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#5216 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Lun, 1 de Mayo, 2006 2:07 pm
Asunto: Ajudem-nos adivulgar:Museu do Traje e da Veste Feminina,by Almandrad
casasazuis
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01/05/2006 10h56
Almandrad fala do "Museu do Traje e da Roupa Feminina"
O voyeur da forma e executor do verbo,Almandrad,de quem conheço o livro "Arquitetura de Algodão",fala de forma atraente-o que não me surpreende,vindo dele-do Museu que nos mostra a história do vestir,para o Universo feminino,por reflexo,a afetar o,universo masculino,objetos de atração e conseqüentemente de desejo.
Por ser arquiteto,o poeta tem a necessária intimidade com a forma,o que vezes várias transporta para a criação imagética,para a poiesis.
Quem freqüenta o site "Garganta da serpente",excelente abrigo para quem escreve,já deve ter visto,na sala das Najas,em exposição,sua arte plástica.Só não sei se esse autor/artista,assim completo,também dança e canta...
Clevane



O MUSEU DO TRAJE E A ROUPA FEMININA





Uma pequena história do cotidiano feminino dos séculos XIX e XX. “Museu
do
Traje e do Têxtil”, Instituto Feminino da Bahia. Quem entra em um
museu é
movido por uma curiosidade de voyeur, nada de extravagante ou
extraordinário, um desejo de ver os segredos guardados nas imagens que
atraem o olhar do visitante. Imagens/Artefatos que testemunham a vida e
a
cultura do homem nos diferentes estágios da civilização. O passado e o
real
com seus hábitos e códigos.



O que podemos ler nesse conjunto de vestidos e acessórios femininos?
Lembrei-me do Roland Barthes da semiologia da moda e depois da
fotografia:
“A história não é simplesmente aquele tempo em que ainda não éramos
nascidos? Eu lia minha inexistência nos vestidos que a minha mãe usara
antes
que eu pudesse recordar-me dela.” Diante da saia e da cauda usadas
pela
princesa Isabel para prestar juramento como regente do império do
Brasil
(1871), contemplamos com os olhos da história um tempo vivido bem antes
de
nós. Sonhamos acordados, imaginamos o passado.



Duas exposições se destacam no acervo do Museu do Traje e do Têxtil,
não só
pelas preciosidades como também pela organização da montagem que
facilita a
leitura: O Vestuário Feminino e “Relíquias da Fé”, mostra da
indumentária
eclesiástica: batina, alva sobrepeliz, casula, o solidéu do papa Pio X,
a
capa cardinalícia de Dom Augusto Cardeal da Silva.



A roupa fala e qualifica o sujeito. Uma princesa ou um cardeal tem suas
indumentárias específicas, assim como o uniforme do estudante ou do
policial. Em todas as épocas a roupa sempre teve um significado além da
função, principalmente a partir do Renascimento, quando o traje passa a
ser,
antes de mais nada, um código social que mostra o monopólio da
aristocracia.
Determinados tecidos, determinadas cores eram de uso exclusivo da
nobreza e
do clero.



O objeto exposto em um museu é uma imagem que provoca a imaginação e
quem
fala de uma exposição, fala principalmente de um certo lugar, de certas
inquietações particulares, de devaneios. Impossível não associar a
indumentária a uma semiologia da moda, ou a uma ideologia, uma
antropologia
ou ainda uma psicologia da roupa. A identidade do corpo começa com a
roupa.
A discriminação social, sexual, as contradições de classe se manifestam
no
vestir. A roupa é uma linguagem que fala do social, das relações entre
as
pessoas, da relação entre o homem e o mundo. Podemos ver com clareza na
exposição dos trajes femininos as contradições sociais, nos cortes, nos
tecidos, nas cores, num determinado período da sociedade brasileira e
baiana..



A roupa é uma extensão da pele, diria um pensador barulhento entre as
décadas de 1960 e 1970, hoje esquecido, Marshall Mcluhan, ou mais ainda
uma
extensão da psicologia do sujeito. Capaz de tornar o corpo da mulher
mais
feminino, segundo o sistema de codificação de uma época, ou acentuar a
importância e a hierarquia de um religioso.



A forma de vestir é um compromisso social, sexual e profissional. A
riqueza
do vestuário feminino com seus trajes de baile, festa, passeio, roupas
íntimas, acessórios diversos, impressiona, assim como as roupas
eclesiásticas com sua diversidade que obedece a uma outra ordem
hierárquica
e um outro sistema de significação. Vestir é um ritual, um gesto
simbólico,
um código.



Nos corredores dos séculos XIX e XX do museu do traje com suas vitrines
a
moda feminina não passa, desfila parada no tempo, à espera do olhar do
visitante. Somos abordados por esse ato cotidiano de vestir que nos
acompanha desde o nosso nascimento. Se prestarmos bem atenção, até os
heróis
das estórias em quadrinhos têm suas vestimentas próprias. A roupa é a
embalagem que envolve e protege a existência e a aparência do homem.
Viver
significa também vestir.



Almandrade

(artista plástico, poeta e arquiteto)



--------------------------------------------------------------------------------


MUSEU DO TRAJE E DO TEXTIL

Fundação Instituto Feminino da Bahia

Rua Mons. Flaviano, 02 - Politeama

Salvador - Ba.
Publicado por clevane pessoa de araújo em 01/05/2006 às 10h56
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Página atualizada em 01.05.06 11:03


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#5215 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Lun, 1 de Mayo, 2006 1:28 am
Asunto: Ponto de vista:poetisa,poeta...
casasazuis
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Gente:muitos me escrevem a respeito da mulher que escreve Poesia.Uns acham que "poetisa" é uma diminuição da real capacidade feminina.Fico à parte dessa polêmica, tanto faz que me chamem "poeta" ou poetisa":digo que eu própria digo que sou poetisa.Prefiro.A palavra rima com sacerdotisa.
No Portal Palavreiros,no recanto das letras,em meu blog,há uma poesia minha que fala a respeito.
Meu ex-marido,de quem sou muito amiga, mandou-me um trova sobre o assunto.Repasso-a para vocês, abaixo, com o e-mail dele.
.
Clevane
 
 
 
 
 
Ser poetisa ou poeta,
Não nos importa porque,
Na verdade, nos completa
É o verso que a gente lê.
 
Antonio Messias da Rocha Filho(Messias da Rocha)


 
 
O impossível
é imprevisível
só até acontecer
(Clevane Pessoa, em "Sombras feitas de Luz-Edit.Plurarts)


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#5214 De: "Salvador Pliego" <savasppcc@...>
Fecha: Do, 30 de Abr, 2006 5:25 pm
Asunto: El Mar
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El Mar

Mar, la mar, aquella espuma de caminos
que el azul del cielo vacía en el marítimo abismo.
Vorágine de buzo que se vierte en gotas
en la inmensidad infinita de sus olas.
Pasión y cumbre,
mar de noche en su salada alfombra.

Todo es vida en su voraz territorio de campanas,
en su indómito meneo donde fluyen
origen y muerte de la vida,
donde se acoplan los colores y las formas,
los vestigios infinitos de cadenas y eslabones.

En ti han pisado los hombres la madera,
el encolerizado ascenso de tu estero.
De ti la enfurecida tarde
descargó su poderío hasta arrasar
las palmas que nacieron de tus brazos.
Y las olas, como el alga, se quedaron en tu vientre
para acompañar, en un abrazo, el crepúsculo dorado.

Hay caracolas bañándose y humedeciéndose
en tus azules ojos.
Hay peces magnéticos escondidos
entre multifacéticos corales de jade y argentita.
Esponjas y tentáculos que no se apiadan del velamen
en que los tesoros se enterraron.
Cetáceos, cual corsarios, encañonando tus fronteras.

En tu inmensidad se acogieron las alas, los frutos,
las semillas.
Hombre a hombre sació sed y fuego de tu entraña
y se amparó en la red en que vaciaste tu asadura.
Y ni siquiera el hambre, en su tentativa de gobierno,
pudo hacer fronteras de tu vasta arena.

Yo, mortal, efímero y terrestre,
hundí mis manos en tus suaves carnes
para callarme y observar tu majestuosa lejanía.
Gota a gota como púrpura cobija
sentí la tarde lindar en tu coraza,
y quedé silente para siempre,
embebido en la hermosura de tus faldas,
en la profundidad de tu memoria,
en el cuerpo incandescente de tu brisa.

Y como si pudiera tomar el aire de los peces,
desesperadamente me adherí,
cual buzo, sin mascara ni filtro,
a la última ráfaga de burbujas
en el testimonial arranque de la vida,
y me quedé parado, amándote,
como el aire, en el amor y el vino.


Salvador Pliego

#5213 De: "Salvador Pliego" <savasppcc@...>
Fecha: Sáb, 29 de Abr, 2006 5:56 pm
Asunto: Vida cotidiana en martes triste.
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Vida cotidiana en martes triste.

Como duelen los silentes rostros
que laceran y taladran pecho adentro.
Hay penas que no muestran su afligido hastío,
como máscaras cubriendo laminados rostros,
pero punzan sin piedad sobre la llaga abierta.

¿Y quién detiene al corazón su herida
que se hunde, cual mástil, mar adentro en la ventisca?.
Hay días tristes, como este,
que duelen hondo en el bregar del alma.
¡Y como duelen, si son parte de este cotidiano brío!

Salvador Pliego

#5212 De: "Salvador Pliego" <savasppcc@...>
Fecha: Vie, 28 de Abr, 2006 10:23 pm
Asunto: Coloreada muñequita
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Coloreada muñequita

Coloreada muñequita aterciopelada y fucsia,
te miras apenada y retraída
y el contorno en tu mejilla
me despierta sensaciones contenidas.

Tu rubor de flora;
Tu exquisita mirada introvertida
se cuela coqueteando
y se expresa firme y sugestiva.

¿Será que apasiona
el transcurrir del viento
y se hechizan los gorriones
en su retozar y gusto?

¡Ah tu sonrojar en tinte!
Otoño sutil en el deshojar aciago y triste,
me arrebata el deseo puro y contenido
y circunscribe el madrigal a tu estival decoro.

Coloreada muñequita en jazmín y fucsia.
Preciosa, fugaz e introvertida.
Despiertas mi pasión colosal y desmedida.


Salvador Pliego

#5211 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Jue, 27 de Abr, 2006 11:29 pm
Asunto: Teus versos no meu blog
casasazuis
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Jorge:
Eis seus versos em minha página.
Às vezes,eu própria entro no bloguinho,pelo www.recantodasletras.com
Vou a "autores",clico na letra "c",chego a "Clevane"-e sob o perfil,há o endereço do site.O blog veio no pacote,com um nome já pré-estabelecido:Meu Diário.Há um álbem,um livro de visitas, as cpoisas rotineiras.
Semptre,então,que editar suas poesias,enviarei a pg diretamente,para que as repasses aos teus grupos.
Carinho amigo:
Clevane Pessoa
 
Outro site,feito pela webmaster Paola Caumo:
 
geocities.yahoo.com.br/clevanedeasas -
 
_____________________________________________________________
 
27/04/2006 20h13
De Jorge Linhaça:Asas de Borboleta
ASAS DE BORBOLETA
Jorge Linhaça
20/04/2006


Asas de borboletas, multicoloridas
frágeis estruturas aladas
como frágeis são nossas vidas
longe dos braços da amada

Coloridas asas soltas no vento
a levar o corpo de flor em flor
num tresloucado movimento
como nós em busca do amor

Ah, borboletas, companheiras
que buscas o néctar sorver
das flores belas, alvissareiras

Quisera eu pudesse beber
dos lábios de uma companheira
o mel que embriaga o meu ser

Claro que tens minha autorização para publicar não só este poema como outros que consideres merecedores de estarem em suas páginas..
Não consegui linkar o teu blog por aqui, depois vou recortar e colar para aprecia-lo com atenção.
beijinhos carinhosos
Jorge Linhaça


From: Clevane Pessoa
To: anjog
Sent: Wednesday, April 26, 2006 9:05 PM
ASAS DE BORBOLETA Jorge Linhaça


Jorge;sou especialmente ligada à borboletas e tenho paixão por asas.Um de meus sites,chama-se Clevanedeasas,um de meus nicks é AsasdeBorboleta,tenho um livro chamado Asas de Água...
Pelo exposto e pela beleza de seus veros,gostei muito da poesia e peço sua autorização para,com sua autoria,claro,colocá-la em meu blog.
Vá até ele e veja se gosta.
Abrs;
Clevane Pessoa
www.clevanepessoa.net/blog.php
Publicado por clevane pessoa de araújo em 27/04/2006 às 20h13
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#5210 De: "Salvador Pliego" <savasppcc@...>
Fecha: Jue, 27 de Abr, 2006 1:21 am
Asunto: Versos y atavíos
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Versos y atavíos

Me revuelco en tus besos y en tu aroma.
Me extasío de noches y de flores.
Te abanico de espumas y de olas.
Me desvivo entre tus ansias y tus risas.
Hay destellos incansables.
Hay delirios innombrables.
Hay deseos como el agua.
Despertares insaciables.
Evoco tus mejillas en las brisas.
Recorro cuerpo y tierra en tus pupilas.
Naufrago en tus pómulos rosados.
Cedo a los crepúsculos tus ojos.
Canto a las calandrias tus deleites.
Musito de tu pecho la alborada.
Cunde el éxtasis en tus palabras.
Devoradas ansias de prófugos deseos.
Sacías como el cielo al firmamento.
Devoras trémulos estíos.
Hay un mundo que no calla,
que no calla,
y una boca de tu boca apasionada.

Hay un éxtasis inmortal para tu nombre.
Redimidos sueños en tus muslos.
Sempiternos halos en tus pechos.
Hay un verso en cada estrofa de tu boca
que no calla
y una boca de tu boca apasionada.


Salvador Pliego

#5209 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Jue, 27 de Abr, 2006 12:00 am
Asunto: Blumenal ,pela Cultura,confiram!
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Recebi,pela REBRA,Rede  Brasileira de Escritoras -e Repasso:
 
 
 
 
 
 
 
 
Prezado criador de cultura e arte,
 
 

 

 

 

 

Ref.: CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA.

 
 
 
 
O Conselho Municipal de Cultura, criado pela Lei Municipal nº 2.555 de 22 de maio de 1980, regulamentado pelo Decreto nº 1.574, de 10 de junho de 1980, é um órgão constituído por 17 membros nomeados pelo prefeito de Blumenau, dentre as personalidades de reconhecida idoneidade e representatividade da cultura municipal, conforme estabelece o artigo 3o da Lei 2.555.
 
Dentre as atribuições do Conselho está a de elaborar o Plano Municipal de Cultura, emitir parecer sobre assuntos e questões de natureza cultural, sugerir campanhas de incentivo ao desenvolvimento cultural do município, opinar sobre programas e projetos apresentados por instituições culturais, colaborar com a fiscalização do emprego de recursos recebidos da prefeitura por instituições culturais assim como administrar o Fundo Municipal de Cultura.
O Conselho Municipal de Cultura que tomou posse em fevereiro de 2006 é composto dos seguintes membros:
Rosane Magaly Martins, presidente do Conselho.
Rafael Martorano Salvador, vice-presidente

PREFEITURA MUNICIPAL DE BLUMENAU

Conselho Municipal de Cultura

- Órgão Consultivo de Assessoria Direta do Executivo Municipal -
(Criado pela Lei Nº 2.555 de 22 de maio de 1980)
 
Rodrigo Rogério Ramos, secretário
Carlos Braga Muller
Cristina Ferreira
Cristina Marques
Dieter Berner
Eusébio Nicolau Koehler
Ivana Vitória Deeke Furhmann
Jacqueline Antônio Dias 
Lygia Helena Roussenq Neves
Marlene da Silveira
Neida Rocha Wobeto
Noemi Kellermann
Patrícia de Borba
Romualdo Luciano Sedrez
 
Como primeiras ações estamos realizando uma análise do Plano Municipal de Cultura elaborado em 2004, levantamento de toda a legislação pertinente à Arte, Letras, Patrimônio Histórico e Ciências em vigor no município, assim como avaliando as ações e captações de recursos para apoio de ações e projetos culturais e artísticos em Blumenau.
 
Apesar do Conselho Municipal de Cultura ser um órgão de assessoria direta do prefeito, com caráter consultivo (e não deliberativo), e seus cargos serem de indicação privativa do prefeito municipal, colocamo-nos todos à disposição de Vossa Senhoria para o que for necessário.
 
 
Cordialmente
 
 

ROSANE MAGALY MARTINS

Presidente do Conselho Municipal de Cultura
e-mail: cmcblu@...
celular: (47) 9104-5555
 
 
 
Prezado criador de cultura e arte,
 
 

 

 

 

 

Ref.: CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA.

 
 
 
 
O Conselho Municipal de Cultura, criado pela Lei Municipal nº 2.555 de 22 de maio de 1980, regulamentado pelo Decreto nº 1.574, de 10 de junho de 1980, é um órgão constituído por 17 membros nomeados pelo prefeito de Blumenau, dentre as personalidades de reconhecida idoneidade e representatividade da cultura municipal, conforme estabelece o artigo 3o da Lei 2.555.
 
Dentre as atribuições do Conselho está a de elaborar o Plano Municipal de Cultura, emitir parecer sobre assuntos e questões de natureza cultural, sugerir campanhas de incentivo ao desenvolvimento cultural do município, opinar sobre programas e projetos apresentados por instituições culturais, colaborar com a fiscalização do emprego de recursos recebidos da prefeitura por instituições culturais assim como administrar o Fundo Municipal de Cultura.
O Conselho Municipal de Cultura que tomou posse em fevereiro de 2006 é composto dos seguintes membros:
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Conselho Municipal de Cultura

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Rodrigo Rogério Ramos, secretário
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Cristina Ferreira
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Eusébio Nicolau Koehler
Ivana Vitória Deeke Furhmann
Jacqueline Antônio Dias 
Lygia Helena Roussenq Neves
Marlene da Silveira
Neida Rocha Wobeto
Noemi Kellermann
Patrícia de Borba
Romualdo Luciano Sedrez
 
Como primeiras ações estamos realizando uma análise do Plano Municipal de Cultura elaborado em 2004, levantamento de toda a legislação pertinente à Arte, Letras, Patrimônio Histórico e Ciências em vigor no município, assim como avaliando as ações e captações de recursos para apoio de ações e projetos culturais e artísticos em Blumenau.
 
Apesar do Conselho Municipal de Cultura ser um órgão de assessoria direta do prefeito, com caráter consultivo (e não deliberativo), e seus cargos serem de indicação privativa do prefeito municipal, colocamo-nos todos à disposição de Vossa Senhoria para o que for necessário.
 
 
Cordialmente
 
 

ROSANE MAGALY MARTINS

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#5208 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Mié, 26 de Abr, 2006 11:59 pm
Asunto: Blumenal ,pela Cultura,confiram!
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O Conselho Municipal de Cultura, criado pela Lei Municipal nº 2.555 de 22 de maio de 1980, regulamentado pelo Decreto nº 1.574, de 10 de junho de 1980, é um órgão constituído por 17 membros nomeados pelo prefeito de Blumenau, dentre as personalidades de reconhecida idoneidade e representatividade da cultura municipal, conforme estabelece o artigo 3o da Lei 2.555.
 
Dentre as atribuições do Conselho está a de elaborar o Plano Municipal de Cultura, emitir parecer sobre assuntos e questões de natureza cultural, sugerir campanhas de incentivo ao desenvolvimento cultural do município, opinar sobre programas e projetos apresentados por instituições culturais, colaborar com a fiscalização do emprego de recursos recebidos da prefeitura por instituições culturais assim como administrar o Fundo Municipal de Cultura.
O Conselho Municipal de Cultura que tomou posse em fevereiro de 2006 é composto dos seguintes membros:
Rosane Magaly Martins, presidente do Conselho.
Rafael Martorano Salvador, vice-presidente

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(Criado pela Lei Nº 2.555 de 22 de maio de 1980)
 
Rodrigo Rogério Ramos, secretário
Carlos Braga Muller
Cristina Ferreira
Cristina Marques
Dieter Berner
Eusébio Nicolau Koehler
Ivana Vitória Deeke Furhmann
Jacqueline Antônio Dias 
Lygia Helena Roussenq Neves
Marlene da Silveira
Neida Rocha Wobeto
Noemi Kellermann
Patrícia de Borba
Romualdo Luciano Sedrez
 
Como primeiras ações estamos realizando uma análise do Plano Municipal de Cultura elaborado em 2004, levantamento de toda a legislação pertinente à Arte, Letras, Patrimônio Histórico e Ciências em vigor no município, assim como avaliando as ações e captações de recursos para apoio de ações e projetos culturais e artísticos em Blumenau.
 
Apesar do Conselho Municipal de Cultura ser um órgão de assessoria direta do prefeito, com caráter consultivo (e não deliberativo), e seus cargos serem de indicação privativa do prefeito municipal, colocamo-nos todos à disposição de Vossa Senhoria para o que for necessário.
 
 
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#5207 De: "aglezpoeta" <aglezpoeta@...>
Fecha: Mar, 18 de Abr, 2006 12:48 am
Asunto: Me matan
aglezpoeta
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(Dedicado a los tristes que me ponen triste, a los que desprecian la
poesía, a los que matan a la vida escupiendo estupidez)

ME MATAN

Si me escucharan cuando me oyen,
o si me vieran cuando me miran,
no me matarían entonces.

Pero no juegan y me matan,
pero no cantan y me matan,
pero yo...
pero yo me muero entonces.

Sabed, tristes, que así matan a un buen hombre.
Sabedlo bien y puede que un día
aprendan a jugar y canten
la flor más seca de mi fría tumba entonces.


                                Adolfo González.

#5206 De: "aglezpoeta" <aglezpoeta@...>
Fecha: Jue, 20 de Abr, 2006 3:07 pm
Asunto: Animales y animalillos
aglezpoeta
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Animales y animalillos

Versos, necesito
veros cantar chico
en gordo, veros
saliendo del huevo
igual que un patito,
sí, recién nacidos.

Sí, venga a decirnos
que ni es el feo
ni es el tonto,
no le pisemos por ser eso,
no le pisemos por ser otro.

¡Qué no nos pisemos,
animales, entre nosotros!

                  Adolfo González.

#5205 De: "aglezpoeta" <aglezpoeta@...>
Fecha: Jue, 20 de Abr, 2006 3:08 pm
Asunto: La suerte de todos
aglezpoeta
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La suerte de todos:

De siempre pensé en esta suerte,
de siempre.

De siempre me dijo: Adolfo, vive.
-¡Eh, vive!

De siempre me habló, siempre
la muerte.

                      Adolfo González.

#5204 De: "Salvador Pliego" <savasppcc@...>
Fecha: Lun, 24 de Abr, 2006 6:29 pm
Asunto: Poema al berrinche
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Poema al berrinche

Dibujo un arco iris en tu boca,
simple, sencillo,
que al prenderlo me deslumbra.

La nube que se exprime
por voltear cuando te paras
y echar una mirada si te agachas.

Se cae una estrella y la colocas en tu ceja,
y esa estrella se abochorna cuando bailas,
mas baila plena cuando estas en minifalda.

Te apapacha una luna
desde el lago reflejada,
y esa luna, como el ego,
aúlla y chifla porque alzas las enaguas.

El sol moviendo un ojo
remueve sus anteojos
y manda varias flamas
por si alguien te tocara.

El eco hace un sondeo
entre tus brazos y el cabello,
un poco de recelo
y se queda con tu cuerpo.

Un rumor susurra
cual audífono a tu oído
decibeles de cariño
y odas dulces de Darío.

La noche hace cosquillas
y te acuesta en su almohadilla,
un rezo, un arrumaco,
y te deja dormidilla.

Y por mas que agito, alboroto y vocifero,
no hay espacio para mi
entre tanta competencia.
Por si acaso y a hurtadillas,
a través de una ranura aviento un beso
esperando que tus labios le atrapara.

Mas el beso hace cabriolas
pues la luna esta de guardia.
El viento hace maniobras
abanicos y se encela.
La lluvia por si acaso
echa rayos por coraza,
y una gota disfrazada
arremete a su existencia.

Desgastado y por paliza,
cae el beso, cae tieso,
y me voy muy disgustado
y con berrinche
a intentarlo otro día.

Salvador Pliego

#5203 De: "Ieshua" <hristomio@...>
Fecha: Lun, 24 de Abr, 2006 3:30 am
Asunto: En algun lugar
hristomio
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EN ALGUN LUGAR...

En algún lugar de la vida
está el amor,
que huérfano de los dos
tal vez... nos espera.

En algún lugar no muy lejano
estamos los dos,
tan distantes
que tan solo nos separa
un beso y un instante.

Desde algún lugar del mundo,
Gritare sin temor
Que te amo hasta siempre;
y que, en algún lugar del tiempo
necesitan libertad:
nuestro primer beso,
tu sonrisa
y la magia de tu ternura
detenidos todos
en el vértice
sostenido del olvido

Desde cualquier lugar de mi existencia
Te amaré...
Y al cerrar los ojos
estarás presente
en la hora perfecta de mi muerte.

En cualquier lugar del mundo,
cuando todos se hallan ido,
esperare encontrarte
cada vez mas ausente...
sin embargo,
seguiré siendo tuyo,
Tuyo para siempre

Desde algún lugar de la vida...
Tuyo para siempre...

"El amor nunca muere..."

#5202 De: "Salvador Pliego" <savasppcc@...>
Fecha: Sáb, 22 de Abr, 2006 7:11 pm
Asunto: Copla de mañana.
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Copla de mañana.

En mis versos
tus pechos tienen la palabra
y tu vientre la métrica del habla.

Hay un verso escondido en tu mirada
y una boca por copla proclamada.

Hay un poema en tus ojos aguardando
a una noche de lírica y bohemia.

Riman tus pupilas como rima la mañana.
Se oculta una balada entre cejas coloreadas.

Evocan tiernos cantos tus caderas atrapadas.
Hay cantos que no callan por verte sonrojada.

En mis versos,
sólo tus pechos tienen la palabra.


Salvador Pliego

#5201 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Sáb, 22 de Abr, 2006 5:36 pm
Asunto: Semana do Escritor
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22/04/2006 14h29
Douglas Lara fala da Semana do Escritor em Sorocaba
"O festejado Douglas Lara,que com a Ottoni edita oa antologia Roda ao Mundo,incansável divulgador cultural,nos acena com a possibilidade da Semana do Escritor".Confira:



"Semana do Escritor deve ser repetida em 2006
Considerada um sucesso, Semana do Escritor deve ser repetida em 2006

1ª Semana do Escritor em Sorocaba, realizada de 26 a 31 de julho, na Fundação de Desenvolvimento Cultural (Fundec), colocou Sorocaba no mapa nacional da literatura e, se depender dos organizadores, será um evento fixo do calendário sorocabano. Nem bem concluiu o evento, o editor Douglas Lara, organizador e idealizador da Semana, começou a receber contatos de escritores interessados em lançar livros durante a Semana de 2006 - que, em princípio, já está agendada para o mesmo período de julho. "Houve três lançamentos nacionais durante a 1ª Semana do Escritor, todos com excelente repercussão, e nossa intenção é ter um lançamento por noiteneste ano", informa Douglas.

Realizada com apoio da Fundec, a 1ª Semana do Escritor ofereceu mais de cem títulos de cerca de noventa autores, além de lançamentos e best-sellers das editoras Vozes, Ottoni e Planeta. Nos seis dias, além da exposição e venda de livros, houve palestras, mesas-redondas, apresentações artísticas e sessões de autógrafos com autores locais. No total, 46 autores estiveram na Fundec uma ou mais vezes durante a semana, para autografar seus trabalhos e conversar com os leitores.

Os livros "Sem medo da anestesia" (Maria do Patrocínio S. Maia Lopes), "Sem apagar a luz" (José Maria dos Santos) e "Roda Mundo 2005" (antologia organizada por Douglas Lara) foram lançados durante o evento, reunindo grandes públicos em suas noites de autógrafos.
Perdendo o medo da Anestesia - veja fotos: http://www.jcsol.com.br/2005/09/06/06B602.php

Outro fato que chamou a atenção foi a presença do brasileiro Guilem Rodrigues da Silva, exilado na Suécia desde 1966. Ele esteve presente na quinta-feira, 28/7, autografando a antologia "Roda Mundo 2005" e seu livro de poemas "Saudade de uma canção desesperada". Já no domingo, último dia do evento, a Semana recebeu o poeta português residente em Paris Fernando Oliveira, que veio para a Flip (Feira Literária de Paraty) e, já no Brasil, ficou sabendo do encontro de Sorocaba. Fernando apresentou seu trabalho poético - no estilo que ele intitula "poéfilos" - e conversou com os autores locais sobre produção literária e trabalho criativo.

A Semana teve ainda apresentações de vídeo, palestras, shows musicais e uma emocionante participação do Grupo de Estudos Literários, que promoveu um recital de poemas no encerramento das atividades, domingo à tarde. Ao lado de tudo isso, o público foi recebido diariamente com um "vinho literário", patrocinado pelos organizadores como forma de estimular a convivência e o bate-papo.

A 1ª Semana do Escritor foi um evento inovador, à medida em que todas as despesas foram pagas pelos próprios participantes, de maneira cooperativada. A Fundec cedeu o espaço, equipamentos e toda a estrutura de atendimento. Com um investimento de R$ 100 por título exposto, os autores juntaram recursos suficientes para montar a exposição, pagar impressos, assessoria de imprensa, site na internet, envio de convites e um coquetel por noite, entre outras despesas. Essa independência financeira os dispensou de correr atrás de patrocinadores, e é a principal garantia de que o evento poderá ser realizado todos os anos, independente da situação econômica das empresas.

Para o editor Douglas Lara, a 1ª Semana do Escritor em Sorocaba foi um sucesso total. "Tivemos uma primeira e rica experiência, a partir da qual iremos projetar um evento ainda mais dinâmico e atraente para 2006. Mas, em linhas gerais, podemos dizer que acertamos em cheio.

Recebi e continuo recebendo elogios de pessoas que viram, nesta iniciativa, o passo que faltava para colocar os autores locais em contato com o seu público. Ao mesmo tempo, os escritores todos, unidos, conseguiram estabelecer na cidade um evento literário de projeção nacional, que deverá atrair cada vez mais autores e visitantes", conclui o organizador.

Os escritores que quiserem trocar idéias com Douglas Lara sobre o evento de julho próximo podem contatar o editor pelo e-mail douglara@... ou telefone (15) 3227-2305.

Semana do escritor - informações
http://semanadoescritor.vilabol.uol.com.br/

Semana do escritor - fotos
http://www.bymarianadomitila.com/sororkut/se/se.htm

Douglas Lara
douglara@...
Acontece em Sorocaba
http://www.sorocaba.com.br/acontece
Telefone (15) 3227-2305 "
Publicado por clevane pessoa de araújo em 22/04/2006 às 14h29
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Página atualizada em 22.04.06 14:32


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#5200 De: "Salvador Pliego" <savasppcc@...>
Fecha: Vie, 21 de Abr, 2006 1:13 pm
Asunto: Perfume
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Perfume.

Elíxires que brotan del recuerdo
decantados en un frasco de perfume y una copa.
Se mezclan los aromas y memorias.
Evocan los que emiten una sutil fragancia.
Se olvidan los olores que expían y sancionan.

Recuerdos dulces de la vida que se exhalan
guardo en un frasco de perfume y una copa,
y sólo bebo aquel recuerdo que incentiva.

Esencias declaradas de amoríos,
de sutiles sueños, de fugaces ciclos.

Y ahí esta la vida,
bebiéndose el elixir en la copa.
Y ahí esta ella,
llenando de sus pechos el frasco con aroma.

Salvador Pliego

#5199 De: "Salvador Pliego" <savasppcc@...>
Fecha: Mié, 19 de Abr, 2006 3:26 pm
Asunto: Me bastan tus ojos
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Me bastan tus ojos

I
Hay cumbres tan altas que el mar las mira
y echan bramidos cuando esquivan.

Me tienta el alma, con su mirada,
esa luna que irradia luces en su balada.

Voy a la cima y me recuesto para observarla,
sin que lo sepa, para tocarla,
para bajarla de lado y enamorarla.

Para tocarla, para palparla,
me bastan tus ojos para mirarla.

II
Basten tus ojos mirando firme
para rehacer mi pecho en tu pecho y viva

Emerge en tu iris esa alegría
que desafía la lejanía,
que irrumpe y vuelca, trastoca y clama.

Me bastan tus ojos y enamorarme junto a tu boca.
Mirarme junto a tus labios
para esconderme bajo tus brazos.

Ese arrebato tan desbocado,
luna y espuma, chispazo alado,
y una pupila mirando al día.

Me bastan tus ojos claros
y una mirada desprevenida,
que suene a beso ilusionado,
que esconda a ambos confabulados.

Me tienta el brío saberte mía.
Basten tus ojos para que viva mi pecho y sea.

Me bastan tus ojos claros
y una mirada desprevenida.

III
Hay una mirada inolvidable
que se percibe desde la luna.
Cómplice incógnita del firmamento.

Me excita y me tienta,
seduce y provoca.

Hay una mirada inolvidable.
Me bastan tus ojos para atraparla.


Salvador Pliego

#5198 De: "aglezpoeta" <aglezpoeta@...>
Fecha: Mar, 11 de Abr, 2006 11:09 am
Asunto: Canción boba
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Cerró la noche y me pensaba
ser yo quien cerraba
y no la noche.

-Ay, qué bobo.

¿Pero crisálidas cantaban,
o sólo eran grillos
en esta noche?

-Ay, qué bobo.

Dormido ya al cantar al alba
del gallo me callé,
entré en mi noche.

-Ah..., por bobo.

                   Adolfo González.

#5197 De: "poetaserrantes" <poetaserrantes@...>
Fecha: Mar, 11 de Abr, 2006 6:51 pm
Asunto: poetas
poetaserrantes
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http://es.groups.yahoo.com/group/poetaserrantes

¡la vejez del alma, la angustia de la noche, venid a estas puertas,
venid sin sosobra con vuestras plumas! dentro de poco tiempo seremos
una multitud, un lugar donde la imagen del poema a esclavizado la
palabra.por aquello convocamos vuestros escritos, salid ahora de la
oscuridad y de latristeza y aca en este recodo cantad todas las penas
que os aquejan


http://es.groups.yahoo.com/group/poetaserrantes

os nesecito para que los versos se han ya el aire de nuestra
desesperanza

http://es.groups.yahoo.com/group/poetaserrantes
http://es.groups.yahoo.com/group/poetaserrantes

#5196 De: "aglezpoeta" <aglezpoeta@...>
Fecha: Lun, 10 de Abr, 2006 8:18 pm
Asunto: Clímax
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Clímax

Junto al lago se hinca
un rayo amarillo.

De un sol de agua,
un rayo encendido.

La superficie del lago
son chispazos rojos
y amarillos.

Colores rompiendo
a llover, estrellas
de fuego.

Se queda el sol luego.

Tú ya caes dormida
y yo mirándote quedo.

               Adolfo González.

#5195 De: "Salvador Pliego" <savasppcc@...>
Fecha: Mar, 18 de Abr, 2006 12:48 pm
Asunto: Los caminos versión completa
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Los caminos
I
Caminos solos,
sólo caminos,
vetustos y esquivos,
para andar los pasos que nunca anduvimos.

Pasos dolidos
sobre el caminar erguido,
que no hay mas pasos
que el andar caminos
y aquellos duros para
trajinar olvidos.

Caminos ciegos
de escollos fríos.
Caminos secos,
fieros y sufridos,
del recuerdo aciago
y del afligido hastío.

Caminos solos,
sólo caminos,
caminos viejos y dolidos.

II
¿Quién pide camelias blancas
sobre las veredas?
Alero en trote del sendero rozagante,
está en brega  el derrotero para el caminante.
Y hay flores para la guadaña,
mas hay camelias blancas deambulando
y  caminos claros para el caminante.

III
He de izar la piedra en que tropiezo,
piedra calcárea y sin estero.
¿He de guardarla, caminante,
para  protegerme del cuatrero
o he de guardarla en capa
para que se convierta en alimento?.

IV
¡Ay copla mía!, tan callada y afligida
en esa noche en que el camino se perdía.
Encontré en el deambular el verso y esa mano
que la luna ofrecía,
y sequé las lágrimas
para vaciar las mías.
¡Ay copla, copla mía!,
a veces tan lejana y tan perdida.
La noche que la luna en el vado se escondía
tintes rojos escurrían al vaciar las mías.
¡Ay copla, copla mía!,
si pudiera contener las mías.

V
¿Que me daréis a cambio de guijarros?.
Fuese del manjar y la viña soberana,
que no quiero los molinos,
ni los vientos,
ni el trotar apresurado del camino,
ni el insulto de la piedra proferido .
Sólo quiero el matorral sombreado
y el cantar alegre y campirano.
Sólo el verso mundano de los olivares.

VI
Es el andar constante
lo que hace vereda y camino,
vereda y canto buscando destino.

Hay caminos, caminos muertos,
aquellos tristes del rencor y duelo,
y hay los alegres del versar altivo,
de aquellos campos del clavel y el trigo.

A los amigos, mi copa y mi vino,
y los caminos regios y unidos.
Y si hubiese caminos, caminos vencidos,
volver a sus pasos para resarcirlos.

Para esos caminos
mi pecho, tributo y mi brío;
que alaben sus pasos,
bendigan sus frutos.

Hay caminos, caminos del alma para los amigos.



VII
                         "Vámonos al campo vestidos de pastores…"
                          Sancho Panza

Vámonos al campo, Sancho,
a repartir las caperuzas
y a gobernar la tierra entera
vestidos de pastores.

Sin molinos, sin tiranos, sin verdugos.

Que nos den la escudería
y los sobrantes del molino,
que nos den el galopar
y el jumento por designio.

Vámonos al campo
y pastoreemos los caminos,
sin cercas, sin verjas, sin lindero alguno.

Enterremos las espadas,
los estoques, las guadañas.
Cubramos toda estaca
e incluso juramentos,
y vámonos al  campo a levantar vergeles.

Vámonos al campo Sancho
y dejemos las cotas enterradas,
los escudos  encerrados,
las lanzas enclaustradas;
Sin molinos, sin tiranos, sin verdugos.
Vamos pastoreando los senderos
para cosechar laureles.

VIII
De prisa, Sancho, de prisa,
aún quedan hidalguías
en la manchega tierra mía.
Levanta la armadura, iza el espaldar,
recoge la coraza,
ya soplan vientos por nuestra escudería.

Avanza, Sancho, a doblegar molinos,
con tu tizona rota y tu armadura ajada,
vámonos a conquistar caminos.

Y con tu jumento muino,
que no hay ninguna prisa.

Salvador Pliego

#5194 De: Fernando Luis Pérez Poza <fpoza@...>
Fecha: Mar, 18 de Abr, 2006 1:29 am
Asunto: Mira, niña
fpoza
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MIRA, NIÑA
 
Mira, niña, tú sabes  ya
lo que yo pienso de la vida,
el mecano de sentimientos
que gira sobre el eje
sincero,vertical y milenario
de cualquier historia de amor.
¡Qué te voy a contar a ti
que aún no sepas, sirena!
 
Primero las sombras se funden
y sacan luz de la nada,
el abrazo se hace  estrecho
en ese horizonte sin margen
que vuelve hueco el vacío.
 
Después crecen los duendes,
llegan directamente al hueso
e instalan la carpa inútil
de un circo ciego en las venas.
El payaso ríe
mientras el león devora
cada poro de la presa,
el tigre ruge y viste el tiempo
de cebras sin mancha
porque todo es blanco,
blanco como la cera,
blanco como una vela,
blanco como una tela
que nadie ha comprado aún.
 
Mira niña, qué puedo decir
que tú no sepas, salvo que eres
la raíz cuadrada
elevada a la hiponetusa
de toda la matemática
junta que puedan soñar mis versos.
 
Abril 2006©Fernando Luis Pérez Poza
Pontevedra. España.
www.eltallerdelpoeta.com
Del libro "Poemas para Miriam"



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#5193 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Mar, 18 de Abr, 2006 1:04 am
Asunto: Clevane comenta:leia Isla Nera
casasazuis
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17/04/2006 21h51
leia Isla Nera e a poesia "Hipocrecia",de Gabriel Impaglione
"É importante ler a revista literária eletrõnica que o excelente poeta Gabriel Impaglione edita.Nesta última edição,tive lá meu lugar de poesia,editada por ele,um prazer,uma honra.Confiram:

gabriel impaglione, hipocrecia


Hipocresía





En nombre de Dios
la blasfemia
y en cada asesinato
una uña de Dios
un pelo
una arteria de Dios
un palmo de alma
pudriéndose
de hipocresía.






de Bagdad y otros poemas, el taller del poeta, galicia, 2003





Por lobitogabriel - 17 de Abril, 2006, Categoría: poesia
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gabriel impaglione, argentina


Gabriel Impaglione (BsAs.1958) poeta y periodista argentino.







Publicó "Echarle pájaros al Mundo" (poesía, Ediciones Panorama- BsAs- 1994);



"Breviario de Cartografía Mágica" (poesía, El Taller del Poeta- Galicia- 2002);



"Poemas Quietos" (Antol. Editorial Mizares- Barcelona- 2002);



En e-book "Todas las voces una voz”- Universidad de Educación a Distancia, Madrid, 2002;



"Bagdad y otros poemas" (El Taller del Poeta- Galicia- 2003);



Cuento "La manada"- 2do premio Antología Escritores Hispanoamericanos en el Mundo- (Edit. Bellvigraf- Córdoba -Arg.- 2004);



"Letrarios de Utópolis" (poesía, Linajes Editores- México- 2004).



"Cuentapájaros" (poesía, en prensa, Taller del Poeta- Galicia).



Poemas en Antologia Canto a un Prisionero, Edit. Poetas Antiimperialistas, Canadà, 2005;



“alala”, Taller del poeta, España, 2005, tambien en version italiana.



“Papeles de Sardinia”, poesia en español e italiano. En imprenta, 2006-



Algunos trabajos traducidos al portugues, italiano, ingles, sardo y frances.



Dirige la revista literaria Isla Negra; coordina ediciones en italiano y sardo de Isola Nera e Isola Niedda, respectivamente, dirigidas por su esposa Giovana Mulas, escritora italiana. Co dirige Ilha Negra junto a Amelia Pais, Portugal. Edicion en portugues.



Mantiene el blog: http://isla_negra.zoomblog.com "
Publicado por clevane pessoa de araújo em 17/04/2006 às 21h51
 
 
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#5192 De: Fernando Luis Pérez Poza <fpoza@...>
Fecha: Lun, 17 de Abr, 2006 10:52 am
Asunto: Visita a Galicia del poeta mexicano Roberto Reséndiz
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Con motivo de la visita a Galicia del poeta mexicano Roberto Reséndiz Carmona, EL TALLER DEL POETA organiza tres recitales en los que el autor nos ofrecerá una muestra de su poesía.
La visita se concretó durante la participación en el proyecto Poetas del Mundo, Voces para la Educación, en México, del poeta pontevedrés Fernando Luis Pérez Poza.
El primer recital, se celebrará el próximo martes, día 18 de abril, a las 20,00 horas, en el Salón Laxeiro, 2ª Planta del Café Moderno, de la Fundación Caixa Galicia en Pontevedra.
El segundo, tendrá lugar el próximo miércoles, día 19 de abril, a las 20,00 horas, en la Galería Sargadelos de Santiago de Compostela, sita en la Rúa Nova, en esa ocasión se unirá también al recital el poeta pontevedrés Alexander Vórtice.
El tercero, tendrá lugar el próximo jueves, día 20 de abril, a las 20,30 horas, en la sede de la Fundación Caixa Galicia, Cantón Grande, 21-23, de A Coruña, en el que intervendrá y ejercerá de anfitriona la coruñeza Olga Patiño Nogueira.
En los tres recitales intervendrá Fernando Luis Pérez Poza
Roberto Reséndiz Carmona (1954), natural de Zicuátaro, México, es el Director del Encuentro Internacional de Poetas y Escritores que desde 1997 se celebra en Zamora, Michoacán, y a cuya edición de junio de este año ha invitado y asistirá  el poeta gallego Fernando Luis Pérez Poza. En su haber cuenta también la creación del Festival del Chongo Zamorano.  Ha publicado ya diez libros al que pronto se sumará un nuevo título editado por El Taller del Poeta.



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#5191 De: Clevane Pessoa <casasazuis@...>
Fecha: Lun, 17 de Abr, 2006 12:47 am
Asunto: para matar saudades do Baçan
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CLEVANE
ENTREVISTA
L P BAÇAN
 
CLEVANE PESSOA COMENTA:
O ESTRUTURA APRESENTA UM ESCRITOR SUI GENERIS:
LP BAÇAN: "O MAGO DAS LETRAS, 900 LIVROS PUBLICADOS, GHOST WRITER. WEBMASTER DO CEN
     Todos os escritores internautas que fazem parte do "Cá Estamos Nós", portal Brasil- Portugal, cujo "director", Carlos Leite Ribeiro, radialista e escritor, luso, mora em Marinha Grande, Portugal, têm algo de bom para falar do Baçan, o webmaster, que o organiza e aos sites, faz os livros eletrônicos das Bibliotecas Virtuais do CEN. Através de emails, com paciência, solidariedade e técnica, ele auxilia a realizar o desejo comum a todo escriba: editar livros.
     Como as grandes editoras muitas vezes ignoram solenemente os inéditos que as procuram, desenvolveu-se, no País, uma boa quantidade de editoras pequenas, que funcionam publicando livros que os próprios autores pagam, muitas vezes sem ajudar na distribuição. Conheço casos de escritores que fazem empréstimos, no "Banco do Povo", em casas bancárias outras, mas percebem que vendem muitos volumes apenas no dia do lançamento, quando amigos e convidados - além da família, claro - vão ao coquetel... Depois, o susto: como pagar as dívidas? Os livros se acumulam em caixas, o autor começa a doar para escolas, bibliotecas, mandar pelo Correio para jornais, parentela, velhos professores. As livraria preferem trabalhar com autores consagrados, para garantir a venda. Poucas permitem que os livros sejam deixados em consignação... A esposa reclama daquela despesa feita, os filhos criticam... Se o leitor procurar o livro de Orígenes Lessa, "O Feijão e O Sonho", vai entender por quantos percalços passa um poeta que constitui família. A musa, agora esposa, perplexa porque poeta não ganha dinheiro suficiente et blá-blá-blá...
     Na década de noventa teve início outra estratégia: escrever em sistema cooperativo. Juntam-se autores e pagam uma coletânea, que muitos chamam de antologia, esquecendo que "antologia" deve ser "la creme de la creme":uma seleção dos melhores textos de um autor, em geral, já consagrado, ou dos vários de uma escola, época ou País. Nesse esquema, muitas vezes ótimos autores têm o desprazer de se ver lado a lado com "escrevinhadores" medíocres, até ruins mesmo, apenas porque também puderam pagar uma cota. Umas editoras, fazem uma seletiva, com bom resultado, numa espécie de concurso - ou mesmo a mera triagem, é melhor que nenhuma. A miscelânea, com o tempo, marca a casa editorial, às vezes munida inicialmente de boa intenções. Isso é jogada de pessoas que, num país em crise, precisam ganhar dinheiro. Os autores, loucos para serem lidos, acorrem em enxames. Até porque podem pagar, na maioria das vezes, à prestação. Academias literárias têm feito certames, concursos. O prêmio, ter o livro editado, participar de uma coletânea. . . Uma corrida de touros e o "frisson" da expectativa, muitas vezes, secreta. "A Maria não pode nem sonhar que tirei um pouco de dinheiro das férias para estar nesse livro. . . Mas vou recuperar tudo vendendo". . .
     Então, surgem os livros eletrônicos, e-books ou livros virtuais, como costumam ser chamados. Como disse um contista e cronista virtual, seu primeiro livro de papel continha tantos erros, que esfriou. Agora, os virtuais - e já são muitos - estão ali, podem ser passíveis de corrigendas à exaustão, via computador, a Tia Internet permitindo o vai-e-vem entre escritor, poeta e o webdesigner, numa comunhão que nem sempre o editor dos de papel - ou a simples gráfica - permitem. Um e outro, na Internet, não se conhecem, em geral. Um apadrinha o sonho. Outro bebe dessa possibilidade...
     Certa vez, enviei ao CEN, meu texto sobre os Anos de Chumbo: minhas reminiscências de repórter, ao Baçan. Fiquei nas nuvens quando ele escreveu que faria dele um livro eletrônico, pelo valor histórico, algo assim. Está lá, nas BV do CEN: "Nas Velas do Tempo"(o título é uma homenagem ao verso de uma canção da compositora Leny Tristão, de Juiz de Fora, Minas Gerais). Detalhe: não cobraria nada. Ontem, fiz um ping-pong com ele, para apresentar ao leitor, essa pessoa especialíssima: possui 900 livros editados, muitos como escritor fantasma, sob pesudônimo, até com o gênero trocado...
     Aí vai:

1) a) Desde quando escreve? O que escrevia inicialmente? Teve algum incentivo?
     Escrevo desde meus doze anos e lá se vão mais de 40 anos nessa lida. Lia muito os livros de bolso da Ediouro, principalmente poemas e foi com eles que comecei a escrever, dentro das regras da versificação. Só na Faculdade fui entender os modernistas e perceber que o conteúdo era mais importante que a forma. Quanto a incentivos, na realidade eu escrevia de teimoso, pois em meus primeiros sonetos, publicados no jornalzinho da paróquia, ninguém acreditava que os versos eram meus. A pergunta que mais me incomodava era: de onde você copiou isso? Aos vinte e cinco, comecei a escrever para uma editora de livros de bolso (romance, faroeste, esoterismo, erotismo e todos os temas possíveis) e, aí, a motivação passou a ser escrever por dinheiro. Tanto que levei 21 anos para concluir minha novela "Sassarico".

b) Que faculdade você cursou?
     Cursei a faculdade de letras anglo-portuguesas e fiz especialização em literatura brasileira.

2) a) Os assuntos esotéricos têm a ver com seu nick "O Mago das Letras"?
     Não, na realidade, o nick veio pela habilidade que adquiri como escritor-fantasma de escrever sobre qualquer tema, desde assuntos esotéricos a um manual da futura mamãe, microondas, e outros tantos.

b) Como se sentia o escritor dentro de você, sem poder assinar esses livros?(*)
     Era, de certa forma frustrante, mas divertido, porque eu tinha diversos pseudônimos, conforme o tema do livro, inclusive pseudônimos femininos, em séries eróticas. Segundo meu editor na época, Rubens Francisco Lucchetti, meu nome não era comercial (Lourivaldo Perez Baçan). Tive uma série de romances, 15 volumes aproximadamente, publicados com L P Baçan, que ele julgava mais comercial.

3) Desde quando passou a usar um computador para escrever? E a Internet?
     Na realidade, relutei em usar o computador até a década de noventa. Minhas máquinas de escrever tinhas as teclas cavadas, de tanto que eu escrevia. Era uma trabalheira danada, pois a cada erro era preciso interromper o trabalho, apagar e datilografar novamente. Quando descobri as facilidades e as vantagens do computador, deixei de vez minhas máquinas. Na Internet, iniciei-me por volta de 1998 e fui um dos autores pioneiros a migrar para os livros eletrônicos. Tinha um site, onde disponibilizava meus textos em diversos formatos, bem como os tive editados em diversos formatos. O site E-Book Brasil foi quem me pôs em contato com essa nova forma e minha intenção, desde aquela data, foi de pôr na Internet meus mais de 900 livros escritos ao longo de 30 anos como escritor-fantasma. Falta muito, ainda, mas vou fazendo devagar.

4) Quando conheceu o Carlos Leite Ribeiro e como estão juntos no Portal CEN? (Como se deu essa parceria.)
     Aprendi a linguagem html na marra. Enquanto navegava na Internet, encontrei o site do Portal e me inscrevi. Comecei trocando emails com o Carlos e, quando vi, estava envolvido na idéia de ser o webmaster. A idéia de montar uma Biblioteca Virtual foi do Carlos e, valendo-me do que já sabia sobre o assunto, aceitei e entramos nessa aventura grandiosa que, hoje, já tem um acervo de perto de 1000 livros. O mais importante é que a grande maior parte é de autores vivos, contemporâneos, que estão fazendo literatura hoje e para quem você pode mandar um email e discutir literatura.

5) Fale um pouco de você, como pessoa, da família, como escritor e como webmaster.
     Sou um menino de vila, criado na periferia da cidade, em contato com a natureza, rio, pescaria, mata, animais, caçadas, futebol no meio da rua, brincadeiras de pique-salva, dim, pega-pega, pipas e tudo que as crianças de antes tinham direito. Desde cedo gostei de ler e, mesmo antes de aprender a escrever, interpretava os gibis de meus tios. Sou um tanto reservado. Pouco saio de casa, que considero meu reino e meu castelo. Gosto de música, da sertaneja até a clássica, de um churrasco, cerveja gelada, cachaça de alambique, de cozinhar, inventando pratos. Sou muito apegado a minha esposa, com quem convivo, mas sou desleixado em relação a minha mãe e a meus filhos que moram em Uraí e Londrina, respectivamente. Gosto de plantas. Dedico-me a cultivar hibiscos e, a partir de setembro próximo, vou me dedicar também a cultivar pimentas. Já reuni um bom número de sementes, de várias espécies, e só estou esperando a chegada da primavera para isso. Se alguém tiver sementes de comari, agradeceria se me enviassem. São difíceis de serem encontrada. Há muito deixei de ser perfecionista e de exigir isso das pessoas. Magôo-me com a mesma facilidade com que perdôo, mas não dou a outra face quando se trata de traição, de ingratidão e de desonestidade. Como escritor, estou devendo muito a mim. Tenho um livro já escrito na cabeça. Chama-se Olhos Mansos, mas não me sobra tempo para pô-lo no papel, ou no computador. Acho que perdi o tesão de escrever por desafio, ou por obrigação. Meu último livro, de poesias, chamado Alchimia, foi escrito em menos de um mês. Achei que me devia isso. Passei outros 6 meses polindo-o. Participei de muitos concursos, ganhei um bom número de prêmios, inclusive algumas condecorações, mas hoje o escritor está meio de lado. Como webmaster, cuido do Portal e dos sites de alguns amigos escritores que confiaram no meu trabalho. Isso não me toma tempo. O que realmente toma meu tempo hoje em dia é o trabalho de webeditor, publicando livros eletrônicos, e isso faço como uma missão. Tenho editado muitos livros com gosto, alguns sem remuneração, porque vi qualidades no escritor ou escritora e decidi que mereciam o incentivo que não me custa nada. Apenas meu tempo, mas, quando se faz algo de que se gosta, o tempo passa e o resultado final, a satisfação do autor, compensa tudo. Como sou aposentado e tenho uma renda garantida, posso me dar a esse luxo e o faço com o maior prazer.

6) O que significa o CEN para você?
     Para mim, o CEN é um ponto de encontro, uma idéia que deu certo porque se tornou confiável, graças ao esforço e ao trabalho de seu idealizador e coadjuvantes. Atingiu uma penetração enorme e pode ser encontrado em qualquer site de busca. Isso demandou tempo e trabalho, mas foi uma parceria perfeita.

7) Gosta do que faz?
     Sim, porque, como disse antes, faço as coisas quando gosto. Detesto ser mandado ou forçado a fazer alguma coisa. Passei parte de minha infância e da fase adulta, até os 45 anos, seguindo ordens, com as quais nem sempre concordava, mas "manda quem pode, obedece quem ter juízo". Afinal, de meus 14 anos até meus trinta e poucos, vivíamos uma ditadura, onde esse lema era prudente ser respeitado.

Nome: Lourivaldo Perez Baçan
Profissão: Aposentado


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#5190 De: "Salvador Pliego" <savasppcc@...>
Fecha: Do, 16 de Abr, 2006 3:46 pm
Asunto: Poseída por las flores
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Poseída por las flores

Como poseída por las flores,
a veces errante y pensativa,
a veces alegre y delicada,
se percibe la melancolía
y te duermes abrazada a los crepúsculos
de silencio y extravío.

Flor volante sin jardín ni huerto,
un halo de tu boca
se asoma por la tarde
y se desprende la belleza en tu oración de llanto.

Te descubro en tu sueño,
en el jardín de tu ilusión y fantasía.

Arropada entre mis brazos
el silencio nostálgico del horizonte
devela los suspiros de tu pecho adolorido,
y en la belleza de tu tez desnuda
se cobijan mis deseos
de verte en mi huerto zaherido.

Flor de mirlo, azucena y peregrina,
cuando duermes evocas mi melancolía.

--------------------------------------

De la poesía.

Irrumpe el verso como el susurro al oído.
La noche clama la cópula amada.

En la lejanía, el viento sopla y el silencio ciñe su rostro.
Por sus poros, las sabanas blancas se anudan y trenzan.

Del otro lado, el horizonte declina la aurora.
La luz se esparce en la nada.
Saltan esporas que se incrustan al alba.

Del susurro la voz amada emerge a la vida.
Y el verso habla un sinfín de palabras.


Salvador Pliego

Nota:  Estoy por recibir  en aproximadamente 10 días la edición de
mi libro de poesía. Para los lectores (aunque sean contados) que les
gustó alguno de mis poemas, estoy separando una cantidad para
regalar.  Si deseas una copia envíame tus datos (nombre y dirección
postal) a sp_poemas@..., con gusto te enviaré un ejemplar.

#5189 De: "Salvador Pliego" <savasppcc@...>
Fecha: Jue, 13 de Abr, 2006 10:21 pm
Asunto: Primavera
savasppcc
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PRIMAVERA

Sonrojada y aún tienes el color de primavera.

Coqueta y provocadora o pizpireta.
En ti la primavera se vuelca, nace, se dormita,
hace cabriolas, se destella.

Sestean los canarios apaciguando la maleza.

¡Ah exquisitez de follaje entretejido!
El verde se exhibe por las hojas
y aún sonrojada sobresales por sus yemas.

Primaveras ígneas y candentes caen dormitadas en mis manos.

¡Ah exquisitez de flora incitada!

Expresiva vas de rama en rama.
Alegre desnudando o ataviando la corteza;
Risueña al sí de la simiente;
Jovial del canto, hojas y de bulbos;
Perseguida y acorralada por los tallos;
Descolgando lianas de las frutas;
Saboreando delicias y el aroma.

¡Ah exquisitez avivada e incitada!

Sólo tú, sonrojada y coqueta,
sin mas ropaje que aquel que insinúa tu mejilla,
despiertas mi ilusión y la fecundas.

¡Ah exquisitez de fruto avivada!

Naturaleza pródiga,  excedida y embriagante.
Llevas anexa su sustancia enriquecida.

¡Ah exquisitez sonrojada e incitada!


Salvador Pliego

#5188 De: "Salvador Pliego" <savasppcc@...>
Fecha: Mié, 12 de Abr, 2006 12:35 am
Asunto: ME GUSTA
savasppcc
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ME GUSTA

Me gusta, entre otras cosas,
una tarde roja, el crisantemo y la alborada,
azuzar la mariposa en una copa
y beberla para que aleteara.

Me deleita, entro otras cosas,
una bella rosa y que el tálamo la vea.
Si es coqueta o es frondosa
lo sabrá la bella rosa.

Me agrada, entre otras cosas,
esa luna llena burlándose del agua,
escondiéndose en la estepa
para que nadie la alcanzara.

Me encanta, entre otras cosas,
estar contigo y conmigo,
dos vidas de alegría
y tres noches guarnecido.

Me embriaga, entre otras cosas,
una racimo diminuto en una boca,
una sonrisa interrumpida
anunciando  carcajadas.

Me espanta:
no seguir las noches
guarnecido en tu alcoba.


Salvador Pliego

#5187 De: "aglezpoeta" <aglezpoeta@...>
Fecha: Lun, 10 de Abr, 2006 3:40 pm
Asunto: Regla del beso
aglezpoeta
Sin conexión Sin conexión
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Tus labios son al viento
lo que su beso es a equis.

Su beso por el viento
y partido por tus labios...

¿...Será casi lo mismo
si lo digo Poesía?

                 Adolfo González.

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