---------- Forwarded message ---------- From: joaquin
ordoñez jimenez <joaquinoj@hotmail.com>
Date: 28-feb-2009 20:34
Subject: 6º Marcha Parlamento Andaluz 28 febrero Comunicado prensa
To: "alwadi. ira" <alwadi.ira@gmail.com>
Adjunto remitimos comunicado de prensa y fotos de la VI Marcha que
se ha celebrado esta mañana desde Alcalá de Guadaíra a la sede del
Parlameneto de Andalucía con el fin de reivindicar el cumplimiento del
Programa Coordinado de Recuperación y Mejora del río Guadaíra.
Tod@s somos/estamos con la vigilia cívica de Maranhão!!!
Abrazos fraternales
Azril
________________________________
Caros colegas e amigos,
Nesta terça-feira (03/03), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fará a
quarta tentativa de julgar o processo de cassação do governador
Jackson Lago (PDT).
O clima nas ruas de São Luís e de outras cidades do Maranhão é de
tensão e agitação. Em todas as tentativas anteriores de julgamento, a
Frente de Libertação do Maranhão (coligação que apoia o governador
Jackson Lago) colocou entre mais de cinco mil pessoas em frente ao
Palácio dos Leões, sede do governo, no acampamento Balaiada (nome de
uma antiga revolta ocorrida no Maranhão na época da colônia, liderada
por balaios insurgentes).
O acampamento Balaiada será novamente organizado neste fim de semana e
promete resistir a toda tentativa do clã Sarney de conquistar na
justiça o que não foi possível conseguir pelo voto popular.
Pesquisas recentes indicam que 62% da opinião pública da capital
rejeita a hipótese de retorno de Roseana Sarney ao Governo do Estado.
Portanto, o Governador tem a seu favor o convencimento da população de
que o senador José Sarney e os seus aliados estão tentando dar um
golpe contra a democracia maranhense.
Neste momento todas as manifestações de repúdio a essa tentativa de
desvirtuar pela via judicial o resultado do povo popular são muito
importantes para o futuro da democracia no Maranhão. Nesse sentido,
gostaria de contar com a ajuda de vocês para a divulgação da agenda da
vigília cívica que será instalada novamente dia 02 de março, no
acampamento Balaiada.
Beatriz Bissio
bbissio@...
98 8814-7832
(Em anexo, a programação do acampamento Balaiada.)
Artigo publicado na Democracia Socialista:
CASSAÇÃO DE GOVERNADOR É NOVO EMBATE NA LUTA CONTRA CLÃ SARNEY
(24/02/2009). Na próxima terça-feira (3/03), o futuro do Maranhão
estará nas mãos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Será a quarta
tentativa do Tribunal em julgar o processo de cassação do governador
Jackson Lago (PDT). Ele lidera uma frente heterogênea de partidos
políticos e movimentos sociais, que vai do PSDB ao MST, passando pela
participação do PT. Com a Frente de Libertação, Jackson derrotou o clã
Sarney, em 2006. Mas a velha oligarquia entrou com uma ação de
cancelamento de diploma no TSE.
Há dois anos o processo tramita no judiciário. Já acumula 35 mil
páginas de provas e contra-provas. Em dezembro do ano passado, o
Ministério Público Federal, em 15 dias, deu parecer favorável à
cassação. Uma média de leitura de 3.000 páginas por dia, denunciaram
os advogados de Jackson a celeridade do parecer do procurador geral
eleitoral Francisco Xavier.
No mesmo ritmo foi o relator, ministro Eros Grau, também pedindo a
cassação, com posse da segunda colocada, a candidata Roseana Sarney
(em 2006, candidata pelo PFL, agora filiada ao PMDB). Mas, processo de
300 páginas, pedindo a cassação de Roseana Sarney ainda não veio a
julgamento no TSE.
Toda esta trama explica a batata quente que está nas mãos do TSE. É
que, se julgado na primeira tentativa, em 18 de dezembro do ano
passado, estaria líquido e certo que assumiria a candidata da família
Sarney, uma vez cassado o candidato pedetista. É que a Constituição do
Estado do Maranhão, em seu artigo 61, estabelece claramente que em
caso de vacância no cargo de governador e vice, e esta seja na
primeira metade do mandato, assume o segundo colocado; se na segunda
metade, a Assembléia Legislativa deve proceder a nova eleição,
indireta, onde só os deputados estaduais votam.
Na primeira vez que o TSE tentou julgar (18/12), este cenário
desapareceu com o pedido de vista solicitado pelo ministro Félix
Fisher. Na segunda tentativa, em 10 de fevereiro, o ministro Joaquim
Barbosa deu-se por impedido por questões de foro íntimo. Foi
substituído por Ricardo Lewandowski, o que levou à renovação do
julgamento, de acordo com o regimento interno do TSE: nova
apresentação de voto, sustentação oral de acusação e defesa, antes de
tomar os votos dos ministros do tribunal. Em 19 de fevereiro, o
ministro Fernando Gonçalves teve problemas de saúde, não pode
comparecer à sessão, mas fez questão de participar, inclusive avisando
que já tinha seu voto por escrito. O que motivou o terceiro adiamento.
O fato é que os sucessivos adiamentos expõem que o caso Jackson é
completamente diferente do caso da Paraíba. Além da Constituição do
Maranhão, enrola-se mais o processo com a ação dos advogados da Frente
de Libertação que, sustentando-se no Código Eleitoral, defendem que
tanto o processo de Jackson Lago quanto o que pede a impugnação da
candidatura de Roseana Sarney devem ser votados na mesma sessão. O que
foi aceito pelo relator Eros Grau.
O Caso Roseana
A candidata da família Sarney tem um fato consumado que pode cassar o
seu registro de candidatura. Trata-se da ação de impugnação de
registro de candidatura movida pelo então candidato a governador
Aderson Lago (PSDB) contra Roseana. Ela, após negar à justiça
eleitoral maranhense que tenha dado apoio financeiro a candidato a
deputado estadual de outra coligação de partidos com candidato a
presidente da República diferente da sua coligação, prestou contas do
referido apoio, com recibos eleitorais e tudo o mais.
O processo não precisa de depoimento de testemunhas, nem de sessões e
mais sessões de provas e contra-provas, como o do governador
maranhense; soma 300 páginas, mas há dois anos não conseguia entrar na
pauta do TSE. Agora, terá que ir a voto, e na mesma sessão. O que
complica ainda mais a situação. Cassará o TSE apenas o governador do
Estado, ante provas tão definitivas contra a segunda colocada?
Cassando os dois, quem assume o governo? O TSE orientará a realizar
novas eleições, como estabelece a Constituição estadual?
Balaiada
O clima de tensão é mais agitado ainda nas ruas do Maranhão. Em todas
as tentativas de julgamento, a Frente de Libertação do Maranhão
colocou entre 5 e 10 mil pessoas no acampamento Balaiada (nome de
antiga revolta ocorrida no Maranhão-colônia, liderada por Negro Cosme
e balaios insurgentes ao império).
A nova balaida promete resistir e não deixar o governador sair do
Palácio dos Leões. Conta com 62% da opinião pública da capital que
rejeita a hipótese de retorno de Roseana Sarney ao Governo do Estado.
Mal avaliado na capital e com altos índices de aprovação no interior
do estado, Jackson Lago tem a seu favor o convencimento da população
de que o senador José Sarney constrói um golpe contra a democracia
maranhense, a exemplo do que fez no Amapá contra o ex-senador João
Capiberibe.
"Só que lá, cochilamos, e não colocamos uma viva alma nas ruas para
resistir, acreditando apenas nos nossos advogados e na inconsistência
do processo. Aqui não, o povo está mobilizado", compara Capiberibe.
Ele, a deputada federal Janete Capiberibe (PSB), a vereadora Cristina
Capiberibe (que quase derrotou José Sarney ao senado, em 2006, no
Amapá) e o líder do MST, João Pedro Stédile, estiveram na última
mobilização do acampamento Balaiada acompanhando o governador Jackson
Lago ao assistir a sessão e participando das diversas passeatas pelo
centro de São Luís.
"Estamos em plena luta de classes no Maranhão. E aqui o governador só
não foi cassado ainda porque o time é bom, o técnico é bom (Jackson
Lago) mas por que estamos lotando as arquibancadas!", discursou
Stédile no ato político em defesa da democracia no Maranhão.
A próxima sessão, agendada para 03/03, promete mexer de novo com o
povo do Maranhão. Novo acampamento, passeatas e carreatas estão sendo
convocadas para frente do Palácio dos Leões. Lideranças nacionais e
locais estão sendo agendadas. O futuro do Maranhão, só quem viver
verá!
Franklin Douglas
Também seria EXTREMAMENTE IMPORTANTE PODER CONTAR COM DECLARAÇÕES de
figuras importantes em apoio à resistência a essa tentativa de
desvirtuar o voto popular. Todas as mensagens serão lidas no
acampamentro durante a vigília e divulgadas amplamente. (Entre as
presenças confirmadas na vigília em São Luis estão a do deputado
federal Brizola Netto e de Roberto Amaral.)
Desde já agradeço o apoio que, mais uma vez, possam brindar a essa luta.
Um abraço carinhoso,
-- Apúntate a la agenda solidaria CIC-BATÁ. Recibe/publica tus eventos socioculturales y solidarios!!! http://es.groups.yahoo.com/group/cicbata/
¡Conozcamos la realidad solidaria de nuestro entorno!
CIC-BATÁ La solidaridad es la ternura de los pueblos. cicbata@... 954900660
-- HaZeInA: la realidad es una alucinación producida por la falta de alcohol...
http://www.forosocialsevilla.org/ -- No existen dos luchas distintas de la clase obrera, económica una y política la
otra, sino una única lucha de clases, que apunta a la vez a la disminución de la explotación capitalista dentro de la sociedad burguesa y a la abolición de la explotación junto con la sociedad burguesa” Rosa Luxemburgo
---------- Forwarded message ---------- From: Jesus Lara <lara.pacheco@...> Date: 27-feb-2009 9:00
Subject: [foro_trabajo] Acuerdos del plenario del Foro Social de Sevilla del 24-2-09 To: El Foro trabaja <foro_trabajo@...>
Con asistencia de compañeros y compañeras de En Lucha, Solidaridad con Palestina, APDHA, Democracia Comunista, Bartolome de las Casas, USTEA, Ecologistas, ICPJ, Izquierda Anticapitalista y a titulo individual acordamos:
Después de valorar de manera positiva el debate que se realizo en la Asamblea contra la crisis del pasado 17 de febrero se constituyo una comisión que elaboraría un documento con las aportaciones que hubo en el, este documento se mandaría a la red y se volvería a convocar una nueva Asamblea para formalizar dicho escrito al cual le damos una gran importancia igual que ocurrió con el que se inicio este Foro Social. En la comisión participan: Carmen, Federico, Javier y Riki. el martes que viene veremos si ya esta elaborado definitivamente y podemos convocar la Asamblea General.
No podemos espera a tener ese documento programático elaborado para realizar movilizaciones contra los causantes de la crisis capitalista, por ello CONVOCAMOS el día 28 de marzo una MANIFESTACIÓN, recogiendo el sentir de los distintos llamamientos internacionales. París, Belem, Madrid, saldrá a las 12 de la mañana de la Plaza de Santa Justa esquina a José Laguillo y finalizara en el Parlamento.Convocamos para el día 10 de marzo una reunión con todos los colectivos sevillanos que quieran sumarse a esta convocatoria.
Con respecto a las movilizaciones del 28 de febrero apoyamos la de los Comites de Empresas, la de Salvemos el rió Guadaira y al acabar las dos apoyaremos la acampada que están llevando a cabo los mineros de la antigua mina de Bolidem. En principio las dos manifestaciones finalizan sobre las dos en el Parlamento de Andalucía que es donde se esta realizando la acampada.
Apoyamos las acciones de la Plataforma contra la torre de Cajasol. El martes que viene pondremos fecha para el encuentro de movimientos sociales de Andalucía. cambien para la próxima reunión decidiremos sobre las finanzas del Foro.
Y ya para acabar, volvemos a insistir en el BOICOT a Israel.
Lista de trabajo del Plenario del Foro Social de Sevilla.
-- No existen dos luchas distintas de la clase obrera, económica una y política la otra, sino una única lucha de clases, que apunta a la vez a la disminución de la explotación capitalista dentro de la sociedad burguesa y a la abolición de la
explotación junto con la sociedad burguesa” Rosa Luxemburgo
Te recordamos los eventos incluidos en la Agenda del Foro Social de Sevilla que
tendrán lugar en las próximas 48 horas:
Eventos de otras organizaciones/colectivos:
Evento: Manifestacion sabado 28 de febrero 12:00 Barqueta-Macarena
Fecha: 28/02/2009 12:00
Enlace: http://www.forosocialsevilla.org/spip.php?article.518
Saludos y esperamos tu participación.
Foro Social de Sevilla
www.forosocialsevilla.org
forosocialsevilla@...
YYO TENGO LA PANCARTA DEL FSS. CONTRA LA EUROPA DEL CAPITAL Y LA GUERRA...... ......... ......... ......... ...para llevarla a la manifestación de los comités de empresa. Así que nos vemos a las 11,45 h en la Barqueta.
Por favor confirmar los vais a la mani, para organizar la pancarta.
El día 26/02/09, fedenori noriega <fedenori1@...> escribió:
YYO TENGO LA PANCARTA DEL FSS. CONTRA LA EUROPA DEL CAPITAL Y LA GUERRA....................................para llevarla a la manifestación de los comités de empresa. Así que nos vemos a las 11,45 h en la Barqueta.
Por favor confirmar los vais a la mani, para organizar la pancarta.
La Europa del Este está a punto de estallar. Si lo hiciera, se llevaría por delante a buena parte de la UE. Es una situación de emergencia, pero no tiene fácil remedio. El FMI no tiene recursos bastantes para un rescate de esas dimensiones, y la recesión se propaga harto más rápidamente de lo que logran organizarse los esfuerzos de rescate. Los ministros de finanzas y los jefes de los bancos centrales van de aquí para allá, tratando de extinguir un fuego tras otro. Sólo es cuestión de tiempo el que se vean completamente rebasados por los acontecimientos. Si se consiente la quiebra de un país, el efecto dominó podría terminar tumbando a la región entera y dar pie a espectaculares alteraciones del paisaje político. El auge del fascismo ya no es descartable.
El responsable de la sección de economía del diario británico The Telegraph, Edmund Conway, lo resume así:
“Una ‘segunda oleada’ de países caerán víctimas de la crisis económica y están ya abocados a un rescate por parte del FMI, según advirtió el presidente de esta institución en la pasada cumbre romana del G-7 (…) Pero, habida cuenta de que las economías de algunos países son enanas en relación con las dimensiones cobradas por su sector bancario y por sus obligaciones financieras, se teme que podrían desplomarse, víctimas de las crisis de balanza de pagos y monetaria, como le pasó a Islandia antes de recibir el auxilio de emergencia del FMI.”
El capital extranjero huye a velocidades alarmantes; cerca de dos tercios se han ido ya en cosa de meses. La deflación se ceba en los precios de los activos, bajándolos, lo que incrementa el desempleo y agrava la carga deudora de las instituciones financieras. Ocurre por doquiera. Las economías se han vaciado, el capital se ha evaporado. Ucrania bordea la bancarrota. Polonia, Letonia, Lituania y Hungría han ido deslizándose, grado a grado, hasta el sumidero de la depresión. Los países que siguieron a pies juntillas la dieta económica prescrita por Washington son los que más han sufrido. Apostaron a una prosperidad fundada en un crecimiento estimulado por la deuda y las exportaciones. El sueño ha quedado destrozado. No han desarrollado sus mercados de consumo interno, y la demanda es débil. El capital es escaso, y las empresas se ven forzadas a desapalancarse para evitar la quiebra deudora. Toda la Europa del Este emite de consuno un grito de socorro. Necesitan un salvavidas del FMI; de lo contrario, sus economías se van al garete.
El periodista económico del Telegraph, Ambrose Evans-Pritchard, ha escrito una serie de artículos sobre la Europa del Este. En uno de ellos –“El fracaso en el rescate de la Europa del Este llevará a un desplome mundial”—, dice lo que sigue:
“El ministro de finanzas austriaco, Josef Pröll, hizo esfuerzos titánicos la semana pasada para lograr un rescate de 150 mil millones de euros para el bloque ex-soviético. Y lo consiguió. Sus bancos prestaron 230 mil millones de euros a la región, el 70% del PIB austriaco.”
“Una tasa de morosidad del 10% significaría el colapso del sector financiero austriaco”, informaba el diario vienés Der Standard. Desgraciadamente, eso es lo que parece que va a ocurrir.
El Banco Europeo para la Reconstrucción y el Desarrollo (BERD) dice que las deudas malas pasarán del 10% y aun podrían llegar al 20%. Stephen Jen, jefe de la división de divisas de Morgan Stanley, dijo que la Europa del Este tomó prestados del resto del mundo 1,7 billones de dólares, el grueso de ellos en vencimientos a corto plazo. Tiene que devolver –o aplazar su vencimiento— 400 mil millones de dólares este año, lo que equivale a un tercio del PBI de la región. ¡Buena suerte! La ventana crediticia se cerró de golpe.
Casi todas las deudas del bloque del Este europeo tienen como acreedora a la Europa occidental, sobre todo a bancos austriacos, suecos, griegos, italianos y belgas. Además, los europeos cargan un asombroso 74% de la cartera de 4,9 billones de dólares de préstamos a los mercados emergentes. Están cinco veces más expuestos a estos últimos que los bancos norteamericanos o japoneses, y están un 50% más apalancados (según datos del FMI). [Ambrose Evand Pritchard, The Telegraph.]
Una crisis económica que está degenerando a toda velocidad en una crisis política. Ya han estallado revueltas y desórdenes en capitales de toda la Europa del Este. Haría bien el señor Geithner en prestar atención a eso. Crecen las perspectivas de subversión política. El malestar público podría bajar a las calles en cualquier momento. Los gobiernos deberían actuar rápida y resueltamente. Esos gobiernos necesitan divisas fuertes y garantías de sostén. Si no reciben ayuda, la hasta ahora contenida furia pública estallará en algo más letal. Dice Ambrose Evans-Pritchard:
"Los bancos globales han registrado hasta ahora 2,2 billones de dólares de pérdidas, en estimaciones del FMI. Encima, los bancos de la UE están expuestos a la Europa del Este por un monto de 1,6 billones de dólares, lo que se ve cada vez más como la debacle subprime propiamente europea, y la deuda empresarial de la UE significa el 95% del PIB (sólo es del 50% en EEUU), una fuente de preocupaciones crecientes a medida que suben las tasas de morosidad.
La deuda se ha disparado hasta niveles insostenibles, desestabilizando al conjunto de la economía. Los bancos han estado operando como fondos hedge, ocultando sus actividades en contabilidades fuera de balance y maximizando su apalancamiento a través de instrumentos de deuda opacos. Ahora, la economía global se halla atrapada en el despeñadero de una burbuja especulativa colapsada. La Europa del Este ha sido duramente golpeada, pero no es sino el primero de los condenados a caer. Toda Europa ha sido infectada por el mismo virus originado en los EEUU. El New York Times del pasado lunes resumía de esta guisa la evolución de los acontecimientos en la Unión Europea:
“En los últimos meses del pasado año, Europa cayó más profundamente en recesión que los EEUU, de acuerdo con los datos publicados el viernes (…) La economía de los 16 países que comparten la moneda del euro cayó un 1,5% en el cuarto trimestre (lo que significa un desplome anual del 6%), de acuerdo con la oficina estadística de la UE. Eso es peor todavía que la caía del 1% en la economía de los EEUU en ese mismo período, comparado con el trimestre anterior. Los datos de hoy destruyen cualquier ilusión de que a la zona euro le vaya ligeramente mejor en este declive global”, dijo Jörg Radeke, un economista del londinense Center for Economics and Business Research. ["Europe Slump Deeper than Expected" ,New York Times.]
Los “liquidacionistas” querrían que los gobiernos se abstuvieran de inyectar fondos a las instituciones financieras y abandonar a éstas a su suerte. Es una locura darwiniana, equivalente a aguardar en la cocina de la casa la llegada de un infarto de miocardio en vez de correr al hospital para un tratamiento de urgencia. La economía global se está desacelerando al ritmo más rápido jamás registrado. Se ha evaporado ya el 40% de la riqueza global. El sistema bancario es insolvente, el desempleo se dispara, los ingresos fiscales caen, los mercados están en estado de shock, la vivienda se desploma, los déficits se disparan también y el índice de la confianza de los consumidores está en el punto más bajo de la historia. No es tiempo de ideologías a medio cocinar. La economía global está experimentando una masiva contracción sistémica que podría terminar fuera de todo control y hundirnos en otra guerra mundial. Es necesario que los dirigentes políticos entiendan la urgencia del momento y eviten la derrapada y consiguiente caída en la zanja.
YYO TENGO LA PANCARTA DEL FSS. CONTRA LA EUROPA DEL CAPITAL Y LA GUERRA....................................para llevarla a la manifestación de los comités de empresa. Así que nos vemos a las 11,45 h en la Barqueta.
Por favor confirmar los vais a la mani, para organizar la pancarta.
LLAMAMIENTO A OBREROS, JORNALEROS, ESTUDIANTES Y A TODA LA SOCIEDAD EN GENERAL
La Asamblea de Comités de Empresas, Delegados y Trabajadores de Sevillarealizamos un llamamiento a obreros, jornaleros, estudiantes y a todala sociedad en general, para movilizarnos el próximo día 28 de febrero.
Lospatronos han iniciado, con todos los instrumentos del Estado, unaagresión sin precedentes contra la clase obrera. En pocos meses losdespidos se cuentan por cientos de miles, y se prevé que lleguen asuperar los cuatro millones durante el año 2009. La precariedad en elempleo alcanza cuotas jamás conocida en las últimas décadas.
Desdeel Gobierno y los partidos parlamentarios se sugiere la reducción delgasto público que significa la reducción del subsidio de desempleo,recortes en la sanidad, déficit en las enseñanza (Plan Bolonia), etc…
Ala vez, las arcas públicas financian a la Banca con más de treinta milmillones de euros, dinero suficiente para paliar las necesidades de lasfamilias sin ingresos durante más de diez años.
Ante estasituación, la Asamblea de Comités de Empresas, Delegados y Trabajadoresde Sevilla realizamos un llamamiento a la unidad, a la lucha contra laagresión del capital y por la transformación de la sociedad.
¿Refundar el capitalismo? ¡¡¡No más engaños, construyamos otra sociedad!!!
MANIFESTACIÓN DIA 28 DE FEBRERO - 12, 00 H
DESDE LA BARQUETA HASTA EL ARCO DE LA MACARENA
Comisión Permanente de la Asamblea de Comités, Delegados y Trabajadores de Sevilla (ACDT) ARQUEOACTIVA,BUSINESS VISION, CARBUROS METÁLICOS, CASAL, Cerámicas José Jaén,INSTALLMATIC, CORREOS, EPF Producciones, El Sendero, FIATC, FRUTOSOL,GreenPower, MERKAMUEBLE, NATIONAL MEDICAL CARE, PEPSICO, PIKOLIN,PLASPAPEL, PROMAINSUR, SADIEL, Seguros La Estrella, T-SYSTEMS, TUSSAM,VEINSUR, Volquetes Hermosín, parados, autónomos, jubilados y estudiantes
28 de Febrero se va a celebrar una manifestación, convocada por la Asamblea de Comités, Delegados y Trabajadores, para exigir a la Junta de Andalucía medidas contundentes contra la pésima situación laboral (desempleo, despidos, deslocalizaciones, precariedad, aumento de jornada, represión sindical) y el recorte (y/o privatización) en servicios públicos como la Enseñanza Universitaria (Plan Bolonia) o la sanidad.
Dicha manifestación, será este Sábado (28 de Febrero) a las 12:00 desde la Barqueta hasta el Arco de la Macarena.
Desde la ACDT (con la que se propuso entablar contacto en la última Coordinación para buscar apoyos fuera de las Universidades) se nos llama a participar a todos los estudiantes (y al movimiento "No a Bolonia" en particular) en este acto.
Es una buena oportunidad para conocer a la gente de la ACDT, ver su nivel real de convocatoria entre los currantes, y establecer contactos. Ellos se ofrecen a ayudarnos a dar más a conocer (mediante charlas) la problemática del Plan Bolonia entre los trabajadores, a cambio de que nosotros les ayudemos a dar a conocer en la universidad la problemática actual del empleo.
(Os paso el texto de la convocatoria)
(Pasadlo a las listas de correo del movimiento estudiantil de los distintos campus y facultades)
*****
LLAMAMIENTO A OBREROS, JORNALEROS, ESTUDIANTES Y A TODA LA SOCIEDAD EN GENERAL
La Asamblea de Comités de Empresas, Delegados y Trabajadores de Sevilla realizamos un llamamiento a obreros, jornaleros, estudiantes y a toda la sociedad en general, para movilizarnos el próximo día 28 de febrero.
Los patronos han iniciado, con todos los instrumentos del Estado, una agresión sin precedentes contra la clase obrera. En pocos meses los despidos se cuentan por cientos de miles, y se prevé que lleguen a superar los cuatro millones durante el año 2009. La precariedad en el empleo alcanza cuotas jamás conocida en las últimas décadas.
Desde el Gobierno y los partidos parlamentarios se sugiere la reducción del gasto público que significa la reducción del subsidio de desempleo, recortes en la sanidad, déficit en las enseñanza (Plan Bolonia), etc…
A la vez, las arcas públicas financian a la Banca con más de treinta mil millones de euros, dinero suficiente para paliar las necesidades de las familias sin ingresos durante más de diez años.
Ante esta situación, la Asamblea de Comités de Empresas, Delegados y Trabajadores de Sevilla realizamos un llamamiento a la unidad, a la lucha contra la agresión del capital y por la transformación de la sociedad.
¿Refundar el capitalismo? ¡¡¡No más engaños, construyamos otra sociedad!!!
CHARLA PALESTINA, ¿UN TRÁGICO CONFLICTO SIN SOLUCIÓN?
Intervendrán:Saif Abukesheck, Secretario de la Red de Jóvenes Palestinos y refugiado del campo de refugiados de Nablus y
Héctor Grad, miembro de la Red de Judíos Antisionistas y profesor de Antropología Univ Autónoma de Madrid,
además de militante de Izquierda Anticapitalista.
JUEVES 26 FEBRERO – 19.00H – AULA P3
Facultad de Psicología, Pedagogía y Filosofía
Universidad de Sevilla
Saludos compañeros:
Izquierda Anticapitalista os quiere invitar a un acto sobre el conflicto Palestino que tendrá lugar en la Facultad de la Psicología, Pedagogía y Filosofía de la Universidad de Sevilla el Jueves 26 de Febrero a las 19:00h. El acto es una charla-debate con el título de Palestina, ¿un trágico conflicto sin solución?, y contará con la presencia de dos destacados miembros de la lucha contra el imperialismo agresor de Israel y con la complicidad occidental. Ellos son Saif Abukesheck, Secretario de la Red de Jóvenes Palestinos y refugiado del campo de refugiados de Nablus y Héctor Grad, miembro de la Red de Judíos Antisionistas y profesor de Antropología Univ Autónoma de Madrid, además de militante de Izquierda Anticapitalista.
De todos es sabido el largo tiempo que dura la lucha del pueblo Palestino por conseguir su libertad y poder así poder asegurar unas condiciones de vida dignas para su pueblo. Y de todos es sabido que las acciones llevadas a cabo por el Estado de Israel , junto a la complicidad occidental, ahogan estas pretensiones. Los últimos acontecimientos. la invasión y el ataque por mar, tierra y aire del ejército sionista de la Franja de Gaza así lo atestiguan. Miles de personas muertas, miles de heridos en el campo Palestino, cientos en el israelí, a consecuencia de la guerra, del bloqueo económico a la Franja como respuesta a los cohetes de fabricación casera de los grupos armados pertenecientes a Hamas, grupo que gobierna la franja… Es el conflicto que no cesa. Pero la desproporción entre las dos partes enfrentadas tiene paradójicamente algo de la historia bíblica judía: David contra Goliat.
Por ello nos queremos preguntar las causas del conflicto, la estrategia política y militar del Estado sionista, las acciones de la resistencia, su composición, si existe posibilidad real de solución o por las armas o por los acuerdos políticos. Queremos llegar las raíces del conflicto, poder determinar cuáles son sus causas reales, sin apriorismo de buenos y malos… Pero sabiendo que es necesario dialogar y tomar nota de cómo colaborar con la resistencia de un pueblo, como demostraron las miles de personas que salieron en manifestaciones multitudinarias en el Estado Español denunciando la incursión israelí en la Franja de Gaza, que ha sufrido y sufre los ataques sangrantes de un Estado depredador junto la complicidad de Occidente y que deja un rastro de millones de palestinos desplazados de su tierra, miles de muertos, heridos, con una consecuencia humanitarias desastrosas: miles de personas sin acceso al agua, sin trabajo, encerrados por un muro, desplazados, sin casa… Creemos que esta charla puede ser una manera de poder colaborar en al necesidad de construir la resistencia del pueblo palestino por su libertad frente a los planes del imperialismo occidental. Nos vemos en al charla.
A
medida que nos
íbamos acercando a la boca del túnel de la crisis, se esgrimíanpostulados (el mío entre ellos) resaltando
las oportunidades de la misma. Se retaba sin miedo a la crisis para
encararla desde
una perspectiva global, de crisis sistémica, de crisis del capitalismo.
Pero ¿será
que tanto pensamiento único nos ha dejado a los defensores de un cambio
de
paradigma, sin eso, sin pensamientos? ¿Será que, como se achaca
habitualmente a
los movimientos alter globalización no tenemos alternativas, o será que
no se
escuchan las propuestas?
Un
cambio de
paradigma no se hace mediante decreto ley. No es tan luminoso como un
discurso
del yes we can. Por el contrario, una
alternativa que destrone al tótem de la economía y las finanzas para
regirnos
por principios de justicia social y subordinación ecológica, exige
inventarla
paso a paso de forma colectiva. Y ese es el reto que nos toca afrontar.
Pero
aún así,
adentrémonos en lo más oscuro del túnel y bajemos al terreno de lo
inmediato y
lo posible. De lo que se puede hacer ya mismo, y aunque sea a tientas y
medio
ciegos, pero con una brújula interior clara, seamos creativos. Una
parte del
recorrido ya está hecha: el análisis y las fórmulas básicas. Ahora, y
sin miedo
a los abismos, hemos de transformar
nuestro pensamiento en medidas desde los nuevos valores.
De
entrada deberían
de abandonarse pautas de modelos de producción y consumo insostenibles.
A
partir del lema del “gran empujón” del presidente Roosevelt, ahora hace
75 años,
para reimpulsar la economía estadounidense, se ha originado el
movimiento del
“new green deal” para impulsar un crecimiento verde. No es la medida
del cambio
global que necesitamos, pero desde esos tipos de análisis podemos
plantear, por
ejemplo, sustituir políticas de promoción de sectores difícilmente
sostenibles (como
el automovilístico) por apoyo a lugares de trabajo de interés ambiental
y
social. Facilitar lugares de trabajo en el medio rural impulsando
pequeños
huertos, granjas, o creando pequeñas cooperativas de transformación que
produzcan
y provean de alimentos ecológicos y de calidad, además de preservar el
medio
ambiente y revitalizar economías locales sostenibles. Sostenibles
frente a
cualquier crisis. Frente a cualquiera, como se ha demostrado en los
últimos…10
mil años.
Seongjin Jeong entrevistó para el diario coreano Hankyoreh (22 de enero 2009) a nuestro amigo y miembro del Consejo Editorial de SINPERMISO Robert Brenner, que nos hizo llegar el original inglés del texto. Quien ha hecho en los últimos 10 años los análisis histórico-económicos acaso más profundos y premonitorios sobre la naturaleza de la vida económica capitalista mundial del final del siglo XX, se confirma aquí como uno de los más lúcidos y penetrante analistas del presente. SP.
La mayoría de analistas califican la presente crisis como crisis financiera. ¿Está usted de acuerdo con esta denominación?
Es comprensible que los analistas de la crisis hayan situado el punto de partida en la banca y el mercado de valores. Pero el problema es que no han ido más allá. Empezando por el propio secretario del Tesoro, Paulson, y el presidente de la Reserva Federal, Bernanke, han sostenido que la crisis puede explicarse en simples términos de problemas en el sector financiero. Al mismo tiempo, aseveran que la economía real subyacente es fuerte, que los llamados fundamentos están en forma. La desorientación no podría ser mayor. El principal origen de la crisis actual está en el declive del dinamismo de las economías avanzadas desde 1973 y, especialmente, desde 2000. El crecimiento económico en los EEUU, Europa occidental y Japón se ha deteriorado seriamente en cada ciclo en términos de indicadores macroeconómicos muy estándar: PIB, inversión, salarios reales, etc. Aún más, el ciclo económico recién acabado, desde 2001 hasta 2007, ha sido, con mucho, el más endeble desde el período de posguerra, y ello a pesar del mayor estímulo económico público de la historia de los EEUU en tiempo de paz.
¿Cómo explicaría el debilitamiento a largo plazo de la economía real desde 1973, lo que usted llama la larga caída?
Lo que lo explica es sobre todo un declive profundo y duradero de la tasa de rendimiento en inversión de capital desde finales de los sesenta. La incapacidad de recuperar la tasa de beneficio es lo más destacable a la vista de la enorme caída de los salarios reales durante el período. La causa principal, aunque no la única, del declive de la tasa de beneficio ha sido una tendencia persistente a la sobrecapacidad en las industrias manufactureras mundiales. Lo que ha ocurrido es que nuevos poderes industriales fueron ingresando, uno tras otro, al mercado mundial: Alemania y Japón, los nuevos países industrializados del noreste asiático, los tigres del sureste asiático y, finalmente, el Leviatán chino. Esas economías de desarrollo tardío producían los mismos bienes que ya producían las economías más tempranamente desarrolladas, pero más baratos. El resultado ha sido un exceso de oferta en relación con la demanda en una industria tras otra, y eso ha implicado precios y, por lo mismo, beneficios bajos. Las empresas que han sufrido reducción de beneficios, además, no han abandonado dócilmente sus industrias. Han intentado conservar su lugar recurriendo a la capacidad de innovación, aumentando la inversión en nuevas tecnologías. Huelga decir que eso no ha hecho más que empeorar la sobrecapacidad. A causa de la caída de su tasa de rendimiento, los capitalistas obtenían plusvalías cada vez menores de sus inversiones. De ahí que no tuvieran más opción que aminorar el crecimiento en maquinaria, equipo y empleo; y, al tiempo, a fin de restaurar la rentabilidad, contener las indemnizaciones por desempleo, mientras los gobiernos reducían el gasto social. Pero la consecuencia de todos estos recortes de gasto ha sido un problema de demanda agregada a largo plazo. La persistente endeblez de la demanda agregada ha sido el origen inmediato de la endeblez a largo plazo de la economía.
La crisis, en realidad, ha sido provocada por el estallido de la histórica burbuja inmobiliaria, que se ha estado inflando durante toda la década. ¿Cómo juzga su importancia?
La burbuja inmobiliaria debe entenderse en relación con la sucesión de burbujas de precios de activos que ha sufrido la economía desde mediados de los noventa y, especialmente, con el papel de la Reserva Federal estadounidense en alimentar dichas burbujas. Desde el principio de la larga caída, las autoridades económicas públicas han intentado capear el problema de una demanda insuficiente incentivando el aumento del préstamo, tanto público como privado. De entrada, recurrieron al déficit presupuestario, evitando así recesiones verdaderamente profundas. Pero, con el tiempo, los gobiernos conseguían inducir cada vez menos crecimiento económico de lo que tomaban a préstamo. En efecto, a fin de conjurar el tipo de profundas crisis que han acosado históricamente al sistema capitalista, han tenido que aceptar la tendencia hacia el estancamiento. Durante los primeros noventa, los gobiernos en los EEUU y Europa, encabezados por la administración Clinton, intentaron célebremente romper su adicción al endeudamiento, poniendo todos proa de consuno hacia el territorio de los presupuestos equilibrados. La idea era dejar que el mercado libre gobernara la economía. Pero, como aún no se había recuperado la rentabilidad, la reducción de los déficits asestó un duro golpe a la demanda y contribuyó a producir, entre 1991 y 1995, la peor de las recesiones y el más bajo crecimiento de la era de posguerra. Para lograr que la economía volviera a una senda de crecimiento, las autoridades estadounidenses acabaron adoptando un enfoque aplicado por primera vez en el Japón de fines de los ochenta. Mediante la imposición de tipos de interés bajos, la Reserva Federal facilitaba el préstamo al tiempo que incentivaba la inversión en activos financieros. Al dispararse los precios de los activos, las empresas y familias obtendrían enormes aumentos de riqueza, al menos sobre el papel. Estarían, por tanto, en condiciones de tomar préstamos a una escala titánica, de incrementar infinitamente la inversión y el consumo y, así, conducir la economía. El déficit privado, pues, vino a substituir al déficit público. Lo que podría llamarse keynesianismo de precios de activos sustituyó al keynesianismo tradicional. Por tanto, durante la última docena de años hemos asistido a un extraordinario espectáculo en la economía mundial, y es que la continuación de la acumulación de capital ha dependido literalmente de unas oleadas de especulación de dimensiones históricas cuidadosamente alimentadas y racionalizadas por los diseñadores -y reguladores- de las políticas públicas: primero, la burbuja del mercado de valores de finales de los noventa, y después, las burbujas de los mercados inmobiliario y crediticio de los primeros años 2000.
Usted fue profético al prever la actual crisis, así como la recesión de 2001. ¿Cuál es su perspectiva respecto a la economía mundial? ¿Empeorará o se recuperará antes del final de 2009? ¿Espera que la actual crisis sea tan severa como la gran depresión?
La crisis actual es más seria que la peor de las recesiones previas del período de posguerra, la que se dio entre 1979 y 1982, y es concebible que rivalice con la Gran Depresión, a pesar de que no hay modo de saberlo realmente. Quienes se dedican a la realización de pronósticos económicos subestimaron su virulencia porque sobreestimaron la solidez de la economía real, sin comprender hasta qué punto dependía ésta de una acumulación de deuda fundada en las burbujas de los precios de los activos. En los EEUU, el crecimiento del PIB durante el reciente ciclo económico de 2001-07 ha sido, con mucho, el más bajo de la época de posguerra. No ha aumentado el empleo en el sector privado. El incremento de maquinaria y equipo ha sido cerca de un tercio más bajo que el de la posguerra. Los salarios reales se han mantenido prácticamente estancados. Por primera vez desde la Segunda Guerra Mundial, no se han registrados aumentos en el ingreso medio familiar. El crecimiento económico ha ido a parar íntegramente al consumo personal y a la inversión en residencia, lo que ha sido posible por el crédito fácil y el aumento de los precios de la vivienda. El resultado económico ha sido esta endeblez, aun a pesar del enorme estímulo de la burbuja inmobiliaria y de los enormes déficits federales de la administración Bush. La vivienda por sí sola sumó casi un tercio del crecimiento del PIB y cerca de la mitad del aumento del empleo entre 2001 y 2005. Era, por tanto, esperable que cuando reventara la burbuja inmobiliaria, cayeran el consumo y la inversión en residencia y se hundiera la economía.
Muchos sostienen que la actual es una típica "crisis Minsky", no una crisis marxiana, aduciendo que la explosión de la burbuja financiera especulativa ha jugado un papel central en ella. ¿Cómo les respondería?
Es ocioso contraponer así los aspectos reales y financieros de la crisis. Como he resaltado, es una crisis marxiana: hunde sus raíces en una caída a largo plazo de la tasa de beneficio y en la incapacidad de recuperación de la misma, lo que está en el origen principal de la disminución de la acumulación de capital hasta ahora. En 2001, la tasa de beneficio de las empresas no financieras fue la menor del período de posguerra, con la excepción de 1980. Las empresas no han tenido, por tanto, otra opción que contener la inversión y el empleo, pero eso ha agravado el problema de la demanda agregada, nublándose así el clima económico. Esto es lo que explica el extremadamente bajo crecimiento observable en el ciclo económico que acaba de terminar. Sin embargo, para comprender el colapso actual hay que demostrar la conexión entre la endeblez de la economía real y el desplome financiero. El vínculo principal es la que se da entre la cada vez mayor dependencia del préstamo para que la economía siga funcionando y la predisposición pública, todavía mayor, a confiar en las subidas de los precios de los activos para lograr mantener vida la dinámica del préstamo. La condición básica de las burbujas en los mercados inmobiliario y crediticio era la perpetuación de un coste bajo del préstamo. La endeblez de la economía mundial, especialmente después de las crisis de 1997-98 y 2001, además de las enormes adquisiciones de dólares por parte de gobiernos asiáticos para mantener al mismo nivel sus divisas y el crecimiento del consumo estadounidense, provocó unos tipos de interés insólitamente bajos. Al mismo tiempo, la Reserva Federal mantuvo los tipos de interés a corto plazo más bajos que nunca desde los años cincuenta. Como prestaban tan barato, los bancos estaban dispuestos a conceder préstamos a especuladores cuyas inversiones provocaban un precio cada vez más alto de activos de todo tipo y un rendimiento en el préstamo (tipos de interés de los bonos) cada vez menor. Sintomáticamente, los precios de la vivienda se dispararon y el rendimiento en términos reales de los bonos del tesoro estadounidense se hundió. Pero como los rendimientos cayeron cada vez más, a las instituciones del mundo que dependían de los rendimientos del préstamo les resultó cada vez más difícil obtener beneficios suficientes. Los fondos de pensiones y las compañías de seguros fueron golpeados de forma particularmente dura, pero también se vieron afectados los fondos hedge de cobertura y los bancos de inversión. Esas instituciones se mostraron más que dispuestas a realizar enormes inversiones en unas obligaciones respaldadas por hipotecas subprime más que dudosas a causa de los insólitamente elevados rendimientos ofrecidos y con desprecio de unos riesgos no menos insólitamente elevados. Lo cierto es que no lograron sacar tajada suficiente. Su masiva adquisición de obligaciones hipotecariamente respaldadas es lo que facilitó a los institutos bancarios generadores de hipotecas seguir realizando préstamos a prestatarios cada vez menos calificados. La burbuja inmobiliaria alcanzó proporciones históricas y permitió que prosiguiera la expansión económica. Ni que decir tiene, eso no podía durar mucho. Cuando cayeron los precios de la vivienda, la economía real entró en recesión y el sector financiero se desplomó, porque el dinamismo de una y de otro se fundaba en la burbuja inmobiliaria. Lo vemos ahora es que la recesión está empeorando el desplome, porque contribuye a exacerbar la crisis inmobiliaria. Y que el desplome está intensificando la recesión, porque está dificultando el acceso al crédito. Precisamente es esa interacción entre una crisis de la economía real y una crisis del sector financiero que se alimentan mutuamente lo que hace que el despeñadero hacia la depresión se resista a todas las políticas intentadas por las autoridades y que el potencial de catástrofe resulte tan evidente.
Aun concediendo que el capitalismo de posguerra hubiera entrado en un período de larga caída en los años setenta, parece innegable que la ofensiva capitalista neoliberal ha impedido el empeoramiento de la caída de la producción desde los ochenta.
Si por neoliberalismo se entiende el giro hacia las finanzas y la desregulación, no veo cómo puede haber ayudado eso a la economía. Pero si por neoliberalismo se entiende el desmedido asalto de los empresarios y los gobiernos a los salarios obreros, a las condiciones laborales y al estado del bienestar, la cosa ofrece pocas dudas: se ha impedido que la caída de la tasa de beneficio haya sido todavía peor. Con todo, la ofensiva de la patronal no esperó hasta la denominada era neoliberal de los ochenta. Comenzó con el despertar de la caída de la rentabilidad, iniciada a principios de los setenta, de la mano del keynesianismo. No condujo, empero, a la recuperación de la tasa de beneficio, y no hizo sino exacerbar el problema de la demanda agregada. El debilitamiento de la demanda agregada terminó por obligar a las autoridades económicas a adoptar formas de estímulo económico más potentes y temerarias: el "keynesianismo de precios de activos" que condujo al actual desastre.
Hay quien ha defendido que un nuevo paradigma de "financiarización" o "capitalismo financiero" ha provocado un llamado "resurgimiento del capital" (Gerard Dumeneil) desde los ochenta hasta el presente. ¿Qué piensa de las tesis de la "financiarización" o "capitalismo financiero"?
La idea del capitalismo financiero es una contradicción en los términos, porque, genéricamente hablando -hay excepciones significativas, como el préstamo al consumidor-, el beneficio financiero sostenido depende de la obtención de beneficios sostenidos en la economía real. Para responder a la caída de la tasa de beneficio, algunos gobiernos, encabezados por el de los EEUU, incentivaron el giro hacia las finanzas mediante la desregulación del sector financiero. Pero, como la economía real seguía languideciendo, el principal resultado de la desregulación fue la intensificación de la competencia en el sector financiero, lo que hizo más difícil la obtención de beneficios e incentivó una especulación aún mayor y la adopción de riesgos. Destacados ejecutivos de bancos de inversión y fondos hedge estaban en condiciones de obtener fabulosas fortunas, ya que sus remuneraciones dependían de los beneficios a corto plazo. Podían asegurarse temporalmente altos rendimientos mediante la expansión de sus préstamos basados en activos e incrementando el riesgo. Pero esa forma de hacer negocio, tardara más o menos en verse, era a expensas de la salud financiera a largo plazo de las propias empresas, y en el caso más espectacular, condujo a la caída de los bancos de inversión más importantes de Wall Street. Todas y cada una de las sedicentes expansiones financieras habidas desde los años setenta han terminado rápidamente en una desastrosa crisis financiera y han precisado de enormes rescates públicos. Lo que vale para el boom crediticio del tercer mundo en los años 70 y principios de los 80, no menos que para el auge del ahorro y el crédito, la manía de compra apalancada de empresas y la burbuja de los bienes raíces comerciales de los 80, o para la burbuja del mercado de valores de la segunda mitad de los 90 y, huelga decirlo, para las burbujas inmobiliaria y crediticia de los primeros años 2000. El sector financiero parecía dinámico sólo porque los gobiernos estaban dispuestos a hacer lo que hiciera falta para apoyarlo.
El keynesianismo o estatismo parece presto a volver como el nuevo Zeitgeist [espíritu de la época]. ¿Cuál es su valoración general del keynesianismo o estatismo renaciente? ¿Puede contribuir a resolver o, cuando menos, aliviar la actual crisis?
Los gobiernos actualmente no tienen otra opción que la de volver al keynesianismo y al estado para intentar salvar la economía. Después de todo, el libre mercado se ha demostrado totalmente incapaz de impedir o hacer frente a la catástrofe económica, por no hablar de asegurar la estabilidad y el crecimiento económicos. De aquí que las elites del mundo político, que todavía ayer celebraban la desregulación de los mercados financieros, se hayan vuelto de un día para otro y sin excepción keynesianas. Pero hay razones para dudar de que el keynesianismo -en el sentido de enormes déficits públicos y crédito fácil para hinchar la demanda- pueda llegar a tener el impacto que muchos esperan. Lo cierto es que durante los últimos siete años, y merced a la burbuja inmobiliaria cebada por el préstamo y el gasto de la Reserva Federal y por los déficits presupuestarios de la administración Bush, hemos asistido a lo que probablemente sea el mayor estímulo económico keynesiano de la historia en tiempos de paz. Y sin embargo, no ha alcanzado sino para lograr el ciclo económico más endeble de la época de posguerra. Ahora el desafío es mucho mayor, todavía. A medida que colapsa la burbuja inmobiliaria y que la obtención de crédito se hace más y más más difícil, los hogares reducen el consumo y la inversión en residencia. Por consecuencia, caen los beneficios empresariales. Lo que trae consigo recortes salariales y un ritmo acelerado de despido de trabajadores, lo cual, a su vez, genera una espiral descendente de demanda y rentabilidad a la baja. Las familias han contado durante largo tiempo con el aumento de los precios de la vivienda para estar en condiciones de que les presten más y han ahorrado para ello. Pero ahora, forzadas por a acumulación de deudas, tienen que reducir el préstamo y aumentar el ahorro; y eso, en el preciso instante en que la economía más necesita que consuman. Lo presumible es que le grueso del dinero que el estado ponga en manos de las familias será destinado al ahorro, no al consumo. Si el keynesianismo a duras penas logró activar la vida económica en la fase de expansión, ¿qué puede esperarse que haga en medio de la peor recesión desde los años treinta? Para obtener un efecto significativo en la economía, la administración Obama tendrá probablemente que pensar en una enorme oleada de inversiones públicas directas o indirectas; en realidad, en una forma de capitalismo de estado. No obstante, acometer esa tarea en serio exige superar enormes obstáculos políticos y económicos. La cultura política estadounidense es tremendamente hostil a la empresa pública. Por otro lado, el nivel de gasto y endeudamiento que todo eso implicaría podría amenazar al dólar. Hasta ahora, los gobiernos del Este asiático han financiado alegremente los déficits externos y públicos estadounidenses, a fin de mantener, a un tiempo, el consumo estadounidense y sus propias exportaciones. Pero con una crisis que está llegando a afectar hasta a China, esos gobiernos podrían ver menguada su capacidad de financiación de los déficits estadounidenses, sobre todo porque estos últimos se han disparado a una magnitud sin precedentes. La perspectiva verdaderamente aterradora que asoma en el horizonte es el desplome del dólar.
¿Cuál es su valoración general de la victoria de Obama en las últimas elecciones a la presidencia? ¿Piensa que Obama es el "mal menor", comparado con la administración Bush? Muchos consideran a Obama el Franklin D. Roosevelt del siglo XXI. Obama promete un "nuevo New Deal". ¿Cree usted que los progresistas anticapitalistas pueden dar apoyo crítico a algunas medidas de este "nuevo New Deal"?
El triunfo de Obama en las elecciones debe ser bienvenido. Una victoria de McCain habría sido una victoria para el Partido Republicano y habría dado un enorme impulso a las fuerzas más reaccionarias de la escena política estadounidense. Se habría visto como un aprobado al hipermilitarismo y al imperialismo de la administración Bush, así como a su programa explícito de eliminación de lo que queda de sindicalismo, estado de bienestar y protección ambiental. Dicho esto, Obama es, como Roosevelt, un demócrata de centro, de quien no puede esperarse que, por sí propio, haga gran cosa en defensa de los intereses de una inmensa mayoría que seguirá estando sometida a un desapoderado asalto empresarial empeñado en recuperar sus menguantes beneficios mediante la reducción del empleo, de las indemnizaciones, etc. Obama apoyó el titánico rescate del sector financiero, que acaso represente el mayor expolio al contribuyente estadounidense de la historia norteamericana, sobre todo porque se concedió sin contrapartidas para poner brida a los bancos. También apoyó el rescate de la industria automovilística, aun a sabiendas de que estaba a enormes reducciones de las indemnizaciones para los trabajadores. El balance es de Obama, como de Roosevelt, sólo puede esperarse que tome acciones resueltas en defensa del pueblo trabajador si se le empuja por la vía de la acción directa desde abajo. La administración Roosevelt sólo aprobó el grueso de la legislación progresista del New Deal, incluyendo la Ley Wagner y la Seguridad Social, arrastrado por la presión de una gigantesca y masiva oleada de huelgas. Algo parecido puede acaso esperarse de Obama.
Según Rosa Luxemburg y, más recientemente, David Harvey, el capitalismo supera su tendencia a la crisis mediante la expansión geográfica. Según Harvey, ello a menudo se incentiva mediante inversiones enormes en infraestructura para apoyar al capital privado, a menudo a la inversión extranjera directa. ¿Cree usted que el capitalismo puede encontrar una solución a la crisis actual, en la terminología de Harvey, mediante un "arreglo espacio-temporal-espacial"?
Ésta es una cuestión compleja. Para empezar, creo que es verdadera -y de importancia decisiva- la afirmación, según la cual la expansión geográfica ha sido un elemento esencial en todas las oleadas de acumulación de capital que registra la historia Puede decirse que el crecimiento del volumen de la fuerza de trabajo y el crecimiento del espacio geográfico son condiciones sine qua non, esenciales, del crecimiento capitalista. El auge de la posguerra es un buen ejemplo, porque se dieron espectaculares expansiones del capital en el sur y el suroeste de los EEUU y en una Europa occidental y un Japón devastados por la guerra. Las inversiones de los EEUU jugaron un papel decisivo, no sólo en los propios EEUU, sino también en la Europa occidental de la época. Sin duda, la expansión de la fuerza de trabajo y del área geográfica capitalista era indispensable para las altas tasas de beneficio que hicieron tan dinámico el boom de posguerra. Desde un punto de vista marxista, éste fue un ciclo clásico de acumulación de capital, e implicó, necesariamente, tanto la integración de enormes masas de trabajadores fuera del sistema, especialmente del agro precapitalista en Alemania y en Japón, como la incorporación o reincorporación de espacios geográficos adicionales a una escala enorme. Sin embargo, yo creo que, vista en perspectiva, la pauta mostrada por el largo declive al que hemos venido asistiendo desde finales de los sesenta y principios de los setenta, ha sido diferente. Es cierto que el capital ha respondido a la rentabilidad menguante mediante la expansión exterior, intentando combinar técnicas avanzadas con mano de obra barata. Se calla por sabido que el Este asiático constituye el caso principal: representa indudablemente un momento de alcance histórico-universal, una transformación esencial, del capitalismo. Pero a pesar de que la expansión al Este asiático puede interpretarse como respuesta a una rentabilidad menguante, no ha sido, en mi opinión, una solución satisfactoria. Porque, a fin de cuentas, la nueva producción industrial que tan espectacularmente ha surgido en el Este asiático, a despecho de que produzca más barato, se solapa demasiado con lo que se produce en el resto del mundo. El problema es que, a escala sistémica, eso exacerba más que resuelve el problema de sobrecapacidad. En otras palabras: la globalización ha sido una respuesta a la rentabilidad menguante; pero como las nuevas industrias, lejos de ser esencialmente complementarias en la división mundial del trabajo, son redundantes, el resultado ha sido la persistencia de los problemas de rentabilidad. El balance, creo yo, es que para resolver realmente el problema de rentabilidad que ha asolado durante tanto tiempo al sistema -lenta acumulación de capital y generación de niveles de préstamo cada vez mayores para mantener la estabilidad-, el sistema necesitaba una crisis que había sido durante tan largo tiempo aplazada. Y como el problema es la sobrecapacidad, enormemente agravada por la acumulación de deuda, lo que aún se necesita, según la visión clásica, es una depuración sistémica, esto es, la purga de las empresas de costes altos y beneficios bajos, con el consiguiente abaratamiento de los medios de producción y la reducción del precio de la mano de obra. Ésta de la crisis es la vía histórica por la que el capitalismo ha logrado restaurar la tasa de beneficio y sentar las bases necesarias para una acumulación de capital más dinámica. Durante el periodo de posguerra se logró evitar las crisis; el coste de evitarlas fue la incapacidad para reactivar la rentabilidad, lo que llevó a empeorar la situación de estancamiento. La crisis actual es la depuración que nunca sucedió.
Entonces, ¿cree usted que sólo la crisis puede resolver la crisis? Ésta es una respuesta marxiana clásica.
Creo que es lo más probable. La analogía sería como sigue. De entrada, a principios de los años treinta, el New Deal y el keynesianismo resultaron ineficaces. En realidad, a pesar de la amplitud temporal de toda una década, no lograron sentar las bases de un nuevo boom, como se vio con la caída en la profunda recesión de 1937-38. Pero, finalmente, como resultado de la larga crisis de los treinta, se llegó a la purga de los costes altos y de los medios de producción con beneficios bajos, lo que terminó por sentar las bases para unas tasas de beneficio altas. De manera que, a fines de los años treinta, podía decirse que la tasa potencial de beneficio era alta y que todo lo que se necesitaba era un estímulo de la demanda. Esa demanda, huelga decirlo, vino a proporcionarlas el enorme gasto armamentístico de la Segunda Guerra Mundial. Así pues, durante la guerra se obtuvieron tasas de beneficio altas, y esas tasas altas sentaron las bases necesarias para el ulterior boom postbélico. Pero yo creo que, aun si se hubieran ensayado, los déficits keynesianos no habrían podido funcionar en 1933, porque antes era necesario, por decirlo en términos marxianos, una crisis que saneara el sistema.
¿Cree que la actual crisis supondrá un desafío a la hegemonía de los EEUU? Teóricos del sistema-mundo como Immanuel Wallerstein, también entrevistados por Hankyoreh, sostienen que la hegemonía del imperialismo americano está en declive.
Ésta es una cuestión muy compleja. Tal vez ande yo muy errado, pero pienso que muchos de los que creen que ha habido un declive de la hegemonía estadounidense tienden a ver esa hegemonía en términos de poder geopolítico, y al final, como capacidad militar norteamericana. Desde este punto de vista, es principalmente el predominio estadounidense lo que produce el liderazgo americano, es el poder estadounidense sobre y contra otros países lo que mantiene a los EEUU en la cumbre. Yo no veo así la hegemonía estadounidense. Yo veo a las elites del mundo, especialmente a las del núcleo capitalista en el sentido lato de la palabra, muy satisfechas con esa hegemonía norteamericana, porque eso significa que son los EEUU quienes asumen el papel y el coste de policías del mundo. Eso vale también, en mi opinión, incluso para las elites de los países más pobres. ¿Cuál es el objetivo de los policías del mundo norteamericanos? No es atacar a otros países. Es, sobre todo, mantener el orden social a escala mundial, crear condiciones estables para la acumulación de capital global. Su principal propósito es erradicar cualquier desafío popular al capitalismo, proteger las relaciones de clase existentes. Durante la mayor parte del periodo de posguerra, hubo desafíos nacionalistas-estatistas, especialmente desde abajo, al libre albedrío del capital. Fueron, desde luego, sometidos por los EEUU con la fuerza más brutal, con las expresiones más descarnadas de la dominación estadounidense. Aunque dentro del núcleo lo que había hegemonía norteamericana, fuera de ese núcleo había dominación. Pero, con la caída de la Unión Soviética, la entrada de China y Vietnam en la vía capitalista y la derrota de los movimientos de liberación nacional en lugares como Sudáfrica y Centroamérica, la resistencia al capital en el mundo en vías de desarrollo fue, al menos temporalmente, debilitada. Así, actualmente, los gobiernos y elites no sólo de Europa occidental y oriental, Japón y Corea, sino también de Brasil, la India y China -la mayoría de países que pueda usted nombrar- prefieren el mantenimiento de la hegemonía estadounidense. La hegemonía norteamericana no caerá por el surgimiento de algún otro poder capaz de competir con ella por el dominio del mundo. China, más que nadie, prefiere la hegemonía americana. Los EEUU no planean atacar a China y, hasta la fecha, han mantenido su mercado completamente abierto a las exportaciones chinas. Con los EEUU en el papel de policías del mundo y asegurando un comercio y unos movimientos de capital cada vez más libres, China puede competir en términos de costes de producción en un campo en igualdad de condiciones, y eso es increíblemente beneficioso para China; mejor, imposible. ¿Puede seguir la hegemonía estadounidense con la actual crisis? Ésta es una pregunta harto más ardua. Pero creo que, en el primer caso, la respuesta es sí. Las elites del mundo quieren por encima de todo mantener el actual orden globalizado y los EEUU son la clave para ello. Nadie, entre las elites del mundo, intenta explotar la crisis y los enormes problemas económicos de los EEUU para desafiar a la hegemonía norteamericana. China sigue diciendo "no vamos a seguir pagando para que los EEUU sigan derrochando", en alusión a los actuales récords en déficits por cuenta corriente sufragados por China durante la pasada década y a los titánicos déficits presupuestarios que están generando actualmente los EEUU. Pero ¿cree usted que China cortará ahora con los EEUU? En absoluto. China todavía está vertiendo todo el dinero que puede en los EEUU para intentar que mantegan a flote su economía y poder ella mantener así su vía de desarrollo. Claro está que siempre es posible todo lo que se desea. La profundidad de la crisis china puede llegar a ser de tal calado, que ya no le permita financiar por más tiempo los déficits de los EEUU. O la política de la Reserva Federal de embarcarse en unos déficits cada vez mayores e ir imprimiendo moneda podría terminar llevando al hundimiento del dólar y provocando una verdadera catástrofe. Sea ello como fuere, los dados están echados. Si tales cosas llegaran a suceder, habría construir un nuevo orden. Pero en condiciones de crisis profunda sería extremadamente difícil, porque en circunstancias así, los EEUU, lo mismo que otros estados, podrían fácilmente deslizarse por la pendiente del proteccionismo, el nacionalismo o incluso de la guerra. Creo que en este momento las elites del mundo están todavía tratando de evitar esa deriva: no están preparadas para eso. Lo que quieren es mantener los mercados, el comercio, abiertos. Y ello porque han comprendido que la última vez que el estado recurrió al proteccionismo para resolver el problema fue durante la Gran Depresión, lo que no sirvió más que para empeorarla, porque cuando algunos estados iniciaron políticas proteccionistas todo el mundo hizo lo propio y el mercado mundial se cerró. Luego, por supuesto, vino el militarismo y la guerra. En la actualidad, el cierre de los mercados mundiales sería evidentemente desastroso; por eso elites y gobiernos se afanan de consuno en impedir salidas proteccionistas, estatistas o militaristas. Pero la política no es sólo la expresión de lo que las elites quieren, y además, las elites son tornadizas, y lo que quieren puede cambiar de un día para otro. Por lo demás, las elites suelen estar divididas, y la política tiene autonomía. De manera que, por poner un ejemplo, difícilmente puede descartarse que, si la crisis se pone muy fea -lo que llegados a este punto no sería una gran sorpresa-, asistamos al regreso de políticas derechistas de carácter proteccionista, militarista, xenófobo o nacionalista. Este tipo de políticas podría tener no sólo un amplio atractivo popular. Sectores crecientes del mundo empresarial podrían llegar a verla como la única salida, puesto que si ven a sus mercados hundirse y al sistema en depresión, pueden considerar necesaria la protección contra la competencia y subvenciones públicas a la demanda mediante el gasto militar. Ésta fue, huelga decirlo, la respuesta que prevaleció en gran parte de Europa y Japón durante la crisis del periodo de entreguerras. Tenemos ahora a una derecha apabullada por los fracasos de la administración Bush y por la crisis. Pero si la administración Obama no es capaz de impedir el hundimiento económico, podría volver fácilmente... sobre todo porque los demócratas no ofrecen la menor alternativa ideológica real.
Ha hablado de una crisis potencial en China. ¿Qué piensa del estado actual de la economía china?
Creo que la crisis china irá a peor, mucho peor de lo que la gente espera. Por dos razones esenciales. La primera es que la crisis norteamericana, y la crisis global más en general, es mucho más grave de lo que la gente esperaba, y en última instancia, la suerte de la economía china depende inextricablemente de la suerte de la economía estadounidense y de la de la economía global. No sólo porque China depende en gran medida de sus exportaciones al mercado estadounidense; también porque la mayor parte del resto del mundo depende a su vez mucho de los EEUU, y eso incluye especialmente a Europa. Si no voy errado, Europa se ha convertido recientemente en el mayor mercado de las exportaciones chinas. Pero como la crisis originada en los EEUU ha llegado a Europa, el mercado europeo se contraerá también para los bienes chinos. De modo, pues, que la situación es para China mucho peor de lo que la gente esperaba, porque la crisis económica es mucho peor de lo que se esperaba. La segunda razón es ésta: el entusiasmo con el crecimiento realmente espectacular de la economía China ha llevado a mucha gente a ignorar el papel desempeñado por las burbujas en curso seguido por la economía china. China ha crecido básicamente con las exportaciones, y señaladamente, merced a un creciente excedente comercial con los EEUU. A causa de ese excedente, el gobierno chino ha tenido que tomar medidas políticas para mantener baja su moneda y competitiva su industria. Concretamente, ha comprado a gran escala activos denominados en dólares estadounidenses imprimiendo enormes cantidades de renminbi, la moneda china. Pero el resultado ha sido la inyección de enormes cantidades de dinero en la economía china, haciendo cada vez más fácil el crédito durante un largo periodo. Por un lado, las empresas y gobiernos locales han utilizado este crédito fácil para financiar inversiones en masa. Pero esto ha hecho cada vez mayor la sobrecapacidad. Por otro lado, han usado el crédito fácil para comprar tierras, casas, acciones y otros tipos de activos financieros. Pero eso ha contribuido a generar grandes burbujas de precios de activos, las cuales, lo mismo que en los EEUU, han contribuido a su vez a disparar préstamos y gastos. Cuando estallen las burbujas chinas, el calado de la sobrecapacidad se hará más evidente. El estallido de las burbujas chinas representará, también en gran parte del resto del mundo, un duro golpe para la demanda de consumo e inducirá una dañina crisis dañina. En suma: la crisis china puede llegar a ser una cosa muy seria, y podría hacer que la crisis global tomara un rumbo todavía más grave.
Así, usted cree que la lógica capitalista de superproducción se da también China.
Sí, como en Corea y en gran parte del Asia oriental a finales de los noventa. No es tan distinto. Lo único que no ha ocurrido todavía es el tipo de revaluación de la moneda que mató, que liquidó realmente a la expansión industrial coreana. El gobierno chino está haciendo todo por evitarlo.
Por lo tanto, no está usted de acuerdo con la definición de la sociedad china como "economía de mercado no capitalista".
No, en absoluto.
¿Cree usted, pues, que China es actualmente capitalista?
Creo que es totalmente capitalista. Acaso pudiera haberse dicho que China tenía un mercado no capitalista durante los ochenta, cuando experimentaba un impresionante crecimiento merced a las empresas urbanas y aldeanas. Eran de propiedad pública, de los gobiernos locales, pero operaban en el mercado. Esa forma económica puede decirse que iniciaba la transición al capitalismo. Así, tal vez hasta principios de los noventa, se mantuvo un tipo de sociedad de mercado no capitalista, especialmente porque había un gran sector industrial de propiedad y dirección del estado central. Pero a partir de entonces lo que ha habido es una transición al capitalismo que, a día de hoy, puede darse por completamente colmada.
¿Qué piensa de la dureza de la crisis económica coreana que se avecina? ¿Cree que podría ser más grave que la crisis del FMI de 1997-98? Para hacer frente a la crisis venidera, el gobierno de Lee Myung-bak está resucitando ahora la inversión para construir enormes infraestructuras sociales al estilo de Park Cheng-Hee, especialmente el "Gran Canal" de la península coreana, al tiempo que copia las políticas de crecimiento verde de Obama. Sin embargo, el gobierno de Lee Myung-bak intenta todavía mantener las políticas de desregulación neoliberal del período que siguió a la crisis de 1997, especialmente mediante el Acuerdo de Libre Comercio entre los EEUU y Corea. Podría llamársele propuesta híbrida, ya que combina lo que parece un anacrónico retorno al método de desarrollo dirigido por el estado al estilo de Park Cheng-Hee con el neoliberalismo contemporáneo. ¿Servirá para combatir o paliar la crisis que se avecina?
Lo dudo mucho. No necesariamente porque represente una vuelta al capitalismo organizado por el estado, al estilo de Park, ni porque abrace el neoliberalismo. Es porque, cualquiera que sea su forma interna, sigue dependiendo de la globalización en un momento en que la crisis global está produciendo una extraordinaria contracción del mercado mundial. Hablando de China daba yo hace un rato por probable que se encuentre con un grave problema. Pero China tiene salarios bajos y un mercado interno potencial enorme, de manera que con el tiempo es concebible que pueda tener una posición mejor que Corea para afrontar la crisis, aunque tampoco estoy totalmente seguro de eso. Descuento, en cambio, como seguro que Corea se verá duramente golpeada por la crisis. Ya le ocurrió en 1997-98, pero le salvaron la burbuja del mercado de valores estadounidense y el consiguiente crecimiento del préstamo, el gasto y las importaciones norteamericanos. Pero cuando reventó la burbuja del mercado de valores estadounidense en 2000-02, Corea cayó en lo que se antojaba como una crisis aún más grave que la de 1997-98. Hete aquí, sin embargo, la burbuja inmobiliaria estadounidense vino recientemente al rescate de Corea. Pero ahora ha reventado esa burbuja, la segunda burbuja estadounidense, y no hay una tercera para sacar a Corea de la crisis. No es necesariamente porque Corea lo esté haciendo mal. Es que no creo que haya en parte alguna del mundo una vía de salida fácil para nadie que se haya convertido en parte de un sistema capitalista verdaderamente global e interdependiente.
Así, está diciendo que el entorno externo está mucho peor que nunca antes.
Ésa es la idea principal.
¿Cuáles son, pues, las tareas más urgentes de los progresistas en Corea? Los coreanos progresistas son muy críticos con Lee Myung-bak. Suelen apoyar el estado del bienestar y la redistribución de la renta como alternativa al proyecto de Lee de invertir en la construcción del Canal, con grandes costes sociales. Ésta es la cuestión más caliente en la sociedad coreana de hoy. Los progresistas coreanos señalan que, a pesar de que Lee Myung-bak hable de crecimiento verde, su proyecto de construcción destruiría ecosistemas enteros. ¿Está de acuerdo con ellos?
Evidentemente, hay que oponerse a esos proyectos, ecológicamente desastrosos.
¿Cree que, en plena crisis económica, la construcción de un estado del bienestar como el de Suecia sería una estrategia razonable para los progresistas coreanos?
Creo que lo más importante para los progresistas coreanos es el refuerzo de las organizaciones del movimiento obrero. Sólo reconstruyendo el movimiento obrero coreano puede la izquierda construir el poder que necesita para obtener cualquiera de sus reivindicaciones. La única manera de que el pueblo trabajador pueda realmente desarrollar su poder es mediante la construcción de nuevas organizaciones en el transcurso de la lucha, y solo mediante la lucha puede lograr el advenimiento de políticas progresistas o la definición de lo que debería ser una política progresista en este momento. Creo que la mejor manera de forjar una respuesta política de izquierda actualmente es contribuir a que la gente más afectada se organice y logre poder para definir colectivamente sus intereses. De modo que, más que intentar resolver ahora, de modo tecnocrático, desde arriba, la cuestión de cuál sea la mejor respuesta, la clave para la izquierda es catalizar la reconstitución del poder del pueblo trabajador. Obviamente, el movimiento obrero coreano se ha visto debilitado desde la crisis de 1997-98. Como mínimo, la prioridad para los progresistas debería se plantearse qué hacer para mejorar el contexto de la organización de la fuerza de trabajo, qué hacer, precisamente ahora, para reforzar los sindicatos. Sin una reactivación del poder de la clase obrera, la izquierda no tardará en descubrir que la mayor parte de cuestiones de políticas públicas se convierten en materia de pura especulación académica. Quiero decir que si la izquierda tiene que influir en las políticas públicas, ha de haber un cambio, un gran cambio, en la correlación de fuerzas de clase.
¿Espera usted que los recientes fracasos del neoliberalismo abran puertas a los progresistas de todo el mundo?
El fracaso del neoliberalismo ofrece, desde luego, importantes oportunidades que no teníamos antes. El neoliberalismo nunca resultó atractivo para buena parte de la población. El pueblo trabajador jamás se ha identificado con mercados libres, finanzas libres y todo eso. Pero creo que la mayor parte de la población se había convencido de que era la única opción, de que no había alternativa. Pero ahora la crisis ha revelado la bancarrota total del modelo neoliberal de organización económica, y puede vislumbrarse el cambio. Se ha manifestado eso con vigor en la oposición del pueblo trabajador americano a los rescates de los bancos y del sector financiero. Dicen, sobre poco más o menos: "nos han contado que salvar las instituciones financieras, los mercados financieros, es la clave para restablecer la economía, la prosperidad. Pero no nos lo creemos. No queremos que ni un centavo más de nuestro dinero vaya a aquellos que no hacen más que robarnos". De modo que hay un gran vacío ideológico y se ha abierto un importante flanco para la penetración de ideas de izquierda. El problema es que hay muy poca organización del pueblo trabajador; está solo, carece de expresión política. Así que puede decirse que hay grandes oportunidades creadas por el contexto político o por el clima ideológico, pero que eso, por sí mismo, no proporcionará soluciones progresistas. De modo que, nuevamente, la máxima prioridad para los progresistas -para cualquier activista de izquierda-, allí donde deberían ser más activos, es en el intento de reavivar las organizaciones del pueblo trabajador. Sin resucitar el poder de la clase obrera, poco progreso podrá hacerse, y el único modo de revivir ese poder es la movilización para la acción directa. Sólo mediante la acción, colectiva y masiva, del pueblo trabajador se podrá crear la organización y acumular la energía necesaria para proporcionar la base social para una transformación, por así decirlo, de su propia conciencia, para la radicalización política.
Robert Brenner, miembro del Consejo Editorial de SINPERMISO, es director del Center for Social Theory and Comparative History en la Universidad de California-Los Ángeles. Es autor de The Boom and the Bubble (Verso, Londres, 2002), un libro imprescindible para entender la historia económica del último medio siglo, el origen de la llamada "globalización" y la situación presente. (Hay traducción de una primera versión de ese libro, publicada en Chile con el título Turbulencias en la Economía Mundial --Lom, Santiago, 1999-, desgraciadamente vertida a un castellano prácticamente ilegible.)
Viernes 27 de
febrero, 20.00:
“5 Fábricas. Control obrero Venezuela” – (Dario
Azzellilni & Oliver Ressler2006).Una película cobre co- y autogestión en Venezuela:Una fábrica de aluminio, una textil, una fábrica de
tomate, una de cacao y una de papel.Lo común
es la búsqueda de mejores modelos de producción y de vida.Tanto los mecanismos como las dificultades de auto-organización
son explicados junto al proceso de producción (81 minutos).
-- Publicado por Centro de Iniciativas para la Cooperación. para Hazte oir el 2/25/2009 07:42:00 AM
-- Apúntate a la agenda solidaria CIC-BATÁ. Recibe/publica tus eventos socioculturales y solidarios!!! http://es.groups.yahoo.com/group/cicbata/
¡Conozcamos la realidad solidaria de nuestro entorno!
CIC-BATÁ La solidaridad es la ternura de los pueblos. cicbata@... 954900660
Este es un trailer promocional del documental grabado por el cooperante Alberto Arce que fue testigo del ataque genocida israelí contra la población palestina de Gaza. Está en español y en inglés. Elige tu opción en la siguiente web:
De: Paqui Maqueda Fernandez <paquimaq@...> Para: agusrcl@... Enviado: lunes, 23 de febrero, 2009 21:35:01 Asunto: Concentración 28-F Teatro de la Maestranza
SABADO 28 FEBRERO 2009
12 Horas. Frente al teatro de la Maestranza (Sevilla)
CONCENTRACION
Os invitamos de nuevo a concentrarnos para pedir a la administración andaluza que cumpla sus promesas en un día tan señalado como es el día de Andalucía.
Estaremos presentes por los miles de andaluces que lucharon defendiendo la legalidad establecida y que murieron o siguen desaparecidos.
En el día de Andalucía nos preguntamos ¿donde está enterrado Blas Infante? Allí estaremos para denunciar que el padre de la patria andaluza, junto a otros hombres y mujeres, sigue estando desaparecido.
Estos días azules y este sol de la infancia.
En José Machado, Últimas soledades del poeta Antonio Machado (Recuerdos de su hermano José), s.l. [Santiago de Chile], s.e., s.f. [1940], p. 109. Este último verso fue hallado por José Machado a la muerte de su hermano, escrito a lápiz en un trozo de papel que guardaba en un bolsillo de su gabán.
CAMHA (coordinadora de Asociaciones de la Memoria Histórica de Andalucía)
Asociación Memoria Histórica y Justicia de Andalucía Avd. Blas Infante 4, 8ª planta 41010 Sevilla http://www.todoslosnombres.org Tlf. 659459554
Os envió el programa de la jornada que organiza Cajasol sobre la torre
Pelli, una octavilla que se ha sacado para repartirla en la puerta de
la jornada.
--------- Mensaje reenviado -------- De: joaquin ordoñez jimenez <joaquinoj@hotmail.com> Para: lista_de_destinatarios_oculta Asunto: ¿Qué río Guadaíra queremos? Plataforma Cívica "Salvemos
el Guadaíra" Fecha: Sun, 22 Feb 2009 22:38:01 +0000
Estimados compañeros y compañeras:
Os adjunto una presentación para que la paséis a vuestros correos con
el fin de que el sábado día 28 de febrero seamos muchos y muchas en la
Marcha.
En nombre de la Plataforma, muchas gracias.
"La empresa privada española Endesa ha sido adquirida en su práctica totalidad por la empresa pública italiana Enel. Termina así una historia iniciada hace cerca de tres años y medio y termina con un final previsto,
siempre negado por el Gobierno. Basta echar vistazo a la hemeroteca. Cuando apareció Enel, un curioso ministro de Industria llamado Clos afirmó que la españolidad de Endesa estaba asegurada, cosa que ratificó el propio
presidente del Gobierno. O mentían o eran unos ineptos, a elección del lector.
Conviene echar la vista unos años atrás. Cuando el PSOE llega al Gobierno en 1982, Endesa, la Empresa Nacional de Electricidad Sociedad Anónima, era una
empresa pública que tenía unos beneficios de miles de millones de pesetas. La joya de la corona, para envidia y ataques del resto de las eléctricas, todas ellas privadas. Era una fuente saneada y segura de ingresos para el
Fisco y un contraejemplo de la afirmación, constantemente repetida, de que las empresas privadas funcionan siempre mejor que las públicas. Demasiado para los cada vez más influyentes sectores en los gobiernos de entonces y en
el PSOE, los que decidieron iniciar su privatización.
Es cierto que los gobiernos del PP culminaron la misma pero el camino estaba iniciado y, además, por gentes autotitulados de izquierda, lo que hacía
sencillo el continuar del PP. Nunca se tuvo en cuenta, entre otras cosas, el carácter estratégico de una empresa energética, algo que hoy es reconocido por todo el mundo. Ese carácter estratégico es especialmente agudo en un
país como el nuestro que depende en su gran mayoría de energía importada.
Algunos alegan que poco importa que la empresa este ahora en manos no españolas porque, además, está en manos de una empresa de la Unión Europea.
Cuando el Gobierno defendía la españolidad de la empresa, por algo sería. Ese algo es lo que se resume en el 'efecto sede'. Quiere decir que donde esté el centro de decisión de la empresa es fundamental, y eso radica hoy no
en España sino en Italia, y además no en una empresa privada sino en una pública, es decir, al albur de las decisiones de algo tan poco fiable como es un Gobierno italiano, el que sea.
El Gobierno de Zapatero ha desempeñado, directamente y a través de dudosos
intermediarios, un papel clave en el desenlace de esta poco edificante historia que incluye como primer actor en el tiempo a la alemana E.On, como actor principal al "caballero blanco" Entrecanales y Acciona (uno de los
darling del Gobierno), que se han embolsado unas jugosas plusvalías, y como triunfador a Enel. Sin duda que hay aspectos que exigen una explicación en cualquier democracia normal. Ocurre que la nuestra no lo es. El hecho cierto
es que aquí se privatiza para terminar en manos de una empresa pública y, para colmo, italiana." =
-- No existen dos luchas distintas de la clase obrera, económica una y política la otra, sino una única lucha de clases, que apunta a la vez a la disminución de la explotación capitalista dentro de la sociedad burguesa y a la abolición de la
explotación junto con la sociedad burguesa" Rosa Luxemburgo
-- Apúntate a la agenda solidaria CIC-BATÁ. Recibe/publica tus eventos socioculturales y solidarios!!! http://es.groups.yahoo.com/group/cicbata/
¡Conozcamos la realidad solidaria de nuestro entorno!
CIC-BATÁ La solidaridad es la ternura de los pueblos. cicbata@... 954900660
Compañer@s,
No podemos permitir este acto represivo del "mal gobierno" de RGS!!!
Fraternalmente
Azril
Desde o início da luta pela terra, a preocupação com a escolarização das
crianças e adolescentes dos acampamentos do MST/RS acompanhou a trajetória
do Movimento. Considerando esta realidade, muita luta e trabalho houve para
se concretizar o direito a educação formal dentro dos acampamentos. Por
isso declararmos o nosso total apoio as Escolas Itinerantes dos
acampamentos do MST, atacadas pelo governo do Rio Grande do Sul e setores
do Ministério Público que neste inicio de 2009, chegaram a declarar sua
extinção.
O MST é um Movimento social e legítimo, portanto, tem o direito a uma
educação de qualidade e que leve em conta a Itinerancia da luta pela terra
e a educação do campo, na realidade em que as crianças e adolescentes estão
inseridos, ou seja, juntamente com a família e a comunidade.
Exigimos a continuidade das Escolas Itinerantes dos acampamentos do MST.
Yeda e Ministério Público fecham escolas em acampamentos sem terra
av <http://www.brasildefato.com.br/v01/author/michelle>Michelle Amaral da
Silva Senast ändrad 2009-02-19 17:20
Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado entre a Secretaria Estadual
da Educação (SEC) e o Ministério Público Estadual (MPE) determina
fechamento de escolas em sete acampamentos sem terra. Medida irá atingir
400 crianças. MST denuncia que decisão é política.
32c8416.jpg
18/02/2009
Raquel Casiraghi,
de Porto Alegre (RS)
<http://www.agenciachasque.com.br/>Agência Chasque
Uma experiência educacional de 12 anos e que serviu de exemplo para outros
estados pode ser encerrada no Rio Grande do Sul. O Ministério Público
gaúcho e a Secretaria Estadual de Educação (SEC) assinaram um Termo de
Ajustamento de Conduta (TAC) que determina o fechamento das escolas em sete
acampamentos sem terra.
O TAC prevê que até o dia 04 de Março devem ser desativadas as turmas de
educação infantil, ensino fundamental e de Educação de Jovens e Adultos
(EJA). As crianças devem ser matriculadas na rede pública e ter transporte
escolar. Caso não seja cumprido, o governo do estado será multado em um
salário mínimo por dia de atraso.
O Procurador de Justiça e integrante do Conselho Superior do Ministério
Público, Gilberto Thums, argumenta que o objetivo do acordo é garantir que
as crianças sem terra tenham o mesmo ensino da rede pública, o que não
estaria acontecendo.
"A gente tem um nicho de professores que são escolhidos a dedo pelo
Instituto Preservar, que são afinados ideologicamente com idéias
extremistas. Isso provoca um ensino completamente fora dos padrões que o
Estado tem que garantir. A idéia é que tenhamos um ensino com pluralidade
de idéias e inclusão social", diz.
O procurador lista uma série de irregularidades. Entre elas, a
infra-estrutura das escolas é precária e o poder público não estaria
conseguindo fiscalizar o conteúdo programático e nem a carga horária. Thums
ainda alega que o convênio entre o Instituto Preservar e o governo é
ilegal, pois repassa a uma organização não-governamental o dever da
educação que é do Estado.
No entanto, a coordenadora pedagógica das escolas itinerantes, Marli
Zimermann de Moraes, contesta as críticas do Ministério Público. Ela
garante o cumprimento do conteúdo programático e diz que a falta de
infra-estrutura reflete o sucateamento promovido pelo governo. Educadores
estão com salários atrasados desde Julho passado e escolas não recebem
material pedagógico. Além disso, o convênio permite a contratação de apenas
13 educadores e de uma merendeira por escola para cuidar de 400 crianças.
No entanto, o principal motivo para o fechamento, denuncia Marli, é tentar
enfraquecer o Movimento Sem Terra (MST).
"Acabar com as escolas itinerantes é impedir que as famílias lutem pela
terra. Porque quem vai ir para a luta é só quem não tem filho. Em cinco
dias que a criança não vai para a escola, o Conselho Tutelar é chamado e o
pai pode ir preso. A itinerante tem a especificidade de acompanhar o
acampamento", argumenta.
O fechamento das escolas itinerantes é um dos desdobramentos das Ações
Civis Públicas encaminhadas pelo Ministério Público no ano passado. Nas
ações, promotores determinaram medidas para conter ações do MST e até mesmo
chegaram a propor a extinção do movimento, o que depois foi negado.
As escolas itinerantes foram reconhecidas no estado pelo Conselho Estadual
de Educação em 1996. Baseados na experiência gaúcha, outros estados
adotaram o sistema, entre eles Santa Catarina, Paraná, Piauí, Alagoas e Goiás.
film www.leonardo.st/brasilsuecia/Lulafilm.htm
Lennart Kjörling
Rua direta de Santo Antonio 22
Salvador-BA, Brasil
0055-71-3241 4321 pensionat
0055-71-3327 1338 privat
Te recordamos los eventos incluidos en la Agenda del Foro Social de Sevilla que
tendrán lugar en las próximas 48 horas:
Eventos propios del Foro Social de Sevilla:
Evento: Plenario del FSS. Martes 24 de febrero, 20:00h Casa de la Paz,
Plaza del Pumarejo
Fecha: 24/02/2009 20:00
Enlace: http://www.forosocialsevilla.org/spip.php?article.516
Saludos y esperamos tu participación.
Foro Social de Sevilla
www.forosocialsevilla.org
forosocialsevilla@...
Estimado Sr. Consejero de Industria, Energía y Medioambiente de la Junta de Extremadura:
¿Cómo se le ocurre decir en Bruselas que "ningún proyecto público o privado ha tenido tantas facilidades para ser consultado...tanto el documento de síntesis del EIA como la documentación completa, ha estado disponible en varios puntos y distintos formatos, para facilitar el acceso...”?
Esto es INCIERTO. ¿No sabe Ud. Que un proyecto de esta complejidad no ha estado ni 30 días "reales" para ser estudiado. Nunca nos han facilitado el proyecto digitalmente; algunas partes venían en separatas como ha sido el caso en el Ayuntamiento de Ribera del Fresno; se tenía que estar "in situ" para su consulta; solo en horario de mañana; no se podía fotocopiar ni copiar digitalmente y la entrada estaba limitada?
Tampoco es cierto que seaun proyecto privado. ¿No sabe Ud que el 20 % es público?
Tampoco puede decir que el Gobierno regional "solo tendría competencia para autorizar el proyecto, una vez recibido el visto bueno del Ministerio"... No señor, ¿No sabe que ustedes han defendido dicho proyecto como suyo el 16-12-2004 en la sesión plenaria nº 30 del Diario Sesiones de la Asamblea de Extremadura, llegando a manifestar “para inducir la decisión del gobierno Central? Usted es juez y parte.
Tampoco es cierto que las asociaciones ecologistas lo hayan calificado como un estudio "riguroso". ¿Usted no se ha enterado que las cinco Organizaciones no gubernamentales que integran el consejo asesor de medio ambiente (Amigos de la Tierra, Ecologistas en Acción, Greenpeace España, Sociedad Española de Ornitología SEO/Birdlife., WWF/Asociación de Defensa de la Naturaleza (ADENA)) han denunciado el proceso?
Tampoco es cierto que sea un ejemplo de colaboración entre ambos países ¿No sabe Ud. que El documento de consulta y contestación está en portugués, pero el proyecto (que allí SI se ha dado en copia digitala todas las organizaciones implicadas) está en español? ¿No sabe que estas organizaciones están desbordadas para la falta de tiempo (30 días) y sobre todo de "entendimiento". ¿Por qué se ha dado en Portugal y en Extremadura no? ¿Es acaso porque en Portugal existe más impacto que en Extremadura?
Tampoco es cierto que el pantano de Alange tenga 800 hm3. ¡Eso será cuando esté lleno! ¿No sabe que a fecha de 9/2/09 tiene 249 hm3, lo que supone un 29,3 % y el año anterior a igual fecha tenía 350 hm3 o un 42 % según el parte semanal de embalses del MMA Rural y Marino?
Tampoco es cierto que vaya a consumir 4 hm3. ¿No sabe que en el estudio se apunta la posibilidad de transportar hasta 6 Hm3/año con el diseño de un grupo de bombeo para caudal máximo de 714 m3/h para posibles ampliaciones? Por cierto, todavía estamos esperando de Confederación Hidrográfica del Guadiana –CGH- las contestaciones a la petición de información sobre las alegaciones a la solicitud de abastecimiento.
Tampoco es cierto que se intuya un déficit de gasóleos y querosenos. Las ampliaciones de refinerías en España, Norte de África y Sines en los últimos años, la disminución del consumo y la incorporación de productos sustitutivos lo compensarán. Aún así, lo lógico es incentivar la independencia del petróleo con planes sobre la demanda. ¿No sabe que BP Oil Refinería de Castellón invirtió 250 millones para aumentar la producción de gasoil, Cepsa aumentó hasta 1.370 millones la inversión en sus dos refinerías andaluzas de Palos de la Frontera en Huelva y San Roque en Cádiz,Repsol YPF invirtió 3.200 millones y en Vizcaia se invirtieron 600 millones?
¿No sabe que en Cores (Corporación de Reservas Estratégicas de Productos Petrolíferos) del mes de noviembre se dice literalmente: “En noviembre, al igual que en el pasado mes de octubre, el descenso (del consumo de petróleos) es aún más pronunciado y alcanza el 8,3 %...el consumo de gasóleos una disminución del 9.6 %” o que las estimaciones del la OPEP en su informe mensual de enero revisa a la baja en 30.000 barriles diarios las previsiones de hace un mes, con un descenso del consumo de 180.000 barriles en 2009, hasta los 85,66 millones de barriles diarios (mb/d)?, o que la demanda_mundial de_petroleo_caerá en un _millón de barriles diarios según estimaciones de laAgencia
Internacional de la Energía (AIE)l ?
Tampoco es cierto que la inversión en Refinería Balboa sea de 2.000 millones de €uros. Se empezó en 1.200, pasó a 1.800 y 2.800. Ahora ya no lo sabemos, esto sin contar las infraestructuras como carreteras, líneas eléctricas o gas que se han ido incorporando.
Tampoco es cierto que vayan a crear 2.600 puestos de trabajo. ¿No sabe que la misma empresa explicita 398 directos en su plan de negocios de 2004 y el Estudio de Impacto Ambiental (EIA) en 700 directos? ¿No sabe que la ampliación de la refinería Cartagena, que esde 6 millones de toneladas (es decir más que esta), lo expresa rotundamente: creación de 300 puestos de trabajo directos? Eso sin contar los que destruye.
Tampoco es cierto que "se están instalando proyectos de refinerías (de petróleo) con un impacto equivalente".
¿Usted no sabe que la misma EIA hace un estudio del incremento energético que supone el hacerla en el interior cifrado en un 6.8 % más? Y esto considerando que “la energía asociada a la corriente 6 para el transporte entre la Refinería de los Santos y la cementera Balboa se ha despreciado dada la proximidad entre las dos instalaciones” o “se supone que todo el consumo de destilados de la Comunidad Autónoma será cubierto por la producción de la Refinería y “olvidando” el gasto energético desde la planta de almacenamiento hasta la primera estación de bombeo.
¿Usted no sabe que la misma empresa justifica una refinería de petróleo en Tierra de Barros argumentando que otras zonas están ya suficientemente contaminadas: “dará lugar a un menor compromiso de la calidad ambiental que la localización alternativa en Huelva”?
¿Usted no sabe que se hace un estudio de probabilidad de riesgos de vertidos?
Tampoco es cierto que tenga prioridad el uso de agua para la población o agrícola. ¿Sabe Usted que seha “revisado y sustraído” agua de la dotación a regadío tal y como se expresa en la carta del Ex consejero de Agricultura D. José Luis Quintana al Presidente de CHG de fecha 4 de enero de 2006 diciendo: “en contestación a su escrito de 6 de mayo de 2005 en que me comunicas la solicitud del Grupo Alfonso Gallardo de unos recursos de agua de 4 Hm3 desde el embalse de Alange en detrimento de los 52.5 hm3 inicialmente previsto para el riego de 17 500 ha de vid y olivar en Tierra de Barros. Te comunico que una vez realizado el correspondiente informe por los técnicos de esta consejería en el que se han estudiado las necesidades de agua de estos cultivos en la zona, podría reducirse la dotación a estos cultivos, inicialmente prevista en 3000 m3/ha al año a 2765 m3/ha sin perjuicio a los cultivos y mantener la superficie
prevista. Un fuerte abrazo.” ? Hagan las cuentas 3.000 m3/ ha menos 2.765 m3/ha por 17.500 Ha. ¡Que curioso 4 Hm3!
Tampoco es cierto que la tasa de paro sea tan elevada y con tan baja renta. Puede que lo sea en Extremadura, lo cual, indica la ineficacia de su Gobierno, pero no en la Comarca de Tierra de Barros, la cual es de las zonas más ricas de la región, hasta la fecha.
Con todos los respetos del mundo a su persona, puede ser que me equivoque, por lo que aprovecho para reiterarle mi más entera disposición a entender su posición, apelando a que me responda en ese caso.
Afectuosamente, le saluda:
García José Álvarez Gragera.Villafranca de los Barros.
Viernes 27 de Febrero
19.30hs
Fabrica de Sombreros (c/Heliotropo - a 20mts de Plza San Marcos)
MESA-DEBATE-PROYECCIONES
“AUTONOMÍA Y METRÓPOLIS: Instituciones del Común, Centros Sociales y
Espacios de gestión ciudadana”
Intervienen:
Casa Invisible (Málaga), presentando su publicación "Autonomía y
Metrópolis: del movimiento okupa a los Centros Sociales de 2ª
generación"
http://estrecho.indymedia.org/feature/display/67297/index.php
CS Sin Nombre
CV Pumarejo
Fábrica de Sombreros
Huerto del Rey Moro
PRESENTACIÓN
El pasado año, la Universidal Libre Experimental (Ulex), proyecto de
autoformación de La Casa Invisible, junto al colectivo Precarios en
Movimiento (PnM)lanzaron una publicación titulada "Autonomía y
Metrópolis:
del movimiento okupa a los Centros Sociales de 2ª generación". Se
trata de
una recopilación de textos centrados en un análisis sobre las
prácticas de
Centros Sociales y su relación con las transformaciones vividas en las
ciudades, el trabajo y los derechos en los últimos años.
El Viernes 27 los-as compas de La Casa Invisible visitarán Sevilla con
al
intención de presentar este material y dialogar con las experiencias
de
centros y espacios sociales de gestión ciudadana de la ciudad sobre
como
profundizar la cooperación y las reflexiones comunes entre
experiencias
"hermanas" intentándonos situar en una "hipótesis de victoria":
¿Podemos imaginar una campaña conjunta por la defensa de los espacios
de
autogestión ó gestión ciudadana?
¿Podemos imaginar una "puesta en movimiento" de toda la energia
creatividad, cooperacion y afecto que se producen en los CS?
¿Pueden ser los CS un espacio atractor y dinamizador de un contrapoder
metropolitano capaz de conquistar derechos urbanos y espacios/tiempos
de
autogobierno?
¿Cómo imaginar una ofensiva pública que resitúe la relación
conflictiva
entre movimientos-institucion de modo que podamos pasar de la
hipotesis de
la resistencia a la hipótesis de la victoria?
Nudos problemáticos a discutir:
-Composición de gente que habita el espacio
-Prácticas y formas de politicidad de esta composición
-Relación con las instituciones
-Economía y dimensión productiva de los proyectos
-Papel de los proyectos en el contexto de la crisis
La riqueza de esta edición, más allá de la calidad de los textos y su
cuidada edición, radica en surgir desde las entrañas de algunas
experiencias concretas de CS y abordar en primera persona algunos de
los
principales debates de este movimiento.
Nos debería servir para entender por qué en la actualidad resulta
imperativo ensayar modelos híbridos con los que armar nuevas máquinas
políticas. ¿Qué composición técnica, cultural y política sustenta,
agrega
y afecta a los centros sociales?, ¿cuál es la temática que vertebra el
trabajo político de cada centro social?, o, dicho de otro modo, ¿de
qué
manera se entrelazan los dispositivos contra la precariedad y el
centro
social como dinámica de creación autónoma?, ¿qué coyunturas y
problemas
comporta este ensamblaje?, ¿en qué medida el centro social puede
convertirse en un movimiento organizado con posibilidad de crecer como
sujeto político en la ciudad?, ¿cuáles son los límites a la hora de
confeccionar, como figuras precarias, un movimiento consistente?, ¿qué
papel desempeña el centro social en el entramado mixto de la ciudad (u
otro territorio de intervención) y los distintos actores sociales (más
o
menos organizados)? Son sólo algunas preguntas que guían las
reflexiones
de esta recopilación.
Pueden encontrar todos los materiales del cuaderno/herramienta en su
versión on-line aquí:
http://estrecho.indymedia.org/feature/display/67297/index.php
Se trata de un espacio de reflexión colectiva sobre las prácticas de
autonomía en la metrópolis.
¡¡¡Están todos-as invitados-as!!!!
Ahora también puedes acceder a tu correo Terra desde el móvil.
Infórmate pinchando aquí.
Asunto: PRIMER ENCUENTRO DE LA MEMORIA HISTORICA EN SAN JERÓNIMO
El Grupo de Trabajo de la Memoria Histórica de San Jerónimo y del Distrito Norte tiene a bien invitarle al
Primer encuentro que celebraremos la próxima semana con el siguiente programa y que también le remitimos como anexo:
PRIMER ENCUENTRO DE LA MEMORIA HISTÓRICA DE SAN JERÓNIMO
LUGAR : Salón de Actos del Instituto de Enseñanza Secundaria
San Jerónimo (Calle Corvina s/n) Bus nº 10.
Barriada de San Jerónimo
FECHA: Del Lunes 23 alJueves26 de Febrero 2009
Horario Exposición de 16:30 a 20:30 h
-PROGRAMADEACTOS-
Exposición temática
EL CANAL DE LOS PRESOS
Recuperando la Memoria de la Historia Social de Andalucía
Proyección de las películas yciclo de conferencias:
- LUNES 23 / 17:30 H.:“EL CANAL DE LOS PRESOS”
Presentación del documental a cargo de Gregorio de los SantosRuiz
Director del IESSan Jerónimo.
19:00 Conferencia a cargo de Ángel del Río, autor del Libro
“El Canal de los Presos” historiador de la Memoria Histórica.
-MARTES 24 / 17:30 H.:“EL MAR DEJA DE MOVERSE”
Documental sobre la investigaciónde la trama del asesinato del poeta
Federico GarcíaLorca en Granada.
19:00 Conferencia a cargo Juan Luis Castro, arqueólogo de la
Memoria Histórica sobre la metodología en excavaciones.
- MIÉRCOLES25 /17:30 H.:“UNA PASIÓN SINGULAR”
Película de aproximación Biográfica a la vida de Blas Infante.
19:00 H Conferencia a cargo de los historiadoresFco. Espinosa, autor del Libro “La Justicia de Queipo” y José Mª. García Márquez autor del libro “La UGT de Sevilla, GolpeMilitar, Resistencia y Represión”.
- JUEVES26 / 17:30 H.:“LAS 13 ROSAS”
Película sobre la represión contra la mujer en el franquismo.
19:00 Conferencia a cargo de Pura Sánchez Sánchez profesora colaboradora de la Memoria Histórica y autora del libro
“Individua de dudosa moral”.
ORGANIZAN:
Grupo de trabajo de la Memoria Histórica en San Jerónimo y del
Distrito Norte del Excmo. Ayto. de Sevilla.
Asociación de Madres y Padres del IES San Jerónimo.