(En algunos países latinoamericanos hoy es el día de la madre)
(Esbozo de una lágrima verbal, nada virtual. Un solo párrafo del largo discurso de la realidad)
EN EL DÍA DE LA MADRE...
...como siempre ocurre, cada uno de los cada vez más incontables chicos de la calle se abrazará al semáfore de una de las muchas esquinas de su madre adoptiva, y festejará la magna fecha compartiendo con sus hermanos de desventura algunos tallarines confiscados del fondo del tacho de basura en el cual la opulencia ajena descarta las sobras orgánicas de su egoísmo, y brindará con agua putrefacta de algún charco por la felicidad de todas las calles y de todas las anchas y arboladas avenidas, hasta que finalmente el sueño lo pueda y el niño anciano, en un pase de mágica digno del mejor de los prestidigitadores, transforme un par de arrugadas hojas del cuaderno financiero del diario del día en confortables sábana y frazada, y sin la caricia materna o el vaso de leche caliente o el beso en la frente como broche de oro de ese día, y sin ni siquiera poder apagar la luz del farol y el reflejo de la louna y las estrellas que insisten en iluminar su dilacerante soledad, o bajar los decibeles de las ruedas de los coches que aceleran y los gritos de alegría que salen de las ventanas circundantes invadiendo sus oídos huérfanos de palabbras dulces, se acostará sobre los restos mortales de todos sus sueños y abrazándose a su desilusión hereditaria aceptará la invitación de su cansancio vitalicio que lo prostra y de la desnutrición milenaria que nubla la conciencia, para transformarse en el actor principal de sus pesadillas infantiles, teniendo como público atento y hambriento a un multitudinario batallón de ratas y perros sin dueño y piojos insaciables, y como escenario la fría, asfaltada y sucia pollera de la madre calle, ama seca honoris causa de todos los niños expulsados del paraíso por la injusticia social que dicta las reglas del juego inventado por aquellos que todo lo pueden y todo lo quieren y con todo se quedan.
As meninas são treinadas paraexercer a seduçãodesdepequenas.Houve épocaemque as crianças vestiam-se como mini-adultos, depois fizeram tudoparacriarroupasleves, confortáveis, alegres:nascia a “modainfantil”, hojeresponsávelporconsumos , gastos e...lucros, para osfabricantes e vendedores...Mas retornou, com a inflluência da apresentadora Xuxa,a tendência a fazer as meninas se vestirem quaispequenasmulheres, enquantoela perdia idade vestindo-se qualcriança.Hoje, após a maternidade, desistiu dessa
tolice,talvezanteriormente fosse influenciada pela Marlene Mattos.Tendo rompido com a empresária, ganhou embomsenso.Sermãe faz dessas coisas.De qq forma, apóssuaerainicial, as garotinhas não abrem mão de batons, bijouterias,requebros e beijinhos.Mas vá a púbere fazer as mesmas coisas.Proibidas de se expor ao
bichohomem, as ninfetas ao crescer,voltam a seguirmodismos, masnão sabem o quefazercomseupoder de sedução.
“Filhaminhanão senta emcolo de tioalgum”, decreta o pai, semexplicarbem o porque à assustada garota.Embora louvemos todos os cuidadosque demonstram precauçãocontraimpertinênciassexuais de adultosque podem chegar a abusosmaissérios, comoestupros,sabemos que essa forma velada e definitiva de bloquear a sexualidadelatente , tem conseqüências sérias paraseudesenvolvimentoperfeito.Limites devem ser colocados,mascomexplicaçõesque as pessoasemformação possam entender/atender. Empequena, a criança é constantmente instada ajogarbeijos,beijar,cativar.Depois, fica perplexaporquejánão pode fazernada disso.E então começam os namoricos escondidos, as teimosias da adolescênciaque acabam
porexpor, desnecessariamente a inocência,atéparaadultos desviados de conduta...
Mas a mulher é gerenciada para o casamento, nãopara o exercíciolivre da sexualidade.Poucas são as mulheres, aindanosdiasatuais, que podem deixarfluirseusdireitossobre o
corpo.Mesmo o maissimples deles, o de ir e vir, garantido na DeclaraçãoUniversal dos DireitosHumanos.Mulher “usada” não tem o mesmovalor.”Rodada”, taxam os mesmosque as rodaram...”Galinha e vassoura”:a que abaixa-se paraqualquerum .A que varre muitoschãos.Virgindade,
já exercida comoprova de honra e seriedade, mas na verdade, a forma encontrada paragarantirque os herdeiros de alguém fossem realmenteseusfilhos...O velho e irônicodito:”Filhos de minhafilha, meusnetossão...Filhos de meufilho,
meusnetosserão?”E outro:”segure suascabritasquemeubode está solto”.Ou seja, o homem, podia a mulher,nunca.
Elas chegam ao casamento de várias maneiras.Emgeral, uma idéiaimposta de que está na hora.Nem todas têm certeza de que a escolha é a maiscorreta e muitomenos se será parasempre.mas esperam
quesim.Antes, “atéque a morte os separe”.Hoje, “Atéque a sorte os separe”.Muitas mulheres se mantêm infelizes ad aeternum.Não têm coragem de deixar o cônjuge.Temem os demais,censuras da famíliaDos filhos.Mesmoagora,que a maioria delas estuda, trabalha, não depende de
umprovedorparaviver.No tempo de minha avó uma jovemnãocasadaou enviuvada cedo,somente podia sercostureiraou professora.Se não arranjasse trabalhofora, costuraria ou bordaria emcasa, faria docesparavender, crochet.trabalhosmanuais,quepoucolhe rendiam...Mas muitas criaram e formaram assim os seusfilhos.No fundo, umdesejo:tendo filhas, casá-las e conseguirumbomprovedorque as tirasse do sufoco.De preferência,o genro levando a sogra de bônus, não de ônus.
Casada, a moça devia agradar ao marido:atendê-lo, serví-lo.Inclusive na cama..Dias de terrelações(leia-se “obrigações”) conjugais, determinadas pelopadre, depoispelomarido..Não podia demonstrarpaixão.Não ficava bempara uma senhoradistinta..Ouesposa de alguém, emqualquerclassesocial..O prazer negado a elas, ficava para as prostitutas, as “perdidas”(muitas expulsas de casapaternapor terem engravidado semsabernada de concepção, de sexualidade)apenas cediam .Não eram os homens os detentores do poder?As francesas importadas parapropiciar aos
senhores coloniais , a luxúria, os truquessexuais, nada negando-lhes e vestindo-se de formabastanteprovocante.Algumas esposas ardiam.E depois se confessavam aos padres, humilhavam-se para os pastores.Entre os judeus, a moçacasada a usarperuca de matrona.Nuncamaispodersergraciosa.Somente o esposo verá seuscabelos,na intimidade.Atéhoje, vemos exemplos de mulherescom a sexualidade coartada porumououtromotivo...Nãoceder ao desejo do marido, impossível.O dela , ele ignora.O corponão é
visto.Nemsempre a roupa é retirada.Longas camisolas velam as formas.Apósumparto, quarenta dias de resguardo.paraque o corpo se recupere e possa novamente,engravidar.Há esposas que desgostam do cônjugeporum motivo-que vai dos hábitos de higiene ao nojo do membro virl, do dissabor causado
por ele-puladas de cerca,grosserias, sovinices-mas nãosãocapazes, portoda a vida, de contar o porque de seu “Não” tão detestado pelomarido,ou do fato de cedersemgozo, entreumsemnúmeros de atitudesquesão,
paraelas, punições a ELE, esquecendo de que, negando-se à sexualidadesadia, negam a elas próprias a chave do prazer...
II
Hoje, com tantas separações, há muitas mulheres de meiaidade sozinhas.Há ainda as que preferem investir na carreira.Cabeçaslivres, jánão se coíbe a livre expansão dos desejos, que podem sersatisfeitosmesmosem o casamentosagrado.Há muitas formas de união.cadaqual no seuapartamento.Amizades coloridas.Encontros circunstanciais, porexemplo, emcongressos, viagens de negócios, férias.No entanto, surge,muitas vezes, uma bitolapessoal:ao perceberque a hiper valorização do
corpofísico exige mulheresjovensou magras muitas retraem-se e negam a si próprias experenciar as alegrias do romance.
Algumas viram escravas das academias, malhando às vezesatéadoecer, paraconseguirmodelarumcorponovo.Há as lipo-aspirações,os implantes de silicone,o botox, as cirurgias reparadoras, estéticas.A maioria pode então, esquecer-se de amar e fazeramor, seramada, com a alma e o esírito também.Nadacontra a pessoaser cuidadosa, buscar o melhorparasi.Gostar-se e valorizar-se é positivo.Mas...o que muitas não sabem é exercer o naturalpoder de seduçãoque a mulher tem.
Intuitivamente, ela sabe que o ditado “peixe se pegapelaboca”, aindaemuso, evidentemente, sozinho, é umfracomeio de conquista.Vá estar o peixecommolho de
alcaparrasou o Tiramisu perfeitos, sem o perfumemarcante, parecido comquem o usa,sem a roupaíntimabonita e sexy, sem o batomprovocante, sem a magia das palavras sussurradas, sem o encantamento das promessas, sem a performance na cama(ou no
chão...)
Os homenshoje esperam umpouco de seduçãoagressiva(no sentido de positiva).Queelas tomem a iniciativa.Se amarram umnovo encontro-e até o primeiro-respiram aliviados,Se falam de suas próprias qualidades,eles as fixam.Se urram na hora do
amor, sentem-se poderosos.Se mandam flores, lisongeiam-se.Se pagam a contaou dirigem o carro numa estradaparaque cochilem umpouco, gabam-se aos amigos.Trocando pneuentão, maravilha...
Para a novamulher, umhomemnovo.Respeito aos pontoseróticos da parceira,tempogastoem provocar-lhe orgasmos, atenção na hora de vestir a própriaroupa de
baixo,habilidadeempromoversexocriativo, tudoisso entra no romance,hoje...
Paraumencontro, a mulher deve relaxar, serautêntica, usar o própriocorpoparadar e sentirprazer.No banho, já pode deliciar-se antecipando o encontro.Ou mastubar-se ouimaginar o
comportamento do parceiro.Este, escolhido.O odor deve ser o maisprovocantepossível,Se o corponão é mais o de uma jovem, use velas, meialuz, sempretãoexcitantes.A celulitenão é levadaemconsideração, se o tesão é grande, os sentidos estão
envolvidos portudoqueumcorpo oferece a outro.A vaidadefeminina, postaali, a serviço das relações amorosas, instaura a autoestima, a auto-confiança.A idadepassa a terumcarátersecundário.Eu, que atendo empsicoterapia ,homens e mulheres,sei que ,
realmente, a idadenão importa para o perfeitodesempenhosexual.
Rotina deve ser evitada, talvez num dia de inverno,umcasalbem ajustado possa colocarmeias de lã e vestirmoletons, semperdernada ,admitindo comgraça e humor, que sente
frio, masemgeral, nadafeio deve entrar na relaçãoamorosa.Bomlembrarque, fazendo amor, o sangue esquenta:a temperatura sobe, os parceiros suam.Depois, que vistamseus agasalhos,masestes devem provocarpalavras afetuosas(“meu ursinho”,” minha gatinha angorá”).Muitas
pessoas de meiaidade e mesmo os idosos,se tinham já uma certapreguiça de fazeramor,justamenteporsentimentos de menosvalia(pessoaisou do parceiro), quando encontram novoscompanheiros, sentem-se renovados.Rejuvenescem.Os complexos desaparecem.O amor é umgranderenovador de
comportamentos!
Adoro estar no Rio de Janeiro, em Copacabana, onde a concentração de idosos é enorme e verpassarpessoas de meiae terceiraidade , bronzeados, vestidoscomcoresalegres,
sorrisos no rosto, conscientes de seupoder , seja levando cãezinhos a passear, seja andando de mãos dadas ou abraçadinhos comquem estão ficando ou vivendo...Tive uma paciente cinquentona, que ia quasetodasemanapara o Rioapenasparasentiroutravezqueera olhada e desejada.Acabou conhecendo umhomemmaisnovocomquem manteve umardentecasoamoroso...Elanãoerarica, nemespecialmentebonita,mascharmosa e alegre, permitiu-se teroportunidades e não as deixou escapar...Alegre, contava-me que hospedava-se na
casa de uma amigacommais de setenta e que esta tinhatambémumnamoradofixo.Aquitambém quero considerarqueAmorentrepessoasmais velhas é umfato,existe, realizando e alegrando a vida dos amantes-os que se amam, lembrem e quesexomesmosemamor,comafeiçãogenuína, pode serbastante nutritivo,digamos...
Neste milênio, com a Internet, houve um “boom” de conhecimentosorientais.Estuda-se-e pratica-se sexo tântrico, faz-se uma releitura-inclusive braileneanamente, ao vivo-do Kama Sutra,alonga-se o corpoparaque as posições possam ser as mais variadas possíveis.Lermuito, de tudo, ounavegarpelaInternet,parasaber o que é “da hora”, vãoampliarseuarsenal de assuntos.Embora, às vezes, se possa falarcom a vagina(nessa época, não é à toaque a peça “Monólogos da
Vagina” tenha logrado tantosucesso!)e/ouficartotalmenteemsilêncio a dois, apenas respirando juntos,saberconversar pode sermesmo uma arma de sedução ...
Algumas mulheres queixam-se quenão “arranjam”(lembram?Os casamentos relmente arranjados...Outrora!A expressão é herança colonial!)namorados.Mas ficamà espera de quealguém (quem?) apresente alguém.Nãovão ao cinema, ao
teatro, não se sentam empraçasparaler e...papearcom o homemque está ao seulado,não sorriem paranão parecerem “atiradas”, consomem-se de inveja das pessoasmaisjovensque “ficam”
E criticam as “assanhadas”...Os tempossãooutros.É possívelserdigna e séria rindo e cantando, conversando, sendo genuinamente simpática.Bomviajar,ir a apresentações públicas, sentar no parqueparaouvirumconcerto e puxarconversacom o vizinho.Se nãovirarnamoro e
muitomenosamizade, a pessoa terá comquempassar o tempo.Sónãovaledeixar o tempopassar...
Amigos internautas:Agradecemos a todos que nos ajudaram na divulgação do I Concurso Estalo de Poesia e Crônicas(Belo Horizonte-MG).Foi um sucesso, concorrendo poetas de todo o Brasil.A grande vencedora, pela precisão do verbo/verso é do Rio Grande do Sul e se chama Zaira Cantarelli.
Em breve estaremos divulgando os textos vencedores,inclusive da lista de Menção Honrosa.
Aguardem o regulamento próximo concurso, que será de crônicas.
Cordialmente:
Clevane Pessoa, pela coordenação(vide abaixo)
Prezada Zaira:
Com prazer, informamos que você foi a grande vencedora do concurso de Poesias de Estalo, a Revista, número 4, que será lançada dia 20/05/2005.
Parabéns!
Lembramos que seu prêmio são 110 exemplares da revista(valor comercial de R$5,00 cada, no total de R$550,00)mais uma página gratuita para vc editar as poesias que enviou.Dessa forma,vc ficará com duas páginas,pois a que pagou já está pronta, conforme viu.
Mais tarde, faremos novo contato, enviando os convites para o lançamento.
Por favor, revise as poesias, reenviando-nos com a máxima urgência.
Luiz Paulo Lyrio, Virgilene Araújo, Rogério Salgado e Clevane Pessoa de Araújo(Comissão Julgadora)
Amigos:tenho o prazer de convidá-los para, na medida do possível, estar omigo sábado, amanhã, na ANELCA, onde tomarei posse,a convite,desde que lá estive para fazer uma palestra sobre minha trajetória nas Letras e nas artes, a partir dos tempos de jornalista em Juiz de Fora, MG, quando pertencía ao NUME(Núcleo Mineiro de Escritores), presidi a UBT-JF, estudei na SBAAT(Sociedade de Belas Artes Antonio Parreiras), com seu presidente, Clério de Souza e militei na imprensa(Gazeta Comercial e Jornal Urgente).
Solicito sua divulgação.Abaixo, na íntegra, a convocatória.
Cordialmente:
Clevane Pessoa de Araújo
ACADEMIA NEVENSE DE LETRAS,CIÊNCIAS E ARTES-ANELCA
Of.ANELCA/034/2005
Assunto:comunicação e Solicitação(faz)
Ribeirão das Neves,15 de abril de 2005
Prezada Senhora Clevane Pessoa de Araújo
A Academia Nevense de Letras, Ciências e artes, ANELCA,entidade fundada em 02/10/99,com sede no Município de Ribeirão das neves(MG),com imenso prazer,vem comunicar a V.Excia,que na Reunião Ordinária realizada em 13/04/05,na Casa de Cultura de Neves, V.Excia foi votada e eleita,por unanimidade,como Sócia benemérita desta entidade Cultural.
O seu nome foi aceito e reconhecido como uma personalidade de alto valor para a nossa sociedade e nossa Entidade.Gostaréiamos de outorgar a VExcia tal comenda, em sessão Solene que se realizará no dia 30/04/05,sábado, no Centro de Convenções do CAIC,na Rua Principal núm.86, Bairro Santa Paula, em Ribeirão das Neves.
Gostaríamos que V Ex confirmasse sua presença no referido evento com o Sr.Mauro,através do telefone (31)3624-2437,no horário comercial ou no celular de número 99821826.Gostaríamos ainda que, antes do evento, nos encaminhasse os seguintes dados(......)assim como sua biografia e uma fotografia para o álbum da Academia.
Agradecidos, esperamos o seu contato e presença reafirmamosde nossa honra em tê-la nessa entidade como Sócia Benemérita,o que será registrado na memória de todos os acadêmicos e nos Anais da ANELCA e de toda a nossa sociedade.
Subject: Fwd: Clevane toma posse na ANELCACompareça com família e amigos, divulgue, por favor.
Amigos:tenho o prazer de convidá-los para, na medida do possível, estar omigo sábado, amanhã, na ANELCA, onde tomarei posse,a convite,desde que lá estive para fazer uma palestra sobre minha trajetória nas Letras e nas artes, a partir dos tempos de jornalista em Juiz de Fora, MG, quando pertencía ao NUME(Núcleo Mineiro de Escritores), presidi a UBT-JF, estudei na SBAAT(Sociedade de Belas Artes Antonio Parreiras), com seu presidente, Clério de Souza e militei na imprensa(Gazeta Comercial e Jornal Urgente).
Solicito sua divulgação.Abaixo, na íntegra, a convocatória.
Cordialmente:
Clevane Pessoa de Araújo
ACADEMIA NEVENSE DE LETRAS,CIÊNCIAS E ARTES-ANELCA
Of.ANELCA/034/2005
Assunto:comunicação e Solicitação(faz)
Ribeirão das Neves,15 de abril de 2005
Prezada Senhora Clevane Pessoa de Araújo
A Academia Nevense de Letras, Ciências e artes, ANELCA,entidade fundada em 02/10/99,com sede no Município de Ribeirão das neves(MG),com imenso prazer,vem comunicar a V.Excia,que na Reunião Ordinária realizada em 13/04/05,na Casa de Cultura de Neves, V.Excia foi votada e eleita,por unanimidade,como Sócia benemérita desta entidade Cultural.
O seu nome foi aceito e reconhecido como uma personalidade de alto valor para a nossa sociedade e nossa Entidade.Gostaréiamos de outorgar a VExcia tal comenda, em sessão Solene que se realizará no dia 30/04/05,sábado, no Centro de Convenções do CAIC,na Rua Principal núm.86, Bairro Santa Paula, em Ribeirão das Neves.
Gostaríamos que V Ex confirmasse sua presença no referido evento com o Sr.Mauro,através do telefone (31)3624-2437,no horário comercial ou no celular de número 99821826.Gostaríamos ainda que, antes do evento, nos encaminhasse os seguintes dados(......)assim como sua biografia e uma fotografia para o álbum da Academia.
Agradecidos, esperamos o seu contato e presença reafirmamosde nossa honra em tê-la nessa entidade como Sócia Benemérita,o que será registrado na memória de todos os acadêmicos e nos Anais da ANELCA e de toda a nossa sociedade.
La profanación de la rosa en el ajuar es el apunte herético de un rostro escuálido un sigilo corrompido Fue un declive del instinto creer en dios y hocicar como arte y parte las llagas de la mártir Quién se sacrificará en este mediodía en la plaza pública de la iniquidad Alguien besa y otro arde
Cuarenta y tres
Clavamos por aquel entonces espinas en el torso de los ángeles bebimos en> los caminos su torrente ante las gatas rosadas de avalanchas Perdíamos el camino por el hueco de una herida Brujería no fue no sé cómo ardieron los libros
MIÉRCOLES 4 DE MAYO - 18.30 hs. PLEBEllA. Revista de poesía actual.
Participan: Gabriela Bejerman, Roberto Echavarren, Francisco Garamona y Romina Freschi (editora).
Plebella, revista de poesía actual, festeja su primer aniversario y el lanzamiento de su número 4, invitando a disfrutar la poesía de Roberto Echavarren, Gabriela Bejerman y Francisco Garamona.
Plebella #4 Abril 2005 Roberto Echavarren - Cecilia Vicuña - Gabriel Yeannoteguy / Reseñas: Garamona - Bejerman - Weissi - Sarachu - Juan García - Juárez Aldazábal - Pinotti - Coop. Ed. El Calamar / Neobarroco, verdad y ficción / Fiestas tseicas en la estación alógena / El poeta argentino de hoy (II parte) / Qué es un poeta? / El Vivo Retrato.
Os informo que ya se puede descargar gratuitamente, desde la página principal de la web www.eltalledelpoeta.com el número de abril 2005 (Nº 1, el anterior fue el Nº 0) del periódico literario "La Bata del Camaleón" y que incluye:
SUMARIO
Editorial: Hallan el cuerpo de la guerra
Entrevista: Jürgen Konzet, el empresario que vino del norte
Una víctima colateral por Fernando Luis Pérez Poza
Camino hacia ningún sitio por Juan Vidal Fraga
La muy puta por Fernando Luis Pérez Poza
Fragmentos de "Testamento de Cordura" por Brais Ocampo
La Fusta del Breador
La página de Richard Pazos
Poemas de Alexander Vórtice
"Yo" por Cato
Plumas Invitadas: Daniel Vázquez Tasende y Miguel Calvo
Amigos:leiam , da série Des/Classificados, o último trabalho de Marcollobus.
Ele está ultimando Estalo, a Revista, número 4, que está muito linda,agora com autores nacionais além dos mineiros e que será lançada dia 20/05/2005 em um coquetel
Jueves 28 abril 2005 (08h45) : Fernando Botero inmortaliza a George W. Bush
Botero pinta el horror de Abu Ghraib
Por Mario Lamo Jiménez
Uno de los pintores más famosos del mundo, Fernando Botero, ha inmortalizado para siempre al presidente de los EE. UU., George W. Bush; y no lo ha hecho por sus hazañas, sino por las torturas y abusos cometidos bajo su gobierno. Una exhibición de 50 pinturas suyas donde muestra los horrores acaecidos en Abu Ghraib abrirá el próximo 16 de junio en el Palazzo Venezia, en Roma. Fernando Botero no es solamente uno de los artistas de más renombre en América Latina, sino que es reconocido mundialmente por su creatividad e imaginación. Los famosos "gordos" de Botero se han paseado por los museos más importantes del mundo y sus esculturas han recorrido calles y avenidas, desde París a Nueva York.
La revista "Diners" de Colombia, reproduce en exclusiva mundial en su presente edición las obras que formarán parte de dicha exhibición. Allí el lector puede ver en el estilo de Botero todas las imágenes en las que el artista ha plasmado uno de los episodios más vergonzosos, crueles e inhumanos de la presidencia de George W. Bush: La tortura y la humillación a las que fueron sometidos un sinnúmero de iraquíes por el mero hecho de existir. Ahora este episodio quedará grabado para siempre en la psiquis colectiva de la humanidad, junto con otras escenas de la depravación a la que puede llegar un ser humano, las cuales abarcan desde las torturas de la "Santa Inquisición" hasta las desoladoras imágenes de los campos de concentración de la Alemania Nazi.
Por obra y gracia de la ideología neoconservadora, la "democracia más ejemplar del planeta" se convirtió en el centro de torturas más sanguinario de la tierra y Botero ha sabido captar con sus pinceles la barbarie de un país presuntamente "civilizado". Sin embargo Botero no ha sido el primer artista de talla mundial en denunciar a través de su obra las ignominias de su época. Francisco José de Goya inmortalizó las masacres napoleónicas y a los inquisidores del siglo XIX, y Pablo Picasso con su obra "Guernica" mostró al mundo los crímenes de guerra nazi-franquistas en la ciudad del mismo nombre, cuando Francisco Franco en 1937, diera carta blanca a los nazis para bombardear dicha ciudad reduciéndola a ruinas, tal como lo hicieran los norteamericanos en Faluya. Siguiendo esta honorable tradición en que los grandes artistas captan la esencia de su época, Botero ha demostrado que desde Medellín a Bagdad, es capaz de reflejar ya sea lo más tierno o lo más abominable del espíritu humano.
Paradójicamente, en cierta ocasión, George W. Bush afirmó: "La verdadera historia de mi gobierno será escrita dentro de 50 años, y usted y yo no estaremos vivos para verla".
Sin embargo, te tenemos buenas noticias, George, la verdad acerca de tu gobierno no sólo ha sido escrita, sino pintada, y ya no tienes qué esperar 50 años para conocer sus resultados. Si te haces presente el próximo 16 de junio en el Palazzo Venezia, en Roma, verás la verdadera historia de tu gobierno, pintada a todo color y con sus resultados finales expuestos para juicio del mundo. Tu estrella ha sido pintada para siempre en el panteón de la ignominia por un genial artista colombiano, para demostrarle al mundo que nuestros supuestos "benefactores", dado el caso, bien se pueden convertir en nuestros más crueles torturadores.
Para suscribirse al Grupo del Obelisco delobelisco-subscribe@... Pueden visitar mi blogs www.blogs.ya.com/delobelisco --------------------------------------------------------------------------- "No hay nada más movilizador que el pensamiento. Lejos de representar una triste abdicación, es la quintaesencia misma de la acción. No existe actividad más subversiva ni temida" Viviane Forrester
Asunto: RE: [lapoesia] RV: [Cuenta Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada
Helios,
Autorizado.
Un saludo,
Bruno
De:lapoesia@yahoogroups.com [mailto:lapoesia@yahoogroups.com] En nombre de Helios Buira Enviado el: jueves, 28 de abril de 2005 17:35 Para:lapoesia@yahoogroups.com Asunto: Re: [lapoesia] RV: [Cuenta Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada
Estimado Bruno.
La semana próxima publicaré La Revista.
¿Me autorizás a que tu texto sea parte de la propuesta?
Para suscribirse al Grupo del Obelisco delobelisco-subscribe@... Pueden visitar mi blogs www.blogs.ya.com/delobelisco --------------------------------------------------------------------------- "No hay nada más movilizador que el pensamiento. Lejos de representar una triste abdicación, es la quintaesencia misma de la acción. No existe actividad más subversiva ni temida" Viviane Forrester
Asunto: [lapoesia] RV: [Cuenta Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada
Hace unos días remití un mensaje incompleto con una versión anterior y no corregida de parte de este texto. Esta es la versión final
Bruno
HERENCIA MALDITA: LA TELENOVELA "EL CULEBRÓN DEL MILENIO" (Bajo los auspicios de la Industria bélica y petrolífera de los EEUU)
Guión y adaptación a cargo del psicópata Bruno Kampel
Sumario de los capítulos anteriores:
Capítulo antepenúltimo:
George padre pasaba las noches agarrado con la mano izquierda a una botella de un intragable whisky canadiense, y con la derecha a una callada desesperación que el insomnio crónico insistía en mantener activa. Durante las pocas horas en las que conseguía conciliar el sueño, terribles pesadillas ocupaban militarmente todo el escenario de sus noches, ocasión en la que era asaltado por 300.000 cadáveres de niños iraquíes muertos por la hambruna que él les regaló, quienes pedían sin palabras que la historia no se repitiera, y en otro rincón de la pesadilla, soldados americanos muertos por nada, que en silencio exigían respuestas, y colgado en el dobladillo de esa alucinación que lo atacaba con nocturnidad y alevosía, se hamacaba su hijo George W., que nuevamente había hecho pis en la cama.
George el hijo, aparte de dirigir una empresa explotadora de países explotadores de petroleo, se deleitaba por no saber dónde queda París y de no tener ni la más remota idea del nombre de la capital del estado de Nueva York, ya que sus dos verdaderas y únicas pasiones eran la bebida y escuchar los sabios consejos mugidos por el ganado que engordaba en su rancho tejano. Cuanto a sus planes para el futuro, ellos giraban sobre dos deseos fundamentales: vengar al padre de todos los Bush, y aprender a leer y escribir.
En la Florida - mientras tanto - el otro hijo del mismo padre compró la patente de la fórmula sudamericana del fraude electoral, y se la ofreció de regalo a su hermano para que tuviera con qué entretener las vacías e improductivas horas de su vida, lo que de hecho empezó a hacer desde el momento en que el fraude consumado lo obligó a cambiar de residencia, mudándose para la casa pincipal del rancho, que queda en la avenida Pennsilvania de Washington D.C..
Entonces empezó el camino que condujo al penúltimo capítulo del culebrón televisivo:
Al principio fue la noticia de que el hijo del padre disponía de informaciones anónimas y sin fundamento en el sentido de que Iraq mantenía almacenada en paradero desconocido la gran parte sobrante de las armas químicas, biológicas y de destrucción masiva que Saddam había recibido de los Estados Unidos y de Inglaterra, para ser usadas contra el Irán de los aiatolás, y el hecho de no haberlas usado en su totalidad significaba - tanto para el padre cuanto para el hijo - que Saddam estaba incumpliendo las resoluciones de la ONU que exigían la total eliminación de las mismas.
Pasados algunos meses, y depués de miles de inspecciones en decenas de miles de posibles escondites, los cientos de inspectores de la ONU encontraron un viejo depósito de chatarra con nada peligroso en su interior, lo que llevó al heredero de su padre a decidirse a contratar los servicios de verdaderos profesionales para que hicieran lo que es muy común en la política: fabricar pruebas, maquillar verdades, difundir mentiras.
Y así se hizo. De la noche a la mañana Saddam pasó a ser cómplice de su gran enemigo Osama Bin Laden. Y una fotografia de una escuela, obtenida por un satélite espía, se transformó en un depósito de peligrosísimas armas de destrucción de los Estados Unidos de América. Y así sucesivamente.
Propaganda de guerra que, para desesperación del padre, del hijo y del espíritu nada santo que asumió el control de mando de la diligencia, acabó siendo el mayor fracaso jamás visto u oído, y entonces, buscando inspiración en la lectura de la biografía de la pantera rosa, decidió dar el paso definitivo que lo condujera directamente a las páginas de la Historia.
Y así se llegó al último capitulo transmitido - pero no el último de la novela - que resumimos al pie de esta sinopsis, aunque sus ecos aún resuenen en la memoria de toda la gente de bien. De nuestros televisores aún fluye sangre inocente para dentro de nuestras casas. Desde sus discursos los "ganadores" nos ametrallan can una carga letal de falta de vergüenza, cuyos efectos colaterales son terribles ataques de vómitos cada vez que se dejan escuchar.
Lo que importa ahora es saber si el Bien continuará prisionero de la banda de criminales que lo secuestró mientras los pueblos miraban hipnotizados a las pizarras electrónicas de Wall Street.
¡No se pierda el próximo capítulo!
En él podremos descubrir cuál es el siguiente movimiento que los gendarmes mundiales a servicio de la ignominia divina harán: ¿darán la ordem de invadir Irán? ¿Autorizarán a Israel a bombardear indiscriminadamente a la población civil de Palestina?... Invadirán Cuba para entregársela a los traficantes de Miami? ¿O será que el emperador de todas las cloacas nos tiene reservado um grand finale, librando al mundo entero de las terribles garras del mal, metiéndose una bendita y definitiva bala en su maldita cabeza?...
No se lo pierda. Mirar es gratis. La cuenta viene después.
AQUI ESTÁ EL RESUMEN DEL ÚLTIMO CAPÍTULO TRANSMITIDO. LA GUERRA EN UN SOLO DIA, PORQUE TODOS LOS DIAS DE GUERRA SON IGUALES.
RETROSPECTIVA
09:20 a.m. de la guerra del dios del capitalismo contra el satanás de opereta
Las bombas explotaban en todos las conciencias y en todos los idiomas, y la angustia trabajaba sin sueldo ni descanso. Las mentiras oficiales se mostraban cada vez más obcenas, y los muertos insistían en ser cada vez más numerosos. De la Paz se desconocía el paradero, y la guerra nos miraba burlona y se reía a carcajadas.
11:07 a.m. de la guerra del dios de opereta contra el satanás del paraíso
Los ruiseñores de Basra y de Bagdad y los gorriones del norte de la muerte y del sur del precipicio, decretaban un minuto de silencio en causa propia, víctimas colaterales de todos los males unilaterales.
12:10 p.m. de la guerra del dios del ojo por ojo contra el satanás del nada por nada.
El árido suelo de la Mesopotamia de las Mil y una Noches recibía desde el cielo inolvidables lecciones de progreso tecnológico, mientras los emisarios del Bien distribuían epitafios como si fueran golosinas
16:33 p.m. de la guerra del dios de mierda contra el satanás de materia fecal
La sangre amiga y la enemiga se enlazaban en un abrazo desesperado e inesperado, y juntas abandonaban el escenario mientras la esperanza - en un gesto teatral bien ensayado - sucumbía herida de muerte a los pies del nuevo Emperador, y el Futuro finalmente caía prisionero de los famosos arquitectos de la ignominia.
21:00 p.m. de la guerra del dios de la CNN contra el satanás de Al Jazeera
Um selecto grupo de invitados de honor, que entusiasmado asistía a la hecatombe desde el palco presidencial de Wall Street, aplaudía frenéticamente com los bolsillos, al mismo tiempo en que se frotaba las manos haciendo las cuentas de los dividendos que la Muerte Ajena les pagara en tan solo un par de semanas. 23:59 p.m. de la guerra del dios dirá contra el satanás del qué te dije.
Una pregunta se imponía para cerrar con broche de oro la guerra de mayor audiencia, pero no se conocía ni la respuesta ni mucho menos los motivos. Dios... Sí sí... Dios... y la Justicia, y el Sentido Común, y el Humanismo, y los Principios y Valores, y el Respeto ao Prójimo, y la Democracia, y la Ética, y la Libertad, y la Fraternidad, y los Derechos Humanos... Sí. Todos ausentes. Como sempre.
De:
lapoesia@yahoogroups.com [mailto:lapoesia@yahoogroups.com] En nombre de Helios Buira Enviado el: jueves, 28 de abril de
2005 17:35 Para: lapoesia@yahoogroups.com Asunto: Re: [lapoesia] RV: [Cuenta
Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada
Estimado Bruno.
La semana próxima
publicaré La Revista.
¿Me autorizás a que
tu texto sea parte de la propuesta?
Para suscribirse al Grupo del Obelisco delobelisco-subscribe@...
Pueden visitar mi blogs www.blogs.ya.com/delobelisco
---------------------------------------------------------------------------
"No hay nada más movilizador que el pensamiento. Lejos de representar una
triste abdicación, es la quintaesencia misma de la acción. No existe actividad
más subversiva ni temida" Viviane Forrester
Asunto: [lapoesia] RV:
[Cuenta Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada
Hace unos días remití un mensaje
incompleto con una versión anterior y no corregida de parte de este texto. Esta
es la versión final
Bruno
HERENCIA
MALDITA: LA TELENOVELA "EL CULEBRÓN DEL MILENIO" (Bajo los auspicios de la Industria bélica y petrolífera
de los EEUU)
Guión y adaptación a cargo del psicópata Bruno Kampel
Sumario de los capítulos anteriores:
Capítulo antepenúltimo:
George padre pasaba las noches agarrado con la
mano izquierda a una botella de un intragable whisky canadiense, y con la
derecha a una callada desesperación que el insomnio crónico insistía en
mantener activa. Durante las pocas horas en las que conseguía conciliar el
sueño, terribles pesadillas ocupaban militarmente todo el escenario de sus
noches, ocasión en la que era asaltado por 300.000 cadáveres de niños
iraquíes muertos por la hambruna que él les regaló, quienes pedían sin
palabras que la historia no se repitiera, y en otro rincón de la pesadilla,
soldados americanos muertos por nada, que en silencio exigían respuestas, y
colgado en el dobladillo de esa alucinación que lo atacaba con nocturnidad y
alevosía, se hamacaba su hijo George W., que nuevamente había hecho pis
en la cama.
George el hijo, aparte de dirigir una empresa explotadora de países
explotadores de petroleo, se deleitaba por no saber dónde queda París y
de no tener ni la más remota idea del nombre de la capital del estado de
Nueva York, ya que sus dos verdaderas y únicas pasiones eran la bebida y
escuchar los sabios consejos mugidos por el ganado que engordaba en su
rancho tejano. Cuanto a sus planes para el futuro, ellos giraban sobre dos
deseos fundamentales: vengar al padre de todos los Bush, y aprender a leer y
escribir.
En la Florida - mientras tanto - el otro hijo del mismo padre compró la
patente de la fórmula sudamericana del fraude electoral, y se la ofreció de regalo
a su hermano para que tuviera con qué entretener las vacías e improductivas
horas de su vida, lo que de hecho empezó a hacer desde el momento en
que el fraude consumado lo obligó a cambiar de residencia, mudándose para la
casa pincipal del rancho, que queda en la avenida Pennsilvania de
Washington D.C..
Entonces empezó el camino que condujo al penúltimo capítulo del culebrón
televisivo:
Al principio fue la noticia de que el hijo del padre disponía de
informaciones anónimas y sin fundamento en el sentido de que Iraq mantenía
almacenada en paradero desconocido la gran parte sobrante de las armas
químicas, biológicas y de destrucción masiva que Saddam había recibido de los Estados Unidos y de
Inglaterra, para ser usadas contra el Irán de los aiatolás, y el hecho de
no haberlas usado en su totalidad significaba - tanto para el padre
cuanto para el hijo - que Saddam estaba incumpliendo las resoluciones de la
ONU que exigían la total eliminación de las mismas.
Pasados algunos meses, y depués de miles de inspecciones en decenas de miles
de posibles escondites, los cientos de inspectores de la ONU encontraron un
viejo depósito de chatarra con nada peligroso en su interior, lo que llevó al
heredero de su padre a decidirse a contratar los servicios de verdaderos
profesionales para que hicieran lo que es muy común en la política: fabricar
pruebas, maquillar verdades, difundir mentiras.
Y así se hizo. De la noche a la mañana Saddam pasó a ser cómplice de su
gran enemigo Osama Bin Laden. Y una fotografia de una escuela, obtenida por
un satélite espía, se transformó en un depósito de peligrosísimas armas
de destrucción de los Estados Unidos de América. Y así sucesivamente.
Propaganda de guerra que, para desesperación del
padre, del hijo y del espíritu nada santo que asumió el control de mando de
la diligencia, acabó siendo el mayor fracaso jamás visto u oído, y
entonces, buscando inspiración en la lectura de la biografía de la pantera
rosa, decidió dar el paso definitivo que lo condujera directamente a las
páginas de la Historia.
Y así
se llegó al último capitulo transmitido - pero no el último de la novela
- que resumimos al pie de esta sinopsis, aunque sus ecos
aún resuenen en la memoria de toda la gente de bien. De nuestros
televisores aún fluye sangre inocente para dentro de nuestras casas.
Desde sus discursos los "ganadores" nos ametrallan can
una carga letal de falta de vergüenza, cuyos efectos colaterales
son terribles ataques de vómitos cada vez que se
dejan escuchar.
Lo que
importa ahora es saber si el Bien continuará prisionero de la banda de
criminales que lo secuestró mientras los pueblos miraban hipnotizados a las
pizarras electrónicas de Wall Street.
¡No se
pierda el próximo capítulo!
En él podremos descubrir cuál es el siguiente movimiento que los
gendarmes mundiales a servicio de la ignominia divina harán: ¿darán la ordem
de invadir Irán? ¿Autorizarán a Israel a bombardear
indiscriminadamente a la población civil de Palestina?... Invadirán Cuba
para entregársela a los traficantes de Miami? ¿O será que el emperador de
todas las cloacas nos tiene reservado um grand
finale, librando al mundo entero de las terribles garras del
mal, metiéndose una bendita y definitiva bala en su
maldita cabeza?...
No se lo pierda. Mirar es gratis. La cuenta viene después.
AQUI
ESTÁ EL RESUMEN DEL ÚLTIMO CAPÍTULO TRANSMITIDO. LA GUERRA EN UN
SOLO DIA, PORQUE TODOS LOS DIAS DE GUERRA SON IGUALES.
RETROSPECTIVA
09:20 a.m. de la guerra del dios del capitalismo contra el satanás de
opereta
Las bombas explotaban en todos las conciencias y en todos los idiomas, y la
angustia trabajaba sin sueldo ni descanso. Las mentiras oficiales se
mostraban cada vez más obcenas, y los muertos insistían en ser cada vez más
numerosos. De la Paz se desconocía el paradero, y la guerra nos miraba
burlona y se reía a carcajadas.
11:07 a.m. de la guerra del dios de opereta contra el satanás del paraíso
Los ruiseñores de Basra y de Bagdad y los gorriones del norte de
la muerte y del sur del precipicio, decretaban un minuto de silencio en causa
propia, víctimas colaterales de todos los males unilaterales.
12:10 p.m. de la guerra del dios del ojo por ojo contra el satanás del
nada por nada.
El árido suelo de la Mesopotamia de las Mil y una Noches recibía desde el
cielo inolvidables lecciones de progreso tecnológico, mientras los
emisarios del Bien distribuían epitafios como si fueran golosinas
16:33 p.m. de la guerra del dios de mierda contra el satanás de materia
fecal
La sangre amiga y la
enemiga se enlazaban en un abrazo desesperado e inesperado, y juntas
abandonaban el escenario mientras la esperanza - en un gesto teatral bien
ensayado - sucumbía herida de muerte a los pies del nuevo Emperador, y el
Futuro finalmente caía prisionero de los famosos arquitectos de la ignominia.
21:00 p.m. de la guerra del dios de la CNN contra el satanás de Al Jazeera
Um selecto grupo de invitados de honor, que entusiasmado asistía a la
hecatombe desde el palco presidencial de Wall Street, aplaudía frenéticamente
com los bolsillos, al mismo tiempo en que se frotaba las manos haciendo
las cuentas de los dividendos que la Muerte Ajena les pagara en tan
solo un par de semanas. 23:59 p.m. de la guerra del dios dirá contra el satanás del qué te dije.
Una pregunta se
imponía para cerrar con broche de oro la guerra de mayor
audiencia, pero no se conocía ni la respuesta ni mucho menos los
motivos. Dios... Sí sí... Dios... y la Justicia, y el Sentido Común, y
el Humanismo, y los Principios y Valores, y el Respeto ao Prójimo, y la
Democracia, y la Ética, y la Libertad, y la Fraternidad, y los Derechos
Humanos... Sí. Todos ausentes. Como sempre.
Para suscribirse al Grupo del Obelisco delobelisco-subscribe@... Pueden visitar mi blogs www.blogs.ya.com/delobelisco --------------------------------------------------------------------------- "No hay nada más movilizador que el pensamiento. Lejos de representar una triste abdicación, es la quintaesencia misma de la acción. No existe actividad más subversiva ni temida" Viviane Forrester
Asunto: [lapoesia] RV: [Cuenta Cuentos] Sal en las heridas. Reposición maquillada
Hace unos días remití un mensaje incompleto con una versión anterior y no corregida de parte de este texto. Esta es la versión final
Bruno
HERENCIA MALDITA: LA TELENOVELA "EL CULEBRÓN DEL MILENIO" (Bajo los auspicios de la Industria bélica y petrolífera de los EEUU)
Guión y adaptación a cargo del psicópata Bruno Kampel
Sumario de los capítulos anteriores:
Capítulo antepenúltimo:
George padre pasaba las noches agarrado con la mano izquierda a una botella de un intragable whisky canadiense, y con la derecha a una callada desesperación que el insomnio crónico insistía en mantener activa. Durante las pocas horas en las que conseguía conciliar el sueño, terribles pesadillas ocupaban militarmente todo el escenario de sus noches, ocasión en la que era asaltado por 300.000 cadáveres de niños iraquíes muertos por la hambruna que él les regaló, quienes pedían sin palabras que la historia no se repitiera, y en otro rincón de la pesadilla, soldados americanos muertos por nada, que en silencio exigían respuestas, y colgado en el dobladillo de esa alucinación que lo atacaba con nocturnidad y alevosía, se hamacaba su hijo George W., que nuevamente había hecho pis en la cama.
George el hijo, aparte de dirigir una empresa explotadora de países explotadores de petroleo, se deleitaba por no saber dónde queda París y de no tener ni la más remota idea del nombre de la capital del estado de Nueva York, ya que sus dos verdaderas y únicas pasiones eran la bebida y escuchar los sabios consejos mugidos por el ganado que engordaba en su rancho tejano. Cuanto a sus planes para el futuro, ellos giraban sobre dos deseos fundamentales: vengar al padre de todos los Bush, y aprender a leer y escribir.
En la Florida - mientras tanto - el otro hijo del mismo padre compró la patente de la fórmula sudamericana del fraude electoral, y se la ofreció de regalo a su hermano para que tuviera con qué entretener las vacías e improductivas horas de su vida, lo que de hecho empezó a hacer desde el momento en que el fraude consumado lo obligó a cambiar de residencia, mudándose para la casa pincipal del rancho, que queda en la avenida Pennsilvania de Washington D.C..
Entonces empezó el camino que condujo al penúltimo capítulo del culebrón televisivo:
Al principio fue la noticia de que el hijo del padre disponía de informaciones anónimas y sin fundamento en el sentido de que Iraq mantenía almacenada en paradero desconocido la gran parte sobrante de las armas químicas, biológicas y de destrucción masiva que Saddam había recibido de los Estados Unidos y de Inglaterra, para ser usadas contra el Irán de los aiatolás, y el hecho de no haberlas usado en su totalidad significaba - tanto para el padre cuanto para el hijo - que Saddam estaba incumpliendo las resoluciones de la ONU que exigían la total eliminación de las mismas.
Pasados algunos meses, y depués de miles de inspecciones en decenas de miles de posibles escondites, los cientos de inspectores de la ONU encontraron un viejo depósito de chatarra con nada peligroso en su interior, lo que llevó al heredero de su padre a decidirse a contratar los servicios de verdaderos profesionales para que hicieran lo que es muy común en la política: fabricar pruebas, maquillar verdades, difundir mentiras.
Y así se hizo. De la noche a la mañana Saddam pasó a ser cómplice de su gran enemigo Osama Bin Laden. Y una fotografia de una escuela, obtenida por un satélite espía, se transformó en un depósito de peligrosísimas armas de destrucción de los Estados Unidos de América. Y así sucesivamente.
Propaganda de guerra que, para desesperación del padre, del hijo y del espíritu nada santo que asumió el control de mando de la diligencia, acabó siendo el mayor fracaso jamás visto u oído, y entonces, buscando inspiración en la lectura de la biografía de la pantera rosa, decidió dar el paso definitivo que lo condujera directamente a las páginas de la Historia.
Y así se llegó al último capitulo transmitido - pero no el último de la novela - que resumimos al pie de esta sinopsis, aunque sus ecos aún resuenen en la memoria de toda la gente de bien. De nuestros televisores aún fluye sangre inocente para dentro de nuestras casas. Desde sus discursos los "ganadores" nos ametrallan can una carga letal de falta de vergüenza, cuyos efectos colaterales son terribles ataques de vómitos cada vez que se dejan escuchar.
Lo que importa ahora es saber si el Bien continuará prisionero de la banda de criminales que lo secuestró mientras los pueblos miraban hipnotizados a las pizarras electrónicas de Wall Street.
¡No se pierda el próximo capítulo!
En él podremos descubrir cuál es el siguiente movimiento que los gendarmes mundiales a servicio de la ignominia divina harán: ¿darán la ordem de invadir Irán? ¿Autorizarán a Israel a bombardear indiscriminadamente a la población civil de Palestina?... Invadirán Cuba para entregársela a los traficantes de Miami? ¿O será que el emperador de todas las cloacas nos tiene reservado um grand finale, librando al mundo entero de las terribles garras del mal, metiéndose una bendita y definitiva bala en su maldita cabeza?...
No se lo pierda. Mirar es gratis. La cuenta viene después.
AQUI ESTÁ EL RESUMEN DEL ÚLTIMO CAPÍTULO TRANSMITIDO. LA GUERRA EN UN SOLO DIA, PORQUE TODOS LOS DIAS DE GUERRA SON IGUALES.
RETROSPECTIVA
09:20 a.m. de la guerra del dios del capitalismo contra el satanás de opereta
Las bombas explotaban en todos las conciencias y en todos los idiomas, y la angustia trabajaba sin sueldo ni descanso. Las mentiras oficiales se mostraban cada vez más obcenas, y los muertos insistían en ser cada vez más numerosos. De la Paz se desconocía el paradero, y la guerra nos miraba burlona y se reía a carcajadas.
11:07 a.m. de la guerra del dios de opereta contra el satanás del paraíso
Los ruiseñores de Basra y de Bagdad y los gorriones del norte de la muerte y del sur del precipicio, decretaban un minuto de silencio en causa propia, víctimas colaterales de todos los males unilaterales.
12:10 p.m. de la guerra del dios del ojo por ojo contra el satanás del nada por nada.
El árido suelo de la Mesopotamia de las Mil y una Noches recibía desde el cielo inolvidables lecciones de progreso tecnológico, mientras los emisarios del Bien distribuían epitafios como si fueran golosinas
16:33 p.m. de la guerra del dios de mierda contra el satanás de materia fecal
La sangre amiga y la enemiga se enlazaban en un abrazo desesperado e inesperado, y juntas abandonaban el escenario mientras la esperanza - en un gesto teatral bien ensayado - sucumbía herida de muerte a los pies del nuevo Emperador, y el Futuro finalmente caía prisionero de los famosos arquitectos de la ignominia.
21:00 p.m. de la guerra del dios de la CNN contra el satanás de Al Jazeera
Um selecto grupo de invitados de honor, que entusiasmado asistía a la hecatombe desde el palco presidencial de Wall Street, aplaudía frenéticamente com los bolsillos, al mismo tiempo en que se frotaba las manos haciendo las cuentas de los dividendos que la Muerte Ajena les pagara en tan solo un par de semanas. 23:59 p.m. de la guerra del dios dirá contra el satanás del qué te dije.
Una pregunta se imponía para cerrar con broche de oro la guerra de mayor audiencia, pero no se conocía ni la respuesta ni mucho menos los motivos. Dios... Sí sí... Dios... y la Justicia, y el Sentido Común, y el Humanismo, y los Principios y Valores, y el Respeto ao Prójimo, y la Democracia, y la Ética, y la Libertad, y la Fraternidad, y los Derechos Humanos... Sí. Todos ausentes. Como sempre.
*El próximo jueves abre al público La Feria del Libro de Buenos Aires. Es la fiesta más tradicional de la cultura argentina. Una investigación indaga qué, cómo, dónde y por qué leemos los argentinos. Además, un debate sobre la utilidad comercial y cultural de las ferias. Diario Clarín: Revista "Ñ", edición especial 31ª F.I.L. http://www.clarin.com.ar/suplementos/cultura/2005/04/16/index.html
Hace unos días remití un mensaje
incompleto con una versión anterior y no corregida de parte de este texto. Esta
es la versión final
Bruno
HERENCIA
MALDITA: LA TELENOVELA "EL CULEBRÓN DEL MILENIO" (Bajo los auspicios de la Industria bélica y petrolífera
de los EEUU)
Guión y adaptación a cargo del psicópata Bruno Kampel
Sumario de los capítulos anteriores:
Capítulo antepenúltimo:
George padre pasaba las noches agarrado con la
mano izquierda a una botella de un intragable whisky canadiense, y con la
derecha a una callada desesperación que el insomnio crónico insistía en
mantener activa. Durante las pocas horas en las que conseguía conciliar el
sueño, terribles pesadillas ocupaban militarmente todo el escenario de sus
noches, ocasión en la que era asaltado por 300.000 cadáveres de niños
iraquíes muertos por la hambruna que él les regaló, quienes pedían sin
palabras que la historia no se repitiera, y en otro rincón de la pesadilla,
soldados americanos muertos por nada, que en silencio exigían respuestas, y
colgado en el dobladillo de esa alucinación que lo atacaba con nocturnidad y
alevosía, se hamacaba su hijo George W., que nuevamente había hecho pis
en la cama.
George el hijo, aparte de dirigir una empresa explotadora de países
explotadores de petroleo, se deleitaba por no saber dónde queda París y
de no tener ni la más remota idea del nombre de la capital del estado de Nueva
York, ya que sus dos verdaderas y únicas pasiones eran la bebida y escuchar
los sabios consejos mugidos por el ganado que engordaba en su rancho
tejano. Cuanto a sus planes para el futuro, ellos giraban sobre dos deseos
fundamentales: vengar al padre de todos los Bush, y aprender a leer y
escribir.
En la Florida - mientras tanto - el otro hijo del mismo padre compró la
patente de la fórmula sudamericana del fraude electoral, y se la ofreció de
regalo a su hermano para que tuviera con qué entretener las vacías e
improductivas horas de su vida, lo que de hecho empezó a hacer desde el
momento en que el fraude consumado lo obligó a cambiar de residencia,
mudándose para la casa pincipal del rancho, que queda en la avenida
Pennsilvania de Washington D.C..
Entonces empezó el camino que condujo al penúltimo capítulo del culebrón
televisivo:
Al principio fue la noticia de que el hijo del padre disponía de
informaciones anónimas y sin fundamento en el sentido de que Iraq mantenía
almacenada en paradero desconocido la gran parte sobrante de las armas
químicas, biológicas y de destrucción masiva que Saddam había recibido de los Estados Unidos y de
Inglaterra, para ser usadas contra el Irán de los aiatolás, y el hecho de
no haberlas usado en su totalidad significaba - tanto para el padre
cuanto para el hijo - que Saddam estaba incumpliendo las resoluciones de la
ONU que exigían la total eliminación de las mismas.
Pasados algunos meses, y depués de miles de inspecciones en decenas de miles
de posibles escondites, los cientos de inspectores de la ONU encontraron un
viejo depósito de chatarra con nada peligroso en su interior, lo que llevó al
heredero de su padre a decidirse a contratar los servicios de verdaderos
profesionales para que hicieran lo que es muy común en la política: fabricar
pruebas, maquillar verdades, difundir mentiras.
Y así se hizo. De la noche a la mañana Saddam pasó a ser cómplice de su
gran enemigo Osama Bin Laden. Y una fotografia de una escuela, obtenida por
un satélite espía, se transformó en un depósito de peligrosísimas armas
de destrucción de los Estados Unidos de América. Y así sucesivamente.
Propaganda de guerra que, para desesperación del
padre, del hijo y del espíritu nada santo que asumió el control de mando de
la diligencia, acabó siendo el mayor fracaso jamás visto u oído, y
entonces, buscando inspiración en la lectura de la biografía de la pantera
rosa, decidió dar el paso definitivo que lo condujera directamente a las
páginas de la Historia.
Y así
se llegó al último capitulo transmitido - pero no el último de la novela
- que resumimos al pie de esta sinopsis, aunque sus ecos
aún resuenen en la memoria de toda la gente de bien. De nuestros
televisores aún fluye sangre inocente para dentro de nuestras casas.
Desde sus discursos los "ganadores" nos ametrallan can
una carga letal de falta de vergüenza, cuyos efectos colaterales
son terribles ataques de vómitos cada vez que se
dejan escuchar.
Lo que
importa ahora es saber si el Bien continuará prisionero de la banda de
criminales que lo secuestró mientras los pueblos miraban hipnotizados a las
pizarras electrónicas de Wall Street.
¡No se
pierda el próximo capítulo!
En él podremos descubrir cuál es el siguiente movimiento que los
gendarmes mundiales a servicio de la ignominia divina harán: ¿darán la ordem
de invadir Irán? ¿Autorizarán a Israel a bombardear
indiscriminadamente a la población civil de Palestina?... Invadirán Cuba
para entregársela a los traficantes de Miami? ¿O será que el emperador de
todas las cloacas nos tiene reservado um grand
finale, librando al mundo entero de las terribles garras del
mal, metiéndose una bendita y definitiva bala en su
maldita cabeza?...
No se lo pierda. Mirar es gratis. La cuenta viene después.
AQUI
ESTÁ EL RESUMEN DEL ÚLTIMO CAPÍTULO TRANSMITIDO. LA GUERRA EN UN
SOLO DIA, PORQUE TODOS LOS DIAS DE GUERRA SON IGUALES.
RETROSPECTIVA
09:20 a.m. de la guerra del dios del capitalismo contra el satanás de
opereta
Las bombas explotaban en todos las conciencias y en todos los idiomas, y la
angustia trabajaba sin sueldo ni descanso. Las mentiras oficiales se
mostraban cada vez más obcenas, y los muertos insistían en ser cada vez más
numerosos. De la Paz se desconocía el paradero, y la guerra nos miraba
burlona y se reía a carcajadas.
11:07 a.m. de la guerra del dios de opereta contra el satanás del paraíso
Los ruiseñores de Basra y de Bagdad y los gorriones del norte de
la muerte y del sur del precipicio, decretaban un minuto de silencio en causa
propia, víctimas colaterales de todos los males unilaterales.
12:10 p.m. de la guerra del dios del ojo por ojo contra el satanás del
nada por nada.
El árido suelo de la Mesopotamia de las Mil y una Noches recibía desde el
cielo inolvidables lecciones de progreso tecnológico, mientras los
emisarios del Bien distribuían epitafios como si fueran golosinas
16:33 p.m. de la guerra del dios de mierda contra el satanás de materia
fecal
La sangre amiga y la
enemiga se enlazaban en un abrazo desesperado e inesperado, y juntas
abandonaban el escenario mientras la esperanza - en un gesto teatral bien
ensayado - sucumbía herida de muerte a los pies del nuevo Emperador, y el
Futuro finalmente caía prisionero de los famosos arquitectos de la ignominia.
21:00 p.m. de la guerra del dios de la CNN contra el satanás de Al Jazeera
Um selecto grupo de invitados de honor, que entusiasmado asistía a la
hecatombe desde el palco presidencial de Wall Street, aplaudía frenéticamente
com los bolsillos, al mismo tiempo en que se frotaba las manos haciendo
las cuentas de los dividendos que la Muerte Ajena les pagara en tan
solo un par de semanas. 23:59 p.m. de la guerra del dios dirá contra el satanás del qué te dije.
Una pregunta se
imponía para cerrar con broche de oro la guerra de mayor
audiencia, pero no se conocía ni la respuesta ni mucho menos los
motivos. Dios... Sí sí... Dios... y la Justicia, y el Sentido Común, y
el Humanismo, y los Principios y Valores, y el Respeto ao Prójimo, y la
Democracia, y la Ética, y la Libertad, y la Fraternidad, y los Derechos
Humanos... Sí. Todos ausentes. Como sempre.
NOSTALGIA EXTREMA
Los dientes amarillos rechinan en el brandy
que congela la cordura con sus treinta y ocho grados,
la tibia y azul melancolía
toma por asalto mis mejillas
víctimas fofas de la Ley de Newton.
Tus dos ojos
son demasiados
para una sola ausencia
Salgo a llorar,
acaricio toscamente el sicomoro
donde tu perro fino
levantaba la pata y se orinaba
mientras tú, igual de fina
levantabas la mano y me decías adiós,
y el cuervo de Poe
escondido en la axila afeitada de una rama
graznó burlonamente
"nevermore".
Juan Marcelino Ruiz
1oConcursoESTALO de Crônicas e Poemas – Vencedora CategoriaCrônicas
O grande vencedor do nosso 1oConcurso de Crônicas é CARLOS GILDEMAR PONTES. Carlosé poeta e ficcionista. Professor de Literatura da UFCG, cursaDoutoradoemLiteratura na UFPB. É editor daRevistaAcauã. Publicou empoesia: CaixaPostal (poemaspostais); Fortaleza: Lourenço Filho, 1986; Metafísica das Partes –
Fortaleza: EDURC, 1991; O Olhar de Narciso, Fortaleza:EDURC, 1995; Os Gestos do Amor: Magia e Ritual, Fortaleza: Acauã/ João Pessoa: Editora da UFPB, dentreoutros.
Recebemos um grande número de textos, que nos impressionaram, em sua maioria, pela excelência, de vários Estados brasileiros.
No júri:
Luiz Paulo Lyrio e Rogério Salgado, diretores de Estalo, a Revista.Virgilene Araújo e eu, Clevane Pessoa e ainda Caudio Márcio Barbosa,também da da coordenação .
O vencedor terá uma página da revista e ainda cento e dez exemplares da mesma.
Aguardem a divulgação do primeiro lugar de Poesia e a lista de Menções honrosas, que terão também seu texto editado.A próxima edição está muito bonita, com capa de Marco Llobus, o editor do jornal "desclassificados", também responsável pela diagramação.
Fiquem alertas ao próximo concurso, que será de Contos.
Agradecemos a todos que nos ajudaram na divulgação, individualmente ou em grupo.Enviarei, pelo Correio, um exemplar da revista,desde que enviem um endereço postal.
1oConcursoESTALO de Crônicas e Poemas – Vencedora CategoriaCrônicas
O grande vencedor do nosso 1oConcurso de Crônicas é CARLOS GILDEMAR PONTES. Carlosé poeta e ficcionista. Professor de Literatura da UFCG, cursaDoutoradoemLiteratura na UFPB. É editor daRevistaAcauã. Publicou empoesia: CaixaPostal (poemaspostais); Fortaleza: Lourenço Filho, 1986; Metafísica das Partes –
Fortaleza: EDURC, 1991; O Olhar de Narciso, Fortaleza:EDURC, 1995; Os Gestos do Amor: Magia e Ritual, Fortaleza: Acauã/ João Pessoa: Editora da UFPB, dentreoutros.
Recebemos um grande número de textos, que nos impressionaram, em sua maioria, pela excelência, de vários Estados brasileiros.
No júri:
Luiz Paulo Lyrio e Rogério Salgado, diretores de Estalo, a Revista.Virgilene Araújo e eu, Clevane Pessoa e ainda Caudio Márcio Barbosa,também da da coordenação .
O vencedor terá uma página da revista e ainda cento e dez exemplares da mesma.
Aguardem a divulgação do primeiro lugar de Poesia e a lista de Menções honrosas, que terão também seu texto editado.A próxima edição está muito bonita, com capa de Marco Llobus, o editor do jornal "desclassificados", também responsável pela diagramação.
Fiquem alertas ao próximo concurso, que será de Contos.
Agradecemos a todos que nos ajudaram na divulgação, individualmente ou em grupo.
Quién eres o cómo, qué estatura / adivino la forma de tu cuello.
Venías hace tiempo y no sabía? Así empieza Gabriel Impaglione su particular ruta de Ulises en busca de su Ítaca.
Mientras se sucede el siglo y se hunden / estos huesos temerarios en la niebla.
Como un héroe del antiguo mediterráneo del que es originario, buscando un Polifemo que cegar con sangre de dragón siciliano, y mirada albertiana y pura. Cruza mares y nieblas, cruza el cielo de Altazor con un ala en busca de su amada-ala : ALALA.
Habita en la palabra de Neruda: Elegirte entre todas / quedarme con tu boca. Como aquella “eres la reina”.
Con el romanticismo como único equipaje y la bandera de la libertad como vestido, en busca de su amada-patria. De su casa a la de ella mide la distancia en besos y la salva con un puente de versos. Juega con las ocho letras de su nombre: Giovanna. Poeta sibila que conoce que “crear es el principio del placer, el que crea sin placer ama y no sabe volar”. A ella acude Gabriel con la rosa encendida de América en la mano.
De repente, este hijo de Rousseau (todos los hijos de Rousseau somos huérfanos) descubre que la inocencia habita en el corazón y que América toda cabe en un puño-pájaro que vuela en un lugar perdido de Sardegna, y ya no se pregunta quién es ni de dónde viene sino dónde ha llegado.
No has nacido sino para encontrarme, dice entre Neruda y Garcilaso, él, que no nació sino para quererla.
Este poemario, plagado de banderas, de sueños y de origen, es el de un hombre íntegro. Aunque no lo hubiera escrito sino sólo vivido merecería la historia que contiene.
Hoy, el poeta, es un héroe epilírico que se narra a sí mismo. Nos ofrece la rosa inaugurada, y con esa plenitud y esa pureza nos toca el corazón. Seres de un mundo (él y ella) no contaminado. Aves del paraíso sin serpiente, que establecen el amor como un dios soberano, y extienden el horizonte recién amanecido.
Con eso, Antigua Madre Europa, vieja loba, este lobo estepario de mar, ahora en la tierra de Ungaretti, marca destino y cumple. ALALA.
He sido apenas un testigo presencial del crimen. La madrugada miraba sin
pestañear el incesto cometido por segundos y minutos hijos de una misma
hora, mientras la orquesta no tocaba ningún vals acompañando al obstinado
latir del tictac de la guadaña.
En
un rincón de un rincón un grito contenido jugaba al escondite como si allí no
pasara nada, y una pregunta sin fondo no esperaba su respuesta porque
un mariscal del sinsentido ordenaba en todos los canales la rendición
incondicional de la verdad y sus compinches.
Llovía
sobre el lecho en que dormía bien desnuda la esperanza, y una pulmonía sin
empleo buscaba con denuedo la complicidad de un estornudo que impidiera
al silencio cantar sus fechorías, y desde el cielo raso tejían
aplaudiendo las arañas de otros tiempos a pesar del hipo que la risa les
causaba.
Desde
el despertador la hora siete me cantaba las cuarenta invitándome a empezar a
bordar un nuevo día. Acepté el envite y después, mientras enjabonaba
mis dudas en la ducha, los restos inmortales de la noche se escapaban no sé
como supongo que intentando encontrar el escondrijo del crepúsculo.
Sr.
Juez: Protesto mi inocencia ante la absurda acusación que me imputa la
violación y el posterior asesinato a sangre fría de la noche antes aludida,
ya que no soy jefe ni patrón de las horas que se marchan, sino una víctima
más de ese atropello con que el tiempo se entretiene.
Ruego
a Su Señoría que a las pruebas se remita y me exonere de una vez por todas de
esa injusta acusación, devolviéndome el valor y el derecho de poder seguir
usando las noches por venir como nido de mi cansancio y colchón de mis
insomnios.
Esta
es mi única verdad”.
.
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Resumen
de la Sentencia:
Habida
cuenta… blablablablablabla…, determino que In dubio pro reo. Archívese y
sálvese quien pueda.
He sido apenas un testigo presencial del crimen. La madrugada miraba sin
pestañear el incesto cometido por segundos y minutos hijos de una misma
hora, mientras la orquesta no tocaba ningún vals acompañando al
obstinado latir del tictac de la guadaña.
En
un rincón de un rincón un grito contenido jugaba al escondite como si allí no
pasara nada, y una pregunta sin fondo no esperaba su respuesta porque
un mariscal del sinsentido ordenaba en todos los canales la rendición
incondicional de la verdad y sus compinches.
Llovía
sobre el lecho en que dormía bien desnuda la esperanza, y una pulmonía sin
empleo buscaba con denuedo la complicidad de un estornudo que impidiera
al silencio cantar sus fechorías, y desde el cielo raso tejían aplaudiendo
las arañas de otros tiempos a pesar del hipo que la risa les causaba.
Desde
el despertador la hora siete me cantaba las cuarenta invitándome a empezar a
bordar un nuevo día. Acepté el envite y después, mientras me
enjabonaba mis dudas en la ducha, los restos inmortales de la noche se
escapaban no sé como supongo que intentando encontrar el escondrijo del
crepúsculo.
Sr.
Juez: Protesto mi inocencia ante la absurda acusación que me imputa la
violación y el posterior asesinato a sangre fría de la noche antes aludida,
ya que no soy jefe ni patrón de las horas que se marchan, sino una víctima
más de ese atropello con que el tiempo se entretiene.
Ruego
a Su Señoría que a las pruebas se remita y me exonere de una vez por todas de
esa injusta acusación, devolviéndome el valor y el derecho de poder seguir
usando las noches por venir como nido de mi cansancio y colchón de mis
insomnios.
Esta
es mi única verdad”.
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Resumen
de la Sentencia:
Habida
cuenta… blablablablablabla…, determino que In dubio pro reo. Archívese y
sálvese quien pueda.
CERVANTINO
Voy convertido
en caballero andante a tu medida
desenvainada la espada, lanza en ristre.
Con la sola armadura de la piel despierta
recorro la llanura de tu vientre
para desfacer el entuerto de estos días.
He sometido al par de altivos leones que te habitan
tan sólo con la voluntad de mis argucias
exijo que la historia me recuerde
como el intrépido caballero de tus pechos.
Algunas veces,
me derrumba el molino de tu ausencia
y mi triste figura
recurre a pócimas de marca registrada
que embrutecen los pies y la cabeza.
Es luna llena...
sálveme Dios
del Mago Frestón y sus hechizos
sirvan mejor los polvos de su magia
para convertir los pilares de tus muslos
en alcatraces morenos que florecen,
mientras llego al máximo esplendor de mi locura
en el intimo lugar de aquella mancha
de cuyo nombre
no puedo olvidarme.
Juan Marcelino Ruiz
Esto lo mandé
una vez a un par de listas (¿a esta?...). Sirve para todas. O para ninguna.
Bruno
Les remito una pregunta que en verdad son muchas:
¿Para qué sirve una lista literaria? ¿Es una percha para colgar poemas
y textos? ¿Es un Congreso Internacional de Monólogos? ¿Es una función de
títeres cibernéticos? ¿Es un apenas hablar? ¿Qué es?...
Lo que no es ya me di cuenta sin que nadie me lo dijera: No es un
espacio de debate. No es un palco, ni una mesa redonda ni una permuta de
conocimiento.
Yo mando un poema o un texto, tú no lo lees; él manda otro,
nosotros hacemos de cuenta que no lo vimos; vosotros pensáis que en Suecia un
demente delira, y ellos, sean quienes sean, se ríen de nosotros, porque ven que
desaprovechamos una excelente oportunidad de saber realmente quiénes somos,
quiénes son los otros.
No olvidemos que la mayoría de los participantes en una lista son
pasivos. Leen y callan. Si recibo un mensaje y quiero contestarlo, ¿quién lo
recibe? ¿El remitente? ¿La lista? ¿El departamento de
hallados y perdidos de Internet?... O será que mi temor es una pura realidad y
los participantes leen única y exclusivamente sus trabajos y los elogios a
ellos que por casualidad alguien remita?...
Bueno, ya está sobre el tapete un buen tema de debate: ¿Son las listas literarias un
simple desfile de ombligos, una mirada egocéntrica hacia el interior de
nuestras propias narices?... Yo digo que sí. Digo más: que no sirven para nada
más allá de alimentar la megalomanía de algunos prestidigitadores de la
palabra.
Esto lo mandé
una vez a un par de listas (¿a esta?...). Sirve para todas. O para ninguna.
Bruno
Les remito una pregunta que en verdad son muchas:
¿Para qué sirve una lista literaria? ¿Es una percha para colgar
poemas y textos? ¿Es un Congreso Internacional de Monólogos? ¿Es una función de
títeres cibernéticos? ¿Es un apenas hablar? ¿Qué es?...
Lo que no es ya me di cuenta sin que nadie me lo dijera: No es un
espacio de debate. No es un palco, ni una mesa redonda ni una permuta de
conocimiento.
Yo mando un poema o un texto, tú no lo lees; él manda otro,
nosotros hacemos de cuenta que no lo vimos; vosotros pensáis que en Suecia un
demente delira, y ellos, sean quienes sean, se ríen de nosotros, porque ven que
desaprovechamos una excelente oportunidad de saber realmente quiénes somos,
quiénes son los otros.
No olvidemos que la mayoría de los participantes en una lista son
pasivos. Leen y callan. Si recibo un mensaje y quiero contestarlo, ¿quién lo
recibe? ¿El remitente? ¿La lista? ¿El departamento de
hallados y perdidos de Internet?... O será que mi temor es una pura realidad y
los participantes leen única y exclusivamente sus trabajos y los elogios a
ellos que por casualidad alguien remita?...
Bueno, ya está sobre el tapete un buen tema de debate: ¿Son las listas literarias un
simple desfile de ombligos, una mirada egocéntrica hacia el interior de
nuestras propias narices?... Yo digo que sí. Digo más: que no sirven para nada
más allá de alimentar la megalomanía de algunos prestidigitadores de la
palabra.
Coincido con Graciela, es un excelente poema, con alguna atmósfera de literatura china. El abordaje de las medias negras contiene sensualidad y sorprende. Me gustó.
Te invito a leer alguno de mis poemas a mi web http://www.gratisweb.com/marioncanales
juanmarcelinoruiz <juanmarcelinoruiz@...> wrote:
Vacilaciones
Gotas de polvo deletrean tu nombre en los cristales, presagios de primavera van salpicando las ramas del manzano; la lila se estremece bajo los pasos silentes de un caracol dormido.
El tren del viento descarga antiguos pasajeros y es abordado por tus medias negras.
La ventana deja caer sus párpados de exilio sobre mis dedos convulsos que asfixian la pluma exorcizante:
la palidez de una virgen me reclama.
Juan Marcelino Ruiz.
Para cancelar su subscripción a este grupo, envíe un mensaje de correo electrónico a: lapoesia-unsubscribe@egroups.com
muy bueno
desde graciela,abrazo
----- Original Message -----
From: "juanmarcelinoruiz" <juanmarcelinoruiz@...>
To: <lapoesia@yahoogroups.com>
Sent: Sunday, April 24, 2005 7:22 PM
Subject: [lapoesia] VACILACIONES
>
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> Vacilaciones
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> Gotas de polvo
> deletrean tu nombre en los cristales,
> presagios de primavera
> van salpicando las ramas del manzano;
> la lila se estremece
> bajo los pasos silentes
> de un caracol dormido.
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> El tren del viento
> descarga antiguos pasajeros
> y es abordado por tus medias negras.
>
> La ventana deja caer sus párpados de exilio
> sobre mis dedos convulsos
> que asfixian la pluma exorcizante:
>
> la palidez de una virgen me reclama.
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> Juan Marcelino Ruiz.
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> Para cancelar su subscripción a este grupo, envíe un mensaje de correo
> electrónico a:
> lapoesia-unsubscribe@egroups.com
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>
> lapoesia-unsubscribe@yahoogroups.com
>
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Vacilaciones
Gotas de polvo
deletrean tu nombre en los cristales,
presagios de primavera
van salpicando las ramas del manzano;
la lila se estremece
bajo los pasos silentes
de un caracol dormido.
El tren del viento
descarga antiguos pasajeros
y es abordado por tus medias negras.
La ventana deja caer sus párpados de exilio
sobre mis dedos convulsos
que asfixian la pluma exorcizante:
la palidez de una virgen me reclama.
Juan Marcelino Ruiz.
Génesis
Recuerdo
el violeta oscuro
del útero materno,
el acompasado golpear de olas de sangre
tiñendo de calma mi placenta.
En posición sedente
succionaba el pulgar,
le pedía a un cielo imaginado
que mi madre pariera un buen poeta.
En lugar de eso,
he nacido simplemente pelirrojo.
Juan Marcelino Ruiz
Ainda tenho, de minha cota, alguns Cd's de textos poéticos "OISE", com trilha sonora de Arnaldo Valle, para cada poeta incluso e volumes da linda antologia"Sonata Poética", ambos de selo Anomelivros, pertencente ao ator poeta Wilmar Silva, que vem se firmando pela capricho e bom gosto com que saem suas edições.
Gostaria de saber como colocar esses produtos em lojinhas virtuais e também oferecê-los aos amigos internautas.
Se vc deseja adquiriri algum , comunique-se comigo pelos e-mails abaixo.as despesas de Correio correrão por minha conta.
Amigos:repasso os "Desclassificados" do talentoso Marcollobus, agora encarregado das capas e diagramação da nova fase de Estalo, a Revista(no anexo e embaixo).Ele está conosco também no CD OISE,de poesias e textos poéticos.(Selo ANOMELiVROS).