Entrar
¿Usuario nuevo? Regístrate
babel-pagan · Paganismo, Wicca y Neo-Paganismo
? ¿Ya estás suscrito? Entrar en Yahoo!

Consejos de Yahoo! Grupos

¿Sabías que...?
Puedes buscar mensajes antiguos en un grupo.

Mensajes

  Mensajes Ayuda
Avanzado
Bem vamos ver as comemorações de hoje?   Lista de mensajes  
Responder | Reenviar Mensaje #15604 de 15943 |

Bem vamos ver as comemorações de hoje?

DIA 20 DE JANEIRO

- DIA DE BABA YAGA
Esta deusa búlgara é a deusa da morte e renovação. Muitas vezes
precisamos deixar algo partir para um novo renascer. Acenda uma vela
escura e invoque Baba Yaga. Peça-lhe que as coisas ruins embora e
abra caminhos para as coisas novas e boas em sua vida.





BABA YAGA

Caminho pela floresta e falo intimamente com os animais

Danço descalça na chuva

Danço nua

Viajo por caminhos que eu mesma faço e da maneira que me convém

Meus instintos e meu olfato são aguçados

Expresso livremente minha vitalidade minha alegria pura e exuberante
para agradar a mim mesma porque é natural é o que tem de ser

Sou a selvagem e jubilosa energia vital

Venha e junte-se a mim

Baba-Yaga é uma velha, muito velha, que vive em uma cabana sobre
pés-de-galinha. Ela se alimenta de ossos humanos moídos em seu
pilão, mas há quem diga que também come criancinhas com seus
dentes de ferro. E voa dentro de um almofariz de prata, muito veloz.
Contam ainda que o rastro de cinzas que deixa pelo céu, rapidamente a
danada vai apagando com sua vassoura.
Importante figura no imaginário do povo russo, Baba-Yaga está
presente em muitos contos tradicionais, no caminho de Vassilissa, a
bela, ou do destemido Príncipe Ivan, como nas bilinas (narrativas em
verso) de grandes poetas românticos, entre eles, Gogol, Puchkin,
Liermontov. Igualmente na música clássica daquele país, alguns
compositores se dedicaram a fazer-lhe um "retrato sonoro": temos três
poemas orquestrais com Dargomíshky, Balakirev e Liadov; ela também
aparece na suíte Quadros de uma Exposição, de Mussorgsky, e no
Álbum para Crianças, de Tchaikovsky. Talvez, a primeira antologia
de literatura russa de tradição oral, que o público de língua
portuguesa teve acesso, fora feita por Alfredo Apell, nos idos da
década de 1920. No Brasil, a bruxa aparece na história de
encantamentos "A princesa-serpente", na coletânea Contos populares
russos organizada por J. Vale Moutinho (Nova Crítica, 1978 e
Princípio, 1990), mas coube à escritora Tatiana Belinky o resgate
mais bem divulgado como literatura para crianças: a velha Yaga e a
magia das skáskas (narrativas maravilhosas) estão em Sete contos
russos (Companhia das Letrinhas, 1995). Mais recentemente, foram
publicados, em três volumes, os Contos de fadas russos, organizados
por Aleksandr Afanas'ev, a partir de 1855, com o título Narodnye
russkii skazki, base destes trabalhos e outras formas adaptadas (Landy,
2002 e 2003).

Quase sempre, Baba-Yaga é a temível bruxa, a malvada, la maliarda.
Às vezes, ela parece ser apenas uma grande conselheira ou a
guardiã de muitos segredos, moradora da escuridão numa densa
floresta. Sob esta faceta, Baba-Yaga seria assim como a representação
da Mãe-Natureza, igualando-se às antigas deusas, uma divindade com
poderes sobre a vida e a morte porque rico em mistérios é seu
perfil. Contudo, nossa maneira apressada de encarar as realidades
imaginárias acomodou-se sobre a lógica a dividir o mundo em partes
e posições irreconciliáveis. Quando se pensa em bruxas, evocam-se
as fadas e uma eterna rivalidade, ou seja, a luta entre o Bem e o Mal.
Ora, a designação "bruxa" dada às velhas sábias surgiu muito
antes do cristianismo lançar sua caça à elas, e referia-se a
uma casta de sacerdotisas de um sistema religioso antigo e diferente,
com caracteres próprios ao paganismo: uma religião de culto à
Terra. Durante a baixa Idade Média (até meados de 1400), as bruxas
eram tidas em consideração pelos campônios, aldeões e demais
homens das vilas. A bruxaria era, para o Clero e a Coroa, uma simples
superstição e, de modo algum, estava associada aos poderes do Mal.
Reconhecidamente, as velhas que prestavam serviços para toda a
comunidade na condição de parteiras, curandeiras, conselheiras, eram
bruxas. Acreditava-se (uma tradição que ainda hoje se mantém) que
essas mulheres tinham poder e influência sobre o corpo de outras
pessoas e podiam curar doenças, bem como havia a crença de que sua
magia e outras formas de projeção podiam favorecer a boa colheita.
Com suas ervas milagreiras, a antecipação do futuro e outras
simpatias, as bruxas eram respeitadas. A Medicina era ainda uma
ciência incipiente, atendendo prioritariamente às camadas mais
altas da sociedade medieval, como a nobreza e o clero; mesmo assim, os
resultados a que chegava eram menores e mais incertos que os milagres
operados pelas velhas sábias do povo.
No entanto, com a crise que a igreja medieval enfrentou junto às
classes populares, as bruxas acabariam por cair em desgraça.
Política e religião uniram forças e passaram a difundir novas
imagens e idéias a respeito do curandeirismo e outras superstições
relacionadas às velhas. Tornaram-se agentes do Mal, foram demonizadas
dentro dos tribunais, em oposição a um sistema que representava a
visão do Bem. Como portadoras de uma maldição divina, as bruxas se
transformaram ideologicamente em consortes do próprio Diabo — ao
mesmo tempo em que, na iconografia da época, o anjo soberbo ganhava
novos contornos, assemelhando-se ao traçado animalesco e profano do
antigo deus Pã. Fora criado igualmente o conceito de sabá, a
grande festa orgíaca em que a devassidão, a gula e a beberagem
tomavam a cena, gerando terror e histerismo entre o povo.
O velho conselho de uma bruxa não continha mais sabedoria, tornou-se
um maledicente sussurro como um vento sequioso, frio e corruptor. E,
entre os véus e alguma penumbra da fantasia, surgiram voláteis
fadas, numinosas entidades, obrigando as mulheres-bruxas a esconderem-se
em refúgios cada vez mais ermos. Os contos populares de magia são
pródigos nas imagens do sítio abandonado, da alta torre, do
castelo debaixo da montanha ou imerso no mar, como a casa perdida no
meio da floresta em que ninguém ousa penetrar.
Vassilissa, a Formosa, andou e andou, e só ao entardecer do dia
seguinte ela chegou à clareira onde ficava a cabana da Baba-Iagá.
A cerca em volta dessa isbá era toda feita de ossos humanos,
encabeçados por crânios espetados neles, com olhos humanos nas
órbitas. E o trinco do portão era uma boca humana cheia de dentes
aguçados. E a casinha era construída sobre grandes pés de
galinha. (Belinky 1996: 25-6)
Longe do convívio humano, Baba-Yaga tem o domínio pleno e
solitário da floresta, suas árvores e as sombras, revelando-se
como uma das manifestações do arquétipo feminino da Grande-Mãe,
com quem, em última instância, todos buscam um consolo ou ajuda. O
encontro de Vassilissa com ela guarda certas semelhanças com uma
versão primitiva pouco conhecida do conto de O Chapeuzinho Vermelho,
que remete não apenas a um rito de passagem, mas à transmissão
de poderes da mulher velha para a jovem (Kaplan, 1997).

É necessário um período de convivência naquela cabana e
abandonar os temores e a curiosidade infantis, para que uma nova
aprendizagem se estabeleça.
É ilustrativo o diálogo com Vassilissa, a respeito dos três
cavaleiros que a menina vira passar (o branco, o rubro e o preto),
quando se dirigia à cabana sobre pés-de-galinha. A velha responde
que eles respectivamente são "meu dia, minha tarde, minha noite".
Não poderia se expressar de outra maneira, não fosse a verdadeira
senhora da passagem do tempo. "Podemos chamá-la de Grande Deusa da
Natureza", afirma Marie-Louise von Franz, mas "obviamente, com todos
esses esqueletos em volta de sua casa, ela é também a Deusa da
Morte, que é um aspecto da natureza" (1985: 208). Baba-Yaga
compreende igualmente os dois mistérios extremos da Vida, o
nascimento (criação) e a morte (destruição).
A Grande Mãe nem sempre é Boa Mãe. Na escala grandiosa, o seu
aspecto negativo, devorador e asfixiante, denomina-se a Mãe
Terrível [...] Nos mitos, aparece como a mãe devoradora que come
os próprios filhos. Conhecemo-la como a cruel Mãe Natureza, que
procura repossuir toda a vida — toda a civilização — com a
finalidade de colocar tudo de novo dentro do ventre primevo. Como
terremoto, abre literalmente o ventre para sugar o homem e suas
criações de volta a si mesma. (Nichols 1995: 105)
Além de suas qualidades dóceis e férteis, o arquétipo da
Grande-Mãe simboliza a destruição necessária para uma nova
ordem. O sorriso malévolo de Baba-Yaga pode ser comparado com
inúmeras representações de um tipo de mãe-fera, como é o
caso da deusa Kali da tradição hindu. Sedenta de sangue, Kali pode
surgir inesperadamente diante de seu expectador com a língua vermelha
estirada para fora — antevendo o prazer da devoração.
Do bosque saiu a malvada Baba-Iaga. Viajava dentro de um almofariz e
segurava na mão o pilão e a vassoura.
— Cheira-me aqui a carne humana! — suspeitou a terrível
bruxa.
Vassilissa estava tão aterrorizada que se sentiu desmaiar. Tudo em
volta era sinistro e Baba-Iaga tinha um ar ameaçador. Mas resolveu
encher-se de coragem. Já que ali estava, pelos menos ia tentar a
sorte e pedir ajuda àquela horrível bruxa. Assim, aproximou-se da
velha, inclinou-se e disse:
— Olá, avozinha! As minhas irmãs mandaram-me vir ter contigo,
para te pedir lume. (Beliayeva 1995: 81)
Quando nos depararmos com o temível, ou mesmo com o nariz e as rugas
de Baba-Yaga, intimamente sabemos algo de sua força e sua
ancestralidade mágica.

Tratá-la com respeito é o primeiro passo para conquistar respeito
em troca. Quando Vassilissa encara a feiticeira com sinceridade, sem
soberba ante o perigo, assegura as chances para uma cumplicidade e
convivência pacífica com a velha. Não cair em sua ira
devoradora significa ter acesso aos conhecimentos dessa potestade
arquetípica. Durante a estadia na isbá da bruxa, há de
recuperar essa memória, os segredos de quem sabe ouvir a música
das correntezas subterrâneas. Ao mesmo tempo em que vai demonstrando
sinais de afeição, a menina reconhece na outra o saber, ainda que
inconsciente, na verdade é seu. Afinal, que imagem o espelho de seus
olhos refletirá?
Enquanto Baba-Yaga jantava, Wassilissa ficou ali perto, silenciosa.
Baba-Yaga disse: "Por que é que você está me olhando sem dizer
nada? Você é muda?"
A menina respondeu: "Se pudesse, gostaria de lhe fazer algumas
perguntas."
"Pergunte", disse Baba-Yaga, "mas lembre-se, nem todas as perguntas
são boas. Saber demais envelhece!" (von Franz 1985: 206)

http://dobrasdaleitura.com/contopop/index.html
<http://dobrasdaleitura.com/contopop/index.html>


A honestidade que a busca espiritual exige de nós é ilustrada nos
contos russos de iniciação sobre Baba Yaga. Baba Yaga é uma velha
de aparência selvagem que mora no meio da floresta, está sempre
mexendo o caldeirão e sabe de tudo. Ela assusta, pois quem a procura
é obrigado a entrar na escuridão, a fazer perguntas perigosas, a
deixar o mundo da lógica e do conforto.

Quando, empenhado na busca, o primeiro jovem chegou tremendo à porta
de sua cabana, Baba Yaga perguntou: "Você está aqui por conta
própria ou foi mandado por alguém?" Como a família do jovem
apoiava sua busca, ele respondeu: "Fui mandado pelo meu pai." No mesmo
instante, Baba Yaga o jogou no caldeirão e o cozinhou. A segunda
pessoa a procurá-la, uma moça, viu o fogo crepitando e ouviu a
risada de Baba Yaga. Novamente, Baba Yaga perguntou: "Você veio por
conta própria ou foi mandada por alguém?" Essa jovem tinha ido
para o bosque sozinha em busca do que encontrasse. "Vim por conta
própria", respondeu ela. Baba Yaga a atirou no caldeirão e a
cozinhou também.

Mais tarde, um terceiro visitante, uma moça profundamente confusa
diante do mundo, chegou à casa de Baba Yaga no meio da floresta. Ela
viu a fumaça e percebeu o perigo. Baba Yaga a encarou: "Você veio
aqui por conta própria ou foi mandada por outra pessoa?" A jovem
respondeu com sinceridade: "Em parte vim por conta própria, mas em
parte vim por causa de outras pessoas. Em parte vim porque você
está aqui, por causa da floresta e por causa de alguma outra coisa
que esqueci. E em parte nem sei por que vim." Baba Yaga ficou olhando
para ela por um momento e disse: "Você serve." E a convidou para
entrar na cabana.

http://www.terra.com.br/planetanaweb/357/materias/357_despertar_espirito\
.htm

<http://www.terra.com.br/planetanaweb/357/materias/357_despertar_espirit\
o.htm
>


As divindades da Lua Nova nunca nos procuram; nós é que devemos
procurá-las. Este ritual para Baba Yaga deve ser realizado na Lua
Negra e é aconselhável ser repetido durante as três noites
entre a Lua Negra e a Lua Nova.

Ingredientes necessários para a realização deste ritual:
- uma vela preta (ou outra cor bem escura)
- um pano preto para cobrir a sua cabeça
- música instrumental lenta e pesada, mas agradável
- roupas escuras
- incenso de benjoim


Acenda o incenso e leve-o por toda a sala em sentido anti-horário (o
caminho da Lua Nova - o desfazer da matéria formada para que possa
ser remodelada). Coloque o incenso sobre o altar.

Acenda a vela preta e leve-a também ao redor da sala, também no
sentido anti-horário. Coloque-a novamente no altar.

Apague todas as luzes, deixando acesa apenas a luz da vela. Sente-se
diante do altar e cubra a sua cabeça com o pano de modo que você
quase não possa enxergar nada no recinto onde se encontra.

Inicie a música. Feche os olhos e permita que seus pensamentos vão
além. Relaxe seu corpo. Permita que seus pensamentos mergulhem na sua
escuridão interior.

Visualize-se de pé dentro de um túnel mal-iluminado cavado na
rocha viva. A trilha pela qual segue está gasta pelos pés dos que
o antecederam. As paredes são ásperas e lâmpadas as iluminam a
intervalos regulares. Você ouve vozes cantando à distância e
move-se naquela direção.

Após muitas curvas e voltas do túnel, você se encontra à
entrada de uma vasta caverna. O teto e as paredes distantes estão
ocultas pelas sombras. No centro da caverna, um enorme caldeirão, com
longas velas alinhadas numa trilha conduzindo a ele. Atrás do
caldeirão há um trono esculpido em rocha negra cintilante. Sentada
neste trono, uma figura silenciosa trajando uma túnica preta, o rosto
oculto pelo capuz. Suas mãos pálidas seguram uma brilhante espada.
Um movimento de uma das mãos indica que você deve se aproximar.

Você caminha por entre as fileiras de velas até alcançar o
caldeirão. A figura diante de você se ergue e puxa o capuz,
revelando o forte rosto. Ondas de imenso poder emanam dessa deidade. Os
olhos são fundos poços de escuridão capazes de ver o seu
verdadeiro eu. Nada pode ser ocultado dessa deidade da Lua Nova.

Quando for questionado, e decerto o será, você poderá explicar
o porquê de sua vinda a este recanto, perante esta poderosa deidade.
Explique exatamente o que deseja que seja alterado em sua vida, o que
lhe causa insatisfação ou tristeza no estado atual das coisas. Mas
não explique como deseja que as mudanças ocorram! Esteja preparado
para aceitar quaisquer mudanças que a deidade da Lua Nova apresente.

Preste muita atenção a qualquer coisa que lhe seja dita. Pode ser que
lhe peça para entrar no caldeirão. Esta é uma experiência
espiritual fortíssima, portanto certifique-se de que está
preparado para enfrentá-la. A experiência do caldeirão varia de
indivíduo para indivíduo e é extremamente pessoal. Se decidir
entrar no caldeirão, a deidade da Lua Nova provavelmente tocará
seu coração com a espada, tomará sua mão para lhe ajudar a
entrar no caldeirão e em seguida o ajudará a sair.

O que cada pessoa experimenta no caldeirão é completamente
diferente. Pode passar por uma iniciação, ter visões do futuro
e/ou até mesmo ver seu corpo físico ser destruído até os
ossos para em seguida ser reconstruído. Pode reviver velhas
experiências, numa exibição forçada para que veja os erros que
cometeu e evite cometê-los novamente no futuro. Algumas
experiências, como a perda de pessoas e animais queridos, podem ser
extremamente emocionais, mas são necessárias. Na maioria das
vezes, a sensação de perda é seguida por contato com a pessoa ou
animal amado, para mostrar que nada é totalmente destruído ou
perdido.

Quando sair do caldeirão e estiver novamente em pé na caverna,
diante da divindade da Lua Nova, pode ser apresentado a símbolos ou
objetos que terão um significado especial para você. Alguns desses
símbolos podem parecer obscuros nessa ocasião, tanto no seu
sentido quanto na sua imagem. Apenas aceite-os. A explicação virá
mais tarde.

No final, a divindade da Lua Nova o saúda com as sua espada e você
se sente espiralando pela escuridão, voltando à consciência
física. Você provavelmente estará respirando profundamente
quando retornar a este mundo e é possível que você fique um
pouco desorientado no início, pois as vibrações da Lua Negra
são bastante diferentes das do nosso plano.

Abaixe o pano de seu rosto e olhe ao redor da sala. Pode ser que sinta a
presença (ou até memso veja) alguns seres de outros planos que
estejam junto de você para lhe ajudarem a se orientar. Eles querem
prestar auxílio para que você reflita sobre o que aprendeu.
Permaneça sentado por mais algum tempo e agradeça à divindade
da Lua Negra por sua ajuda.

Preste atenção aos seus sonhos deste dia até a Lua Cheia, anotando
todas as impressões e símbolos que aparecerem. As divindades da
Lua Negra operam com mudanças drásticas, pois para abrir espaço
para o novo, deve-se destruir o velho.

Acima de tudo, você deve estar preparado para aceitar e seguir as
mudanças que ocorrerão em sua vida. As mudanças são semrpe
difíceis, mas à medida que for realizando esse tipo de ritual
você aprenderá a ter um senso de ordem mais fortalecido.

http://bruxaria.net/enciclopedia/r/rituais/ritual-para-baba-yaga.htm
<http://bruxaria.net/enciclopedia/r/rituais/ritual-para-baba-yaga.htm>






-Oxóssi – Orixá da caça, da busca e do conhecimento que
habita nas matas. Elemento vegetal, ponto de força nas Matas.



São Sebastião nasceu em Petrória *, na Itália, de acordo com
Santo Ambrósio, por volta do século III. Pertencente a uma
família cristã, foi batizado em criança. Mais tarde, tomou a
decisão de engajar-se nas fileiras romanas e chegou a ser considerado
um dos oficiais prediletos do Imperador Diocleciano.



Contudo, nunca deixou de ser um cristão convicto e ativo. Fazia de
tudo para ajudar os irmãos na fé, procurando revelar o Deus
verdadeiro aos soldados e aos prisioneiros. Secretamente, Sebastião
conseguiu converter muitos pagãos ao cristianismo. Até mesmo o
governador de Roma, Cromácio, e seu filho, Tibúrcio, foram
convertidos por ele.

Em certa ocasião, Sebastião foi denunciado, pois estava
contrariando o seu dever de oficial da lei. Teve, então, que
comparecer ante o imperador para dar satisfações sobre o seu
procedimento.

Diante do Imperador, Sebastião não negou a sua fé e foi
condenado à morte, sem direito à apelação. Amarrado a um
tronco, foi varado por flechas, na presença da guarda pretoriana. No
entanto, uma viúva chamada Irene retirou as flechas do peito de
Sebastião e o tratou.

Assim que se recuperou, demonstrando muita coragem, se apresentou
novamente diante do Imperador, censurando-o pelas injustiças
cometidas contra os cristãos, acusando-o de inimigo do Estado.
Perplexo com tamanha ousadia, Diocleciano ordenou que os guardas o
açoitassem até a morte. O fato ocorreu no dia 20 de janeiro de
288.

São Sebastião é um santo muito popular e padroeiro do
município do Rio de Janeiro, dando seu nome à cidade de São
Sebastião do Rio de Janeiro. Reza a lenda que, na batalha final que
expulsou os franceses que ocupavam o Rio, São Sebastião foi visto
de espada na mão entre os portugueses, mamelucos e índios, lutando
contra os franceses calvinistas.

Além disso, o dia da batalha coincidiu com o dia do santo, celebrado
em 20 de janeiro. São Sebastião é o protetor da Humanidade
contra a fome, a peste e a guerra.
Oxóssi é o Orixá masculino iorubá responsável pela
fundamental atividade da caça. Por isso na África é também
cultuado como Ode, que significa caçador.

Na Umbanda, São Sebastião corresponde a Oxóssi

No Brasil, o Orixá tem grande prestígio e força popular,
além de um grande número de filhos, recebendo o título de Rei
das Matas. Seus símbolos são ligados à caça: no
Candomblé, possui um ou dois chifres de búfalo dependurados na
cintura. Na mão, usa o eruquerê (eiru), que são pelos de rabo
de boi presos numa bainha de couro enfeitada com búzios.

O filho de Oxóssi apresenta arquetipicamente as características
atribuídas ao Orixá. Representa o homem impondo sua marca sobre o
mundo selvagem, nele intervindo para sobreviver, mas sem alterá-lo.
Oxóssi desconhece a agricultura, não muda o solo para ele plantar,
apenas recolhe o que pode ser imediatamente consumido, a caça.

No tipo psicológico a ele identificado, o resultado dessa atividade
é o conceito de forte independência e de extrema capacidade de
ruptura, o afastar-se de casa e da aldeia para embrenhar-se na mata,
afim de caçar.

Geralmente Oxóssi é associado às pessoas joviais, rápidas e
espertas, tanto mental como fisicamente. Tem portanto, grande capacidade
de concentração e de atenção, aliada à firme determinação de
alcançar seus objetivos e paciência para aguardar o momento
correto para agir. Buscam preferencialmente trabalhos e funções que
possam ser desempenhados de maneira independente, sem ajuda nem
participação de muita gente, não gostando do trabalho em equipe.
Ao mesmo tempo , é marcado por um forte sentido de dever e uma grande
noção de responsabilidade. Afinal, é sobre ele que recai o peso do
sustento da tribo.

Fontes:
Os Orixás, Editora Três


DIA DE SÃO SEBASTIÃO - PROTETOR DOS SOLDADOS E CONTRA A PESTE



BRUXAZAIRA http://br.groups.yahoo.com/group/BruxaZaira/
<http://br.groups.yahoo.com/group/BruxaZaira/>



[Se han eliminado los trozos de este mensaje que no contenían texto]




Mar, 20 de Ene, 2009 8:34 pm

bruxa7elementos
Sin conexión Sin conexión
Enviar mensaje Enviar mensaje

Reenviar Mensaje #15604 de 15943 |
Desplegar mensajes Autor Ordenar por fecha

Bem vamos ver as comemorações de hoje? DIA 20 DE JANEIRO - DIA DE BABA YAGA Esta deusa búlgara é a deusa da morte e renovação. Muitas vezes precisamos...
bruxa7elementos
Sin conexión Enviar mensaje
5 de Mar, 2009
5:57 pm
Avanzado

Copyright © 2009 Yahoo! Todos los derechos reservados.
Política de Privacidad Actualizada - Condiciones del servicio - Directrices - Ayuda