***SASECE NOTICIAS*** Hoja Informativa Electronica n.77 Capitulo Español de SASE: www.uv.es/sasece/ Abril de 2006
1.- La fecha tope para el registro temprano en el 18 Congreso Anual de SASE a celebrar en Treveris a partir del 30 de Junio es el proximo 15 de Abril: www.sase.org
2.- Convocatorias: El DWU project en conjunto con el Centre for European Policy Studies (CEPS) y el gobierno de Baden-Württemberg organiza el seminario:Rights and Responsibilities of Immigrants and their New Homeland a celebrar en Bruselas el día 26 de Abril (asistencia solo por invitacion). Foro de Bogota: ciudad latinoamericana y derechos humanos a celebrar los días 31 de mayo, 1 y 2 de junio de 2006: www.forodebogota.org. Adjuntamos el programa de sesiones definitivo del Encuentro Iberoamericano de Comunitarismo a celebrar en Paipa cerca de Bogota del 25 al 29 de Julio contacto: encuentrocomunitarismo@...
SOBRE “LA RESPONSABILIDAD SOCIAL DE LAS ORGANIZACIONES: PRESENTE Y FUTURO”
12-15 de septiembre de 2.006, Caracas – Venezuela
Invitamos a todos los interesados a participar en el XIX Seminario que tendrá lugar en Caracas, Venezuela, que se realizará entre el 12 y 15 de Septiembre de 2006, sobre el tema de la Responsabilidad Social Empresarial.
El Seminario se organizará en sesiones plenarias y mesas de trabajo. Las áreas temáticas de las mesas de trabajo son:
Grupo 1- Ética, moral y responsabilidad social en las organizaciones
Grupo 2 - La responsabilidad social de la organización con sus actores
Grupo 3 – Comunicación y responsabilidad social de las organizaciones
Grupo 4 – Educación y responsabilidad social
Los resúmenes de las Comunicaciones (de 10 a 15 líneas) deberán ser enviados antes del 30 de marzo de 2006.
Secretaría del Seminario:
Av. Libertador, cruce con calle El Retiro, Edif. Banco de Venezuela, Piso 1, Ofic. CEATPRO. Caracas – VENEZUELA.Tel.: ++58 212 2017980 al 86 Fax: ++58 212 2017984
Instituto de Ciências Sociais
Universidade do Minho
Portugal
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Ciclo de Conferências e Seminários
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Tecnologia e configurações do humano
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SEMINÁRIO - 2ª feira, 3 de ABRIL DE 2006 - 10.30h
no ICS (sala de reuniões - Edifício Novo)
James R. Taylor (Universidade de Montreal - Canadá)
CONFERÊNCIA - 3ª feira, 4 de ABRIL DE 2006 - 14h
CP1 - A3
James R. Taylor (Universidade de Montreal - Canadá)
José Bragança de Miranda (Universidade Nova de Lisboa) e
Moisés de Lemos Martins (Universidade do Minho).
Centro de Estudos Comunicação e Sociedade (CECS)
Núcleo de Estudos em Sociologia (NES)
Mais informações em: http://configuracoes.no.sapo.pt
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De: Centro Humboldt [mailto:humboldt@...] Enviada: sex 10/3/2006 07:36 Para: Noticias del CeHu Assunto: NoticiasdelCeHu 146/06 - Brasil - Algo más sobre la celulosa......
NCeHu 146/06
Una misma Geografía
Algo más sobre la celulosa.....
Brasil
graças a Deus temos a imprensa!
Oi pessoal,
este texto foi escrito por um amigo historiador da USP, e nos remete à reflexão sobre o recente ato praticado pelos integrantes do MST e efusivamente relatado na imprensa. Abraço a todos e bom fim-de-semana!
Alexandre Silva
Fui dormir ontem e acordei hoje ao som do mesmo barulho:
“Mil e duzentos integrantes do MST e da Via Campesina, a maioria mulheres, invadiram o horto florestal da empresa Aracruz Celulose, em Barra do Ribeiro, a 56 quilômetros da Porto Alegre. Depois de render os vigias, rasgaram as estufas e fizeram questão de arrancar com as mãos as mudas dos viveiros. A ação durou meia hora. Armas artesanais foram usadas no quebra-quebra.*
É óbvio que fiquei indignado. Como, um movimento que se diz favorável e que diz lutar por melhorias sociais, pode cometer algo tão vil, não é mesmo? Por sorte, podemos contar com a imprensa para sabermos de tais fatos e repensarmos (ou ao menos pensarmos) o quanto esses movimentos ditos sociais podem ser violentos. Me comoveu, como pesquisador em potencial, a fala daquela pobre pesquisadora que teve seus vinte anos de trabalho acabados por um ato tão vil e desumano. Afinal, aquelas mudas de eucalipto melhoradas iam, eu imagino, trazer benefícios incomensuráveis para aquela região, e, por que não dizer, para o Brasil como um todo. Hoje pela manhã pude me informar melhor, ouvindo o Jornal Gente da Rádio Bandeirantes, e regozijar-me mais uma vez pela imprensa, ou melhor, pela liuberdade de imprensa que desfrutamos em nosso país. Quão esclarescedoras e reconfortantes foram as palavras de José Paulo de Andrade, ao referir-se ao absurdo que foi esse bando de celerados terem, além de tudo, se usado do quarto poder – essa foi a forma que ele usou para se referir à imprensa – na divulgação desses atos. Eu ficava ainda mais comovido quando ele, em nome de nossa nação, indicava o desrespeito à propriedade privada, direito básico de nossa fabulosa Constituição de 1988, e que foi frontalmente aviltado por essa invasão. Cheguei ao ápice de meus sentimentos quando ele reproduziu palavras de uma pessoa dizendo ser também tarefa das Forças Armadas, em casos como esse absurdo, garantir o mínimo da ordem e do respeito que nosso país merece. Lembrei, com isso, das palavras do não menos esclarescedor Willian Waack, ontem no cabeçalho do Jornal da Globo, e mais uma vez me veio à mente o rosto daquela pobre pesquisadora, tão maltratada pelos cremes estéticos, comprados graças ao dinheiro recebido pelo suor do seu trabalho, mas que ao menos puderam segurar e amenizar suas marcas de expressão causadas por tão profundo sofrimento. Um rosto muito mais maltratado do que os daquelas mulheres-monstro, que usavam lenços para escondê-los durante a famigerada ação. E que nem dente na boca têm, evidenciando, afinal de contas o quanto elas são grotescas. Talvez você que está lendo essas palavras agora deve ter me achado irônico nessas últimas frases, uma vez que elas – as mulheres que em maioria realizaram o ataque – são só massa de manobra de um bando de guerrilheiros “comunistinhas podres” que acreditam ainda viver no século XIX, e que, como diria outro sábio da mídia brasileira, Arnaldo Jabor, estão ao lado de Dirceus e Genuínos, num devaneio de implantação de uma república socialista no Brasil, ou pelo dinheiro desviado ou através de atos como essas invasões do MST, que ultrajam a memória dos grandes conquistadores e imigrantes europeus que trabalharam incansavelmente para ter suas propriedades.
Por aqui basta. Aqueles que minimamente me conhecem devem estar ao menos intrigados com tudo isso que escrevi aí em cima. Chego a ter ânsia de vômito relendo essas frases. Foi para isso que tantos morreram nos vinte anos (ou mais, se considerarmos que entre o Estado Novo e a Revolução de 1º de abril de 1964 pouca coisa mudou, ou quase nada, nas instituições e estruturas de repressão ao direito de livre pensamento) de ditadura militar no Brasil, em nome de uma dita liberdade de informação? Me irrita profundamente o estado de hipocrisia a que o homem, individualmente ou institucionalmente, pode chegar em defesa de interesses particulares. Que nação é essa que está tão indignada com tal fato? Quem foi que cedeu às grandes corporações de mídia a responsabilidade de dizer o que os brasileiros estão pensando? Por que a mim eles não representam e sei que, se não a maioria, pelo menos a uma grande parcela da população também não. Um ato tão complexo foi relegado a uma notícia quase policial, de crime comum, como a briga do bar da esquina. Primeiro, em nenhum lugar se discutiu os interesses das partes envolvidas. Segundo, o ato em si foi reduzido à invasão, sem se apresentar um contexto. Isso sem falarmos da região onde ele aconteceu, das implicações econômicas de tal fato entre outros fatores de extrema importância. Alguém aí sabe o nome da empresa invadida? Aracruz Celulose S.A. E alguém sabe aí sobre a atuação dessa empresa? Pois eu, ao contrário do que fazemos a maioria dos brasileiros, hoje pela manhã resolvi entender o que era o tal centro de pesquisa e quais as atividades de tal companhia. Seguem em anexo excertos de matérias encontradas em uma rápida pesquisa pela internet (Google) e no site da própria empresa. Após os excertos seguem os links para que se visualize a íntegra dos texto escolhidos. Qual não foi a minha surpresa ao entender os propósitos profissinais daquela pesquisadora que se dizia tão dedicada ao seu trabalho e as “boas ações” prestadas por essa empresa à nação. E com relação ao MST? A imprensa continua, ao fazer qualquer menção à essa organização, descartando todo a quantidade de pessoas que são por ele representadas na luta por, no mínimo, uma melhor distribuição de terras. Nem quero entrar muito nesse tema pois é deveras complexo. O que realmente me irrita é a postura da grande imprensa. Continuemos a engolir tudo que nos é empurrado sem raciocinar e veremos onde vamos parar. Pedidos de intervenção militar também foram feitos entre 1961 e 64. Deu no que deu. Sei que esse texto pode parecer para muitos apenas uma explosão verborrágica de um revoltadinho. Mas eu posso, depois de tudo que ouvi, vi e li nesses dois dias me contentar com uma coisa: se antes eu estava numa indecisão de contra quem deveria me levantar, hoje sei claramente, pois ela, a grande imprensa, tem coragem de agora se auto-intitular poder. Pena que esse não seja nada democrático, ao contrário do que prega. Peço, por fim, desculpas pelos prováveis erros de Português, visto que essas palavras são fruto de um impulso de indignação. Peço também que se não for pra concordar, que pelo menos passem isso adiante, para que outros descordem, e que assim eu possa me munir ainda mais de argumentos contra tudo isso. Ah, e com relação ao fato em si, deêm uma lida nos excertos antes de tentarem me convencer de qulaquer coisa.
Muito obrigado pela atenção. Edgar Correia
* TV GLOBO, MST invade centro de pesquisa da Aracruz Celulose, in Plantão Globo On Line, 09/03/2006 - 11h50m. (http://oglobo.globo.com/online/pais/plantao/2006/03/08/192198651..asp)
Excertos
Site da empresa: “A Aracruz Celulose é a líder mundial na produção de celulose branqueada de eucalipto. Responde por cerca de 30% da oferta global do produto, destinado à fabricação de papéis de imprimir e escrever, papéis sanitários e papéis especiais de alto valor agregado. Suas operações florestais alcançam os Estados do Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, com aproximadamente 261 mil hectares de plantios renováveis de eucalipto, intercalados com cerca de 139 mil hectares de reservas nativas, que são fundamentais para assegurar o equilíbrio do ecossistema. (…) A Unidade Guaíba, localizada no município de Guaíba (RS), opera uma fábrica com capacidade nominal de 430 mil toneladas anuais de celulose, de alta tecnologia e igualmente dotada de avançados recursos de proteção ambiental. A unidade destina parte desse volume à produção de cerca de 50 mil toneladas anuais de papel para imprimir e escrever, basicamente destinadas ao mercado doméstico. (…) Em associação com o grupo Weyerhaeuser dos EUA, a Aracruz detém um terço da Aracruz Produtos de Madeira, uma unidade industrial de alta tecnologia localizada no extremo-sul da Bahia, que fornece produtos sólidos de madeira de alta qualidade provenientes de plantios renováveis de eucalipto, destinados às indústrias de móveis e design de interiores, do Brasil e do exterior. (…) O controle acionário da Aracruz é exercido pelos grupos Safra, Lorentzen e Votorantim (28% do capital votante cada) e pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES (12,5%). As ações preferenciais da Aracruz (56% do capital), são negociadas nas Bolsas de Valores de São Paulo (Bovespa), Madri (Latibex) e Nova York (NYSE)” (http://www.aracruz.com.br/web/pt/aracruz/aracruz_perfil.htm)
Sites de notícias: 1 – Século Diário, jornal do Espírito Santo. a) “Aracruz Celulose não paga impostos, afirma deputado Por Ubervalter Coimbra (23/08/2001 - 18h15)
A Aracruz Celulose não paga nenhum imposto ao governo do Espírito Santo e aos municípios capixabas. A afirmação é do deputado Robson Neves (PMDB) em conferência nesta quinta-feira (23), às 14h, no Seminário Internacional Sobre Eucalipto e Seus Impactos. A última palestra do evento foi do procurador da Assembléia Legislativa João Marcos Lopes de Farias. Ele falou sobre o tema "O eucalipto, o princípio da participação e o poder decisório da comunidade". (…) O deputado Robson Neves lembrou que a Lei Kandir, como é conhecida a Lei Complementar nº 87/96, desonera de impostos os produtos semi-elaborados exportados, beneficiando empresas como as Companhias Vale do Rio Doce (CVRD) e Siderúrgica de Tubarão (CST) e Aracruz Celulose. Esta empresa produz essencialmente para o mercado externo e, por esta razão, não paga Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). (…) A desoneração é dada à Aracruz Celulose apesar de a empresa exigir pesados investimentos públicos em infra-estrutura, como construção e manutenção de estradas e pontes. Ela é ainda beneficiária de vultosos empréstimos - recebeu R$ 1 bilhão do BNDES e causa problemas socais como êxodo rural de agricultores, quilombolas e índios.
A empresa é responsável ainda por destruir a biodiversidade ao derrubar a Mata Atlântica e aplicar venenos agrícolas nas plantações, contaminando o ar, a terra e as águas. Estas denúncias foram apresentadas durante o seminário, que inscreveu 1.700 pessoas.” (http://www.seculodiario.com.br/arquivo/2001/mes_08/23/noticiario/23_08_ultimas02.htm) b) “MPA protocola denúncias contra Aracruz Celulose Por Ubervalter Coimbra (24/02/2003)
O Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) formalizou nesta segunda-feira (24) as denúncias de uso abusivo de herbicida pela Aracruz Celulose no norte do Estado. Elas foram feitas nos vários órgãos responsáveis por apurar responsabilidades, e os processos são assinados pelo coordenador estadual do movimento, Sérgio Conti.
Receberam a denúncia o Ministério Público Federal (MPF), Ministério Publico Estadual, Ministério Público do Trabalho, Delegacia Regional do Trabalho, Ministério do Meio Ambiente, Ibama, Idaf e Seama, além de órgãos federais de Defesa dos Direitos Humanos e o Governo Federal.
O MPA requer "que as medidas cabíveis sejam imediatamente tomadas" em relação "ao veneno que está sendo usado de forma inadequada e indiscriminada, tirando vidas, disseminando doenças e contaminando o meio ambiente".
Sérgio Conti se refere às 1.839 toneladas por ano de herbicida lançadas por ano somente nos municípios de Conceição da Barra e São Mateus pela Aracruz Celulose e Bahia Sul. Em cada capina (são duas por ano) são empregadas 600 toneladas de ingredientes ativos (venenos) de glifosato (principio ativo do Roundup N.A. e do Scout N.A.), 304,5 de 2,4-D (do Tordon) e 15,45 de picloran.” (http://www.seculodiario.com.br/arquivo/2003/mes_02/24/noticiario/meio_ambiente/24_02_07.htm)
2 – A Nova Democracia, Ano 4, n.27, Novembro de 2005 “Tupiniquins e guaranis X Aracruz Por Alexandre Amaral (…) A Aracruz Celulose foi criada durante o regime militar e vem sendo afagada pelos demais governos que o sucederam, permitindo a invasão de terras, concedendo-lhe empréstimos, investimentos, benefícios fiscais, portos e tudo o que a alta burguesia financeira internacional consegue através de seus gerentes aqui. Muitas das terras foram adquiridas através de ações fraudulentas: o Estado doava as terras ditas devolutas para laranjas, que imediatamente as vendiam para a Aracruz, numa operação cartorial. (…)
Monocultura degradante
Os índios tupiniquins sempre viveram na região de Aracruz, e os guaranis, povo viajante, ali se fixaram no início do século passado. Hoje restam seis aldeias das 32 existentes antes da invasão, perpetrada pela Aracruz e seus lacaios.
A primeira rebelião dos índios, que lutam pela demarcação de suas terras (40 mil hectares), ocorreu em 1998, após o Ministério da Justiça reduzir o tamanho na reserva, no decreto de homologação, de 18 mil hectares, de acordo com relatório do Grupo Técnico da FUNAI, para apenas 7 mil hectares.
Numa verdadeira operação de guerra, o servil de então, FHC, determinou o confinamento dos índios nas aldeias, sequestrou os caciques, levando-os para Brasília, onde impôs um acordo espúrio, o pagamento de uma esmola mensal aos índios em troca das terras ocupadas pela Aracruz Celulose. (…)
O Ministério Público, em março de 2005, considerou esse acordo nulo, e recomendou ao Ministério da Justiça a homologação dos 18 mil hectares reconhecidos pelos antropólogos da FUNAI. (…)
Não estão sozinhos
Desde então, o movimento indígena, com o apoio de camponeses e estudantes — que organizaram uma brigada de apoio aos índios —, têm realizado varias ações e manifestações, inclusive com a reocupação e auto-demarcação das terras, culminando, no dia 5 de outubro, com a ocupação da sede administrativa da empresa. Pleiteiam os índios agora 40 mil hectares, assim como a reparação dos danos aos rios, fauna e florestas.
O conflito tomou novo caráter quando, no dia 7 de outubro, camponeses sem terra ocuparam um dos latifúndios da Aracruz. No dia 10 de outubro, camponeses lesionados no trabalho de monocultura, inclusive por contaminação com agrotóxicos, protestaram em São Mateus, extremo norte do estado, ocupando o posto do INSS, em razão da falta de assistência e pelo descaso a que estavam submetidos pela dupla INSS/Aracruz Celulose.
Apesar dos avanços, os índios e camponeses enfrentam muitas dificuldades, diante do poderio da Aracruz, a maior doadora de recursos de campanha no estado do Espírito Santo. O governo, o Judiciário e a imprensa estão inteiramente comprometidos com a Aracruz, que age incólume, inclusive mantendo uma empresa de segurança armada para espionar os índios.(…)” (http://www.anovademocracia.com.br/27/13-1.htm)
3- Inovação (UNICAMP) “Aracruz: desempenho ótimo resulta do P&D de longo prazo
Por Janaína Simões (8/3/2004)
Líder mundial na fabricação de celulose obtida a partir do eucalipto, a Aracruz dobrou a sua receita líquida em 2003, alcançando R$ 3 bilhões. O lucro líquido foi recorde: R$ 870 milhões contra R$ 12 milhões de 2002. O caminho para a empresa obter resultados tão positivos passa pela atenção à pesquisa e desenvolvimento, atividade entendida como de longo prazo. (…) A companhia emprega 60 pessoas em seu centro de pesquisa, que fica em Aracruz, Espírito Santo: 15 são cientistas, a maioria doutores — biólogos, engenheiros químico, mecânico, florestal, eletrônico, físico etc. (…)
O cerne da melhoria da qualidade e de produtividade
Dois objetivos maiores da empresa guiam as atividades de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento): reduzir os custos na produção da celulose de modo a ser líder no mercado mundial e agregar valor a produtos que são desenvolvidos para clientes especiais, cujo volume de compra justifique os investimentos da Aracruz. A inovação na empresa é comandada pelas necessidades dos clientes e todos os pesquisadores têm um compromisso: a tecnologia só termina de ser desenvolvida depois que for aplicada.(…)” (http://www.inovacao.unicamp.br/report/news-aracruz.shtml)
4 – ADITAL – Notícias da América Latina e do Caribe “A monocultura, a Aracruz Celulose e os quilombolas do Espírito Santo
Por Hilaine Yaccoub (18/10/2005)
(…) Os municípios de Conceição da Barra e São Mateus coincidem com um dos índices de maior concentração da monocultura de eucalipto no estado, exatamente onde se encontram as comunidades negras rurais. As entidades de Movimento Negro de Conceição da Barra e São Mateus cadastraram 35 comunidades negras rurais ainda resistentes - são cerca de 1.300 famílias remanescentes. (…) A chegada da Aracruz ao Espírito Santo, em 1967, respondia à nova política econômica do estado, que visava romper a dependência da economia capixaba em relação à monocultura do café e promover incentivos fiscais para a implantação de grandes indústrias. A companhia logo empreendeu a compra de terras, começando pelo município de Aracruz e depois abrangendo os municípios de Conceição da Barra e São Mateus. (…) Indígenas e quilombolas do norte do estado venderam suas terras diante da promessa da empresa de oferecer trabalho e renda para todos, sem saber que isso não seria possível, já que a indústria é altamente mecanizada e necessitava, portanto, de mão-de-obra qualificada, o que praticamente inexiste nessa região onde a escolaridade da população é baixa. O despojo de seus territórios tradicionais também inviabilizou a agricultura de subsistência e a criação de animais. Os poucos que resistiram permaneceram ilhados pelos eucaliptos da empresa e hoje sobrevivem do plantio de mandioca para fazer farinha e da cana para produzir melado. Utilizam os restos de madeira do eucalipto para produzir carvão vegetal, além de outras pequenas produções, como frutas e verduras produzidos no próprio quintal de casa, onde resta o mínimo de terra produtiva que puderam conservar. Restaram-lhes, então, os ofícios mais degradantes, como carregar tonéis de herbicidas e agrotóxicos para serem aplicados nos cultivos de eucalipto, de modo a facilitar a colheita - já que essas substâncias extinguem qualquer outra forma de vida que não o eucalipto. Em média, são jogados cerca de 250 mil litros de herbicidas por dia nas plantações de eucalipto. (…)” (http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=19397)
5 - Informativos - Últimas do MST “Aracruz Celulose tira 88 mil empregos no campo para plantar eucalipto
Fonte: MPA (07/02/2006)
Os trabalhadores e trabalhadoras da área rural no Espírito Santo e na Bahia vão perder pelo menos 88 mil postos de trabalho e de geração de renda. Os empregos vão sumir por empréstimo de R$ 297.209.000,00 do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e do Fundo de Participação PIS/Pasep, para plantios de eucalipto pela Aracruz Celulose nos dois estados. No total, a área dos plantios com o financiamento será de 90.806 hectares. Segundo informou um dos coordenadores do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) no Espírito Santo, Valmir Noventa, cada 30 hectares plantados com eucalipto geram apenas um emprego. Desta forma, nos 90.806 hectares de eucalipto que serão plantados ou reformados, serão gerados apenas 3.300 empregos. Valmir Noventa informou ainda que na agricultura camponesa, além do posto de trabalho, há geração de renda. Na cafeicultura, por exemplo, para manutenção da lavoura, cada hectare exige pelo menos um trabalhador. Nos períodos de colheita, são criados pelo menos três vezes mais empregos. Nos plantios de feijão, milho, arroz, entre outras culturas deste tipo, há uma média de ocupação de mão-de-obra de pelo menos um trabalhador por hectare. Para produção de hortifrutigranjeiros, há ocupação de pelo menos dois ou três trabalhadores por hectare. Mesmo considerando a média das diversas culturas de um trabalhador por hectare, o empréstimo do BNDES com recursos do FAT vai tirar do campo 87.506 postos de trabalho e de geração de renda no Espírito Santo e Bahia. A Aracruz Celulose confessa, em nota publicada nesta quarta-feira (1), que promove e promoverá a "implantação, reforma e manutenção de cerca de 73.784 hectares de novas florestas (sic) de eucalipto em áreas localizadas no Espírito Santo e Bahia, no período de 2004 a 2006". E, que o dinheiro do FAT e do PIS/Pasep tomado de empréstimo pela Aracruz Celulose, promoverá a "implantação e manutenção de cerca de 17.022 hectares de florestas de eucalipto, em áreas de fomento, localizadas no Espírito Santo, no período de 2004/2006". O dinheiro do trabalhador também financiará a ampliação da fábrica da empresa no Rio Grande do Sul, de 400 mil para 430 mil toneladas/ano. O eucalipto rende 25 vezes menos do que os plantios de hortaliças, frutas e legumes, segundo pesquisa realizada pelo Instituto Capixaba de Assistência Técnica, Pesquisa e Extensão Rural (Incaper) em Santa Maria de Jetibá. Mesmo assim, a empresa conta com favores do governo para plantios de eucalipto ao invés da produção agrícola. Valmir Noventa considera que a "reforma agrária não andou". Os recursos liberados pelo Governo Lula são extremamente limitados. Mas que há recursos sobrando para o agronegócio, principalmente para os plantios de eucalipto. Os recursos são ainda mais fartos para a Aracruz Celulose. (…)” (http://www.mst.org.br/informativos/minforma/ultimas1581.htm)
6 – Celulose OnLine “Aracruz contestará relatório da Funai (22/02/2006)
A Aracruz Celulose apresentará à Funai sua contestação ao relatório antropológico do órgão, divulgado no dia 17/2, que trata da demanda por demarcação de terras indígenas em áreas de propriedade da empresa no norte do Espírito Santo. A empresa dará continuidade à defesa de seus direitos no âmbito administrativo e pretende recorrer à Justiça, pois acredita que apenas uma decisão judicial poderá fornecer uma solução definitiva e estável para a disputa.
A Aracruz esclarece que o relatório divulgado hoje pela Funai é um estudo antropológico feito por um grupo de trabalho indicado pelo próprio órgão, e que relatórios antropológicos são documentos informativos e não conferem direitos por si próprios. (…)” (http://www.celuloseonline.com.br/pagina/pagina.asp?IDItem=9502&IDNoticia=7286)
7 – Portal de Informações Ambientais – Coalizão Rios Vivos
“Aracruz Celulose é alvo de graves denúncias Fonte: Agência Câmara (07/05/2003)
A Comissão de Direitos Humanos ouviu no dia 7 de maio várias denúncias à empresa Aracruz Celulose, acusada de promover envenenamento de seus funcionários e destruição do meio ambiente no Norte do Espírito Santo, em decorrência do uso indiscriminado de herbicidas. A empresa não enviou representante para a audiência, apesar de a Comissão ter enviado convite com 30 dias de antecedência. (…) Calamidade O representante da Federação dos Órgãos para a Assistência Social e Educacional, Marcelo Calazans, disse que nesses 30 anos de permanência da empresa no Espírito Santo tem sido verificada situação de calamidade na região, especialmente nos municípios litorâneos do Norte, em função do modo de produção arcaico e depredatório adotado pela empresa.
Ele criticou ainda o fato de que o Governo, por meio do BNDES, emprestou R$ 840 milhões para a construção de uma terceira fábrica de celulose no Espírito Santo, que vai gerar apenas 173 empregos diretos. (…) Massacre de funcionários O representante dos ex-trabalhadores mutilados da Aracruz Celulose, Jair Alves de Lima, que trabalhou na empresa durante 17 anos, afirmou há pouco na audiência pública da Comissão de Direitos Humanos, Meio Ambiente e Minorias que nunca tinha visto tantos trabalhadores morrerem em uma empresa como viu durante o período em que trabalhou na Aracruz. De acordo com ele, o que ocorria lá "era um verdadeiro massacre, morriam trabalhadores embaixo de tratores, amassados por árvores quando da derrubada das mesmas e, principalmente, contaminados por agrotóxicos e benzina". (…) Ameaças de morte Lima disse também que, após ter denunciado a empresa, sua casa foi metralhada e passou a receber ameaças de morte. Em função disso, o ex-trabalhador mandou a família toda para Minas Gerais, apesar de ainda estar morando sozinho no Espírito Santo. (…)” (http://www.riosvivos.org.br/canal.php?canal=50&mat_id=1219)
8 – BNDES – Notícias “BNDES financia com R$ 297 milhões projeto da Aracruz Celulose no ES, BA e RS
(22.11.05)
Projeto da Aracruz Celulose S/A receberá financiamento de R$ 297 milhões do BNDES, valor equivalente a 64% dos investimentos totais, R$ 462 milhões, a serem realizados até o final de 2006. A iniciativa prevê a implantação, reforma e manutenção de florestas de eucalipto nos Estados do Espírito Santo e da Bahia, além de modernização da unidade industrial localizada em Guaíba, no Rio Grande do Sul. O projeto inclui, ainda, o financiamento de projetos sociais, no valor de R$ 3 milhões, em áreas de influência da empresa, no período 2006-2008.
Com o projeto, a Aracruz pretende garantir o suprimento de madeira de reflorestamento para suas operações atuais e para a futura expansão de suas unidades industriais. Os novos investimentos vão gerar mais 340 empregos permanentes na área florestal da empresa, que conta com cerca de 9.200 postos de trabalho diretos e indiretos. (…)” (http://www.bndes.gov.br/noticias/2005/not288_05.asp)
9 – CEDEFES “Secretaria de Educação chama Aracruz para ensinar cultura negra Depois de perseguir quilombolas, Aracruz é chamada pela Sedu para ensinar cultura negra
FONTE: Site Século Diário (4/8/2005)
O programa Identidade Cultural do Negro, da Secretaria de Estado da Educação (Sedu), terá como parceira a multinacional Aracruz Celulose. 'Um absurdo', reage Domingas dos Santos Dealdina, liderança quilombola, que sintetiza: 'A Sedu não sabe o que está fazendo. Só se for para a empresa contar uma história suja, pois foi ela que destruiu nossa cultura'. A Aracruz Celulose acabou com a cabula, ritual religioso, por exemplo.
Hoje, algumas manifestações culturais são realizadas como forma de resistência, no norte do Estado. Mas não só isso: a multinacional provocou a diáspora dos quilombolas do antigo território de Sapê do Norte, formado pelos municípios de Conceição da Barra e São Mateus. Antes da chegada da empresa com seus eucaliptais, lá existiam 2 mil comunidades remanescentes de quilombos, com 10 mil famílias. Hoje, são 34 comunidades, com cerca de 1.500 famílias. Os quilombolas que resistiram vivem em extrema pobreza, mal produzindo alimentos para a própria subsistência. (…) Além de não dar apoio aos quilombolas, o governo do Estado ainda permite que suas polícias (Civil e Militar) apoiem os milicianos armados da Aracruz Celulose. Permitem, desta forma, que os milicianos atuem com arbitrariedade contra os negros, inclusive quando estes estão catando restos de eucalipto para fazer alimentos, como o beiju, para vender, garantindo sua subsistência.” (http://www.cedefes.org.br/new/index.php?conteudo=materias/index&secao=3&tema=31&materia=581)
10 - Agência Carta Maior “Polícia Federal expulsa indígenas de terras no Espírito Santo Uma ação de 120 homens da PF tentou a retirada à força de 50 índios tupiniquins ocupantes de terras indígenas, atualmente em posse da maior produtora de celulose do mundo, cujo apoio logístico e material à ação policial é questionada.
Por Natália Suzuki (24/01/2006)
Na última sexta-feira (20/01), de 30 a 50 índios das aldeias tupiniquins Olho D'água e Córrego do Ouro foram retirados à força por cerca de 120 homens da Polícia Federal do Comando de Operações Táticas (COT) de Brasília, em Aracruz, no Espírito Santo, cumprindo uma liminar de dezembro de 2005 que determinou a reintegração de posse de 11,9 mil hectares em favor da Aracruz Celulose. Contudo, segundo estudo da Funai, essas terras são legitimamente indígenas.
(…) A legislação brasileira que determina como a demarcação de terra indígena deve ser feita no país só veio em 1988. “Cinco séculos atrás, não havia nada que determinasse como deveria ser feito. E a Aracruz invadiu a área há muito tempo”, afirma Feitosa.
(…)
ABUSO DE AUTORIDADE A ação policial durou cerca de três horas. Entre 18 a 20 índios ficaram feridos na tentativa de desapropriação da região. Segundo informações da deputada Iriny Lopes (PT-ES), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, doze deles encontram-se hospitalizados e os demais foram socorridos por terceiros, no local em que foram feridos por balas de borracha. A Funai abriu investigação para apurar a denúncia de uso de balas verdadeiras.
(…) A Aracruz também está sendo acusada de ter participado da ação. Há denúncias de que o COT utilizou as dependências da empresa para sediar a Polícia Federal. Segundo a deputada Iriny, ela cedeu uma casa (de hóspedes) e o pátio para fixar a base dos policiais, além de emprestar o heliponto e telefones, e foram identificados funcionários da empresa uniformizados durante a ação. Além disso, a Aracruz emprestou seu maquinário para destruição das cabanas dos índios. “A Aracruz é parte no processo e não pode se envolver na ação”, protesta a deputada que afirma que houve conivência entre a empresa e o COT. (…)” (http://agenciacartamaior.uol.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=9753&editoria_id=5)
11 – Observatório da Imprensa “Imprensa mansinha com grande anunciante
Davi Gentilli (11/10/2005)
Inadmissível o comentário de cunho preconceituoso que o colunista do jornal capixaba A Gazeta Uchoa de Mendonça fez com relação à ocupação pacífica dos índios tupiniquins e guaranis à fabrica da Aracruz Celulose, na edição do dia 8 de outubro. Favorável ao etnocídio da cultura indígena, escreveu: "Sou pelo aculturamento definitivo dessa gente, que, infelizmente, serve para massa de manobra, nas mãos de espertos das mais variadas procedências, que nos envergonham, que nos humilham diante das nações civilizadas que ficam reticentes em investir no desenvolvimento nacional". Além de comentários esdrúxulos, a cobertura dos jornais, prezando pela objetividade, prende-se ao factual e ignora existência de duas culturas em choque. Essa desinformação reforça a tendência ao etnocentrismo do senso comum.
Se não tivesse compromissos inadiáveis na Ufes, estaria com aqueles estudantes que ocuparam a empresa ao lado dos índios. A Aracruz é a terceira maior financiadora de campanhas políticas no Brasil e um dos maiores anunciantes da mídia capixaba. A manifestação teve o intuito de pressionar o Ministério da Justiça a oficializar os 11 mil hectares de terra autodemarcado pelos indígenas em maio deste ano. Essa terra foi reconhecida como indígena em estudo antropológico em 1998, mas não foram entregue às comunidades devido ao lobby da corporação. Em maio, fiz reportagem sobre o caso com dois colegas.
O desconhecimento da cultura indígena é a maior arma da Aracruz. O gerente de Relações com a Comunidade, Jessé Moura Marques, afirmou que a empresa comprou aquela terra de fazendeiros e nos mostrou documentos que provavam que os índios nunca foram proprietários ali. É óbvio que não. Para os índios não existe propriedade privada. (…)” (http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=350CID002)
Alexandre Nascimento e Silva - Geógrafo Prefeitura do Campus da Capital/PCO-USP Av. Prof. Alemida Prado,1280 - Cid. Universitária São Paulo/SP - CEP:05508-060 Tels: (11) 30914820 - 65450243 R108 com e (11) 85119826 cel
Escribo para informaros que ya disponéis del Boletín de Noticias AISO número 27 en nuestra página Web. Para verlo directamente podéis acceder a través de: http://www.infonegocio.com/aiso/noticiasmar2006.pdf
Os envio un cordial saludo.
Virginia Linares
LLama Gratis a cualquier PC del Mundo. Llamadas a fijos y móviles desde 1 céntimo por minuto. http://es.voice.yahoo.com
***SASECE NOTICIAS*** Hoja Informativa Electronica n.76 Capitulo Español de SASE: www.uv.es/sasece/ Marzo de 2006
1.- Hemos actualizado las webs de sasece y AIC y te invitamos a visitarlas asi como a enviar materiales para su inclusión: www.uv.es/sasece y www.comunitarismo.info
-----Mensagem original-----
De: owner-scos-mailing@...
[mailto:owner-scos-mailing@...] Em nome de AJ Rippin,
Department of Management
Enviada: quinta-feira, 26 de Janeiro de 2006 16:59
Para: SCOS-mailing@...
Assunto: SCOS maling bulletin
Colleagues:
Here are two calls for papers. The first is a call for a special issue
of
Social Responsibility Journal on Social Responsibility in Latin America,
and the second is a BJM Special Issue on Flexibility
Apologies as usual for cross-postings.
Ann
Call for papers
A Special Issue of Social Responsibility Journal
Social Responsibility in Latin America
Guest Editors: Mariana Lima Bandeira & Marcelo Fernando López Parra,
Fundação Getulio Vargas, Brazil & Universidad Andina Simon Bolívar,
Ecuador
Over the last decade the question of the relationship between
organisations
and society has been subject to much debate, often of a critical nature.
The decade has seen protests concerning the actions of organisations,
exposures of corporate exploitation and unfolding accounting scandals.
At
the same time ethical behaviour and a concern for people and the
environment have been shown to have a positive correlation with
corporate
performance.
Although a concern for socially responsible behaviour of organisations
is a
global phenomenon there are distinctive features which apply to Latin
America. According to the 2005 social mapping of CEPAL, the increased
importance of social politics in Latin American countries improved the
social cost of PIB. Despite of this, Latin America is still the most
unequal part of the world. This fact indicates there is an extensive
field
to develop concerning social actions, under the discourse of Social
Responsibility. Thus our purpose in this issue is to identify how this
movement is happening, which are the main actions, sectors and
objectives,
who are the "responsible actors" and what is behind and beyond the
discourse in Latin America. In this issue we also want to explore the
relationship between organisations and their various stakeholders in the
context of socially responsible behaviour - or its absence - as relating
to
Latin America. In doing so, we wish to further the theorisation of these
issues.
Papers are invited which address the theme of this issue. Possible
aspects
include:
· Ethics and corporate behaviour
· Corruption amongst elites
· Human rights and corporate activity
· Trust and legitimacy
· Injustice and oppression
· Protests concerning corporate activity
· Environmental auditing
· Globalisation, Intercultural Relationship and corporate
activities
· Governmental influences on corporate behaviour
· Regulation of corporate social behaviour
· The role of accounting in corporate accountability
· Social Responsibility and Citizenship construction
· The role of corporate governance
· Social entrepreneurship
· Results of Social Responsibility Programs and real case
studies
Submission details:
The special issue will be published in early 2007. The deadline for
submission of full papers is 1st October 2006 but early submission is
encouraged.
Authors should submit their manuscripts electronically (in Word or Word
Perfect format) to Mariana and Fernando, at mlima@... and
srlatinamerica@... . Their length should not exceed 9000 words
(including all references, tables, figures, author bios, abstracts and
keywords), although in some cases, involving mainly the reporting of
qualitative data, longer manuscripts may be accepted. The official
language
is English.
The front page should contain the title of the work, list authors'
names,
affiliations and contacts. The abstract should contain no more than 500
words. All papers will be subject to normal refereeing process. Authors
wishing to discuss their paper prior to submission may contact either
guest
editor.
_______
Editor: David Crowther
Professor of Corporate Social Responsibility
De Montfort University
Faculty of Business & Law
The Gateway
Leicester LE1 9BH
UK
www.davideacrowther.com
www.socialresponsibility.biz
BJM Special Issue on Flexibility - Guest Editors; Gill Musson (Sheffield
Management School) and Susanne Tietze (Bradford Management School)
Contemporary accounts depict current and future work as flexible,
temporary
and
mediated by technology with increasing calls for organisations to be
more numerically, functionally, and operationally ‘flexible’ in order to
survive
in
the global, transient and competitive market place. This applies in
diverse industries and in various national and international contexts.
Simultaneously,
individual employees are commonly seen as autonomous entrepreneurs in
charge of
their own (career) destiny, trading their skill and expertise in
flexible labour markets, and able to make multiple fresh starts. Such
accounts have
been
challenged, and shown as problematic. Beck (2000) for example
investigates
the
redistribution of risk away from the state and the economy towards the
individual. Sennett (1998) describes the disappearance of character in
and through the expressants of flexible capitalism, i.e. teamworking and
‘network’
structures. Giddens (1991), perhaps more optimistically, sees
individuals
cast
into freedom from tradition - an ontological position that requires them
to become authors of their own lives by keeping a particular narrative
of
identity
going. The objective of this proposed special issue is to publish a
collection
of papers spanning multiple areas and disciplines of management within a
uniform volume, all of which focus on flexibility as a key theme. Papers
should
inform and progress our theoretical understanding, and have implications
for practice. Quantitative and qualitative empirical submissions are
welcome,
since
one aim of the special issue is to capture a range of different
perspectives and approaches to this field of study. These can be located
in one national context or be comparative.
Submissions, preferably electronic and in Word for Windows format,
should be sent to g.Musson@... and s.tieze@...
and must be received by 31st July 2006. Usual BJM guidelines for
submission apply. The formal call can be found at
www.blackwellpublishing.com/journal.asp?ref=1045-3172
----------------------
AJ Rippin, Management Research Centre
Ann.Rippin@...
0117 954 5685
Estimados Amigos:
Reciban una cordial felicitación y los mejores deseos para este año
del 2006 que inicia. Quisiera hacer de su conocimiento un proyecto
muy interesante que ahora me ocupa y que tiene que ver con calidad
en gobiernos locales. Es un documento trabajado de manera colegiada
con mas de 18 paises y respaldada por la ISO (International Standard
for Organization) y que es una guia para la aplicación de modelos
de calidad en los gobiernos locales.
Como parte del proceso de seguimiento y difusión del ISO/IWA
4 "Directrices para la aplicación de la norma ISO 9001:2000 en
gobiernos locales", nos permitimos hacerles una cordial invitación a
este primer encuentro sobre calidad en gobiernos locales IWA 4.
Consideramos que su participación enriquece el impulso de mecanismos
que ayuden a construir gobiernos locales confiables.
Sin más por el momento reciban un cordial saludo.
Carlos Gadsden Carrasco
Secretario del IWA 4
PARA MAYOR INFORMACION CONSULTAR
WWW.OSIMX.COM
Aqui, no Brasil, apesar dos problemas de 2005, continuamos os sonhos por uma sociedade mais equilibrada.
O ano de 2005 foi fértil em produzir sentimentos novos em todos nós. Acostumados apenas a doenças infantis, o desejo de ser grande fez contrair as doenças dos grandes. Assistimos todos, em nosso País, misturarem-se coisas que não sonhávamos em nossas felizes infâncias. Em meio aos percalços de sonhos transformados em utopias, apesar de tudo, ocorreu-me uma reflexão em busca de novas esperanças guias. Não cura, não mata! Mas permite viver. Através dela, quero projetar sentimentos para 2006, pelos fios da luminosidade de uma nova aurora!
Hoy día de navidad, fecha de celebración, de reencuentros y de alegría, quiero desear a todos felicidad; y que la llegada del año nuevo nos renueve la esperanza de seguir trabajando por lograr un mundo mejor.
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-----Mensagem original----- De: Costa
[mailto:Mscosta@...] Enviada: terça-feira, 20 de
Dezembro de 2005 15:48 Para: 'j-directiva_AISO@yahoogroups.com' Assunto: Boas Festas
Caros Amigos da Directiva AISO:
Venho desejar a todos os amigos da AISO óptimas festas do
Natal e um Bom Ano de 2006 cheio de felicidades. Estou a trabalhar nas Actas do
último Seminário de Braga. Há ainda alguns colegas que me não enviaram os textos
finais. Espero só até 15 de Janeiro de 2006.
Saudações muito amigas a todos os
membros da AISO.
Correo Yahoo! Comprueba qué es nuevo, aquí http://correo.yahoo.es
Etimados amigos:
Como acordamos en el último Seminario de Braga, a continuación de la Jornada de profesores de Tarragona, tendrá lugar en Valencia, una reunión sobre "calidad de gobiernos locales". Os enviamos copia de la carta informativa enviada por Carlos Gadsden animándonos a todos a estar presente en Valencia.
Como parte del proceso de seguimiento y difusión del ISO/IWA 4 “Directrices para la aplicación de la norma ISO 9001:2000 en gobiernos locales”, nos permitimos hacerles una cordial invitación a este primer encuentro sobre calidad en gobiernos locales IWA 4. Consideramos que su participación será determinante en el impulso de mecanismos que ayuden a construir gobiernos locales confiables.
Anexo les envió una invitación que espero puedan atender.
En caso de alguna cuestión en particular o algún tipo de invitación especial por favor háganoslo saber.
Sin más por el momento reciban un cordial saludo.
Carlos Gadsden Carrasco
Secretario del IWA 4
CONVOCATORIA
“PRIMER ENCUENTRO INTERNACIONAL ISO / IWA 4 PARA LA GESTION DE LA CALIDAD EN GOBIERNOS LOCALES”
Convocan:
LA UNIVERSIDAD POLITÉCNICA DE VALENCIA,
LA RED MUNDIAL PARA LA GESTIÓN DE LA CALIDAD (WQMN)Y SU ALIANZA LATINOAMERICANA EN LA RED DE LA CALIDAD PARA GOBIERNOS CONFIABLES
LA ASOCIACIÓN IBEROAMERICANA DE SOCIOLOGÍA DE LAS ORGANIZACIONES (AISO)
EL SECRETARIADO DEL IWA 4 DE LA ISO (INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION)
EL INSTITUTO LATINOAMERICANO DE LA CALIDAD (INLAC)
EL INSTITUTO INTERCULTURAL PARA LA AUTOGESTIÓN Y LA ACCIÓN COMUNAL (INAUCO), EL CENTRO PARA EL ESTUDIO Y DESARROLLO MUNICIPAL (CEDEM), ORGANIZACIÓN DE SERVICIOS INTERDISCIPLINARIOS (OSI),
EL INSTITUTO DE IBERO AMÉRICA Y EL MEDITERRANEO (IBEM)
EL FONDO VALENCIANO DE LA SOLIDARIDAD
LA FUNDACIÓN IBEROAMERICANA PARA LA GESTIÓN DE LACALIDAD (FUNDIBEQ)
Y LA OFICINA DE PREMIOS NACIONALES DE MÉXICO (OPN)
Este es un encuentro taller de gobiernos locales,universidades, consultores, agencias para la calidad, asociaciones de municipios y personas interesadas que trabajamos en gestión de la calidad, y aplican sus conocimientos en organizaciones y gobiernos locales. El propósito es dar a conocer el IWA 4 en gobiernos locales de la ISO (International Organization for Standardization) y formular estrategias conjuntas para su aplicación y aprendizaje colectivo.Como aspectos sustantivos está analizar las estrategias de reconocimiento a los gobiernos que puedan ser calificados como confiables y poner en común nuestras experiencias yherramientas de trabajo, intentar clarificar nuestros problemas y precisar nuestras posibilidades de cara al futuro.El IWA 4 recientemente aprobado como “Directrices en la aplicación de la ISO 9001:2000 en Gobiernos Locales” en un Taller de Acuerdo Internacional (International Workshop Agreement) en Veracruz, México el 23 de mayo de 2005, bajo autorización del TMB (Technical Management Board) de la ISOcomo resolución 19:2005 en su sesión en Ginebra, Suiza el 11 de febrero de 2005.El IWA 4 ha sido publicado en inglés por la ISO el 6 de octubre de 2005 estando en proceso de traducción al árabe y al castellano (este último por el ISO/TC176/STTG) para su publicación.
Objetivo:
Impulsar el desarrollo de gobiernos locales que puedan ser reconocidos como confiables a partir de la aplicación de estándares internacionales yaprender colectivamente de experiencias compartidas que permitan madurar la normatividad mundial en este campo
Objetivos Específicos:
·Presentación de las Directrices para la aplicación de ISO 9001:2000 en los gobiernos locales IWA 4.
·Intercambiar experiencias de gestión de la calidad en los gobiernos locales
·Explorar estrategias de reconocimiento a gobiernos locales confiables
·Formular estrategias conjuntas para el futuro del IWA 4 y su seguimiento y aprendizaje colectivo.
SEDE:
Universidad Politécnica de Valencia,
Valencia, España
P R O G R A M A
Actividad preliminar
DOMINGO 29
HORARIO
TEMA
9:30 – 13:30
RECORRIDO POR LA CIUDAD
(Un domingo en Valencia)
13:30 – 15:30
COMIDA
15:30 – 16:30
CONFERENCIA
(El tribunal de las aguas de Valencia, por el Dr. Antonio Colomer)
LUNES 30
HORARIO
TEMA
9:00 -- 10:00
REGISTRO
10:00 – 10:30
INAUGURACIÓN
10:30 – 12:00
PLENARIA (Presentación general del IWA 4)
12:00 – 12:30
RECESO
12:30 – 14:00
PLENARIA (Presentación de los contenidos IWA 4)
14:00 – 15:30
COMIDA
15:30 – 17:00
SIMULTANEAS (Intercambio de experiencias, casos de éxito)
17:00 – 17:30
RECESO
17:30 – 18:30
PLENARIAS (Intercambio de experiencias, casos de éxito)
Evento Cultural
MARTES 31
HORARIO
TEMA
10:00 -- 11:30
SESIONES SIMULTANEAS (Exploración de los modelos de excelencia para el desarrollo del reconocimiento a gobiernos confiables: Los modelos ISO, el Modelo Europeo de la Calidad, los Premios Nacionales de la Calidad, el Premio Iberoamericano de la Calidad)
11:30 – 12:00
RECESO
12:00 – 13:30
PLENARIA (Exploración conjunta a partir de los modelos de excelencia del reconocimiento a gobiernos confiables)
13:30 – 15:30
COMIDA
15:30 – 17:00
SESIONES SIMULTANEAS (Estrategias conjuntas para el futuro del IWA 4 y su seguimiento y aprendizaje colectivo)
17:00 – 17:30
RECESO
17:30 – 18:30
CONCLUSIONES
18:30 – 19:00
CLAUSURA
Ponentes confirmados
Antonio Colomer, Universidad Politécnica de Valencia, España
Armando Espinosa, Presidente del Instituto Latinoamericano de la Calidad y Chairman del IWA 4, México
Nigel Croft, Co-chairman del ISO 9000 Advisory Group, Brasil- G.B.
Tommie Johansson, Representante de Suecia en el ISO/TC 176
Tomás Orbea, Director General de FUNDIBEQ, España
Juan Bou, Fondo Valenciano de la Solidaridad, España
Antonio Mira, Gerente del Fondo Valenciano de la Solidaridad, España
Antonio Lucas, Past President AISO, Universidad Complutense, España
Osama El Meligy, Representante de Egipto ante el ISO/TC 176, Egipto
José Jabaloyes, Universidad Politécnica de Valencia, España
Javier Sánchez, Líder de proyecto IWA 4, OSI, México
Carlos Gadsden, Secretario IWA 4, CEDEM. México
Hervé Mignot Representante de Francia ante el ISO/TC176
Marco Pardave, INLAC Estados Unidos de América
Horacio Guerrero, Presidente de la Asociación de Institutos Municipales de Planeación y Director General del IMPLAN de León, Guanajuato, México
Costo de recuperación
60 euros antes del 15 de diciembre del 2005
80 euros desde el 16 de diciembre del 2005 al 26 de enero del 2006
Número de cuenta donde realizar el ingreso:
Bancaja 2077 0751 42 3100014631
Cuando se realice el ingreso se debe especificar claramente el nombre y apellidos de la persona que lo realiza y el motivo: “Primer Encuentro Internacional ISO/ IWA 4”
Una vez realizado el ingreso se ha de enviar la hoja de inscripción y el resguardo de la transferencia, mediante correo electronico, ordinario y/o fax a la secretaría técnica del Priemer Encuentro:
Prof. Dr. Vicente Cabedo Mallol
Facultad de Administración y Dirección de Empresas
Coordinación General: Antonio Colomer, (Universidad Politécnica de Valencia) y Carlos Gadsden, Secretario IWA 4 de la ISO.
Miembros: Antonio Lucas Marín, Facultadde Ciencias de la Información (Universidad Complutense de Madrid); José Jabaloyes (Universidad Politécnica de Valencia), Armando Espinosa (Instituto Latinoamericano de la Calidad y Chairman del IWA 4 de la ISO), Ignasi Brunet (Universitat Rovira i Virgili), Francisco Morant (Universidad Politécnica de Valencia)
Secretaria Técnica del Encuentro
En España: Vicente Cabedo (INAUCO- IBEM- UPV)
En América Latina: Francisco Javier Martínez Sánchez.
Dirección en México: OSI : Hidalgo 21-3, Tlacopac San Ángel, 01049 México D.F.
Dirección en España: Universidad Politécnica de Valencia. Gestión y Administración Pública, Área de Derecho Constitucional, FADE, Camino de Vera, s/n 46022 Valencia.
-------------------
FW: Urgente - Bolsas da União Europeia para Latino-americanos
De: José F. Pinheiro Neves <jpneves@...>
Data: Seg Nov 14, 2005 1:22 am
Assunto: Re: Urgente - Bolsas da União Europeia para Latino-
americanos
Fernando
Poderá concorrer a qualquer Universidade Europeia desde que tenha
estabelecido um contacto prévio.
Confirmei esta informação lendo o regulamento do programa Alban:
"Quais são os requisitos mínimos para se candidatar a uma bolsa
Alßan?
Os requisitos mínimos para se candidatar a uma bolsa Alßan são:
ser aceite por uma Instituição de Ensino Superior ou por um Centro
de Formação Superior num país da União Europeia (Alemanha, Áustria,
Bélgica, Chipre, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Espanha Estónia,
Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália,
Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Polónia Portugal, Reino Unido,
República Checa e Suécia) para realizar aí o projecto de
educação/formação a que se propõe".
Pode obter infos sobre as pós-graduações em Sociologia da minha
Universidade (Minho) em:
http://www.sociologia.uminho.pt/ensino/ensino.htm
Pode também ver noutras universidades portuguesas na página de
ligações do grupo sociologia portugal:
http://br.groups.yahoo.com/group/sociologia-portugal/links
Também pode obter infos para Espanha em:
http://www.fes-web.org/
E concorra porque há fortes possibilidades de ver o seu pedido
aprovado. Siga com cuidado as instruções e veja os critérios de
avaliação.
Boa sorte!
José Pinheiro Neves
----------------------------------------------
Em sociologia-portugal@..., Anaxsuell Fernando
<pranaxs@y...> escreveu
> Olá,
>
> Meu nome é Fernando, sou brasileiro. Graduado em Sociologia e
estou interessado em realizar estudos de pós-graduação ao nível de
Mestrado na área de Sociologia em Portugal.
> Gostaria que os colegas me dessem sugestão de universidade que
estivesse vinculada ao Programa ALBAN.
>
>
>
> Aguardo contacto
>
FW: Artigo/Artículo - XVIII SEMINÁRIO INTERNACIONAL AISO
De:: aiso_portugal@...
Fecha:: dom nov 6, 2005 12:45 pm
Asunto:: Artigo/Artículo - XVIII SEMINÁRIO INTERNACIONAL AISO
Ex.mo/a
Sr. ou Sra. Comunicante
A Comissão organizadora do XVIII Seminário Internacional AISO vem
por este
meio avisar todos os participantes com comunicação que a data limite
para o
envio das comunicações para a publicação das actas deste Seminário
será o
dia 15 de Novembro de 2005.
A comunicação deverá ser enviada para o endereço electrónico:
aiso_portugal@...
Na certeza do bom acolhimento deste pedido, despeço-me apresentando
as mais
cordiais saudações.
Comissão organizadora do XVIII Seminário Internacional AISO
Sr. o Sra. Comunicante
La Comisión organizadora del XVIII Seminario Internacional AISO
viene por este
medio avisar todos los participantes con comunicación que la fecha
límite
para el envío de las comunicaciones para la publicación de las actas
de este
Seminario será el día 15 de Noviembre de 2005. La comunicación
deberá ser
enviada para la dirección electrónica: aiso_portugal@...
En la certeza de la buena acogida de este pedido, me despido
presentando las
más cordiales saludos,
Comisión organizadora del XVIII Seminario Internacional AISO
Universidade do Minho
Portugal
PRIMER ANUNCIO E INVITACIÓN A PRESENTAR COMUNICACIONES
II JORNADAS DE PROFESORES DE SOCIOLOGÍA DE LA EMPRESA Y DE LAS ORGANIZACIONES
27 y 28 de enero de 2006 en Tarragona
Organizan:
Facultad de Ciencias Económicas y Empresariales
Departamento de Gestión de Empresas (Universidad Rovira I Virgili)
Asociación Iberoamericana de Sociología de las Organizaciones (AISO:ISA)
En esta segunda edición de las Jornadas, se trata de promover el encuentro del profesorado que trabaja en sociología y otras ciencias sociales, y aplica sus conocimientos al estudio de las empresas y organizaciones, con la finalidad de intercambiar experiencias y debatir conjuntamente sobre los problemas e interrogantes que se abren para el futuro de la especialidad, tal y como ha venido recomendando la AISO.
Las Jornadas se organizarán en torno a cuatro temas que consideramos de interés para todos nosotros. Los dos primeros de contenido más bien científico y los otros dos centrados en aspectos de organización académica y de política universitaria.
1.Teoría sociológica aplicada a la empresa y las organizaciones.
2.Metodología de investigación en Sociología de la empresa y de las organizaciones.
3.Espacio universitario europeo, nuevos planes de estudio y presencia de nuestra área de conocimiento.
4.Redes europeas de sociología de la empresa y las organizaciones: intercambios de docencia e investigación.
Comité Organizador:
Coordinador: Ignasi Brunet (Universidad Rovira i Virgili)
Miembros: Mª Victoria Sanagustín Fons,Escuela Universitaria Estudios Empresariales de Huesca (Universidad de Zaragoza); Carlos Gómez Bahillo, Facultad de Ciencias Económicas y Empresariales (Universidad de Zaragoza); Antonio Lucas Marín, Facultadde Ciencias de la Información (Universidad Complutense de Madrid); Juan del Pino Artacho, Facultad de Empresariales (Universidad de Málaga); Alfonso Carlos Morales, ETEA, Córdoba; Ángel Infestas, Facultad de Ciencias Sociales (Universidad de Salamanca); Isabel de la Torre, Facultad de Económicas (Universidad Autónoma de Madrid); Angel BelzuneguiEraso (Universidad Rovira i Virgili).
Presentación de resúmenes y de comunicaciones:
Los resúmenes (15 líneas de texto, en castellano e inglés) deberán enviarse a la dirección electrónica de la Secretaría Técnica antes del 23 de diciembre de 2005.
Las comunicaciones deberán ser enviadas a la Secretaría en formato papel y electrónico antes del 21 de diciembre de 2005. La extensión de las comunicaciones tendrá un máximo de 35.000 caracteres (15 folios a doble espacio aproximadamente).
Secretaría Técnica de las II Jornadas:
Dr. Amado Alarcón Alarcón. Facultad de Ciencias Económicas y Empresariales. Universidad Rovira i Virgili. Av. Universitat, 1. 43204 Reus, e-mail: amado.alarcon@..., Teléfono: 977 759843.
Lugar de realización de las II Jornadas:
Facultad de Ciencias Jurídicas, Av. Catalunya, 35, 43002 Tarragona (España), Tel.: 977 558382.
Ficha de inscripción:
NOMBRE Y APELLIDOS
NIF
DIRECCIÓN
POBLACIÓN Y CÓDIGO POSTAL
TELÉFONO
CORREO ELECTRÓNICO
PAÍS
UNIVERSIDAD O CENTRO DE INVESTIGACIÓN
CENTRO DE TRABAJO (*)
¿PRESENTA COMUNICACIÓN?SINO
(*) En el caso de que no se consigne previamente Universidad o centro de investigación
Precio de la inscripción a las II Jornadas:
60 euros antes del 15 de diciembre del 2005
80 euros desde el 16 de diciembre del 2005 al 26 de enero del 2006
Número de cuenta donde realizar el ingreso:
Caixa de Catalunya 2013-0291-94-0200679787
Cuando se realice el ingreso se debe especificar claramente el nombre y apellidos de la persona que lo realiza y el motivo: “II Jornadas Sociología de la Empresa”
Una vez realizado el ingreso se ha de enviar la hoja de inscripción y el resguardo de la transferencia, mediante correo ordinario y/o fax a la secretaría técnica de las II Jornadas:
Os remitimos nueva información referente a las II Jornadas de Profesores de Sociología de la Empresa y de las Organizaciones (Seminario Internacional AISO) que tendrán lugar los dias 27 y 28 de enero de 2006 en la ciudad de Tarragona. En primer lugar, se ha ampliado el plazo de presentación de resúmenes y de comunicaciones. Los resúmenes (15 líneas de texto, en castellano e inglés) deberán enviarse a la dirección electrónica de la Secretaría Técnica (amado.alarcon@...) antes del 23 de diciembre de 2005. Las comunicaciones deberán ser enviadas a la Secretaría en formato electrónico antes del 9 de enero diciembre de 2006.
En segundo lugar, os recomendamos que reservéis habitación en el HOTEL ROYAL TARRACO (a 5 minutos caminando de la Facultad de Jurídicas donde se celebran las II Jornadas). El precio de oferta es de 55 euros+ 7% iva en alojamiento y desayuno la habitación
individual. Cabe decir que hemos conseguido una reducción en la tarifa del 50%. El teléfono del Hotel es: 977 228880. Os tenéis que identificar como asistentes a las II Jornadas de Profesores de Sociología de la Empresa y de las Organizaciones
AVISO URGENTE
Encontra-se aberto o convite à apresentação de candidaturas a bolsas
para o ano lectivo 2006/2007 no âmbito do Programa ALBAN (América
Latina - Bolsas de Alto Nível).
PROCESSO DE CANDIDATURA:
Prazos: Candidaturas em papel: 9 de Dezembro de 2005
Candidaturas on-line: 22 de Dezembro de 2005 (até às 24h00 CET –
Central Europe Time = hora na Bélgica)
http://www.programalban.org/
Este Programa procura responder à necessidade crescente de uma maior
cooperação com a América Latina nas áreas de ensino superior e
formação especializada superior, possibilitando uma abertura mais
ampla do Ensino Superior europeu a países terceiros.
O Programa ALBAN engloba o ensino e a especialização na União
Europeia dos cidadãos da América Latina que desejem adquirir novos
conhecimentos e competências no contexto de estudos de pós-graduação
(Mestrado ou Doutoramento) ou de uma formação especializada superior
para profissionais.
Em anexo poderá encontrar a Nota Informativa GRI 07/2005 , que
apresenta as linhas gerais do Programa ALBAN, de forma sucinta.
Os procedimentos internos a serem seguidos na UM serão brevemente
divulgados.
Para mais informações, por favor, contactar o GRI.
Com os melhores cumprimentos,
O Gabinete de Relações Internacionais
**************************************************************
Gabinete de Relações Internacionais
Universidade do Minho
Campus de Gualtar Campus de Azurém
Vivenda Sameiro R/C 4800-058 Guimarães
4710-057 Braga
Portugal
Tel: 351-253-604505 Tel: 351-253-510169
Fax: 351-253-284930 Fax: 351-253-516469
gualtar@...azurem@...
***************************************************************
NOTA INFORMATIVA GRI 07/2005
PROGRAMA ALßAN
Programa de Bolsas de Alto Nível da União Europeia para a América
Latina
2006-2007
Encontra-se aberto o convite à apresentação de candidaturas a bolsas
para o ano lectivo 2006/2007 no âmbito do Programa ALBAN, que tem
como objectivo principal o reforço da cooperação entre a União
Europeia e a América Latina na área do Ensino Superior, e engloba
Estudos de Pós-graduação (Mestrado e Doutoramento) e de Formação
Superior para profissionais com reconhecida experiência e/ou futuros
quadros directivos latino-americanos em Instituições ou Centros na
União Europeia.
Serão atribuídos dois tipos de bolsas ALBAN:
- Bolsas ALBAN para estudos de pós-graduação
Bolsas atribuídas aos melhores jovens licenciados da América Latina
para estudos de pós-graduação ao nível de Mestrado e Doutoramento em
qualquer Instituição de Ensino Superior elegível, num dos vinte e
cinco Estados Membros da União Europeia;
- Bolsas ALBAN para especialização
Bolsas atribuídas a profissionais com reconhecida experiência ou
quadros superiores latino-americanos, para uma formação ou
requalificação especializada superior em qualquer organização
elegível (incluindo empresas) reconhecida por ministrar formação
superior num dos vinte e cinco Estados-Membros da União Europeia.
CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE (os critérios b) e c) excluem-se
mutuamente):
a) No momento da candidatura, os candidatos deverão ser
cidadãos de um dos 18 países da América Latina beneficiários do
Programa ALBAN, com residência permanente num desses países, pelo
menos, desde 1 de Setembro de 2004. Os países latino-americanos
elegíveis são: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa
Rica, Cuba, Equador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá,
Paraguai, Peru, El Salvador, Uruguai e Venezuela.
b) Deverão ter completado as qualificações universitárias
mínimas para serem aceites para estudos de pós-graduação ao nível de
Mestrado ou Doutoramento numa Instituição de Ensino Superior da
União Europeia (no caso de candidatura a uma bolsa ALBAN no contexto
de um grau de Mestrado ou Doutoramento).
Deverão ainda ter o apoio de uma instituição de Ensino Superior do
seu país de origem para o seu projecto de educação.
Os candidatos com grau de Doutoramento não são elegíveis para o
Programa ALBAN.
Os candidatos às bolsas ALBAN para estudos de Mestrado ou
Doutoramento não devem ter idade superior a 45 anos (nascidos em, ou
após 1 de Setembro de 1960).
c) Deverão ser profissionais de reconhecida experiência ou
quadros superiores, com uma experiência profissional mínima de 7
anos (a partir da data de obtenção do seu grau universitário) numa
organização reconhecida num dos países elegíveis da América Latina.
Esta situação aplica-se às candidaturas a uma bolsa ALBAN no
contexto de uma Especialização para uma formação ou requalificação
profissional superior em qualquer um dos vinte e cinco Estados-
Membros da União Europeia.
Deverão ainda ter o apoio da sua própria organização no país de
origem para o seu projecto de formação.
Os projectos de pós-doutoramento (no total ou em parte) bem como os
profissionais ou quadros superiores que possuam um Doutoramento não
são elegíveis para uma bolsa ALBAN.
Os candidatos a uma bolsa de Especialização devem ter entre 30 e 50
anos de idade (nascidos em, ou depois de, 1 de Setembro de 1955 e
antes de 1 de Setembro de 1975).
d) Deverão ter contactado e ter sido aceites por uma
Instituição de Ensino Superior ou por um Centro de Formação Superior
de um dos vinte e cinco Estados-Membros da União Europeia. As
candidaturas que identifiquem mais do que uma
instituição/organização de educação/formação de acolhimento como
alternativa não serão aceites. Caso o plano de trabalho envolva uma
estadia de formação/educação em mais do que uma
instituição/organização na UE, é necessário justificar o
envolvimento específico de cada uma das instituições de acolhimento.
e) Deverão descrever como será feita a sua reintegração como
membros activos de uma instituição ou organização do seu país de
origem, depois de terminar o período de educação/formação na União
Europeia.
ÁREAS DE ESTUDO ELEGÍVEIS: Todas as áreas de estudo, com a excepção
da aprendizagem das línguas.
DURAÇÃO DAS BOLSAS: As bolsas têm a duração mínima de 6 meses e
máxima de 36 meses para bolsas de Doutoramento, 24 meses para bolsas
de Mestrado e 18 meses para bolsas de Especialização (de trabalho de
educação/formação efectivo na União Europeia).
VALOR DAS BOLSAS: A contribuição máxima da Comissão Europeia para as
bolsas será de 1500 Euros mensais para as bolsas de Mestrado e
Doutoramento e de 2500 Euros mensais para as bolsas de
Especialização. Em qualquer caso, a Comissão Europeia pode
contribuir até um máximo de 75% dos custos totais elegíveis da
educação/formação.
NOTAS:
 Os projectos de educação/formação já em curso no estrangeiro
não são elegíveis para o Programa ALBAN, que procura promover e
apoiar novos projectos;
 Uma bolsa ALBAN não pode ser acumulada com qualquer outra
bolsa para o mesmo projecto, independentemente da sua origem.
Qualquer bolsa existente terá que ser suspensa durante o período de
duração da bolsa ALBAN. Em casos devidamente justificados, os
candidatos poderão procurar apoios financeiros adicionais para os
seus projectos de formação/educação, mas terão que os declarar.
 Os documentos comprovativos só deverão ser submetidos
(posteriormente ao prazo de candidatura) pelos candidatos
seleccionados, após notificação por parte do Office ALBAN.
 Os formulários de referência impressos deverão ser recebidos
no Office ALBAN antes de 1 de Fevereiro de 2006.
 A presente convocatória destina-se a projectos de
educação/formação que comecem no ano académico de 2006/2007 na UE
(de 15 de Agosto de 2006 a 30 de Junho de 2007)
PROCESSO DE CANDIDATURA:
Prazos: Candidaturas em papel: 9 de Dezembro de 2005
Candidaturas on-line: 22 de Dezembro de 2005 (até às 24h00 CET –
Central Europe Time = hora na Bélgica)
Universidade do Minho, 1 de Novembro de 2005
O Gabinete de Relações Internacionais
2.- Adjuntamos dos documentos en ingles firmados por Amitai Etzioni: el articulo Bookmarks for Public Sociologists aparecido en el BJS, y una carta-invitacion de su blogg sobre la dicotomia entre socioeconomia y economia neoclasica.
3.- Adjuntamos ponencia (en ingles) al Congreso Aspher de Salud Publica sobre Desarrollo y Globalizacion.
Versão em português:
Olá, Virginia Linares!
Como estás?
Depois das minhas modificações, qualquer pessoa com um mail pode enviar
mensagens para o grupo AISO do yahoo.
Dirección de correo-e del grupo: a_i_s_o@yahoogroups.com
Também podem enviar para o grupo Junta Directiva AISO usando o seguinte
mail:
Correo-e del grupo: j_directiva_AISO@yahoogroups.com
Um abraço do
José Neves
----------------------------------------------------------------------
Traductor Universia es un programa de traducción automática que produce
casi instantáneamente (a más de 5000 palabras por segundo) traducciones
aproximadas de textos castellanos al portugués y viceversa. El traductor
es propiedad de Portal Universia S.A. y se desarrolla en el Departamento
de Lenguajes y Sistemas Infomáticos de la Universidad de Alicante.
http://copacabana.dlsi.ua.es/es/text.php
Español:
Hola, Virginia Linares!
Como estás?
Después de mis modificaciones, cualquier persona con un mail puede
enviar mensajes para el grupo AISO del yahoo.
Dirección de correo-y del grupo: a_i_s_o@yahoogroups.com
También pueden enviar para el grupo Junta Directiva AISO usando el
siguiente mail:
Correo-y del grupo: j_directiva_AISO@yahoogroups.com
Un abrazo de
José Neves
Escribo para informales que ya disponéis del Boletín de Noticias AISO número 26 en nuestra página Web. Para verlo directamente podéis acceder a través de:
***SASECE NOTICIAS*** Hoja Informativa Electronica n.72 Capitulo Español de SASE: www.uv.es/sasece/ Septiembre-Octubre de 2005
1.- El 19 congreso anual de SASE a celebrar del 30 de Junio al 2 de Julio de 2006 en la Universidad de Treveris en Alemania, tendra como tema central: "La consitucion de lo global: actores, escenarios y resultados".
2.- El Primer Taller Iberoamericano ISO/IWA4 de la Gestion de Calidad en Gobiernos Locales, tendra lugar en la Universidad Politecnica de Valencia el 30 y 31 de Enero proximos. (www.upv.es/inauco)
3.- Las II Jornadas de Profesores de Sociología de la Empresa y de las Organizaciones tendran lugar en Tarragona el 27 y 28 de Enero proximos (contacto: amado.alarcon@...)
4.- Novedad: Las Organizaciones en una Perspectiva de Conflicto (Ramon Nemesio, Tirant, Valencia, 2005)
Correo Yahoo! Comprueba qué es nuevo, aquí http://correo.yahoo.es
Estimados amigos:
Os envio la I Circular de nuestro Taller sobre la Calidad de la Gestión
de los Gobierno Locales, así como la hoja de inscripción. En circular
posterior informaremos sobre alojamientos. Os ruego le deis la mayor
difusión reenviándolas los miembros de vuestras respcectivas organziaciones.
Un cordial saludo,
Antonio Colomer
-----Mensagem original-----
De: Amado Alarcón [mailto:amado.alarcon@...]
Enviada: sexta-feira, 9 de Setembro de 2005 8:30
Assunto: FW: II Jornadas de Profesores de Sociología de la Empresa y
de las Organizaciones
Estimados colegas,
Os remitimos la información referente a las II Jornadas de
Profesores de
Sociología de la Empresa y de las Organizaciones que tendrán lugar
los dias
27 y 28 de enero de 2006 en la ciudad de Tarragona.
Aprovechamos la ocasión para solicitaros que hagais la máxima
difusión
posible de las Jornadas entre vuestros colaboradores y compañeros.
Cordialmente,
Ignasi Brunet y Amado Alarcón
Facultad de Ciencias Económicas y Empresariales
Universidad Rovira i Virgili (Tarragona)
Telf. 977759843
---------------------------------------------------------------------
------------
"II JORNADAS DE PROFESORES DE SOCIOLOGÍA
DE LA EMPRESA Y DE LAS ORGANIZACIONES"
27 y 28 de enero de 2006 en Tarragona
Organizan:
FACULTAD DE CIENCIAS JURÍDICAS
DEPARTAMENTO DE GESTIÓN DE EMPRESAS
(UNIVERSIDAD ROVIRA I VIRGILI)
ASOCIACIÓN IBEROAMERICANA DE SOCIOLOGÍA DE LAS ORGANIZACIONES (AISO-
ISA).
En esta segunda edición de las Jornadas, se trata de promover el
encuentro del profesorado que trabaja en sociología y otras ciencias
sociales, y aplica sus conocimientos al estudio de las empresas y
organizaciones, con la finalidad de intercambiar experiencias y
debatir conjuntamente sobre los problemas e interrogantes que se
abren para el futuro de la especialidad, tal y como ha venido
recomendando la AISO. En el escenario del nuevo espacio europeo
universitario se hace todavía más necesario reflexionar sobre las
cuestiones que nos atañen en relación a la docencia y la
investigación en sociología de las organizaciones y,
específicamente, en sociología de la empresa (nuevos planes de
estudio, créditos europeos, redes europeas, semipresencialidad,
etc.). De aquí la oportunidad de celebrar estas II Jornadas con el
objetivo de poner en común nuestras experiencias y herramientas de
trabajo, intentar clarificar nuestros problemas y precisar nuestras
posibilidades cara al futuro.
Las Jornadas se organizarán en torno a cuatro ejes temáticos que
consideramos de interés para todos nosotros. Los dos primeros de
contenido más bien científico y los dos siguientes centrados en
aspectos de organización académica y de política universitaria.
1. Fundamentos teóricos aplicados a la empresa y las
organizaciones.
2. Metodología de investigación en Sociología de la empresa y
de las organizaciones.
3. Espacio universitario europeo, nuevos planes de estudio y
presencia de nuestra área de conocimiento.
4. Redes europeas y latinoamericanas de sociología de la
empresa y las organizaciones: intercambios de docencia e
investigación.
Comité Organizador:
Coordinador: Ignasi Brunet (Universidad Rovira i Virgili)
Miembros: Mª Victoria Sanagustín Fons, Escuela Universitaria
Estudios Empresariales de Huesca (Universidad de Zaragoza); Carlos
Gómez Bahillo, Facultad de Ciencias Económicas y Empresariales
(Universidad de Zaragoza); Antonio Lucas Marín, Facultad de
Ciencias de la Información (Universidad Complutense de Madrid); Juan
del Pino Artacho, Facultad de Empresariales (Universidad de Málaga);
Alfonso Carlos Morales, ETEA, Córdoba; Ángel Infestas, Facultad de
Ciencias Sociales (Universidad de Salamanca); Isabel de la Torre,
Facultad de Económicas (Universidad Autónoma de Madrid); José Luis
Beira (Universidad de A Coruña); Angel Belzunegui Eraso (Universidad
Rovira i Virgili); Inma Pastor Gosálbez (Universidad Rovira i
Virgili).
Presentación de resúmenes y de comunicaciones:
Los resúmenes (15 líneas de texto, en castellano e inglés) deberán
enviarse a la dirección electrónica de la Secretaría Técnica antes
del 4 de noviembre de 2005.
Las comunicaciones deberán ser enviadas a la Secretaría en formato
papel y electrónico antes del 21 de diciembre de 2004. La extensión
de las comunicaciones tendrá un máximo de 35.000 caracteres (15
folios a doble espacio aproximadamente).
Secretaría Técnica de las II Jornadas:
Dr. Amado Alarcón Alarcón. Facultad de Ciencias Económicas y
Empresariales. Universidad Rovira i Virgili. Av. Universitat, 1.
43204 Reus
e-mail: amado.alarcon@...
Teléfono: 977 759843 Fax: 977 759814
LUGAR DE REALIZACIÓN DE LAS II JORNADAS:
Facultad de Ciencias Jurídicas
Av. Catalunya, 35
43002 Tarragona (España)
Tel.: 977 558382
LOCALIZACIÓN Y CALLEJERO DE TARRAGONA
Pueden consultar la siguiente página web para localizar los hoteles
y alojamientos de la ciudad de Tarragona, las vías de acceso a la
ciudad y la localización de la facultad de Ciencias Jurídicas donde
se desarrollarán las II Jornadas:
http://www.viamichelin.com/viamichelin/esp/dyn/controller/mapPerformP
age?strLocation=Tarragona&strCountry=eur&google=1
SELECCIÓN DE HOTELES DE TARRAGONA:
Ciutat de Tarragona
Pl. Imperial Tarraco, 5. TARRAGONA
Tel: 977 25 09 99
Imperial Tarraco
Rambla Vella, s/n. TARRAGONA
Tel: 977 23 30 40
Astari
Via Augusta, 95. TARRAGONA
Tel: 977 23 69 00
Canada
Ctra. Valencia, km. 211-213 TARRAGONA
Tel: 977 54 16 33
Lauria
Rambla Nova, 20. TARRAGONA
Tel: 977 23 67 12
Marina
Via Augusta, 151. TARRAGONA
Tel: 977 23 30 27
Nuria
Via Augusta, 145. TARRAGONA
Tel: 977 23 50 11
SB Express
Pça. Corts Catalanes, 4. TARRAGONA
Tel: 977 22 10 50
Urbis
Reding, 20 (junto a Correos). TARRAGONA
Tel: 977 24 01 16
Sant Jordi
Via Augusta, s/n. TARRAGONA
Tel: 977 20 75 15
Catalunya Express
General Contreras, 16. TARRAGONA
Tel: 977 21 91 19
Cosmos
Estanislao Figueres, 57. TARRAGONA
Tel: 977 24 39 87
Riu Clar
Poligon, 169-179. TARRAGONA
Tel: 977 54 70 06
APARTHOTEL
**** Royal Tarraco
St. Auguri, s/n TARRAGONA
Tel: 977 22 88 80
Pueden consultarse también las siguientes páginas para realizar
reservas on-line de alojamiento:
http://www.guiashoteles.com/hoteles_tarragona.cfmhttp://www.es.hoteles-en-tarragona-espana.venere.com/http://www.centraldereservas.com/hotel/pages/Espa_a/Catalunya/Tarrago
na/Tarragona/index.html