da grande-planície!"
>
> Nemida Nabia
>
> Caniu nemidas Nabias asedom,
> Coronas seesamas bultom,
> Maradeva pedias celtas,
> Nemida Nabia matis maras,
> Talus mari, vesocaria,
> Cainis magus, coima abonas
> Maradeva pedias celtas
> Coronias seesamias bultom,
> Caniu nemidas Nabias asedom!
>
> Santa Nábia.
>
> "Cantu o assento da santa Nábia,
> A glória da fortíssima Corona,
> Grande deusa da parte nobre,
> Santa Nábia da grande bondade,
> Campo belo, querida do rio,
> Grande deusa da parte nobre,
> A glória da fortíssima Corona,
> Cantu o assento da santa Nábia!"
>
> Inté!
> Marcílio Diniz,
> PB. Brasil.
>
Ainda aproveitando algo do léxico céltico norocidental de RUIZ, José María V. La
composición en la antroponimia antigua de la península Ibérica.
In Paleohispanica 5, 2005. p. 99-134. *No geral, os verbos são emprétimos do gaulês, a estrutura sintática geral (genitivos, etc.) tentamos basear o máximo possível no atestado na zona Luso-Galaica.
Guedia are catum.
Cosi coroi cloutomari,
counos bulti, celtos caucos,
Coriopenne, Daviniagos
coimocatus vesos cori,
Esoaece!
Endonos, dae nertom,
gabie obnum ar namantom,
Nidoledie!
Age nos andoroudu bultu
ad asedom magumari!
Uma prece ante a batalha.
"As tropas de Cosos muito-afamado,
Brilho da glória, grito elevado,
Chefe-de-tropas, Ardente-condutor
íntimo-à-batalha excelente da tropa,
ó Esoaecos!
Dentro-de-nós, dá o poder,
tome o medo a frente do inimigo,
ó de-Vasta-Fúria!
Conduz-nos a glória muito-rubra
ao assento da grande-planície!"
"Cantu o assento da santa Nábia,
A glória da fortíssima Corona,
Grande deusa da parte nobre,
Santa Nábia da grande bondade,
Campo belo, querida do rio,
Grande deusa da parte nobre,
A glória da fortíssima Corona,
Cantu o assento da santa Nábia!"
Dia XV de Outubro é consagrado ao Ludi Capitolini, isto é, aos Jogos > Capitolinos, que duravam dezasseis dias; após terem caído em desuso, > foram recuperados por Domiciano em 86 d.c. e, a partir daí, > organizados à imagem dos Jogos Olímpicos gregos, sendo desde então > realizados de quatro em quatro anos. > Incluíam actividades atléticas, corridas de bigas, competições de > oratória, música e teatro. O próprio imperador financiava as viagens > dos competidores de toda a parte do império e atribuía os prémios. > > Não apareciam no calendário, estes jogos, porque não eram de carácter > público e sim de carácter particular, sendo organizados pelos > Capitolini, colégio cujos membros eram recrutados de entre os > patrícios (aristocratas) residentes na colina do Capitólio e na > cidadela (ponto mais alto e fortificado da cidade de Roma). > > A origem deste grupo é incerta, mas certamente muito arcaica, já que > se atribui a sua fundação a Rómulo ou a Camilo, em celebração ou da > defesa bem sucedida do Capitólio contra a invasão gaulesa* (segundo > Tito Lívio) ou da conquista da cidade etrusca de Veios por parte das > tropas romanas (segundo Plutarco e Festus). Durante esta festividade, > proclamava-se que «Sardi venales» ou «os Sárdios estavam à venda», e > um velho, vestindo uma roupa de criança, era ridicularizado – Plutarco > identificou este homem como símbolo do rei derrotado de Veios, o qual > foi vendido em leilão, juntamente com outros prisioneiros. Ora, > segundo o mesmo autor, os Sardios eram na realidade os Etruscos de > Veios, os quais eram originários de Sardis, na Lídia (que ficava na > Ásia Menor, hoje, Turquia). No entanto, estes Sárdios devem na > realidade ser Sardos, ou seja, naturais da Sardenha; só que a > Sardenha só foi dominada por Roma em 238 a.e.C. (238 antes da época > cristã) ou 515 A.U.C.(515 Ab urbe Condita, isto é, Desde a Fundação > da Cidade), e o surgimento dos Jogos Capitolinos data de época > anterior. > > Assim, apesar da expressão «Sardi venales» ter ficado muito > conhecida, a sua origem nunca foi bem explicada. > Se, como alguns pensam, esta celebração for de origem pré-republicana > (isto é, se datar da época da Monarquia, que foi de 753 a.e.c., data > da fundação da cidade, até 510 a.e.c., data do fim da Monarquia, com > a deposição do rei etrusco Tarquínio O Soberbo, e a imposição da > República por parte dos patrícios ou nobres), então seriam > consagrados a JÚPITER FERETRIUS (O JÚPITER A Quem Se Traz Oferenda, > se Feretrius derivar do verbo «Ferre», que é «Trazer», que é > referente à entrega de espólios de guerra como oferenda sacra, ou, > segundo outros, O JÚPITER Que Fere, se Feretrius derivar de «Ferire», > isto é, se disser respeito à punição por infringir juramentos) ou a > JÚPITER OPTIMUS MAXIMUS (JÚPITER O Melhor E O Maior), Cujo templo foi > dedicado não antes do princípio da República. > O templo dedicado a JÚPITER FERETRIUS, por sua vez, é o mais antigo > de Roma, e, lendariamente, terá sido fundado por Rómulo como > comemoração da sua vitória contra o rei Ácron, dos Ceninenses, pelo > que a armadura e as armas de Ácron foram depositados nesse templo > como triunfos de guerra, spolia optima. Este templo só recebeu > despojos de batalha duas vezes, após Rómulo - em 428 a.e.c.(325 > A.U.C.) e em 222 a.e.c.(531 A.U.C.). Neste templo, não havia estátua > do Deus(o que condiz com a provável ausência de representação > antropomórfica dos Deuses, ausência esta que parece ser típica dos > Indo-Europeus mais arcaicos) mas sim um ceptro e um sílex, ou uma > pederneira (Petrinaria), que é uma pedra com a qual se produz lume. > Esta pedra poderia originalmente ser de proveniência meteórica, e era > usada pelo sacerdote Fecial no ritual do contracto (existia um ritual > no qual um sacerdote feria um porco com o sílex, dizendo algo > como «Se o povo Romano violar este acordo, que JÚPITER o fulmine como > eu fulmino este porco!»). > > A respeito dos Jogos Capitolinos, conhecem-se outros elementos, para > além do velho: que Rómulo espalhou pelo campo peles oleadas, e que > nas lutas, os homens usavam luvas (caestibus) e competiam em corrida > (cursu) – conforme disse Énio, os competidores eram friccionados com > óleo e preparados para carregar armas, ou seja, «conque fricati oleo > lentati adque arma parati». > > > > > > __________________________________ > > *Os jogos teriam sido instituídos pelo senado por proposta do ditador > M. Furius Camillus, em 387 a.c. ou 366 a.u.c., por celebração da > partida dos Gauleses de Roma (os Gauleses tinham invadido Roma nesta > altura e a dada altura acabaram por se ir embora, depois de receberem rico e injusto resgate). > > ___________________________________ > > > Podem ver-se imagens do templo de Júpiter Capitolino aqui, juntamente > com mais informações sobre estes jogos: > http://lonestar.texas.net/~robison/capitolini.html > > Também aqui se pode ver uma imagem do referido templo: > http://www.maquettes-historiques.net/P37.html >
Dia XV de Outubro é dia do Eqvvs October ou Cavalo de > Outubro, > > > isto > > > > > é, o sacrifício do Cavalo de Guerra ao Deus JÚPITER, segundo > > uns, > > > > ao Deus MARTE, segundo outros. > > > > > > > > Neste dia, a meio caminho entre as celebrações da Meditrinália > e > > do > > > > Armilustrium, realizavam-se festas, nas ruas, e para essas > festas > > > > eram convidados o público em geral, incluindo todos os pobres. > > > Havia > > > > jogos, música, dança, e muito vinho. > > > > > Consiste a celebração numa corrida de cavalos que tem lugar > no > > > > Campo > > > > > de MARTE. O cavalo do lado direito do par vencedor era > > > sacrificado > > > > a > > > > > MARTE pelo Flâmine Marcial (o sacerdote de MARTE) no altar de > > > > MARTE, > > > > > localizado no referido campo. O equídeo sacrificado, um > cavalo > > de > > > > > guerra, era morto com uma lança, a arma de MARTE por > > excelência. > > > A > > > > > cabeça do cavalo era depois cortada e decorada com bolos. > > > > > > > > > > A seguir, os habitantes da Via Sacra (uma parte de Roma, > monte > > > > Esquilino) lutavam com > > > > > os de Suburra (outra parte de Roma, monte Palatino) pela > posse > > da > > > > referida cabeça. O > > > > > lado vencedor iria depois pregá-la na Turris Mamilia. > > > > > O sangue da cauda, ou dos genitais, do equídeo, podia ser > > vertido > > > > > sobre o santuário. As Vestais conservariam provavelmente > algum > > > > sangue > > > > > do cavalo sacrificado para posterior uso nas Parilia, a XXI > de > > > > Abril. > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > Originalmente, o ritual teria um significado militar > > > > particularmente > > > > > arcaico, pois que parece ter correspondentes igualmente > bélicos > > > em > > > > > outras culturas indo-europeias. Teria este ritual a função de > > > > > purificar o exército da sua campanha de Verão, e estaria > ligado > > > ao > > > > > Armilustrium de XIX de Outubro. > > > > > > > > > > O sacrifício de cavalos de guerra parece ser um elemento de > > raiz > > > > indo- > > > > > europeia muito importante: > > > > > > > > > > - Estrabão, na obra «Geografia» III, assinala o sacrifício de > > > > > cavalos ao Deus lusitano da guerra (ao qual o grego Estrabão > > > > > chama «ARES», num processo de identificação tipicamente greco- > > > > romano, > > > > > isto é, os Helenos e os Latinos, quando queriam perceber os > > > Deuses > > > > > dos outros povos, associavam-nos, em pensamento, a Deuses > > Helenos > > > e > > > > > Latinos, como quem diz «este Deus deles é o equivalente ao > > nosso > > > > > ARES»); > > > > > > > > > > - também existia este sacrifício entre os Celtas e na India. > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > Outros, dirão que o ritual se inscrevia no âmbito da > > fertilidade. > > > > > Tratar-se-ia assim do último de uma série de festivais de > > > colheita, > > > > > no contexto do qual o cavalo representaria um espírito dos > > > cereais. > > > > > Esta interpretação de índole agrícola estaria baseada numa > > > > afirmação > > > > > de Festus, segundo o qual «id sacrificium fiabat ob frgum > > eventum», isto é, «o sacrifício foi feito para o sucesso > > > > das > > > > > colheitas». > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > De um modo ou de outro, é certo que, na época mais tardia da > > > > > República (primeiros séculos antes de C.) o cavalo era tido > > como > > > > > purificador das forças militares (um certo autor, Timaeus, > > > > associava > > > > > este ritual com o cavalo de Tróia, o que, não obstante poder > > > > parecer > > > > > a alguns absurdo, até pode ter qualquer antigo fundo de > > verdade, > > > > pois > > > > > que se trata, também no caso do equídeo troiano, de um cavalo > > de > > > > > guerra). > > > > > > > > > > > > > > > Quanto à luta das duas facções (Via Sacra contra Suburra), > > talvez > > > > se > > > > > tenha perdido no primeiro século antes de C.. O resto do > ritual > > > foi > > > > > entretanto preservado, e é curioso notar que Júlio César > > poderia > > > > ter > > > > > esta celebração em mente quando entregou dois soldados > > amotinados > > > > aos > > > > > pontífices, e o Flâmine Marcial sacrificou os ditos soldados > no > > > > Campo > > > > > de MARTE e cravou as suas cabeças na Regia. > > >
--- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano" <LUSO_ROMANO@...>
escribió:
>
> --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> <LUSO_ROMANO@> escribió:
> >
> > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > <LUSO_ROMANO@> escribió:
> > >
> > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > > <LUSO_ROMANO@s...> escribió:
> > > >
> > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > > > <LUSO_ROMANO@s...> escribió:
> > > > >
> > > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > > > > <LUSO_ROMANO@s...> escribió:
> > > > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Antonio Grilo"
> > > <amg@c...>
> > > > > > escribió:
> > > > > > > Antonius Gryllus Graecus omnibus salutem
> > > > > > >
> > > > > > > This is a dies nefastus publicus (NP), a day for special
> > > > religious
> > > > > > > observance on which no legal action or public business
> can
> > > take
> > > > > > place.
> > > > > > >
> > > > > > > The Idus of every month are sacred to Iuppiter. An white
> > ewe
> > > is
> > > > > > sacrificed
> > > > > > > to Iuppiter by the Flamen Dialis.
> > > > > > >
> > > > > > > Today is the sacrifice of the October Equus 'October
> > horse'
> > > > which
> > > > > > is given
> > > > > > > only in the late Calendar of Philocalus as 'Equus ad
> Nixas
> > > fit'
> > > > > (the
> > > > > > > Ciconiae Nixae were post-Republican).
> > > > > > > Today a two horse chariot-race took place in the Campus
> > > Martius
> > > > > > (Philocalus
> > > > > > > says it was at the Ciconiae Nixae, but the calendar
> > belongs
> > > to
> > > > a
> > > > > > later
> > > > > > > period, being the Ciconiae Nixae post-Republican) and the
> > > right-
> > > > > > hand horse
> > > > > > > of the victorious pair was sacrificed by the Flamen
> > Martialis
> > > > on
> > > > > > the altar
> > > > > > > to Mars in the Campus: according to Timaeus it was a war
> > > horse
> > > > > and
> > > > > > was
> > > > > > > killed with a spear. The horse's head was cut off and
> > > decorated
> > > > > > with cakes.
> > > > > > > The inhabitants of the Via Sacra then fought with those
> of
> > > the
> > > > > > Suburra for
> > > > > > > possession of this grisly trophy; the winner, if the
> > former
> > > > then
> > > > > > nailed it
> > > > > > > to the Turris Mamilia. Meanwhile, the horse's tail,
> cauda,
> > or
> > > > > > genitals,
> > > > > > > still dripping with blood was allowed to fall on the
> > sacred
> > > > > hearth.
> > > > > > The
> > > > > > > Vestal Virgins probably kept some blood for use at the
> > > Parilia
> > > > on
> > > > > > 21 April.
> > > > > > > The original meaning of the rite has been much disputed:
> > some
> > > > > > believe in an
> > > > > > > agricultural genesis, others emphasize the military
> > aspect.
> > > The
> > > > > > former
> > > > > > > regard it as the last of a series of harvest festivals
> and
> > > > > believe
> > > > > > that the
> > > > > > > horse represented a Corn-spirit. This view derives some
> > > support
> > > > > > from Festus'
> > > > > > > statement, 'id sacrificium fiabat ob frgum eventum'
> ('that
> > > > > > sacrifice was
> > > > > > > made for the success of the crops'), but it is rejected
> by
> > > > those
> > > > > > who see in
> > > > > > > it a sacrifice to Mars connected with the purifications
> of
> > > the
> > > > > army
> > > > > > on its
> > > > > > > return from the summer campaign and linked with the
> > > > Armilustrium
> > > > > on
> > > > > > 19
> > > > > > > October. Of course an element of the truth might reside
> in
> > > both
> > > > > > views: what
> > > > > > > was first an agricultural rite could have developed into
> a
> > > > > military
> > > > > > one,
> > > > > > > with a war-horse substituted for a farm-horse, especially
> > if
> > > > Mars
> > > > > > himself
> > > > > > > started his divine career as an agricultural deity.
> > However
> > > > that
> > > > > > may be, the
> > > > > > > military aspect prevailed and by the later Republic the
> > > October
> > > > > > horse was
> > > > > > > regarded as a cleansing of the army: both Timaeus and
> > > Polybius
> > > > > set
> > > > > > it in a
> > > > > > > military context (Polybius deriding Timaeus for linking
> it
> > > with
> > > > > the
> > > > > > Trojan
> > > > > > > horse!). note 256
> > > > > > > It may be that the struggle between the two factions had
> > > lapsed
> > > > > by
> > > > > > the first
> > > > > > > century BC, but the rest of the ritual apparently
> > continued,
> > > > and
> > > > > > Caesar may
> > > > > > > have had it in mind when in 44BC he handed over two
> > mutinous
> > > > > > soldiers to the
> > > > > > > pontiffs and the flamen Martialis who killed them in the
> > > campus
> > > > > > Martius and
> > > > > > > had their heads fixed on the Regia.
> > > > > > >
> > > > > > > Today is also the Ludi Capitolini (Capitoline Games). The
> > > > > > Capitaline Games
> > > > > > > are not recorded in the calendars because they were not
> > > public
> > > > > > Games but
> > > > > > > were given by the Capitolini, college whose members are
> > > > recruited
> > > > > > from among
> > > > > > > the inhabitants of the Capitoline Hill. This group of men
> > > were
> > > > > > still active
> > > > > > > in the time of Cicero who in 56 BC wrote to his brother,
> > > > telling
> > > > > > him how
> > > > > > > they had expelled an unworthy member, an Eques named M.
> > > Furius
> > > > > > Flaccus. The
> > > > > > > origin of the games is uncertain, but was probably
> ancient
> > > > since
> > > > > it
> > > > > > was
> > > > > > > attributed to Romulus or to Camillus who had founded them
> > to
> > > > > > celebrate
> > > > > > > either the saving of the Capital from the Gauls (Livy) or
> > the
> > > > > > conquest of
> > > > > > > Veii (Plutarch and Festus). The former perhaps derives
> > from
> > > an
> > > > > > attempt to
> > > > > > > explain the College of Capitolini, while the latter may
> be
> > > > linked
> > > > > > with a
> > > > > > > curious custom recorded by Plutarch: at these Games a
> > > > > proclamation
> > > > > > was made
> > > > > > > that 'Sardi venales' ('Sardians are for sale') and an old
> > > man,
> > > > > > wearing a
> > > > > > > child's bulla round his neck, was led about in mockery;
> > > > Plutarch
> > > > > > identified
> > > > > > > this old man with the defeated king of Veii who was sold
> > by
> > > > > auction
> > > > > > along
> > > > > > > with other prisoners. Plutarch then explains that the
> > > Sardians
> > > > > were
> > > > > > really
> > > > > > > Etruscans from Veii who had originally come from Sardis
> in
> > > > Lydia.
> > > > > > This
> > > > > > > explanation should be rejected since the Sardians must be
> > > > > > Sardinians, but it
> > > > > > > is perhaps not necessary to follow Latte in arguing that
> > > since
> > > > > the
> > > > > > Romans
> > > > > > > captured Sardinia only in 238 BC, the Capitoline Games
> > must
> > > > have
> > > > > > been later
> > > > > > > than that. 'Sardi venales' (Sardinians for sale), became
> > > > > > proverbial, but its
> > > > > > > connection with the Games remains obscure.
> > > > > > > If the Games in fact go back to pre-Republican times,
> they
> > > must
> > > > > > have been
> > > > > > > held in honour of Jupiter Feretrius not Jupiter Optimus
> > > Maximus
> > > > > > whose temple
> > > > > > > was dedicated only at the beginning of the Republic. Thus
> > > > whereas
> > > > > > Livy who
> > > > > > > attributed them to Camillus naturally names Jupiter
> > Optimus
> > > > > Maximus,
> > > > > > > Terulllian and apparently Ennius, who believed in an
> > earlier
> > > > > > origin, refer
> > > > > > > them to Jupiter Feretrius; Tertullian calls them the
> > Tarpeian
> > > > > > Games, but
> > > > > > > says that Piso called them the Capitoline. The temple of
> > > > Jupiter
> > > > > > Feretrius,
> > > > > > > which was the oldest in Rome and was small, was
> > traditionally
> > > > > built
> > > > > > by
> > > > > > > Romulus to commemorate his winning the 'spolia opima',
> and
> > it
> > > > was
> > > > > > here that
> > > > > > > those trophies which were won only twice in historical
> > times
> > > > (in
> > > > > > 428 and 222
> > > > > > > BC), were kept. It contained no statue of the god, but
> > only a
> > > > > > scepter and
> > > > > > > flint, The derivation of Feretrius is probably
> > > > from 'ferre', 'to
> > > > > > carry',
> > > > > > > rather than from 'ferire', 'to strike', both explanations
> > > being
> > > > > > offered by
> > > > > > > the sources. If the former, it will refer to the carrying
> > of
> > > > > > weapons into
> > > > > > > the temple for dedication; if the latter, to the striking
> > of
> > > > > > agreements. The
> > > > > > > silex flint, originally probably a meteoric stone, was
> > used
> > > by
> > > > > the
> > > > > > Fetialis
> > > > > > > priest in the ritual of treaty-making. The worship of
> > Jupiter
> > > > as
> > > > > a
> > > > > > god of
> > > > > > > war is unusual, and is presumably due to the central
> > position
> > > > he
> > > > > > had gained
> > > > > > > in seventh-century Rome, the time when the temple was
> > > probably
> > > > > > dedicated.
> > > > > > > To return to the Games themselves, little is known
> > beyond
> > > > the
> > > > > > story of
> > > > > > > the old man and the reference by a Scholiast on Virgil to
> > > > Ennius'
> > > > > > Annals
> > > > > > > which, he says, told how Romulus built a temple to
> Jupiter
> > > > > > Feretrius and had
> > > > > > > greased hides spread out and held Games so that men
> fought
> > > with
> > > > > > gauntlets
> > > > > > > ('caestibus') and competed in running ('cursu'): the
> > > > competitors
> > > > > > were, in
> > > > > > > Ennius' line, 'rubbed down with oil, made supple and
> ready
> > > for
> > > > > > taking arms'
> > > > > > > ('conque fricati oleo lentati adque arma parati').
> > > > > > >
> > > > > > > Di vos bene ament
> > > >
> > >
> >
>
Dia XV de Outubro é o Idos do mês, o qual é dedicado a JÚPITER. > > > > O flâmine Dialis, sacerdote de JÚPITER, sacrificava-Lhe uma ovelha > > branca. > > > > > > > > Segundo Prudentius, estes eram os Idos de Hércules. > > >
--- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano" <LUSO_ROMANO@...> escribió: > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano" > LUSO_ROMANO@ escribió: > > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano" > > LUSO_ROMANO@ escribió: > > > > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano" > > > LUSO_ROMANO@s... escribió: > > > > > > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano" > > > > LUSO_ROMANO@s... escribió: > > > > > > > > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano" > > > > > LUSO_ROMANO@s... escribió: > > > > > > Dia 14 de Outubro é um dos dias de endotercisus, ou > > intercisus, > > > > > isto > > > > > > é, de um dia entre festejos religiosos. > > > > > > > > > > > > Na manhã deste dia, celebra-se ainda a Fontinália, festa > do > > dia > > > > > > anterior; o dia é também um prelúdio para os Idos de > > Outubro, > > > > > > celebrados amanhã. > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano" > > > > > > LUSO_ROMANO@s... escribió: > > > > > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano" > > > > > > > LUSO_ROMANO@s... escribió: > > > > > > > > --- En LEALDADE_SACRA@y..., "Lusitano-Romano" > > > > > LUSO_ROMANO@s... > > > > > > > > escribió: Dia XIII de Outubro é dia da Fontinalia, celebração em honra do Deus FONTUS, Deidade das Fontes. FONTUS é Filho de JANUS e de JUTURNA. > > > Há também quem diga que FONTUS ou FONS é esposo de IUTURNA, Filha de VOLTURNUS. > > > > > > Era-Lhe consagrado um templo possivelmente próximo da > Porta > > > > > > Fontinalis, a norte do monte Capitólio, bem como um > > santuário > > > no > > > > > sopé > > > > > > do monte Janículo, junto ao «túmulo de Numa». > > > > > > > > > > > > Na festa da Fontinália, lançavam-se grinaldas às fontes e > > treze > > > (13) poços eram coroados. > > > > > > > > Faziam-se sacrifícios, festas, jogos, e bebia-se muito vinho > > > > misturado com água das fontes. > > > > > > > > > > > > > > > Acreditamos que, nesta data, terá especial valor a ingestão > de > > > água > > > > > mineral. > > >
Dia XIV de Outubro é consagrado aos PENATES, espíritos dos bens do lar. > > > > Diz Arnobius (Adv. 3.43): > > «Venham, Deuses PENATES, venham APOLO e NEPTUNO e todos Vós Deuses, e pelos Vossos poderes possam Vocês misericordiosamente afastar esta doença que violentamente retorce, queima e faz arder a nossa cidade com febre.» > > >
Dia XIII de Outubro é dia da Fontinalia, celebração em honra do Deus FONTUS, Deidade das Fontes. FONTUS é Filho de JANUS e de JUTURNA. > > > Há também quem diga que FONTUS ou FONS é esposo de IUTURNA, Filha de VOLTURNUS. > > > > > > Era-Lhe consagrado um templo possivelmente próximo da > Porta > > > > > > Fontinalis, a norte do monte Capitólio, bem como um > > santuário > > > no > > > > > sopé > > > > > > do monte Janículo, junto ao «túmulo de Numa». > > > > > > > > > > > > Na festa da Fontinália, lançavam-se grinaldas às fontes e > > treze > > > (13) poços eram coroados. > > > > > > > > Faziam-se sacrifícios, festas, jogos, e bebia-se muito vinho > > > > misturado com água das fontes. > > > > > > > > > > > > > > > Acreditamos que, nesta data, terá especial valor a ingestão > de > > > água > > > > > mineral. > > >
Dia XII de Outubro é dia de FORTUNA REDUX, isto é, a FORTUNA QUE FAZ VOLTAR. Trata-Se de um aspecto da Deusa FORTUNA como > > protectora > > > das > > > > > viagens, nomeadamente das bem sucedidas, mais concretamente > no > > > que > > > > respeita à parte do retorno. > > > > O altar a FORTUNA REDUX foi dedicado neste dia em 19 a.c. ou 734 > > a.u.c. e fizeram-se moedas em sua comemoração.
Dia XI de Outubro é data da Meditrinalia (que deriva > > > > > de «Mederi», «Curar», que assentará numa raiz indo-europeia > > comum > > > > ao > > > > > Céltico) que é a celebração do fim da colheita vinícola. > Nesta > > > > > celebração, a Divindade honrada é provavelmente JÚPITER, > > também > > > > > honrado na Vinalia de 23 de Abril. > > > > > > > > > > > > > > > Algumas fontes mais tardias mencionam a Deusa MEDITRINA. > > > > > > > > > > > > > > > Varrão (em De Lingua Latina, 6.21) disse que o Flâmine > Marcial > > > > > Flaccus costumava dizer que em tempos antigos, as pessoas > > > > costumavam > > > > > fazer libações e provar vinho novo e antigo (nesta altura do > > ano, > > > o > > > > > vinho novo era provavelmente sumo de uva tirado das uvas > > > > recentemente > > > > > colhidas) com propósitos medicinais. Varrão diz também que > > mesmo > > > no > > > > > seu tempo, muita gente ainda bebia o vinho, dizendo: > > > > > > > > > > «Novum vetus vinum bibo: novo veteri morbo medeor» > > > > > > > > > > que significa > > > > > > > > > > «Bebo vinho novo e velho: de doença nova e antiga estou eu > > > curado». > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > Um dos participantes do grupo Lealdade Sacra, António Grilo, > é > > > > > sacerdote da Nova Roma (este texto é tradução de um texto > seu, > > > > > colocado nesta lista há precisamente um ano) e pratica o > > seguinte > > > > > ritual: > > > > > > > > > > Depois de adquirir vinho branco e tinto, bem como algumas > > uvas, > > > > > prepara uma mistura em partes iguais de vinho e de sumo de > > uva. > > > > Parte > > > > > desta mistura será oferecida em libação, e a outra parte > será > > > > bebida > > > > > pelo praticante. > > > > > > > > > > É este o processo, ponto por ponto: > > > > > > > > > > 1)Preparar a mistura do vinho, colocando-a numa pátera, ou > > noutro > > > > > recipiente; > > > > > 2)Preparar um recipiente com água para ter ao lado durante o > > > ritual; > > > > > 3)Dirigir-se ao local de culto (lararium, santuário, etc.); > > > > > 4)Cobrir a cabeça; > > > > > 5)Dizer o seguinte (de notar que o autor usou o conceito > > romano > > > > > do «sive deus sive dea», isto é, de oração dirigida a uma > > > > Divindade, > > > > > independentemente do seu sexo, quando este é mal conhecido > ou > > > > > indeterminado): > > > > > > > > > > "Si deus si dea es qui Meditrinaliae tutelam habet, quod > tibi > > > hodie > > > > > fieri oportet libationem vini novi et veteri, eius rei ergo > > macte > > > > hoc > > > > > vino novo et veteri pollucenda esto." > > > > > > > > > > «Sejas Deus sejas Deusa, Tu que tens a tutela da > Meditrinalia, > > > tal > > > > > como é correcto oferecer-Te hoje uma libação com vinho novo > e > > > > antigo, > > > > > em nome disto serás honrado por esta oferenda de vinho novo > e > > > > antigo.» > > > > > > > > > > > > > > > 6)Lavar as mãos na água previamente preparada para a função > > (em > > > 2) > > > > e > > > > > limpar as mãos. Pegar no vinho. Colocar uma parte para > > libação, > > > > > dizendo: > > > > > "Si deus si dea es qui Meditrinaliae tutelam habet, eius rei > > ergo > > > > > macte vino novo et veteri inferio esto." > > > > > > > > > > «Sejas Deus ou sejas Deusa, Tu que tens a tutela da > > > Meditrinalia, > > > > em > > > > > nome disto serás Tu honrado por este vinho novo e antigo, o > > qual > > > > eu > > > > > coloco em libação.» > > > > > > > > > > > > > > > 7)Profanar esta oferenda pelo acto de beber o resto do > vinho, > > > > dizendo > > > > > o seguinte, antes de beber, como ensina Varrão: > > > > > > > > > > "Novum vetus vinum bibo, novo veteri morbo medeor." > > > > > > > > > > «Bebo vinho novo e antigo, de doença nova e antiga estou eu > > > curado». > > > > > > > > > > 8)Finalizar. > > > > > > > > > > > > > > > O autor baseou o seu ritual no que diz Catão a respeito da > > > > oferenda > > > > > feita a JUPITER DAPALIS, texto que se pode ler em: > > > > > > > > > > http://www.novaroma.org/religio_romana/cato_jupiter.html > > > > > > > > > > > > > > > e tenham um bom dia. > > > > > > > > > > > > > > > > > > > > Saudações, > > > > > > > > > > > > > > > L. R. > > > > > > > > > > > > O festival da Meditrinalia inicia o período festivo deste mês. > > > Jogos > > > > e festas ocorriam neste dia e nos dias seguintes. > > >
--- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano" <LUSO_ROMANO@...>
escribió:
>
> --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> <LUSO_ROMANO@> escribió:
> >
> > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > <LUSO_ROMANO@> escribió:
> > >
> > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > > <LUSO_ROMANO@s...> escribió:
> > > >
> > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > > > <LUSO_ROMANO@s...> escribió:
> > > > >
> > > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Antonio Grilo"
> > > <amg@c...>
> > > > > escribió:
> > > > > > Pontifex Antonius Gryllus Graecus omnibus salutem
> > > > > >
> > > > > > This is a dies nefastus publicus (NP), a day for special
> > > > religious
> > > > > > observance on which no legal action or public business can
> > > take
> > > > > place.
> > > > > >
> > > > > > Today is the Meditrinalia (from 'mederi', to heal), which
> > > > > celebrates the end
> > > > > > of the vine harvest. The deity honoured today is most
> > probably
> > > > > Iuppiter
> > > > > > (this is based on the Fasti Amiternini), also honoured in
> > the
> > > > > Vinalia of
> > > > > > April 23. Some later sources mention a goddess called
> > > Meditrina,
> > > > > though this
> > > > > > was probably a later invention. Varro [De Lingua Latina,
> > 6.21]
> > > > says
> > > > > that
> > > > > > Flamen Martialis Flaccus used to say that in old times
> > people
> > > > used
> > > > > to libate
> > > > > > and taste new and old wine (at this time of year, the new
> > wine
> > > > is
> > > > > probably
> > > > > > grape juice taken from the recently harvested grapes), with
> > > > > medicinal
> > > > > > purposes. Varro says also that even in his own time many
> > > people
> > > > > still drank
> > > > > > the wine saying:
> > > > > > "Novum vetus vinum bibo: novo veteri morbo medeor."
> > > > > > "wine new and old I drink, of illness new and old I am
> > cured."
> > > > > >
> > > > > > Di vos incolumes custodiant
> > > >
> > >
> >
>
--- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano" <LUSO_ROMANO@...>
escribió:
>
>
> --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> <LUSO_ROMANO@> escribió:
> >
> > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > LUSO_ROMANO@ escribió:
> > >
> > >
> > > Acrescento que o Deus do Raio é, nas tradições indo-europeias,
> > frequentemente associado à guerra:
> > >
> > > - entre os Celtas (Gauleses), Taranis, Deus do Trovão, terá
> > provavelmente atributos guerreiros;
> > >
> > > - entre os Germanos, Thor é Deus do Trovão e da Guerra,
> campeão
> > dos Deuses, possuidor da mais poderosa arma de todas, o martelo
> > Mjollnir, similar ao machado duplo, que, no leste eslavo no sul
> > helénico e no médio oriente, simboliza também o Raio
> (Júpiter
> > Doliqueno era adorado na Síria numa representação em que
> ostentava
> > um machado duplo ou bipene);
> > >
> > > - no Báltico, Perkunas é Deus do Trovão e da Guerra,
> Ferreiro
> > Celestial também;
> > >
> > > - imediatamente ao lado, no mundo eslavo, o Seu equivalente
> > directo, Perun, é igualmente Deus do Trovão e da Guerra;
> > >
> > > - mais a sul, Tarhunt é, na cultura hitita, Deus do Trovão e
> da
> > Guerra;
> > >
> > > - também a sul, mas a oriente, na Índia Ariana, Indra é o
> típico
> > Deus do Trovão e da Guerra, semelhante, em tudo, a Thor.
> > >
> > > Aparentemente, a figura do Deus do Trovão e da Guerra, armado com
> > Machado/Martelo/Maço, desapareceu no sul greco-romano, tendo sido
> > absorvido pelo Deus do Céu, Júpiter em Roma, Zeus na Grécia.
> > Todavia, o facto de o maior herói mítico da Grécia e da
> cultura
> > greco-romana ser Héracles/Hércules, também adorado como
> semideus,
> > pode constituir uma lembrança longínqua deste arquétipo, uma
> vez que
> > Hércules é de espírito simples, violento mas bom (tal como
> Thor e
> > Indra, e, provavelmente, Taranis) o mais forte dos homens e usa como
> > arma um maço. A tal ponto assim é que, aqueles que, educados na
> > cultura clássica, observaram o panteão nórdico, identificaram
> Thor
> > com Hércules.
> > >
> > > Por outro lado, o facto de Júpiter Fulgur ser adorado no Campo de
> > Marte (Marte, Deus da Guerra latino) pode ser um indício da Sua
> > função marcial.
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > >
> > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > LUSO_ROMANO@s... escribió:
> > > >
> > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > > > LUSO_ROMANO@s... escribió:
> > > > >
> > > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > > > > LUSO_ROMANO@s... escribió:
> > > > > >
> > > > > > Aqui republico uma mensagem de há uns anos pela riqueza das
> > suas
> > > > > > explicações religiosas:
> > > > > >
> > > > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, amg@c... escribió:
> > > > > > > Salve Lobo Rubro
> > > > > > >
> > > > > > > > JÚPITER FULGUR era venerado no Campo de Marte, o que
> > pode
> > > > > indicar
> > > > > > > >uma
> > > > > > > > função marcial da parte de JÚPITER sob esta
> designação.
> > > > Alguém
> > > > > > tem
> > > > > > > > algo a dizer?
> > > > > > > mm... Poderia ser, mas nao e forcoso que seja assim. Pensa-
> > se
> > > > > que
> > > > > > > Iuppiter Fulgur era responsavel pelos relampagos durante o
> > dia,
> > > > > > > constrastando com Iuppiter Summanus responsavel pelos da
> > noite.
> > > > > De
> > > > > > > qualquer forma e muito provavel que o significado de
> > Iuppiter
> > > > > > Fulgur
> > > > > > > tivesse ja caido no esquecimento na epoca classica.
> > > > > > >
> > > > > > > > Quanto a JUNO CURITIS, qual seria o seu significado?
> > > > > > > Tambem nao e certo o significado de Iuno Curitis e mais
> > uma vez
> > > > > e
> > > > > > > provavel que o seu significado ja estivesse esquecido na
> > epoca
> > > > > > > classica. Dado que esta deusa era adorada na cidade de
> > Falerii,
> > > > > e
> > > > > > > possivel que tenha sido levada para Roma atraves de um
> > ritual
> > > > > > > de 'evocatio' durante a captura de Falerii pelos romanos
> > em 241
> > > > > AC.
> > > > > > O
> > > > > > > ritual de 'evocatio' era um ritual atraves do qual os
> > deuses
> > > > > > > protectores do inimigo (normalmente de uma cidade sitiada)
> > eram
> > > > > > > chamadas a colocar-se do lado dos romanos em troca de
> > melhores
> > > > > > > templos e da maior piedade que poderiam ter em roma. Apos
> > tal
> > > > > > ritual,
> > > > > > > sendo que os sinais de acordo das divindades em questao
> > fossem
> > > > > > > favoraveis, a cidade era assaltada e normalmente vencida.
> > Tal
> > > > > foi o
> > > > > > > destino de Cartago cujo ritual de 'evocatio' e descrito
> > por
> > > > > > Macrobius
> > > > > > > [Saturnalia, 3.9.7]
> > > > > > >
> > > > > > > "SI DEUS SI DEA EST CUI POPULUS CIVITASQUE CARTHAGINIENSIS
> > EST
> > > > > IN
> > > > > > > TUTELA, TEQUE MAXIME, ILLE QUI URBIS HUIUS POPULIQUE
> > TUTELAM
> > > > > > > RECEPISTI, PRECOR VENERORQUE VENIAMQUE A VOBIS PETO UT VOS
> > > > > POPULUM
> > > > > > > CIVITATEMQUE CARTHAGINIENSEM DESERATIS, LOCA TEMPLA SACRA
> > > > > URBEMQUE
> > > > > > > EORUM RELINQUATIS ABSQUE HIS ABEATIS, EIQUE POPULO
> > CIVITATI
> > > > > METUM
> > > > > > > FORMIDINEM OBLIVIONEM INICIATIS, PRODITIQUE ROMAM AD ME
> > MEOSQUE
> > > > > > > VENIATIS, NOSTRAQUE VOBIS LOCA TEMPLA SACRA URBS ACCEPTIOR
> > > > > > > PROBATIORQUE SIT, MIHIQUE POPULOQUE ROMANO MILITIBUSQUE
> > MEIS
> > > > > > > PRAEPOSITI SITIS UT SCIAMUS INTELLIGAMUSQUE. SI ITA
> > FECERITIS,
> > > > > > VOVEO
> > > > > > > VOBIS TEMPLA LUDOSQUE FACTURUM"
> > > > > > >
> > > > > > > Que traduzido [a pressa =)] da:
> > > > > > > "Seja deus ou deusa que tem a tutela do povo e cidade de
> > > > > Cartago, e
> > > > > > > tambem a ti em especial que recebeste a tutela da cidade
> > deste
> > > > > > povo,
> > > > > > > dirijo-vos as minhas oracoes, venero-vos e suplico-vos o
> > favor
> > > > > que
> > > > > > > abandoneis o povo e a cidade Cartagineses, os seus locais
> > e
> > > > > templos
> > > > > > > sagrados, que entregueis a sua cidade e que partais sem
> > eles e
> > > > > que
> > > > > > > inicieis o seu medo, terror e esquecimento; revelados
> > sejais
> > > > > vindos
> > > > > > a
> > > > > > > Roma, para mim e para os meus, e aprovai e aceitai os
> > vossos
> > > > > > espacos
> > > > > > > e templos sagrados na nossa cidade; manifestai a vossa
> > vontade
> > > > a
> > > > > > mim,
> > > > > > > ao povo romano e aos meus soldados para que saibamos e
> > > > > > compreendamos
> > > > > > > [a vossa decisao]. Se assim fizerdes, eu faco voto que vos
> > > > > > dedicarei
> > > > > > > templos e jogos."
> > > > > > >
> > > > > > > Seguia-se o exame das entranhas para verificar se as
> > divindades
> > > > > > > tinham aceite o acordo.
> > > > > > >
> > > > > > > Mas voltando a Iuno Curitis, ha tambem a possibilidade que
> > ela
> > > > > seja
> > > > > > > um deusa muito antiga relativa as 'Curias'.
> > > > > > >
> > > > > > > Vale bene,
> > > > > > > Graecus
> > > > > > >
> > > > > > >
> > > > > > > --- In LEALDADE_SACRA@y..., LUSO_ROMANO@s... wrote:
> > > > > > > > Dia 7 de Outubro é consagrado entre os Romanos a
> JÚPITER
> > > > > FULGUR
> > > > > > > > (JÚPITER DOS RAIOS) e a JUNO CURITIS.
> > > > > > > >
> > > > > > > > JÚPITER FULGUR era venerado no Campo de Marte, o que
> > pode
> > > > > indicar
> > > > > > > uma
> > > > > > > > função marcial da parte de JÚPITER sob esta
> designação.
> > > > Alguém
> > > > > > tem
> > > > > > > > algo a dizer?
> > > > > > > >
> > > > > > > > Quanto a JUNO CURITIS, qual seria o seu significado?
> > > > >
> > > >
> > >
> >
>
--- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
<LUSO_ROMANO@...> escribió:
>
> --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> LUSO_ROMANO@ escribió:
> >
> > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > <LUSO_ROMANO@> escribió:
> > >
> > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > > LUSO_ROMANO@s... escribió:
> > > >
> > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, "Lusitano-Romano"
> > > > LUSO_ROMANO@s... escribió:
> > > > >
> > > > > Aqui republico uma mensagem de há uns anos pela riqueza das
> > suas
> > > > > explicações religiosas:
> > > > >
> > > > > --- En LEALDADE_SACRA@yahoogroups.com, amg@c... escribió:
> > > > > > Salve Lobo Rubro
> > > > > >
> > > > > > > JÚPITER FULGUR era venerado no Campo de Marte, o que
pode
> > > > indicar
> > > > > > >uma
> > > > > > > função marcial da parte de JÚPITER sob esta
designação.
> > > Alguém
> > > > > tem
> > > > > > > algo a dizer?
> > > > > > mm... Poderia ser, mas nao e forcoso que seja assim. Pensa-
> > se
> > > > que
> > > > > > Iuppiter Fulgur era responsavel pelos relampagos durante o
> > dia,
> > > > > > constrastando com Iuppiter Summanus responsavel pelos da
> > noite.
> > > > De
> > > > > > qualquer forma e muito provavel que o significado de
> > Iuppiter
> > > > > Fulgur
> > > > > > tivesse ja caido no esquecimento na epoca classica.
> > > > > >
> > > > > > > Quanto a JUNO CURITIS, qual seria o seu significado?
> > > > > > Tambem nao e certo o significado de Iuno Curitis e mais uma
> > vez
> > > > e
> > > > > > provavel que o seu significado ja estivesse esquecido na
> > epoca
> > > > > > classica. Dado que esta deusa era adorada na cidade de
> > Falerii,
> > > > e
> > > > > > possivel que tenha sido levada para Roma atraves de um
> > ritual
> > > > > > de 'evocatio' durante a captura de Falerii pelos romanos em
> > 241
> > > > AC.
> > > > > O
> > > > > > ritual de 'evocatio' era um ritual atraves do qual os
> deuses
> > > > > > protectores do inimigo (normalmente de uma cidade sitiada)
> > eram
> > > > > > chamadas a colocar-se do lado dos romanos em troca de
> > melhores
> > > > > > templos e da maior piedade que poderiam ter em roma. Apos
> > tal
> > > > > ritual,
> > > > > > sendo que os sinais de acordo das divindades em questao
> > fossem
> > > > > > favoraveis, a cidade era assaltada e normalmente vencida.
> > Tal
> > > > foi o
> > > > > > destino de Cartago cujo ritual de 'evocatio' e descrito por
> > > > > Macrobius
> > > > > > [Saturnalia, 3.9.7]
> > > > > >
> > > > > > "SI DEUS SI DEA EST CUI POPULUS CIVITASQUE CARTHAGINIENSIS
> > EST
> > > > IN
> > > > > > TUTELA, TEQUE MAXIME, ILLE QUI URBIS HUIUS POPULIQUE
> TUTELAM
> > > > > > RECEPISTI, PRECOR VENERORQUE VENIAMQUE A VOBIS PETO UT VOS
> > > > POPULUM
> > > > > > CIVITATEMQUE CARTHAGINIENSEM DESERATIS, LOCA TEMPLA SACRA
> > > > URBEMQUE
> > > > > > EORUM RELINQUATIS ABSQUE HIS ABEATIS, EIQUE POPULO CIVITATI
> > > > METUM
> > > > > > FORMIDINEM OBLIVIONEM INICIATIS, PRODITIQUE ROMAM AD ME
> > MEOSQUE
> > > > > > VENIATIS, NOSTRAQUE VOBIS LOCA TEMPLA SACRA URBS ACCEPTIOR
> > > > > > PROBATIORQUE SIT, MIHIQUE POPULOQUE ROMANO MILITIBUSQUE
> MEIS
> > > > > > PRAEPOSITI SITIS UT SCIAMUS INTELLIGAMUSQUE. SI ITA
> > FECERITIS,
> > > > > VOVEO
> > > > > > VOBIS TEMPLA LUDOSQUE FACTURUM"
> > > > > >
> > > > > > Que traduzido [a pressa =)] da:
> > > > > > "Seja deus ou deusa que tem a tutela do povo e cidade de
> > > > Cartago, e
> > > > > > tambem a ti em especial que recebeste a tutela da cidade
> > deste
> > > > > povo,
> > > > > > dirijo-vos as minhas oracoes, venero-vos e suplico-vos o
> > favor
> > > > que
> > > > > > abandoneis o povo e a cidade Cartagineses, os seus locais e
> > > > templos
> > > > > > sagrados, que entregueis a sua cidade e que partais sem
> eles
> > e
> > > > que
> > > > > > inicieis o seu medo, terror e esquecimento; revelados
> sejais
> > > > vindos
> > > > > a
> > > > > > Roma, para mim e para os meus, e aprovai e aceitai os
> vossos
> > > > > espacos
> > > > > > e templos sagrados na nossa cidade; manifestai a vossa
> > vontade
> > > a
> > > > > mim,
> > > > > > ao povo romano e aos meus soldados para que saibamos e
> > > > > compreendamos
> > > > > > [a vossa decisao]. Se assim fizerdes, eu faco voto que vos
> > > > > dedicarei
> > > > > > templos e jogos."
> > > > > >
> > > > > > Seguia-se o exame das entranhas para verificar se as
> > divindades
> > > > > > tinham aceite o acordo.
> > > > > >
> > > > > > Mas voltando a Iuno Curitis, ha tambem a possibilidade que
> > ela
> > > > seja
> > > > > > um deusa muito antiga relativa as 'Curias'.
> > > > > >
> > > > > > Vale bene,
> > > > > > Graecus
> > > > > >
> > > > > >
> > > > > > --- In LEALDADE_SACRA@y..., LUSO_ROMANO@s... wrote:
> > > > > > > Dia 7 de Outubro é consagrado entre os Romanos a
JÚPITER
> > > > FULGUR
> > > > > > > (JÚPITER DOS RAIOS) e a JUNO CURITIS.
> > > > > > >
> > > > > > > JÚPITER FULGUR era venerado no Campo de Marte, o que
pode
> > > > indicar
> > > > > > uma
> > > > > > > função marcial da parte de JÚPITER sob esta
designação.
> > > Alguém
> > > > > tem
> > > > > > > algo a dizer?
> > > > > > >
> > > > > > > Quanto a JUNO CURITIS, qual seria o seu significado?
> > > >
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