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#4607 De: "Bruno Kampel" <bkampel@...>
Fecha: Do, 1 de Mayo, 2005 2:39 pm
Asunto: La madre que los parió!...
mislistas2001
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 (En algunos países latinoamericanos hoy es el día de la madre)
 
 

  

  (Esbozo de una lágrima verbal, nada virtual. Un solo párrafo del largo discurso de la realidad)


 

EN EL DÍA DE LA MADRE...


...como siempre ocurre, cada uno de los cada vez más incontables chicos de la calle se abrazará al semáfore de una de las muchas esquinas de su madre adoptiva, y festejará la magna fecha compartiendo con sus hermanos de desventura algunos tallarines confiscados del fondo del tacho de basura en el cual la opulencia ajena descarta las sobras orgánicas de su egoísmo, y brindará con agua putrefacta de algún charco por la felicidad de todas las calles y de todas las anchas y arboladas avenidas, hasta que finalmente el sueño lo pueda y el niño anciano, en un pase de mágica digno del mejor de los prestidigitadores, transforme un par de arrugadas hojas del cuaderno financiero del diario del día en confortables sábana y frazada, y sin la caricia materna o el vaso de leche caliente o el beso en la frente como broche de oro de ese día, y sin ni siquiera poder apagar la luz del farol y el reflejo de la louna y las estrellas que insisten en iluminar su dilacerante soledad, o bajar los decibeles de las ruedas de los coches que aceleran y los gritos de alegría que salen de las ventanas circundantes invadiendo sus oídos huérfanos de palabbras dulces, se acostará sobre los restos mortales de todos sus sueños y abrazándose a su desilusión hereditaria aceptará la invitación de su cansancio vitalicio que lo prostra y de la desnutrición milenaria que nubla la conciencia, para transformarse en el actor principal de sus pesadillas infantiles, teniendo como público atento y hambriento a un multitudinario batallón de ratas y perros sin dueño y piojos insaciables, y como escenario la fría, asfaltada y sucia pollera de la madre calle,  ama seca honoris causa de todos los niños expulsados del paraíso por la injusticia social que dicta las reglas del juego inventado por aquellos que todo lo pueden y todo lo quieren y con todo se quedan.

Arrorró mi niño... arrorró mi sol...

 

© Bruno Kampel
 http://bruno.kampel.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


#4606 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Do, 1 de Mayo, 2005 3:17 am
Asunto: O poder da sedução na meia idade
casasazuis
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O Poder de Sedução na Meia Idade

 

                  As meninas são treinadas para exercer a sedução desde pequenas.Houve época em que as crianças vestiam-se como mini-adultos, depois fizeram tudo para criar roupas leves, confortáveis, alegres:nascia a “moda infantil”, hoje responsável por consumos , gastos e...lucros, para os  fabricantes e vendedores...Mas retornou, com a inflluência da apresentadora Xuxa,a tendência a fazer as meninas se vestirem quais pequenas mulheres, enquanto ela perdia idade vestindo-se qual criança.Hoje, após a maternidade, desistiu dessa tolice,talvez anteriormente fosse influenciada pela Marlene Mattos.Tendo rompido com a empresária, ganhou em bom senso.Ser mãe faz dessas coisas.De qq forma, após sua era inicial, as garotinhas não abrem mão de batons, bijouterias,requebros e beijinhos.Mas vá a púbere fazer as mesmas coisas.Proibidas de se expor ao bicho homem, as ninfetas ao crescer,voltam a seguir modismos, mas não sabem o que fazer com seu poder de sedução.

                  Filha minha não senta em colo de tio algum”, decreta o pai, sem explicar bem o porque à assustada garota.Embora louvemos todos os cuidados que demonstram precaução contra impertinências sexuais de adultos que podem chegar a abusos mais sérios, como estupros,sabemos que essa forma velada e definitiva de bloquear a sexualidade latente , tem conseqüências sérias para seu desenvolvimento perfeito.Limites devem ser colocados,mas com explicações que as pessoas em formação possam entender/atender. Em pequena, a criança é constantmente instada a  jogar beijos,beijar,cativar.Depois, fica perplexa porque não pode fazer nada disso.E então começam os namoricos escondidos, as teimosias da adolescência que acabam por expor, desnecessariamente a inocência,até para adultos desviados de conduta...

                  Mas a mulher é gerenciada para o casamento, não para o exercício livre da sexualidade.Poucas são as mulheres, ainda nos dias atuais, que podem deixar fluir seus direitos sobre o corpo.Mesmo o mais simples deles, o de ir e vir, garantido na Declaração Universal dos Direitos Humanos.Mulher “usada” não tem o mesmo valor.”Rodada”, taxam os mesmos que as rodaram...”Galinha e vassoura”:a que abaixa-se para qualquer um .A que varre muitos chãos.Virgindade, exercida como prova de honra e seriedade, mas na verdade, a forma encontrada para garantir que os herdeiros de alguém fossem realmente seus filhos...O velho e irônico dito:”Filhos de minha filha, meus netos são...Filhos de meu filho, meus netos serão?”E outro:”segure suas cabritas que meu bode está solto”.Ou seja, o homem, podia a mulher,nunca.

                 Elas chegam ao casamento de várias maneiras.Em geral, uma idéia imposta de que está na hora.Nem todas têm certeza de que a escolha é a mais correta e muito menos se será para sempre.mas esperam que sim.Antes, “até que a morte os separe”.Hoje, “Até que a sorte os separe”.Muitas mulheres se mantêm infelizes ad aeternum.Não têm coragem de deixar o cônjuge.Temem os demais,censuras da famíliaDos filhos.Mesmo agora,que a maioria delas estuda, trabalha, não depende de um provedor para viver.No tempo de minha avó uma jovem não casada ou enviuvada cedo,somente podia ser costureira ou professora.Se não arranjasse trabalho fora, costuraria ou bordaria em casa, faria doces para vender, crochet.trabalhos manuais,que pouco lhe rendiam...Mas muitas criaram e formaram assim os seus filhos.No fundo, um desejo:tendo filhas, casá-las e conseguir um bom provedor que as tirasse do sufoco.De preferência,  o genro levando a sogra de bônus, não de ônus.

                Casada, a moça devia agradar ao marido:atendê-lo, serví-lo.Inclusive na cama..Dias de ter relações(leia-se “obrigações”) conjugais, determinadas pelo padre, depois pelo marido..Não podia demonstrar paixão.Não ficava bem para uma senhora distinta..Ou esposa de alguém, em qualquer classe social..O prazer negado a elas, ficava para as prostitutas, as “perdidas”(muitas expulsas de casa paterna por terem engravidado sem saber nada de concepção, de sexualidade)apenas cediam .Não eram os homens os detentores do poder?As francesas importadas para propiciar aos senhores coloniais , a luxúria, os truques sexuais, nada negando-lhes e vestindo-se de forma bastante provocante.Algumas esposas ardiam.E depois se confessavam aos padres, humilhavam-se para os pastores.Entre os judeus, a moça casada a  usar peruca de matrona.Nunca mais poder  ser graciosa.Somente o esposo verá seus cabelos,na intimidade.Até hoje, vemos exemplos de mulheres com a sexualidade coartada por um ou outro motivo...Não ceder ao desejo do marido, impossível.O dela , ele ignora.O corpo não é visto.Nem sempre a roupa é retirada.Longas camisolas velam as formas.Após um parto, quarenta dias de resguardo.para que o corpo se recupere e possa novamente,engravidar.Há esposas que desgostam do cônjuge por um motivo-que vai dos hábitos de higiene ao nojo do membro virl, do dissabor causado por ele-puladas de cerca,grosserias, sovinices-mas não são capazes, por toda a vida, de contar o porque de seuNãotão detestado pelo marido,ou do fato de ceder sem gozo, entre um sem números de atitudes que são, para elas, punições a ELE, esquecendo de que, negando-se à sexualidade sadia, negam a elas próprias a chave do prazer...

 

II

     

                     Hoje, com tantas separações, há muitas mulheres de meia idade sozinhas.Há ainda as que preferem investir na carreira.Cabeças livres, não se coíbe a livre expansão dos desejos, que podem ser satisfeitos mesmo sem o casamento sagrado.Há muitas formas de união.cada qual no seu apartamento.Amizades coloridas.Encontros circunstanciais, por exemplo, em congressos, viagens de negócios, férias.No entanto, surge,muitas vezes, uma bitola pessoal:ao perceber que a hiper valorização do corpo físico exige mulheres jovens ou magras muitas retraem-se e negam a si próprias experenciar as alegrias do romance.

                     Algumas viram escravas das academias, malhando às vezes até adoecer, para conseguir modelar um corpo novo.Há as lipo-aspirações,os implantes de silicone,o botox, as cirurgias reparadoras, estéticas.A maioria pode então, esquecer-se de amar e fazer amor, ser amada, com a alma e o esírito também.Nada contra a pessoa ser cuidadosa, buscar o melhor para si.Gostar-se e valorizar-se é positivo.Mas...o que muitas não sabem é exercer o naturalpoder de sedução que a mulher tem.

                       Intuitivamente, ela sabe que o ditadopeixe se pega pela boca”, ainda em uso, evidentemente, sozinho, é um fraco meio de conquista.Vá estar o peixe com molho de alcaparras ou o Tiramisu perfeitos, sem o perfume marcante, parecido com quem o usa,sem a roupa íntima bonita e sexy, sem o batom provocante, sem a magia das palavras sussurradas, sem o encantamento das promessas, sem a performance na cama(ou no chão...)

                       Os homens hoje esperam um pouco de sedução agressiva(no sentido de positiva).Que elas tomem a iniciativa.Se amarram um novo encontro-e até o primeiro-respiram aliviados,Se falam de suas próprias qualidades,eles as fixam.Se urram na hora do amor, sentem-se poderosos.Se mandam flores, lisongeiam-se.Se pagam a conta ou dirigem o carro numa estrada para que cochilem um pouco, gabam-se aos amigos.Trocando pneu então, maravilha...

                          Para a nova mulher, um homem novo.Respeito aos pontos eróticos da parceira,tempo gasto em provocar-lhe orgasmos, atenção na hora de vestir a própria roupa de baixo,habilidade em promover sexo criativo, tudo isso entra no romance,hoje...

                          Para um encontro, a mulher deve relaxar, ser autêntica, usar o próprio  corpo para dar e sentir prazer.No banho, pode deliciar-se antecipando o encontro.Ou mastubar-se ou imaginar o comportamento do parceiro.Este, escolhido.O odor deve ser o mais provocante possível,Se o corpo não é mais o de uma jovem, use velas, meia luz, sempre tão excitantes.A celulite não é levada em consideração, se o tesão é grande, os sentidos estão envolvidos por tudo que um corpo oferece a outro.A vaidade feminina, posta ali, a serviço das relações amorosas, instaura a autoestima, a auto-confiança.A idade passa a ter um caráter secundário.Eu, que atendo em psicoterapia ,homens e mulheres,sei que , realmente, a idade não importa para o perfeito desempenho sexual.

                             Rotina deve ser evitada, talvez num dia de inverno,um casal bem ajustado possa colocar meias de e vestir moletons, sem perder nada ,admitindo com graça e humor, que sente frio, mas em geral, nada feio deve entrar na relação amorosa.Bom lembrar que, fazendo amor, o sangue esquenta:a temperatura sobe, os parceiros suam.Depois, que vistamseus agasalhos,mas estes devem provocar palavras afetuosas(“meu ursinho”,” minha gatinha angorá”).Muitas pessoas de meia idade e mesmo os idosos,se tinham uma certa preguiça de fazer amor,justamente por sentimentos de menosvalia(pessoais ou do parceiro), quando encontram novos companheiros, sentem-se renovados.Rejuvenescem.Os complexos desaparecem.O amor é um grande renovador de comportamentos!

                           Adoro estar no Rio de Janeiro, em Copacabana, onde a concentração de idosos é enorme e ver passar pessoas de meia  e terceira idade , bronzeados, vestidos com cores alegres, sorrisos no rosto, conscientes de seu poder , seja levando cãezinhos a passear, seja andando de mãos dadas ou abraçadinhos com quem estão ficando ou vivendo...Tive uma paciente cinquentona, que ia quase toda semana para o Rio apenas para sentir outra vez que era olhada e desejada.Acabou conhecendo um homem mais novo com  quem manteve um ardente caso amoroso...  Ela não era rica, nem especialmente bonita,mas charmosa e alegre, permitiu-se ter oportunidades e não as deixou escapar...Alegre, contava-me que hospedava-se na casa de uma amiga com mais de setenta e que esta tinha também um  namorado fixo.Aqui também quero considerar que Amor entre pessoas mais velhas é um fato,existe, realizando e alegrando a vida dos amantes-os que se amam, lembrem e que sexo mesmo sem amor,com afeição genuína, pode ser bastante nutritivo,digamos...

                            Neste milênio, com a Internet, houve umboom” de conhecimentos orientais.Estuda-se-e pratica-se sexo tântrico, faz-se uma releitura-inclusive braileneanamente, ao vivo-do Kama Sutra,alonga-se o corpo para que as posições possam ser as mais variadas possíveis.Ler muito, de tudo, ou navegar pela Internet,para saber o que é “da hora”, vão ampliar seu arsenal de assuntos.Embora, às vezes, se possa falar com a vagina(nessa época, não é à toa que a peçaMonólogos da Vagina” tenha logrado tanto sucesso!)e/ou ficar totalmente em silêncio a dois, apenas respirando juntos,saber conversar pode ser mesmo uma arma de sedução ...

                          Algumas mulheres queixam-se que não “arranjam”(lembram?Os casamentos relmente arranjados...Outrora!A expressão é herança colonial!)namorados.Mas ficamà espera de que alguém (quem?) apresente alguém.Não vão ao cinema, ao teatro, não se sentam em praças para ler e...papear com o homem que está ao seu lado,não sorriem para não parecerem “atiradas”, consomem-se de inveja das pessoas mais jovens que “ficam”

E criticam as “assanhadas”...Os tempos são outrospossível ser digna e séria rindo e cantando, conversando, sendo genuinamente simpática.Bom viajar,ir a apresentações públicas, sentar no parque para ouvir um concerto e puxar conversa com o vizinho.Se não   virar namoro e muito menos amizade, a pessoa terá com quem passar o tempo. não vale deixar o tempo passar...

 

Clevane Pessoa de Araújo Lopes

30/09/03

BH


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#4605 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Do, 1 de Mayo, 2005 2:40 am
Asunto: Visiste o lindo trabalho de Paola Caumo, a Sra.Jorge Humberto:geocities.yahoo.com.br/clevanedeasas
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#4604 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Do, 1 de Mayo, 2005 2:18 am
Asunto: Alada
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 CLEVANE DE ASAS

Alada
Clevane Pessoa de Araújo Lopes
 
 
En mis momentos de Paz interior
en mis sentidos
Yo soy el Fénix,
eternamente glorioso
y triunfante pájaro...
Mi inspiración,
en tonos primitivos
evoca los ángeles de la Alegria,
manteniendome radiante
a pesar de la noche enmarañada
en enredados enre(de)dos...
 
Para inspirarte, también deseo
vuelos impecables.
Quiça bailarei
la danza de la luz del fuego,
en el arco del cielo...
Somos indestructibles
a pesar de alas tan finas,
sutiles y tranparentes
pero energizadas...
 
(Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, em 23/12/2004)

 

Direitos autorais reservados
Imagens da net
 Arte by Paola Caumo

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#4603 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Vie, 29 de Abr, 2005 9:03 pm
Asunto: Zaíra Cantarelli vence Concurso de Poesias de Estalo, a Revista/Divulgue, por favor
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Amigos internautas:Agradecemos a todos que nos ajudaram na divulgação do I Concurso Estalo de Poesia e Crônicas(Belo Horizonte-MG).Foi um sucesso, concorrendo poetas de todo o Brasil.A grande vencedora, pela precisão do verbo/verso é do Rio Grande do Sul e se chama Zaira Cantarelli.
 
Em breve estaremos divulgando os textos vencedores,inclusive da lista de Menção Honrosa.
 
Aguardem o regulamento próximo concurso, que será de crônicas.
 
Cordialmente:
 
Clevane Pessoa, pela coordenação(vide abaixo)
 
 
 
Prezada Zaira:
 
Com prazer, informamos que você foi a grande vencedora do concurso de Poesias de Estalo, a Revista, número 4, que será lançada dia 20/05/2005.
Parabéns!
Lembramos que seu prêmio são 110 exemplares da revista(valor comercial de R$5,00 cada, no total de R$550,00)mais uma página gratuita para vc  editar as poesias que enviou.Dessa forma,vc ficará com duas páginas,pois a que pagou já está pronta, conforme viu.
Mais tarde, faremos novo contato, enviando os convites para o lançamento.
Por favor, revise as poesias, reenviando-nos com a máxima urgência.
 
Luiz Paulo Lyrio, Virgilene Araújo, Rogério Salgado e Clevane Pessoa de Araújo(Comissão Julgadora)

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#4602 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Vie, 29 de Abr, 2005 6:06 pm
Asunto: Fwd: Clevane toma posse na ANELCACompareça com família e amigos, d ivu lgu e, p or f avo r.
casasazuis
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Amigos:tenho o prazer de convidá-los para, na medida do possível, estar omigo sábado, amanhã, na ANELCA, onde tomarei posse,a convite,desde que lá estive para fazer uma palestra sobre minha trajetória nas Letras e nas artes, a partir dos tempos de jornalista em Juiz de Fora, MG, quando pertencía ao NUME(Núcleo Mineiro de Escritores), presidi a UBT-JF, estudei na SBAAT(Sociedade de Belas Artes Antonio Parreiras), com seu presidente, Clério de Souza e militei na imprensa(Gazeta Comercial e Jornal Urgente).
Solicito sua divulgação.Abaixo, na íntegra, a convocatória.
Cordialmente:
Clevane Pessoa de Araújo
 
 
ACADEMIA NEVENSE DE LETRAS,CIÊNCIAS E ARTES-ANELCA
 
Of.ANELCA/034/2005
Assunto:comunicação e Solicitação(faz)
 
Ribeirão das Neves,15 de abril de 2005
 
Prezada Senhora Clevane Pessoa de Araújo
 
A Academia Nevense de Letras, Ciências e artes, ANELCA,entidade fundada em 02/10/99,com sede no Município de Ribeirão das neves(MG),com imenso prazer,vem comunicar a V.Excia,que na Reunião Ordinária realizada em 13/04/05,na Casa de Cultura de Neves, V.Excia foi votada e eleita,por unanimidade,como Sócia benemérita desta entidade Cultural.
 
O seu nome foi aceito e reconhecido como uma personalidade de alto valor para a nossa sociedade e nossa Entidade.Gostaréiamos de outorgar a VExcia tal comenda, em sessão Solene que se realizará no dia 30/04/05,sábado, no Centro de Convenções do CAIC,na Rua Principal núm.86, Bairro Santa Paula, em Ribeirão das Neves.
 
Gostaríamos que V Ex confirmasse sua presença no referido evento com o Sr.Mauro,através do telefone (31)3624-2437,no horário comercial ou no celular de número 99821826.Gostaríamos ainda que, antes do evento, nos encaminhasse os seguintes dados(......)assim como sua biografia e uma fotografia para o álbum da Academia.
 
Agradecidos, esperamos o seu contato e presença reafirmamosde nossa honra em tê-la nessa entidade como Sócia Benemérita,o que será registrado na memória de todos os acadêmicos e nos Anais da ANELCA e de toda a nossa sociedade.
 
Respeitosamente:
 
Mauro José de Morais
       Presidente

Note: forwarded message attached.


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----- Original Message -----
Sent: Friday, April 29, 2005 5:40 PM
Subject: Fwd: Clevane toma posse na ANELCACompareça com família e amigos, divulgue, por favor.

Amigos:tenho o prazer de convidá-los para, na medida do possível, estar omigo sábado, amanhã, na ANELCA, onde tomarei posse,a convite,desde que lá estive para fazer uma palestra sobre minha trajetória nas Letras e nas artes, a partir dos tempos de jornalista em Juiz de Fora, MG, quando pertencía ao NUME(Núcleo Mineiro de Escritores), presidi a UBT-JF, estudei na SBAAT(Sociedade de Belas Artes Antonio Parreiras), com seu presidente, Clério de Souza e militei na imprensa(Gazeta Comercial e Jornal Urgente).
Solicito sua divulgação.Abaixo, na íntegra, a convocatória.
Cordialmente:
Clevane Pessoa de Araújo
 
 
ACADEMIA NEVENSE DE LETRAS,CIÊNCIAS E ARTES-ANELCA
 
Of.ANELCA/034/2005
Assunto:comunicação e Solicitação(faz)
 
Ribeirão das Neves,15 de abril de 2005
 
Prezada Senhora Clevane Pessoa de Araújo
 
A Academia Nevense de Letras, Ciências e artes, ANELCA,entidade fundada em 02/10/99,com sede no Município de Ribeirão das neves(MG),com imenso prazer,vem comunicar a V.Excia,que na Reunião Ordinária realizada em 13/04/05,na Casa de Cultura de Neves, V.Excia foi votada e eleita,por unanimidade,como Sócia benemérita desta entidade Cultural.
 
O seu nome foi aceito e reconhecido como uma personalidade de alto valor para a nossa sociedade e nossa Entidade.Gostaréiamos de outorgar a VExcia tal comenda, em sessão Solene que se realizará no dia 30/04/05,sábado, no Centro de Convenções do CAIC,na Rua Principal núm.86, Bairro Santa Paula, em Ribeirão das Neves.
 
Gostaríamos que V Ex confirmasse sua presença no referido evento com o Sr.Mauro,através do telefone (31)3624-2437,no horário comercial ou no celular de número 99821826.Gostaríamos ainda que, antes do evento, nos encaminhasse os seguintes dados(......)assim como sua biografia e uma fotografia para o álbum da Academia.
 
Agradecidos, esperamos o seu contato e presença reafirmamosde nossa honra em tê-la nessa entidade como Sócia Benemérita,o que será registrado na memória de todos os acadêmicos e nos Anais da ANELCA e de toda a nossa sociedade.
 
Respeitosamente:
 
Mauro José de Morais
       Presidente

#4601 De: "Rui Mendes" <rui-mendes@...>
Fecha: Vie, 29 de Abr, 2005 2:01 pm
Asunto: MEDIEVO. A. Medinilla
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 Cuarenta y dos 

 
 
La profanación de la rosa en el ajuar es el apunte herético de un rostro
 escuálido un sigilo corrompido Fue un declive del instinto creer en dios y
 hocicar como arte y parte las llagas de la mártir Quién se sacrificará en
 este mediodía en la plaza pública de la iniquidad Alguien besa y otro arde
 

 
 Cuarenta y tres
 
 
Clavamos por aquel entonces espinas en el torso de los ángeles bebimos en> los caminos su torrente ante las gatas rosadas de    
avalanchas Perdíamos el
 
camino por el hueco de una herida Brujería no fue no sé cómo ardieron los
 
libros
 
_______________________________________________________________
 
Medievo.
Antonio Medinilla
 
adamaRamada ediciones:
www.adamaramada.org




 

#4600 De: "Rui Mendes" <rui-mendes@...>
Fecha: Vie, 29 de Abr, 2005 9:20 am
Asunto: FW: PLEBELLA en el CCEBA - Presentacisn del N:4
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MIÉRCOLES 4 DE MAYO - 18.30 hs.
PLEBEllA. Revista de poesía actual.

Participan: Gabriela Bejerman, Roberto Echavarren, Francisco Garamona y Romina Freschi (editora).

Plebella, revista de poesía actual, festeja su primer aniversario y el lanzamiento de su número 4, invitando a disfrutar la poesía de Roberto Echavarren, Gabriela Bejerman y Francisco Garamona.

Plebella #4 Abril 2005
Roberto Echavarren - Cecilia Vicuña - Gabriel Yeannoteguy / Reseñas: Garamona - Bejerman - Weissi - Sarachu - Juan García - Juárez Aldazábal - Pinotti - Coop. Ed. El Calamar / Neobarroco, verdad y ficción / Fiestas tseicas en la estación alógena / El poeta argentino de hoy (II parte) / Qué es un poeta? / El Vivo Retrato.


www.plebella.com.ar



Florida 943 (C1005AAS) Buenos Aires | Tel 4312.3214 / Fax 4313.2432 | www.cceba.org.ar | email: info@...
 
   

 


#4599 De: Fernando Luis Pérez Poza <fpoza@...>
Fecha: Vie, 29 de Abr, 2005 7:35 am
Asunto: Un nuevo número de la Bata del Camaleón
fpoza
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Os informo que ya se puede descargar gratuitamente, desde la página principal de la web www.eltalledelpoeta.com  el número de abril 2005 (Nº 1, el anterior fue el Nº 0) del periódico literario "La Bata del Camaleón" y que incluye:
 
SUMARIO
Editorial: Hallan el cuerpo de la guerra
Entrevista: Jürgen Konzet, el empresario que vino del norte
Una víctima colateral por Fernando Luis Pérez Poza
Camino hacia ningún sitio por Juan Vidal Fraga
La muy puta por Fernando Luis Pérez Poza
Fragmentos de "Testamento de Cordura" por Brais Ocampo
La Fusta del Breador
La página de Richard Pazos
Poemas de Alexander Vórtice
"Yo" por Cato
Plumas Invitadas: Daniel Vázquez Tasende y Miguel Calvo
El general por Bruno Kampel
El taller del poeta: La economía del lenguaje
Poemas de César González Cedillo
 
 
Saludos
Fernando Luis Pérez Poza



Nuevo Correo Yahoo!

#4598 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Vie, 29 de Abr, 2005 12:58 am
Asunto: Fwd: Jornal de Poesias "Desclassificados" - Edição Especial - ABRIL DE 2005
casasazuis
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Amigos:leiam , da série Des/Classificados, o último trabalho de Marcollobus.
Ele está ultimando Estalo, a Revista, número 4, que está muito linda,agora com autores nacionais além dos mineiros e que será lançada dia 20/05/2005 em um coquetel
Agradeço,de antemão, se repassarem..
Abraços:
Clevane
 


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#4597 De: "Rui Mendes" <rui-mendes@...>
Fecha: Jue, 28 de Abr, 2005 4:25 pm
Asunto: FW: FW: BOTERO INMORTALIZA A G. BUSH
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Jueves 28 abril 2005 (08h45) :
Fernando Botero inmortaliza a George W. Bush
Botero pinta el horror de Abu Ghraib


Por Mario Lamo Jiménez

Uno de los pintores más famosos del mundo, Fernando Botero, ha inmortalizado para siempre al presidente de los EE. UU., George W. Bush; y no lo ha hecho por sus hazañas, sino por las torturas y abusos cometidos bajo su gobierno. Una exhibición de 50 pinturas suyas donde muestra los horrores acaecidos en Abu Ghraib abrirá el próximo 16 de junio en el Palazzo Venezia, en Roma. Fernando Botero no es solamente uno de los artistas de más renombre en América Latina, sino que es reconocido mundialmente por su creatividad e imaginación. Los famosos "gordos" de Botero se han paseado por los museos más importantes del mundo y sus esculturas han recorrido calles y avenidas, desde París a Nueva York.

La revista "Diners" de Colombia, reproduce en exclusiva mundial en su presente edición las obras que formarán parte de dicha exhibición. Allí el lector puede ver en el estilo de Botero todas las imágenes en las que el artista ha plasmado uno de los episodios más vergonzosos, crueles e inhumanos de la presidencia de George W. Bush: La tortura y la humillación a las que fueron sometidos un sinnúmero de iraquíes por el mero hecho de existir. Ahora este episodio quedará grabado para siempre en la psiquis colectiva de la humanidad, junto con otras escenas de la depravación a la que puede llegar un ser humano, las cuales abarcan desde las torturas de la "Santa Inquisición" hasta las desoladoras imágenes de los campos de concentración de la Alemania Nazi.

Por obra y gracia de la ideología neoconservadora, la "democracia más ejemplar del planeta" se convirtió en el centro de torturas más sanguinario de la tierra y Botero ha sabido captar con sus pinceles la barbarie de un país presuntamente "civilizado". Sin embargo Botero no ha sido el primer artista de talla mundial en denunciar a través de su obra las ignominias de su época. Francisco José de Goya inmortalizó las masacres napoleónicas y a los inquisidores del siglo XIX, y Pablo Picasso con su obra "Guernica" mostró al mundo los crímenes de guerra nazi-franquistas en la ciudad del mismo nombre, cuando Francisco Franco en 1937, diera carta blanca a los nazis para bombardear dicha ciudad reduciéndola a ruinas, tal como lo hicieran los norteamericanos en Faluya. Siguiendo esta honorable tradición en que los grandes artistas captan la esencia de su época, Botero ha demostrado que desde Medellín a Bagdad, es capaz de reflejar ya sea lo más tierno o lo más abominable del espíritu humano.

Paradójicamente, en cierta ocasión, George W. Bush afirmó:
"La verdadera historia de mi gobierno será escrita dentro de 50 años, y usted y yo no estaremos vivos para verla".

Sin embargo, te tenemos buenas noticias, George, la verdad acerca de tu gobierno no sólo ha sido escrita, sino pintada, y ya no tienes qué esperar 50 años para conocer sus resultados. Si te haces presente el próximo 16 de junio en el Palazzo Venezia, en Roma, verás la verdadera historia de tu gobierno, pintada a todo color y con sus resultados finales expuestos para juicio del mundo. Tu estrella ha sido pintada para siempre en el panteón de la ignominia por un genial artista colombiano, para demostrarle al mundo que nuestros supuestos "benefactores", dado el caso, bien se pueden convertir en nuestros más crueles torturadores.


De : Mario Lamo Jiménez






#4596 De: "Helios Buira" <helios@...>
Fecha: Jue, 28 de Abr, 2005 3:55 pm
Asunto: Re: RV: [Cuenta Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada
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Helios Buira
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"No hay nada más movilizador que el pensamiento. Lejos de representar una triste abdicación, es la quintaesencia misma de la acción. No existe actividad más subversiva ni temida" Viviane Forrester
 
 
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Enviado: Jueves, 28 de Abril de 2005 12:45
Asunto: RE: [lapoesia] RV: [Cuenta Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada

Helios,

 

Autorizado.

 

Un saludo,

 

Bruno

 

 

 


De: lapoesia@yahoogroups.com [mailto:lapoesia@yahoogroups.com] En nombre de Helios Buira
Enviado el: jueves, 28 de abril de 2005 17:35
Para: lapoesia@yahoogroups.com
Asunto: Re: [lapoesia] RV: [Cuenta Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada

 

Estimado Bruno.

La semana próxima publicaré La Revista.

¿Me autorizás a que tu texto sea parte de la propuesta?

Te mando un abrazo.

Helios


Helios Buira
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Para: desde@...

Enviado: Jueves, 28 de Abril de 2005 05:28

Asunto: [lapoesia] RV: [Cuenta Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada

 

Hace unos días remití un mensaje incompleto con una versión anterior y no corregida de parte de este texto. Esta es la versión final

 

Bruno

 



 

HERENCIA MALDITA: LA TELENOVELA "EL CULEBRÓN DEL MILENIO"
(Bajo los auspicios de la Industria bélica y petrolífera de los EEUU)

   
Guión y adaptación a cargo del psicópata Bruno Kampel


Sumario de los capítulos anteriores:

Capítulo antepenúltimo:

 

George padre pasaba las noches agarrado con la mano izquierda a una botella de un intragable whisky canadiense, y con la derecha a una callada desesperación que el insomnio crónico insistía en mantener activa. Durante las pocas horas en las que conseguía conciliar el sueño, terribles pesadillas ocupaban militarmente todo el escenario de sus noches, ocasión en la que era asaltado por 300.000 cadáveres de niños iraquíes muertos por la hambruna que él les regaló, quienes pedían sin palabras que la historia no se repitiera, y en otro rincón de la pesadilla, soldados americanos muertos por nada, que en silencio exigían respuestas, y colgado en el dobladillo de esa alucinación que lo atacaba con nocturnidad y alevosía,  se hamacaba su hijo George W., que nuevamente había hecho pis en la cama.

George el hijo, aparte de dirigir una empresa explotadora de países explotadores de petroleo,  se deleitaba por no saber dónde queda París y de no tener ni la más remota idea del nombre de la capital del estado de Nueva York, ya que sus dos verdaderas y únicas pasiones eran la bebida y escuchar los sabios consejos mugidos por el ganado que engordaba en  su rancho tejano. Cuanto a sus planes para el futuro, ellos giraban sobre dos deseos fundamentales: vengar al padre de todos los Bush, y aprender a leer y escribir.

En la Florida - mientras tanto - el otro hijo del mismo padre compró la patente de la fórmula sudamericana del fraude electoral, y se la ofreció de regalo a su hermano para que tuviera con qué entretener las vacías e improductivas horas de su vida, lo que de hecho empezó a hacer desde el momento en  que el fraude consumado lo obligó a cambiar de residencia, mudándose para la casa pincipal del rancho, que queda en la avenida Pennsilvania de Washington D.C..

Entonces empezó el camino que condujo al penúltimo capítulo del culebrón televisivo:

Al principio fue la noticia de que el hijo del padre disponía de informaciones anónimas y sin fundamento en el sentido de que Iraq mantenía almacenada en paradero desconocido la gran parte sobrante de las armas químicas, biológicas y de destrucción masiva que Saddam había recibido de los Estados Unidos y de Inglaterra, para ser usadas contra el Irán de los aiatolás, y el hecho de no haberlas usado en su totalidad significaba - tanto para el padre cuanto para el hijo - que Saddam estaba incumpliendo las resoluciones de la ONU que exigían la   total eliminación de las mismas.

Pasados algunos meses, y depués de miles de inspecciones en decenas de miles de posibles escondites, los cientos de inspectores de la ONU encontraron un viejo depósito de chatarra con nada peligroso en su interior, lo que llevó al heredero de su padre a decidirse a contratar los servicios de verdaderos profesionales para que hicieran lo que es muy común en la política: fabricar pruebas, maquillar verdades, difundir mentiras.

Y así se hizo.  De la noche a la mañana Saddam pasó a ser cómplice de su gran enemigo Osama Bin Laden. Y una fotografia de una escuela, obtenida por un satélite espía, se transformó en  un depósito de peligrosísimas armas de destrucción de los Estados Unidos de América. Y así sucesivamente.

Propaganda de guerra que, para desesperación del padre, del hijo y del espíritu nada santo que asumió el control de mando de la diligencia,  acabó siendo el mayor fracaso jamás visto u oído, y entonces, buscando inspiración en la lectura de la biografía de la pantera rosa, decidió dar el paso definitivo que lo condujera directamente a las páginas de la Historia. 

Y así se llegó al último capitulo transmitido - pero no el último de la novela - que resumimos al  pie de esta sinopsis, aunque sus ecos aún resuenen en la memoria de toda la gente de bien. De nuestros  televisores aún fluye sangre inocente para dentro de nuestras casas. Desde sus discursos los "ganadores" nos ametrallan can una carga letal  de falta de vergüenza, cuyos efectos colaterales son terribles ataques de vómitos cada vez que se dejan escuchar.

Lo que importa ahora es saber si el Bien continuará prisionero de la banda de criminales que lo secuestró mientras los pueblos miraban hipnotizados a las pizarras electrónicas de Wall Street.

¡No se pierda el próximo capítulo!

En él podremos descubrir cuál es  el siguiente movimiento que los gendarmes mundiales a servicio de la ignominia divina harán: ¿darán la ordem de invadir Irán? ¿Autorizarán a Israel a bombardear indiscriminadamente a la población civil de Palestina?... Invadirán Cuba para entregársela a los traficantes de Miami? ¿O será que el emperador de todas las cloacas nos tiene reservado um grand finale,  librando al mundo entero de las terribles garras del mal, metiéndose una bendita y definitiva bala en su maldita cabeza?...

No se lo pierda. Mirar es gratis. La cuenta viene después.


AQUI ESTÁ EL RESUMEN DEL ÚLTIMO CAPÍTULO TRANSMITIDO. LA GUERRA EN UN SOLO DIA, PORQUE TODOS LOS DIAS DE GUERRA SON IGUALES.

RETROSPECTIVA

09:20 a.m. de la guerra del dios del capitalismo contra el satanás de opereta

Las bombas explotaban en todos las conciencias y en todos los idiomas, y la angustia trabajaba sin sueldo ni  descanso. Las mentiras oficiales se mostraban cada vez más obcenas, y los muertos insistían en ser cada vez más numerosos. De la Paz se desconocía el paradero, y  la guerra nos miraba burlona y se reía a carcajadas.

11:07 a.m. de la guerra del dios de opereta contra el satanás del paraíso

Los ruiseñores de Basra y de Bagdad y los gorriones   del norte de la muerte y del sur del precipicio, decretaban un minuto de silencio en causa propia, víctimas colaterales de todos los males unilaterales.

12:10 p.m. de la guerra del dios del ojo por ojo contra el satanás del nada por nada.

El árido suelo de la Mesopotamia de las Mil y una Noches recibía desde el cielo inolvidables lecciones de progreso tecnológico, mientras  los emisarios del Bien distribuían epitafios como si fueran golosinas 

16:33 p.m. de la guerra del dios de mierda contra el satanás de materia fecal

La sangre amiga y la enemiga se enlazaban en un abrazo desesperado e inesperado, y juntas abandonaban el escenario mientras la esperanza - en un gesto teatral bien ensayado - sucumbía herida de muerte a los pies del nuevo Emperador, y el Futuro finalmente caía prisionero de los famosos arquitectos de la ignominia.

21:00 p.m. de la guerra del dios de la CNN contra el satanás de Al Jazeera

Um selecto grupo de invitados de honor, que entusiasmado asistía  a la hecatombe desde el palco presidencial de Wall Street, aplaudía frenéticamente com los  bolsillos, al mismo tiempo en que se frotaba las manos haciendo las cuentas de los dividendos que la Muerte Ajena les pagara en tan solo un par de semanas.

23:59 p.m. de la guerra del dios dirá contra el satanás del qué te dije.

Una pregunta se imponía para cerrar con broche de oro la guerra de mayor audiencia, pero no se conocía ni la respuesta ni mucho menos los motivos.  Dios... Sí sí... Dios... y la Justicia, y el Sentido Común, y el Humanismo, y los Principios y Valores, y el Respeto ao Prójimo, y la Democracia, y la Ética, y la  Libertad, y la Fraternidad, y los Derechos Humanos...  Sí. Todos ausentes. Como sempre.

 © Bruno Kampel, escribiendo entre lágrimas de rabia .

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 



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#4595 De: "Bruno Kampel" <bkampel@...>
Fecha: Jue, 28 de Abr, 2005 3:45 pm
Asunto: RE: RV: [Cuenta Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada
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Helios,

 

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Bruno

 

 

 


De: lapoesia@yahoogroups.com [mailto:lapoesia@yahoogroups.com] En nombre de Helios Buira
Enviado el: jueves, 28 de abril de 2005 17:35
Para: lapoesia@yahoogroups.com
Asunto: Re: [lapoesia] RV: [Cuenta Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada

 

Estimado Bruno.

La semana próxima publicaré La Revista.

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Asunto: [lapoesia] RV: [Cuenta Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada

 

Hace unos días remití un mensaje incompleto con una versión anterior y no corregida de parte de este texto. Esta es la versión final

 

Bruno

 



 

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Sumario de los capítulos anteriores:

Capítulo antepenúltimo:

 

George padre pasaba las noches agarrado con la mano izquierda a una botella de un intragable whisky canadiense, y con la derecha a una callada desesperación que el insomnio crónico insistía en mantener activa. Durante las pocas horas en las que conseguía conciliar el sueño, terribles pesadillas ocupaban militarmente todo el escenario de sus noches, ocasión en la que era asaltado por 300.000 cadáveres de niños iraquíes muertos por la hambruna que él les regaló, quienes pedían sin palabras que la historia no se repitiera, y en otro rincón de la pesadilla, soldados americanos muertos por nada, que en silencio exigían respuestas, y colgado en el dobladillo de esa alucinación que lo atacaba con nocturnidad y alevosía,  se hamacaba su hijo George W., que nuevamente había hecho pis en la cama.

George el hijo, aparte de dirigir una empresa explotadora de países explotadores de petroleo,  se deleitaba por no saber dónde queda París y de no tener ni la más remota idea del nombre de la capital del estado de Nueva York, ya que sus dos verdaderas y únicas pasiones eran la bebida y escuchar los sabios consejos mugidos por el ganado que engordaba en  su rancho tejano. Cuanto a sus planes para el futuro, ellos giraban sobre dos deseos fundamentales: vengar al padre de todos los Bush, y aprender a leer y escribir.

En la Florida - mientras tanto - el otro hijo del mismo padre compró la patente de la fórmula sudamericana del fraude electoral, y se la ofreció de regalo a su hermano para que tuviera con qué entretener las vacías e improductivas horas de su vida, lo que de hecho empezó a hacer desde el momento en  que el fraude consumado lo obligó a cambiar de residencia, mudándose para la casa pincipal del rancho, que queda en la avenida Pennsilvania de Washington D.C..

Entonces empezó el camino que condujo al penúltimo capítulo del culebrón televisivo:

Al principio fue la noticia de que el hijo del padre disponía de informaciones anónimas y sin fundamento en el sentido de que Iraq mantenía almacenada en paradero desconocido la gran parte sobrante de las armas químicas, biológicas y de destrucción masiva que Saddam había recibido de los Estados Unidos y de Inglaterra, para ser usadas contra el Irán de los aiatolás, y el hecho de no haberlas usado en su totalidad significaba - tanto para el padre cuanto para el hijo - que Saddam estaba incumpliendo las resoluciones de la ONU que exigían la   total eliminación de las mismas.

Pasados algunos meses, y depués de miles de inspecciones en decenas de miles de posibles escondites, los cientos de inspectores de la ONU encontraron un viejo depósito de chatarra con nada peligroso en su interior, lo que llevó al heredero de su padre a decidirse a contratar los servicios de verdaderos profesionales para que hicieran lo que es muy común en la política: fabricar pruebas, maquillar verdades, difundir mentiras.

Y así se hizo.  De la noche a la mañana Saddam pasó a ser cómplice de su gran enemigo Osama Bin Laden. Y una fotografia de una escuela, obtenida por un satélite espía, se transformó en  un depósito de peligrosísimas armas de destrucción de los Estados Unidos de América. Y así sucesivamente.

Propaganda de guerra que, para desesperación del padre, del hijo y del espíritu nada santo que asumió el control de mando de la diligencia,  acabó siendo el mayor fracaso jamás visto u oído, y entonces, buscando inspiración en la lectura de la biografía de la pantera rosa, decidió dar el paso definitivo que lo condujera directamente a las páginas de la Historia. 

Y así se llegó al último capitulo transmitido - pero no el último de la novela - que resumimos al  pie de esta sinopsis, aunque sus ecos aún resuenen en la memoria de toda la gente de bien. De nuestros  televisores aún fluye sangre inocente para dentro de nuestras casas. Desde sus discursos los "ganadores" nos ametrallan can una carga letal  de falta de vergüenza, cuyos efectos colaterales son terribles ataques de vómitos cada vez que se dejan escuchar.

Lo que importa ahora es saber si el Bien continuará prisionero de la banda de criminales que lo secuestró mientras los pueblos miraban hipnotizados a las pizarras electrónicas de Wall Street.

¡No se pierda el próximo capítulo!

En él podremos descubrir cuál es  el siguiente movimiento que los gendarmes mundiales a servicio de la ignominia divina harán: ¿darán la ordem de invadir Irán? ¿Autorizarán a Israel a bombardear indiscriminadamente a la población civil de Palestina?... Invadirán Cuba para entregársela a los traficantes de Miami? ¿O será que el emperador de todas las cloacas nos tiene reservado um grand finale,  librando al mundo entero de las terribles garras del mal, metiéndose una bendita y definitiva bala en su maldita cabeza?...

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AQUI ESTÁ EL RESUMEN DEL ÚLTIMO CAPÍTULO TRANSMITIDO. LA GUERRA EN UN SOLO DIA, PORQUE TODOS LOS DIAS DE GUERRA SON IGUALES.

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Las bombas explotaban en todos las conciencias y en todos los idiomas, y la angustia trabajaba sin sueldo ni  descanso. Las mentiras oficiales se mostraban cada vez más obcenas, y los muertos insistían en ser cada vez más numerosos. De la Paz se desconocía el paradero, y  la guerra nos miraba burlona y se reía a carcajadas.

11:07 a.m. de la guerra del dios de opereta contra el satanás del paraíso

Los ruiseñores de Basra y de Bagdad y los gorriones   del norte de la muerte y del sur del precipicio, decretaban un minuto de silencio en causa propia, víctimas colaterales de todos los males unilaterales.

12:10 p.m. de la guerra del dios del ojo por ojo contra el satanás del nada por nada.

El árido suelo de la Mesopotamia de las Mil y una Noches recibía desde el cielo inolvidables lecciones de progreso tecnológico, mientras  los emisarios del Bien distribuían epitafios como si fueran golosinas 

16:33 p.m. de la guerra del dios de mierda contra el satanás de materia fecal

La sangre amiga y la enemiga se enlazaban en un abrazo desesperado e inesperado, y juntas abandonaban el escenario mientras la esperanza - en un gesto teatral bien ensayado - sucumbía herida de muerte a los pies del nuevo Emperador, y el Futuro finalmente caía prisionero de los famosos arquitectos de la ignominia.

21:00 p.m. de la guerra del dios de la CNN contra el satanás de Al Jazeera

Um selecto grupo de invitados de honor, que entusiasmado asistía  a la hecatombe desde el palco presidencial de Wall Street, aplaudía frenéticamente com los  bolsillos, al mismo tiempo en que se frotaba las manos haciendo las cuentas de los dividendos que la Muerte Ajena les pagara en tan solo un par de semanas.

23:59 p.m. de la guerra del dios dirá contra el satanás del qué te dije.

Una pregunta se imponía para cerrar con broche de oro la guerra de mayor audiencia, pero no se conocía ni la respuesta ni mucho menos los motivos.  Dios... Sí sí... Dios... y la Justicia, y el Sentido Común, y el Humanismo, y los Principios y Valores, y el Respeto ao Prójimo, y la Democracia, y la Ética, y la  Libertad, y la Fraternidad, y los Derechos Humanos...  Sí. Todos ausentes. Como sempre.

 © Bruno Kampel, escribiendo entre lágrimas de rabia .

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 



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#4594 De: "Helios Buira" <helios@...>
Fecha: Jue, 28 de Abr, 2005 3:35 pm
Asunto: Re: RV: [Cuenta Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada
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Asunto: [lapoesia] RV: [Cuenta Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada

Hace unos días remití un mensaje incompleto con una versión anterior y no corregida de parte de este texto. Esta es la versión final

 

Bruno

 



 

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(Bajo los auspicios de la Industria bélica y petrolífera de los EEUU)

   
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Sumario de los capítulos anteriores:

Capítulo antepenúltimo:

 

George padre pasaba las noches agarrado con la mano izquierda a una botella de un intragable whisky canadiense, y con la derecha a una callada desesperación que el insomnio crónico insistía en mantener activa. Durante las pocas horas en las que conseguía conciliar el sueño, terribles pesadillas ocupaban militarmente todo el escenario de sus noches, ocasión en la que era asaltado por 300.000 cadáveres de niños iraquíes muertos por la hambruna que él les regaló, quienes pedían sin palabras que la historia no se repitiera, y en otro rincón de la pesadilla, soldados americanos muertos por nada, que en silencio exigían respuestas, y colgado en el dobladillo de esa alucinación que lo atacaba con nocturnidad y alevosía,  se hamacaba su hijo George W., que nuevamente había hecho pis en la cama.

George el hijo, aparte de dirigir una empresa explotadora de países explotadores de petroleo,  se deleitaba por no saber dónde queda París y de no tener ni la más remota idea del nombre de la capital del estado de Nueva York, ya que sus dos verdaderas y únicas pasiones eran la bebida y escuchar los sabios consejos mugidos por el ganado que engordaba en  su rancho tejano. Cuanto a sus planes para el futuro, ellos giraban sobre dos deseos fundamentales: vengar al padre de todos los Bush, y aprender a leer y escribir.

En la Florida - mientras tanto - el otro hijo del mismo padre compró la patente de la fórmula sudamericana del fraude electoral, y se la ofreció de regalo a su hermano para que tuviera con qué entretener las vacías e improductivas horas de su vida, lo que de hecho empezó a hacer desde el momento en  que el fraude consumado lo obligó a cambiar de residencia, mudándose para la casa pincipal del rancho, que queda en la avenida Pennsilvania de Washington D.C..

Entonces empezó el camino que condujo al penúltimo capítulo del culebrón televisivo:

Al principio fue la noticia de que el hijo del padre disponía de informaciones anónimas y sin fundamento en el sentido de que Iraq mantenía almacenada en paradero desconocido la gran parte sobrante de las armas químicas, biológicas y de destrucción masiva que Saddam había recibido de los Estados Unidos y de Inglaterra, para ser usadas contra el Irán de los aiatolás, y el hecho de no haberlas usado en su totalidad significaba - tanto para el padre cuanto para el hijo - que Saddam estaba incumpliendo las resoluciones de la ONU que exigían la   total eliminación de las mismas.

Pasados algunos meses, y depués de miles de inspecciones en decenas de miles de posibles escondites, los cientos de inspectores de la ONU encontraron un viejo depósito de chatarra con nada peligroso en su interior, lo que llevó al heredero de su padre a decidirse a contratar los servicios de verdaderos profesionales para que hicieran lo que es muy común en la política: fabricar pruebas, maquillar verdades, difundir mentiras.

Y así se hizo.  De la noche a la mañana Saddam pasó a ser cómplice de su gran enemigo Osama Bin Laden. Y una fotografia de una escuela, obtenida por un satélite espía, se transformó en  un depósito de peligrosísimas armas de destrucción de los Estados Unidos de América. Y así sucesivamente.

Propaganda de guerra que, para desesperación del padre, del hijo y del espíritu nada santo que asumió el control de mando de la diligencia,  acabó siendo el mayor fracaso jamás visto u oído, y entonces, buscando inspiración en la lectura de la biografía de la pantera rosa, decidió dar el paso definitivo que lo condujera directamente a las páginas de la Historia. 

Y así se llegó al último capitulo transmitido - pero no el último de la novela - que resumimos al  pie de esta sinopsis, aunque sus ecos aún resuenen en la memoria de toda la gente de bien. De nuestros  televisores aún fluye sangre inocente para dentro de nuestras casas. Desde sus discursos los "ganadores" nos ametrallan can una carga letal  de falta de vergüenza, cuyos efectos colaterales son terribles ataques de vómitos cada vez que se dejan escuchar.

Lo que importa ahora es saber si el Bien continuará prisionero de la banda de criminales que lo secuestró mientras los pueblos miraban hipnotizados a las pizarras electrónicas de Wall Street.

¡No se pierda el próximo capítulo!

En él podremos descubrir cuál es  el siguiente movimiento que los gendarmes mundiales a servicio de la ignominia divina harán: ¿darán la ordem de invadir Irán? ¿Autorizarán a Israel a bombardear indiscriminadamente a la población civil de Palestina?... Invadirán Cuba para entregársela a los traficantes de Miami? ¿O será que el emperador de todas las cloacas nos tiene reservado um grand finale,  librando al mundo entero de las terribles garras del mal, metiéndose una bendita y definitiva bala en su maldita cabeza?...

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AQUI ESTÁ EL RESUMEN DEL ÚLTIMO CAPÍTULO TRANSMITIDO. LA GUERRA EN UN SOLO DIA, PORQUE TODOS LOS DIAS DE GUERRA SON IGUALES.

RETROSPECTIVA

09:20 a.m. de la guerra del dios del capitalismo contra el satanás de opereta

Las bombas explotaban en todos las conciencias y en todos los idiomas, y la angustia trabajaba sin sueldo ni  descanso. Las mentiras oficiales se mostraban cada vez más obcenas, y los muertos insistían en ser cada vez más numerosos. De la Paz se desconocía el paradero, y  la guerra nos miraba burlona y se reía a carcajadas.

11:07 a.m. de la guerra del dios de opereta contra el satanás del paraíso

Los ruiseñores de Basra y de Bagdad y los gorriones   del norte de la muerte y del sur del precipicio, decretaban un minuto de silencio en causa propia, víctimas colaterales de todos los males unilaterales.

12:10 p.m. de la guerra del dios del ojo por ojo contra el satanás del nada por nada.

El árido suelo de la Mesopotamia de las Mil y una Noches recibía desde el cielo inolvidables lecciones de progreso tecnológico, mientras  los emisarios del Bien distribuían epitafios como si fueran golosinas 

16:33 p.m. de la guerra del dios de mierda contra el satanás de materia fecal

La sangre amiga y la enemiga se enlazaban en un abrazo desesperado e inesperado, y juntas abandonaban el escenario mientras la esperanza - en un gesto teatral bien ensayado - sucumbía herida de muerte a los pies del nuevo Emperador, y el Futuro finalmente caía prisionero de los famosos arquitectos de la ignominia.

21:00 p.m. de la guerra del dios de la CNN contra el satanás de Al Jazeera

Um selecto grupo de invitados de honor, que entusiasmado asistía  a la hecatombe desde el palco presidencial de Wall Street, aplaudía frenéticamente com los  bolsillos, al mismo tiempo en que se frotaba las manos haciendo las cuentas de los dividendos que la Muerte Ajena les pagara en tan solo un par de semanas.

23:59 p.m. de la guerra del dios dirá contra el satanás del qué te dije.

Una pregunta se imponía para cerrar con broche de oro la guerra de mayor audiencia, pero no se conocía ni la respuesta ni mucho menos los motivos.  Dios... Sí sí... Dios... y la Justicia, y el Sentido Común, y el Humanismo, y los Principios y Valores, y el Respeto ao Prójimo, y la Democracia, y la Ética, y la  Libertad, y la Fraternidad, y los Derechos Humanos...  Sí. Todos ausentes. Como sempre.

 © Bruno Kampel, escribiendo entre lágrimas de rabia .

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 




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#4593 De: José Pérez <jopela1952@...>
Fecha: Jue, 28 de Abr, 2005 11:53 am
Asunto: Novedades bibliotecavirtualbrisa
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"Hacer versos malos depara más felicidad

que leer los versos más bellos."


Hermann Hesse
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e-libros de la semana:

 

Narrativa

"En el blanco", de Ken Follet

                                                

Poesía

"Antología poética" de Juana de Ibarbourou

 

 

Ensayo

"El buen lector se hace, no nace" de Felipe Garrido

 

Humor

"Tradiciones en salsa verde", de Ricardo Palma

 

Clásicos - Teatro

"Un tranvía llamado deseo", de Tennessee Williams

 

miscelánea:

Comentarios sobre dos libros en proceso de escaneo, y sus autores:

 

MARTIN CAPARRÓS "Valfierno"
  PEDRO ORGAMBIDE "La bella Otero"

 

Tus Palabras:

  Daniel Gómez - poemas  
  Eidan Yoson - prosa poética  
  Martín Pallares - poemas  
  Marisa Bianchi - cuento  
  Lorena Sáez - cuento  

 

  • Más novedades en nuestro catálogo: "títulos por autor" y "títulos temáticos".

  • Para que todos tengan su libro... Un libro = Un mail

(máximo dos mails por vez)

 

Gracias por acompañarnos en este proyecto.

 

Links         Links         Links

*El próximo jueves abre al público  La Feria del Libro de Buenos Aires. Es la fiesta más tradicional de la cultura argentina. Una investigación indaga qué, cómo, dónde y por qué leemos los argentinos. Además, un debate sobre la utilidad comercial y cultural de las ferias. Diario Clarín: Revista "Ñ", edición especial 31ª F.I.L. http://www.clarin.com.ar/suplementos/cultura/2005/04/16/index.html 

 

El equipo de Brisa, Biblioteca Virtual.

 

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#4592 De: "Bruno Kampel" <bkampel@...>
Fecha: Jue, 28 de Abr, 2005 8:28 am
Asunto: RV: [Cuenta Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada
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Hace unos días remití un mensaje incompleto con una versión anterior y no corregida de parte de este texto. Esta es la versión final

 

Bruno

 

 

 

HERENCIA MALDITA: LA TELENOVELA "EL CULEBRÓN DEL MILENIO"
(Bajo los auspicios de la Industria bélica y petrolífera de los EEUU)

   
Guión y adaptación a cargo del psicópata Bruno Kampel


Sumario de los capítulos anteriores:

Capítulo antepenúltimo:

 

George padre pasaba las noches agarrado con la mano izquierda a una botella de un intragable whisky canadiense, y con la derecha a una callada desesperación que el insomnio crónico insistía en mantener activa. Durante las pocas horas en las que conseguía conciliar el sueño, terribles pesadillas ocupaban militarmente todo el escenario de sus noches, ocasión en la que era asaltado por 300.000 cadáveres de niños iraquíes muertos por la hambruna que él les regaló, quienes pedían sin palabras que la historia no se repitiera, y en otro rincón de la pesadilla, soldados americanos muertos por nada, que en silencio exigían respuestas, y colgado en el dobladillo de esa alucinación que lo atacaba con nocturnidad y alevosía,  se hamacaba su hijo George W., que nuevamente había hecho pis en la cama.

George el hijo, aparte de dirigir una empresa explotadora de países explotadores de petroleo,  se deleitaba por no saber dónde queda París y de no tener ni la más remota idea del nombre de la capital del estado de Nueva York, ya que sus dos verdaderas y únicas pasiones eran la bebida y escuchar los sabios consejos mugidos por el ganado que engordaba en  su rancho tejano. Cuanto a sus planes para el futuro, ellos giraban sobre dos deseos fundamentales: vengar al padre de todos los Bush, y aprender a leer y escribir.

En la Florida - mientras tanto - el otro hijo del mismo padre compró la patente de la fórmula sudamericana del fraude electoral, y se la ofreció de regalo a su hermano para que tuviera con qué entretener las vacías e improductivas horas de su vida, lo que de hecho empezó a hacer desde el momento en  que el fraude consumado lo obligó a cambiar de residencia, mudándose para la casa pincipal del rancho, que queda en la avenida Pennsilvania de Washington D.C..

Entonces empezó el camino que condujo al penúltimo capítulo del culebrón televisivo:

Al principio fue la noticia de que el hijo del padre disponía de informaciones anónimas y sin fundamento en el sentido de que Iraq mantenía almacenada en paradero desconocido la gran parte sobrante de las armas químicas, biológicas y de destrucción masiva que Saddam había recibido de los Estados Unidos y de Inglaterra, para ser usadas contra el Irán de los aiatolás, y el hecho de no haberlas usado en su totalidad significaba - tanto para el padre cuanto para el hijo - que Saddam estaba incumpliendo las resoluciones de la ONU que exigían la   total eliminación de las mismas.

Pasados algunos meses, y depués de miles de inspecciones en decenas de miles de posibles escondites, los cientos de inspectores de la ONU encontraron un viejo depósito de chatarra con nada peligroso en su interior, lo que llevó al heredero de su padre a decidirse a contratar los servicios de verdaderos profesionales para que hicieran lo que es muy común en la política: fabricar pruebas, maquillar verdades, difundir mentiras.

Y así se hizo.  De la noche a la mañana Saddam pasó a ser cómplice de su gran enemigo Osama Bin Laden. Y una fotografia de una escuela, obtenida por un satélite espía, se transformó en  un depósito de peligrosísimas armas de destrucción de los Estados Unidos de América. Y así sucesivamente.

Propaganda de guerra que, para desesperación del padre, del hijo y del espíritu nada santo que asumió el control de mando de la diligencia,  acabó siendo el mayor fracaso jamás visto u oído, y entonces, buscando inspiración en la lectura de la biografía de la pantera rosa, decidió dar el paso definitivo que lo condujera directamente a las páginas de la Historia. 

Y así se llegó al último capitulo transmitido - pero no el último de la novela - que resumimos al  pie de esta sinopsis, aunque sus ecos aún resuenen en la memoria de toda la gente de bien. De nuestros  televisores aún fluye sangre inocente para dentro de nuestras casas. Desde sus discursos los "ganadores" nos ametrallan can una carga letal  de falta de vergüenza, cuyos efectos colaterales son terribles ataques de vómitos cada vez que se dejan escuchar.

Lo que importa ahora es saber si el Bien continuará prisionero de la banda de criminales que lo secuestró mientras los pueblos miraban hipnotizados a las pizarras electrónicas de Wall Street.

¡No se pierda el próximo capítulo!

En él podremos descubrir cuál es  el siguiente movimiento que los gendarmes mundiales a servicio de la ignominia divina harán: ¿darán la ordem de invadir Irán? ¿Autorizarán a Israel a bombardear indiscriminadamente a la población civil de Palestina?... Invadirán Cuba para entregársela a los traficantes de Miami? ¿O será que el emperador de todas las cloacas nos tiene reservado um grand finale,  librando al mundo entero de las terribles garras del mal, metiéndose una bendita y definitiva bala en su maldita cabeza?...

No se lo pierda. Mirar es gratis. La cuenta viene después.


AQUI ESTÁ EL RESUMEN DEL ÚLTIMO CAPÍTULO TRANSMITIDO. LA GUERRA EN UN SOLO DIA, PORQUE TODOS LOS DIAS DE GUERRA SON IGUALES.

RETROSPECTIVA

09:20 a.m. de la guerra del dios del capitalismo contra el satanás de opereta

Las bombas explotaban en todos las conciencias y en todos los idiomas, y la angustia trabajaba sin sueldo ni  descanso. Las mentiras oficiales se mostraban cada vez más obcenas, y los muertos insistían en ser cada vez más numerosos. De la Paz se desconocía el paradero, y  la guerra nos miraba burlona y se reía a carcajadas.

11:07 a.m. de la guerra del dios de opereta contra el satanás del paraíso

Los ruiseñores de Basra y de Bagdad y los gorriones   del norte de la muerte y del sur del precipicio, decretaban un minuto de silencio en causa propia, víctimas colaterales de todos los males unilaterales.

12:10 p.m. de la guerra del dios del ojo por ojo contra el satanás del nada por nada.

El árido suelo de la Mesopotamia de las Mil y una Noches recibía desde el cielo inolvidables lecciones de progreso tecnológico, mientras  los emisarios del Bien distribuían epitafios como si fueran golosinas 

16:33 p.m. de la guerra del dios de mierda contra el satanás de materia fecal

La sangre amiga y la enemiga se enlazaban en un abrazo desesperado e inesperado, y juntas abandonaban el escenario mientras la esperanza - en un gesto teatral bien ensayado - sucumbía herida de muerte a los pies del nuevo Emperador, y el Futuro finalmente caía prisionero de los famosos arquitectos de la ignominia.

21:00 p.m. de la guerra del dios de la CNN contra el satanás de Al Jazeera

Um selecto grupo de invitados de honor, que entusiasmado asistía  a la hecatombe desde el palco presidencial de Wall Street, aplaudía frenéticamente com los  bolsillos, al mismo tiempo en que se frotaba las manos haciendo las cuentas de los dividendos que la Muerte Ajena les pagara en tan solo un par de semanas.

23:59 p.m. de la guerra del dios dirá contra el satanás del qué te dije.

Una pregunta se imponía para cerrar con broche de oro la guerra de mayor audiencia, pero no se conocía ni la respuesta ni mucho menos los motivos.  Dios... Sí sí... Dios... y la Justicia, y el Sentido Común, y el Humanismo, y los Principios y Valores, y el Respeto ao Prójimo, y la Democracia, y la Ética, y la  Libertad, y la Fraternidad, y los Derechos Humanos...  Sí. Todos ausentes. Como sempre.

 © Bruno Kampel, escribiendo entre lágrimas de rabia .

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



#4591 De: "juanmarcelinoruiz" <juanmarcelinoruiz@...>
Fecha: Jue, 28 de Abr, 2005 5:12 am
Asunto: NOSTALGIA EXTREMA
juanmarcelin...
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NOSTALGIA EXTREMA

Los dientes amarillos rechinan en el brandy
que congela la cordura con sus treinta y ocho grados,

la tibia y azul melancolía
toma por asalto mis mejillas
víctimas fofas de la Ley de Newton.

Tus dos ojos
son demasiados
para una sola ausencia

Salgo a llorar,
acaricio toscamente el sicomoro
donde tu perro fino
levantaba la pata y se orinaba
mientras tú, igual de fina
levantabas la mano y me decías adiós,

y el cuervo de Poe
escondido en la axila afeitada de una rama
graznó burlonamente
"nevermore".

               Juan Marcelino Ruiz

#4590 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Jue, 28 de Abr, 2005 3:15 am
Asunto: Fwd: De Belo Horizonte, MG,Estalo, a Revista,divulga resultado parcial do Concurso de Crônica.Aguarde a lista das menções honrosas
casasazuis
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1o Concurso ESTALO de Crônicas e Poemas – Vencedora Categoria Crônicas

O grande vencedor do nosso 1o Concurso de Crônicas é CARLOS GILDEMAR PONTES. Carlos  é poeta e ficcionista. Professor de Literatura da UFCG, cursa Doutorado em Literatura na UFPB. É editor da  Revista Acauã. Publicou em poesia: Caixa Postal (poemas postais); Fortaleza: Lourenço Filho, 1986; Metafísica das PartesFortaleza: EDURC, 1991; O Olhar de Narciso, Fortaleza:  EDURC, 1995; Os Gestos do Amor: Magia e Ritual, Fortaleza: Acauã/ João Pessoa: Editora da UFPB, dentre outros.

 

Recebemos um grande número de textos, que nos impressionaram, em sua maioria, pela excelência, de vários Estados brasileiros.

No júri:

Luiz Paulo Lyrio e Rogério Salgado, diretores de Estalo, a Revista.Virgilene Araújo e eu, Clevane Pessoa e ainda Caudio Márcio Barbosa,também da da coordenação .

O vencedor terá uma página da revista e ainda cento e dez exemplares da mesma.

Aguardem a divulgação do primeiro lugar de Poesia e a lista de Menções honrosas, que terão também seu texto editado.A próxima edição está muito bonita, com  capa de Marco Llobus, o editor do jornal "desclassificados", também responsável pela diagramação.

 

Fiquem alertas ao próximo concurso, que será de Contos.

 

Agradecemos a todos que nos ajudaram na divulgação, individualmente ou em grupo.Enviarei, pelo Correio, um exemplar da revista,desde que enviem um endereço postal.

 

 



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1o Concurso ESTALO de Crônicas e Poemas – Vencedora Categoria Crônicas

O grande vencedor do nosso 1o Concurso de Crônicas é CARLOS GILDEMAR PONTES. Carlos  é poeta e ficcionista. Professor de Literatura da UFCG, cursa Doutorado em Literatura na UFPB. É editor da  Revista Acauã. Publicou em poesia: Caixa Postal (poemas postais); Fortaleza: Lourenço Filho, 1986; Metafísica das PartesFortaleza: EDURC, 1991; O Olhar de Narciso, Fortaleza:  EDURC, 1995; Os Gestos do Amor: Magia e Ritual, Fortaleza: Acauã/ João Pessoa: Editora da UFPB, dentre outros.

 

Recebemos um grande número de textos, que nos impressionaram, em sua maioria, pela excelência, de vários Estados brasileiros.

No júri:

Luiz Paulo Lyrio e Rogério Salgado, diretores de Estalo, a Revista.Virgilene Araújo e eu, Clevane Pessoa e ainda Caudio Márcio Barbosa,também da da coordenação .

O vencedor terá uma página da revista e ainda cento e dez exemplares da mesma.

Aguardem a divulgação do primeiro lugar de Poesia e a lista de Menções honrosas, que terão também seu texto editado.A próxima edição está muito bonita, com  capa de Marco Llobus, o editor do jornal "desclassificados", também responsável pela diagramação.

 

Fiquem alertas ao próximo concurso, que será de Contos.

 

Agradecemos a todos que nos ajudaram na divulgação, individualmente ou em grupo.

 


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#4589 De: Fernando Luis Pérez Poza <fpoza@...>
Fecha: Mié, 27 de Abr, 2005 9:29 am
Asunto: Publicado Alala de Gabriel Impaglione
fpoza
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EL TALLER DEL POETA
Fernando Luis Pérez Poza
publica en papel
el libro de poemas
 
 
 
ALALA
 
del autor argentino 
 
GABRIEL IMPAGLIONE
 
ISBN-84-96073-81-5
 
con prólogo de la escritora residente en España Verónica Pedemonte e ilustraciones de la artista plástica Ariadna.
Todos los libros editados por EL TALLER DEL POETA se pueden adquirir y abonar con tarjeta desde la propia web.
 

PRÓLOGO

 

Alala: La odisea de un hijo de Rousseau

 

Quién eres o cómo, qué estatura / adivino la forma de tu cuello.

 Venías hace tiempo y no sabía? Así empieza Gabriel Impaglione su particular ruta de Ulises en busca de su Ítaca.

Mientras se sucede el siglo y se hunden / estos huesos temerarios en la niebla.

Como un héroe del antiguo mediterráneo del que es originario, buscando un Polifemo que cegar con sangre de dragón siciliano, y mirada albertiana y pura. Cruza mares y nieblas, cruza el cielo de Altazor con un ala en busca de su amada-ala : ALALA.

Habita en la palabra de Neruda: Elegirte entre todas / quedarme con tu boca. Como aquella “eres la reina”.

Con el romanticismo como único equipaje y la bandera de la libertad como vestido, en busca de su amada-patria. De su casa a la de ella mide la distancia en besos y la salva con un puente de versos. Juega con las ocho letras de su nombre: Giovanna. Poeta sibila que conoce que “crear es el principio del placer, el que crea sin placer ama y no sabe volar”. A ella acude Gabriel con la rosa encendida de América en la mano.

De repente, este hijo de Rousseau (todos los hijos de Rousseau somos huérfanos) descubre que la inocencia habita en el corazón y que América toda cabe en un puño-pájaro que vuela en un lugar perdido de Sardegna, y ya no se pregunta quién es ni de dónde viene sino dónde ha llegado.

No has nacido sino para encontrarme, dice entre Neruda y Garcilaso, él, que no nació sino para quererla.

Este poemario, plagado de banderas, de sueños y de origen, es el de un hombre íntegro. Aunque no lo hubiera escrito sino sólo vivido merecería la historia que contiene.

 Hoy, el poeta, es un héroe epilírico que se narra a sí mismo. Nos ofrece la rosa inaugurada, y con esa plenitud y esa pureza nos toca el corazón. Seres de un mundo (él y ella) no contaminado. Aves del paraíso sin serpiente, que establecen el amor como un dios soberano, y extienden el horizonte recién amanecido.

Con eso, Antigua Madre Europa, vieja loba, este lobo estepario de mar, ahora en la tierra de Ungaretti, marca destino y cumple. ALALA.

                                      Verónica Pedemonte

febrero 2005

 
 



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#4588 De: "Bruno Kampel" <bkampel@...>
Fecha: Mar, 26 de Abr, 2005 8:42 am
Asunto: RV: Reenvío: Con nocturnidad y alevosía - Pequeña corrección
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“Sr. Juez:


He sido apenas un testigo presencial del crimen. La madrugada miraba sin pestañear el incesto cometido por segundos y minutos hijos de una misma hora,  mientras la orquesta no tocaba ningún vals acompañando al obstinado latir del tictac de la guadaña.

 

En un rincón de un rincón un grito contenido jugaba al escondite como si allí no pasara nada,  y una pregunta sin fondo no esperaba su respuesta porque un mariscal del sinsentido ordenaba en todos los canales la rendición incondicional de la verdad y sus compinches.

 

Llovía sobre el lecho en que dormía bien desnuda la esperanza, y una pulmonía sin empleo buscaba  con denuedo la complicidad de un estornudo que impidiera al silencio cantar sus fechorías,  y desde el cielo raso tejían aplaudiendo las arañas de otros tiempos a pesar del hipo que la risa les causaba.

 

Desde el despertador la hora siete me cantaba las cuarenta invitándome a empezar a bordar un nuevo día.  Acepté el envite y  después, mientras enjabonaba mis dudas en la ducha, los restos inmortales de la noche se escapaban no sé como supongo que intentando  encontrar el escondrijo del crepúsculo.

 

Sr. Juez: Protesto mi inocencia ante la absurda acusación que me imputa la violación y el posterior asesinato a sangre fría de la noche antes aludida, ya que no soy jefe ni patrón de las horas que se marchan, sino una víctima más de ese atropello con que el tiempo se entretiene.

 

Ruego a Su Señoría que a las pruebas se remita y me exonere de una vez por todas de esa injusta acusación, devolviéndome el valor y el derecho de poder seguir usando las noches por venir como nido de mi cansancio y colchón de mis insomnios.

 

Esta es mi única verdad.

 

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Resumen de la Sentencia:

 

Habida cuenta… blablablablablabla…,  determino que In dubio pro reo.  Archívese y sálvese quien pueda.

 

 

© Bruno Kampel

 

 


#4587 De: "Bruno Kampel" <bkampel@...>
Fecha: Mar, 26 de Abr, 2005 8:03 am
Asunto: Reenvío: Con nocturnidad y alevosía
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“Sr. Juez:


He sido apenas un testigo presencial del crimen. La madrugada miraba sin pestañear el incesto cometido por segundos y minutos hijos de una misma hora,  mientras la orquesta no tocaba ningún vals acompañando al obstinado latir del tictac de la guadaña.

 

En un rincón de un rincón un grito contenido jugaba al escondite como si allí no pasara nada,  y una pregunta sin fondo no esperaba su respuesta porque un mariscal del sinsentido ordenaba en todos los canales la rendición incondicional de la verdad y sus compinches.

 

Llovía sobre el lecho en que dormía bien desnuda la esperanza, y una pulmonía sin empleo buscaba  con denuedo la complicidad de un estornudo que impidiera al silencio cantar sus fechorías,  y desde el cielo raso tejían aplaudiendo las arañas de otros tiempos a pesar del hipo que la risa les causaba.

 

Desde el despertador la hora siete me cantaba las cuarenta invitándome a empezar a bordar un nuevo día.  Acepté el envite y  después, mientras me enjabonaba mis dudas en la ducha, los restos inmortales de la noche se escapaban no sé como supongo que intentando  encontrar el escondrijo del crepúsculo.

 

Sr. Juez: Protesto mi inocencia ante la absurda acusación que me imputa la violación y el posterior asesinato a sangre fría de la noche antes aludida, ya que no soy jefe ni patrón de las horas que se marchan, sino una víctima más de ese atropello con que el tiempo se entretiene.

 

Ruego a Su Señoría que a las pruebas se remita y me exonere de una vez por todas de esa injusta acusación, devolviéndome el valor y el derecho de poder seguir usando las noches por venir como nido de mi cansancio y colchón de mis insomnios.

 

Esta es mi única verdad.

 

. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Resumen de la Sentencia:

 

Habida cuenta… blablablablablabla…,  determino que In dubio pro reo.  Archívese y sálvese quien pueda.

 

 

© Bruno Kampel

 

 


#4586 De: "juanmarcelinoruiz" <juanmarcelinoruiz@...>
Fecha: Lun, 25 de Abr, 2005 11:54 pm
Asunto: CERVANTINO (POEMA)
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CERVANTINO

Voy convertido
en caballero andante a tu medida
desenvainada la espada, lanza en ristre.
Con la sola armadura de la piel despierta
recorro la llanura de tu vientre
para desfacer el entuerto de estos días.
He sometido     al par de altivos leones que te habitan
tan sólo con la voluntad de mis argucias
exijo  que la historia me recuerde
como el intrépido caballero de tus pechos.

Algunas veces,
me derrumba el molino de tu ausencia
y mi triste figura
recurre a pócimas de marca registrada
que embrutecen los pies y la cabeza.

Es luna llena...
sálveme Dios
         del Mago Frestón y sus hechizos
sirvan mejor los polvos de su magia
para convertir los pilares de tus muslos
en alcatraces morenos que florecen,
mientras llego al máximo esplendor de mi locura
en el intimo lugar de aquella mancha
de cuyo nombre
no puedo olvidarme.

               Juan Marcelino Ruiz

#4585 De: "Bruno Kampel" <bkampel@...>
Fecha: Lun, 25 de Abr, 2005 10:57 am
Asunto: Concierto para ombligos y narices
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Esto lo mandé una vez a un par de listas (¿a esta?...). Sirve para todas. O para ninguna.  

 

Bruno

 

 

 

Les remito una pregunta que en verdad son muchas:

 

¿Para qué sirve una lista literaria? ¿Es una percha para colgar poemas y textos? ¿Es un Congreso Internacional de Monólogos? ¿Es una función de títeres cibernéticos? ¿Es un apenas hablar? ¿Qué es?...

Lo que no es ya me di cuenta sin que nadie me lo dijera: No es un espacio de debate. No es un palco, ni una mesa redonda ni una permuta de conocimiento.

Yo mando un poema o un texto, tú no lo lees; él manda otro, nosotros hacemos de cuenta que no lo vimos; vosotros pensáis que en Suecia un demente delira, y ellos, sean quienes sean, se ríen de nosotros, porque ven que desaprovechamos una excelente oportunidad de saber realmente quiénes somos, quiénes son los otros.

No olvidemos que la mayoría de los participantes en una lista son pasivos. Leen y callan. Si recibo un mensaje y quiero contestarlo, ¿quién lo recibe? ¿El remitente?    ¿La lista? ¿El departamento de hallados y perdidos de Internet?... O será que mi temor es una pura realidad y los participantes leen única y exclusivamente sus trabajos y los elogios a ellos que por casualidad alguien remita?...

Bueno, ya está sobre el tapete un buen tema de debate: ¿Son las listas literarias un simple desfile de ombligos, una mirada egocéntrica hacia el interior de nuestras propias narices?... Yo digo que sí. Digo más: que no sirven para nada más allá de alimentar la megalomanía de algunos prestidigitadores de la palabra.

 

 

Un saludo que no es prosa ni verso.

Bruno

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


#4584 De: "Bruno Kampel" <bkampel@...>
Fecha: Lun, 25 de Abr, 2005 8:55 am
Asunto: Concierto para ombligos y narices
mislistas2001
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Esto lo mandé una vez a un par de listas (¿a esta?...). Sirve para todas. O para ninguna.  

 

Bruno

 

 

 

Les remito una pregunta que en verdad son muchas:

 

¿Para qué sirve una lista literaria? ¿Es una percha para colgar poemas y textos? ¿Es un Congreso Internacional de Monólogos? ¿Es una función de títeres cibernéticos? ¿Es un apenas hablar? ¿Qué es?...

Lo que no es ya me di cuenta sin que nadie me lo dijera: No es un espacio de debate. No es un palco, ni una mesa redonda ni una permuta de conocimiento.

Yo mando un poema o un texto, tú no lo lees; él manda otro, nosotros hacemos de cuenta que no lo vimos; vosotros pensáis que en Suecia un demente delira, y ellos, sean quienes sean, se ríen de nosotros, porque ven que desaprovechamos una excelente oportunidad de saber realmente quiénes somos, quiénes son los otros.

No olvidemos que la mayoría de los participantes en una lista son pasivos. Leen y callan. Si recibo un mensaje y quiero contestarlo, ¿quién lo recibe? ¿El remitente?    ¿La lista? ¿El departamento de hallados y perdidos de Internet?... O será que mi temor es una pura realidad y los participantes leen única y exclusivamente sus trabajos y los elogios a ellos que por casualidad alguien remita?...

Bueno, ya está sobre el tapete un buen tema de debate: ¿Son las listas literarias un simple desfile de ombligos, una mirada egocéntrica hacia el interior de nuestras propias narices?... Yo digo que sí. Digo más: que no sirven para nada más allá de alimentar la megalomanía de algunos prestidigitadores de la palabra.

 

 

Un saludo que no es prosa ni verso.

Bruno

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


#4583 De: marion canales <emecanjota@...>
Fecha: Lun, 25 de Abr, 2005 5:26 am
Asunto: Re: VACILACIONES
emecanjota
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Coincido con Graciela, es un excelente poema, con alguna atmósfera de literatura china. El abordaje de las medias negras contiene sensualidad y sorprende. Me gustó.
 
Te invito a leer alguno de mis poemas a mi web http://www.gratisweb.com/marioncanales

juanmarcelinoruiz <juanmarcelinoruiz@...> wrote:

Vacilaciones

Gotas de polvo
deletrean tu nombre en los cristales,
presagios de primavera
van salpicando las ramas del manzano;
la lila se estremece
bajo los pasos silentes
de un caracol dormido.

El tren del viento
descarga antiguos pasajeros
y es abordado por tus medias negras.

La ventana deja caer sus párpados de exilio
sobre mis dedos convulsos
que asfixian la pluma exorcizante:

la palidez de una virgen me reclama.

                      Juan Marcelino Ruiz.






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#4582 De: "graciela wencelblat" <grawen@...>
Fecha: Lun, 25 de Abr, 2005 1:11 am
Asunto: Re: VACILACIONES
ondina33
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muy bueno
desde graciela,abrazo
----- Original Message -----
From: "juanmarcelinoruiz" <juanmarcelinoruiz@...>
To: <lapoesia@yahoogroups.com>
Sent: Sunday, April 24, 2005 7:22 PM
Subject: [lapoesia] VACILACIONES


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> Vacilaciones
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> Gotas de polvo
> deletrean tu nombre en los cristales,
> presagios de primavera
> van salpicando las ramas del manzano;
> la lila se estremece
> bajo los pasos silentes
> de un caracol dormido.
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> El tren del viento
> descarga antiguos pasajeros
> y es abordado por tus medias negras.
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> La ventana deja caer sus párpados de exilio
> sobre mis dedos convulsos
> que asfixian la pluma exorcizante:
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> la palidez de una virgen me reclama.
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>                      Juan Marcelino Ruiz.
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#4581 De: "juanmarcelinoruiz" <juanmarcelinoruiz@...>
Fecha: Do, 24 de Abr, 2005 10:22 pm
Asunto: VACILACIONES
juanmarcelin...
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Vacilaciones

Gotas de polvo
deletrean tu nombre en los cristales,
presagios de primavera
van salpicando las ramas del manzano;
la lila se estremece
bajo los pasos silentes
de un caracol dormido.

El tren del viento
descarga antiguos pasajeros
y es abordado por tus medias negras.

La ventana deja caer sus párpados de exilio
sobre mis dedos convulsos
que asfixian la pluma exorcizante:

la palidez de una virgen me reclama.

                       Juan Marcelino Ruiz.

#4580 De: "juanmarcelinoruiz" <juanmarcelinoruiz@...>
Fecha: Sáb, 23 de Abr, 2005 9:18 pm
Asunto: GENESIS
juanmarcelin...
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Génesis

Recuerdo
el violeta oscuro
del útero materno,
el acompasado golpear de olas de sangre
tiñendo de calma mi placenta.

En posición sedente
succionaba el pulgar,
le pedía a un cielo imaginado
que mi madre pariera un buen poeta.

En lugar de eso,
he nacido simplemente pelirrojo.

                Juan Marcelino Ruiz

#4579 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Sáb, 23 de Abr, 2005 3:40 pm
Asunto: Cd OISE e antologia &lojas virtuais-informações, por favor
casasazuis
Sin conexión Sin conexión
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Poetas e Prosadores:
Bom fim de semana.
Ainda tenho, de minha cota, alguns Cd's de textos poéticos "OISE", com trilha sonora de Arnaldo Valle, para cada poeta incluso e volumes da linda antologia"Sonata Poética", ambos de selo Anomelivros, pertencente ao ator poeta Wilmar Silva, que vem se firmando pela capricho e bom gosto com que saem suas edições.
Gostaria de saber como colocar esses produtos em lojinhas virtuais e também oferecê-los aos amigos internautas. 
Se vc deseja adquiriri algum , comunique-se comigo pelos e-mails abaixo.as despesas de Correio correrão por minha conta.
Atenciosamente:
Clevane Pessoa
 
 
Agradeço de antemão, solicitando que repasse para suas listas.


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#4578 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Sáb, 23 de Abr, 2005 3:28 pm
Asunto: Fwd: JORNAL DE POESIAS "DESCLASSFICADOS" - ABRIL 2005
casasazuis
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Amigos:repasso os "Desclassificados" do talentoso Marcollobus, agora encarregado das capas e diagramação da nova fase de Estalo, a Revista(no anexo e  embaixo).Ele está conosco também no CD OISE,de poesias e textos poéticos.(Selo ANOMELiVROS).
Abrs:
Clevane
 
 
 
 


Note: forwarded message attached.


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