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#19699 De: Jesús Rodríguez <alexandervortice@...>
Fecha: Do, 6 de Dic, 2009 8:17 pm
Asunto: PALABRAS ANTIGAS
alexandervor...
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PALABRAS ANTIGAS
 
Palabras antigas,
emboscada de xuízos perdidos,
louca inquedanza terreal,
mans suxeitas por cen mans,
obra poética submerxida
en alcohol latexante e voces dispostas
a morrer por unha migalla de Paz.
 
Todo en ti, longa tarde de dócil ar,
de limpeza de almas branquinegras,
de veloz salvación, de homes e mulleres,
de sopro salvaxe con vida satisfeita.
 
Palabras de madeira,
nación de pedras milagreiras,
campo de confesións con luz elemental,
obra poética que voa sobre o místico Atlántico
e voces dispostas a abrir os conxuros do Ben e o mal.
 
Alexander Vórtice
www.lacoctelera.com/alexandervortice
 




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#19698 De: "Paulo Barbosa" <tprobert@...>
Fecha: Sáb, 28 de Nov, 2009 5:00 pm
Asunto: #201# Creer en la Vida
tprb2
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"Todo día es una nueva oportunidad  que  la  vida  ofrece  a
quien en ella cree..."

Cuando creemos en la vida, somos prósperos y felices.  Jesus
es la vida, la bendición, la salvación, la dicha verdadera.

Paulo Barbosa

*****
Caso tenga un amigo  que  desea  recibir  reflexiones  y  no
participar  de  listas,  basta  completar   el    formulario
existente en el link abajo para recibir  apenas  un  mensaje
diario.

http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/prb/espanhol.html

Esta invitación no es a usted dejar esta lista  o  unirse  a
otra. Apenas para aquéllos  que  no  quieren  participar  de
ninguna lista.
*****

#19697 De: Jesús Rodríguez <alexandervortice@...>
Fecha: Lun, 7 de Dic, 2009 1:30 pm
Asunto: LUZ BLANCA ENTRE ESPEJOS=///
alexandervor...
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LUZ BLANCA ENTRE ESPEJOS
Amablemente
el clímax futuro se presentó a medianoche
en mi alcoba; sentí lo que se siente
cuando una puerta se cierra
y se abre otra;
afectuosamente
la luz blanca se colocó
entre los espejos del salón
y enseguida supe que hay quien ama
y muere por ya para el amor.
 
No es cosa fácil hablar de justicia
en estos tiempos de agrio vodka para todos,
para emborracharnos y dejar que sean otros,
siempre otros, los que nos dominen
así como si fuésemos ganado a punto
de ser exterminado por las fauces
de las brutales iniquidades.
 
Amablemente
el clímax del futuro cercano
me miró a los ojos y exclamó:
MUÉVETE!!!
Alexander Vórtice
www.lacoctelera.com/alexandervortice
www.opinionvortice.blogspot.com
 





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#19696 De: Jesús Rodríguez <alexandervortice@...>
Fecha: Lun, 7 de Dic, 2009 1:29 pm
Asunto: LUZ BLANCA ENTRE ESPEJOS
alexandervor...
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LUZ BLANCA ENTRE ESPEJOS
Amablemente
el clímax futuro se presentó a medianoche
en mi alcoba; sentí lo que se siente
cuando una puerta se cierra
y se abre otra;
afectuosamente
la luz blanca se colocó
entre los espejos del salón
y enseguida supe que hay quien ama
y muere por ya para el amor.
 
No es cosa fácil hablar de justicia
en estos tiempos de agrio vodka para todos,
para emborracharnos y dejar que sean otros,
siempre otros, los que nos dominen
así como si fuésemos ganado a punto
de ser exterminado por las fauces
de las brutales iniquidades.
 
Amablemente
el clímax del futuro cercano
me miró a los ojos y exclamó:
MUÉVETE!!!
Alexander Vórtice
www.lacoctelera.com/alexandervortice
www.opinionvortice.blogspot.com
 




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#19695 De: "Paulo Nunes Junior" <paulonunesjr1@...>
Fecha: Lun, 7 de Dic, 2009 8:19 am
Asunto: BOM DIA MEUS AMORES>PAULO NUNES JUNIOR>ARTBYNEIA
paulonunesju...
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Inveja







Os homens são Espíritos destinados à Angelitude.



Foram criados simples e ignorantes e gradualmente desenvolvem suas
potencialidades e virtudes.



Por muito tempo viveram os instintos em sua plenitude.



Atualmente, deixam de forma paulatina a vida instintiva e pautam seu atuar
pela razão.



No lento processo evolutivo, alguns antigos vícios perdem sua força.



Em seu lugar, algumas novas virtudes vicejam.



É no trato com os semelhantes que o homem toma contato com sua realidade
espiritual.



Os embates do dia-a-dia tornam possível ao ser humano perceber suas
fraquezas.



Ciente delas pode dedicar-se ao seu combate.



Uma das fissuras morais bastante comuns na Humanidade atual é a inveja.



São Tomás de Aquino definiu esse vício como a tristeza que se tem em relação
às coisas boas dos outros.



O invejoso simplesmente se sente mal porque o próximo tem sucesso.



Não há necessidade de que algo lhe falte.



Ele apenas se considera diminuído com a grandeza alheia.



Na realidade, por vezes se perdoa ao semelhante mais facilmente um erro do
que um acerto.



É mais fácil auxiliar quem cai do que suportar a vitória do outro.



Ante a fome e a enfermidade, não tardam mãos que auxiliam.



Os benfeitores, sob o prisma material, sempre ocupam lugar de realce.



O auxílio aos miseráveis pode propiciar, de algum modo, a satisfação da
vaidade.



Bem mais difícil é ser feliz com a felicidade alheia.



Perante alguém que vence na vida, a animosidade com freqüência torna-se
acirrada.



Não faltam fiscais e acusadores de alguém que sempre obtém algum sucesso.



Muitas vezes ouvimos a respeito de quem enriquece: Deve estar roubando!



Na escola, o aluno que obtém boas notas não raramente é objeto de maldosas
observações.



Ele ganha apelidos grosseiros e sofre comentários pouco generosos.



Comenta-se que cola e que goza de favoritismos.



A inveja está muito presente em nossa sociedade.



A vontade de apontar os defeitos alheios é um indicativo desse vício em nós.



Trata-se de uma fissura moral bastante freqüente e reveladora de grande
mesquinharia.



Prestemos atenção em nosso comportamento.



Apliquemos firmemente a vontade em alijar de nosso íntimo esse triste
defeito.



Ser caridoso não é apenas amparar a miséria.



Ser feliz com a felicidade alheia também é uma forma de caridade cristã.



Valorizemos as conquistas e as virtudes dos outros.



Somos todos companheiros na imensa jornada da vida.



O clima psíquico da Terra é fruto da soma da vibração de todas as criaturas
que nela habitam.



Todos os homens têm a ganhar com a felicidade dos semelhantes.



Quando alguém se eleva, com ele se ergue toda a Humanidade.



Quando alguém cai, é prejuízo na economia moral do planeta.



Alegremo-nos com as vitórias de nossos irmãos.



Ao vencerem, eles não nos tiram nada.



Muitas vezes dão preciosos exemplos, que podemos seguir.



Sejamos solidários nas dificuldades do próximo.



Mas participemos também, sinceramente, de seus júbilos.











Autor:

Redação do Momento Espírita, com base no capítulo VII do livro Leis morais
da vida, do Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira
Franco, ed. Leal.












www.paulonunesjunior.com.br
www.mensageirosdoamorbrasil.com.br
www.recantodapoesia.com.br












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#19694 De: monik matchornicova <monmatch@...>
Fecha: Do, 6 de Dic, 2009 8:38 pm
Asunto: Modelo-ideal hecho de letras
monmatch
Sin conexión Sin conexión
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Hola,les acerco otro intento que escribí en otro grupo,hermoso domingo y
comienzo de semanaMatchornicova

EJERCICIO 12

                                 Crea un
                                 personaje.


                                 Modelo-ideal
                                  hecho de letras


                                 Te voy a crear con el
                                 poder de la luna y el calor
                                 del sol a medio dia,
                                 tienes derecho a emancipación,
                                 a tomar del aire medidas
                                 antiguas y del hombre
                                 la risa. Te voy a dar




                                 carácter monárquico para
                                 que inventes
                                 un
                                  reino de Musas y flores, de
                                 alances y ciervos.

                                 Tienes permiso de entrar a
                                 este mundo

                                 con la mano abierta




                                 llena de amor, puedes
                                 cantar  al hombre y al cielo,
                                 pero
                                 ten cuidado del ego-mayor.
                                 Te voy a entregar un cuarto
                                 de océano para que
                                 disfrutes del tiempo,

                                 sin 
                                 prisa, serás como un astro



                                 que brilla sín dueño , te
                                 voy a crear

                                 sin nombre ni patria,


                                 sin idioma previa:


                                 y  tal-vez te nombre Mañana.
                                  
                                 Matchornicova
                                 Noviembre, 2009
                                 Austriahttp://www.lastfm.
                                 de/music/ Luisa+Kova
www.myspace.
                                 com/kovaluisa
http://matchornicov
                                 a.webcindario. com
http://islainfinita
                                 .altervista. org/mio/page7/ page7.html

http://www.megaone.
                                 com/cantoria/ sopranos/ matchornicova.
                                 htm
http://www.escritor
                                 es.cl/paginas/ monik.htm
http://www.lacoctel
                                 era.com/poesiasu bterranea/
                                 categoria/matchornicova












      
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#19693 De: monik matchornicova <monmatch@...>
Fecha: Do, 6 de Dic, 2009 7:14 pm
Asunto: Presentarme :
monmatch
Sin conexión Sin conexión
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Hola,
les acerco algo que escribí en otro grupoy les deseo un muy hermoso Domingo de
tarde,abrazos,Monik

EJERCICIO 1

Presentate a tus compañeros.
Presentarme :
I.-


Para presentarme debo evocar la
ternura en la mirada

de mi Padre, sus ancestros
enterrados en la nieve, las

cruzes olvidadas en Puerto Varas y
un rio sin nombre

en las cercanias de Ucrania

II.-

Entonar en tierras extranjeras
sonidos y otras lenguas

grabar en la  roca 
versos  y al misterio;  solo

soy una infima parte de la historia  , a veces pluma de muerte,

a veces de ólvido y algunas de amor
correspondido

III.-

Algo queda pendiente : La prolongación
 celeste

de los ojos de mi Padre y  el gesto noble

del rostro de mi Madre  entre las cualidades

de  mis  dos tesoros : Nicolás y Tamara.

IV.-

Por último : nacimiento y muerte, luna y batalla,
talismanes

y Dioses anónimos del aire , del agua
son el simple

equipaje para cuando parta.

   

Matchornicova

Noviembre, 2009

Austria

http://www.lastfm. de/music/ Luisa+Kova

www.myspace. com/kovaluisa

http://matchornicov a.webcindario. com

http://islainfinita .altervista. org/mio/page7/ page7.html

http://www.megaone. com/cantoria/ sopranos/ matchornicova. htm

http://www.escritor es.cl/paginas/ monik.htm

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#19692 De: Byron Picado <byron22359@...>
Fecha: Do, 6 de Dic, 2009 5:02 pm
Asunto: REMES
byron22359
Sin conexión Sin conexión
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UN PROYECTO HECHO REALIDAD: RED MUNDIAL DE ESCRITORES EN ESPAÑOL:
REMES          Desde luego no entraba en mis más optimistas augurios
que al poco de menos de dos años completos de la idea original del Directorio
REMES, este se fuera a convertir en un referente fundamental para los escritores
en lengua española y con más de 3.360 autores inscritos, pero la realidad
-sobre todo cuando el empeño es importante y la necesidad existe- suele
superar, a veces, los más fervorosos deseos. La idea de crear un Directorio
Mundial de autores en español surge -como bien se especifica en la portada de
la Web- de dos necesidades básicas: fundar un directorio abierto de escritores
en español que sirva como referencia y consulta para instituciones culturales,
portales y revistas literarias, y poner un importante grano de arena contra el
anonimato (tan estimulado por la Red con inacabables seudónimos o nicks
parapetados) y contra el plagio
  literario, fenómeno cada vez más frecuente en Internet y secundariamente
subvencionado por el anonimato de decenas de foros literarios y de revistas en
la que los autores son un mero nombre -real o ficticio- tras del cual se
esconden, a veces, verdaderos artistas del copio/pego sin el menor
escrúpulo.Pero detrás de estos básicos objetivos existía la confirmación de
que un idioma tan importante como el español no podía dejar de tener en
Internet una página referencial para sus escritores, y que había llegado la
hora de que los escritores -sobre todo en la Red- no tuvieran que ocultarse y
parapetarse en nicks deslumbrantes, en fotografías fantasiosas y en direcciones
inexistentes. REMES, y la Revista Palabras Diversas -que se nutre,
fundamentalmente, de los trabajos de sus miembros- son unas páginas
descubiertas, con nombres, biografías y direcciones electrónicas abiertas y
claras. A priori la intención del Directorio REMES fue la
  de crear un lugar no exclusivo ni excluyente, donde cualquier autor -con
biografía en papel o, simplemente, con escritos publicados en Internet- tuviera
cabida, y esto, básicamente, por la constatación de que la mayoría de los
plagios literarios se realizan en Internet, y porque en ningún caso deseaba que
el Directorio se convirtiera en un lugar "elitista" donde solo fueran
referenciadas "las vacas sagradas" de la literatura, ya habitualmente
localizadas en lugares crematísticos como Wikipedia (por cierto, horrible
nombre y fonéticamente insufrible).Cierto es que el objetivo solo se ha
cumplido a medias hasta la fecha: importantes escritores en español han hecho
"oídos sordos" a la invitación de aparecer en REMES (bien parece que el
elitismo de algunos es excluyente),  si bien otros tantos escritores
consagrados se apuntaron desde el principio al proyecto y sus fichas aparecen en
el Directorio. Huelga decir que todo el
  emprendimiento de REMES es altruista y sin ánimo de lucro, y que tanto los
costes económicos (dominio, webmasters) como los de trabajo (recepción,
edición y actualizaciones de fichas cada 3 meses) son absolutamente gratuitos y
corren a mi cargo.Pero es triste reseñar que los contactos que he tenido con
Instituciones Culturales oficiales -básicamente de España, pero también con
Sociedades de Escritores americanas (Biblioteca Nacional de España, Instituto
Cervantes, SADE, SECH, Poetas del Mundo)- en orden a un apoyo "no
económico" han sido vanas, lo que demuestra la miopía institucional y
funcionarial de la mayoría de dichas instituciones.Aunque tengo que hacer la
salvedad de algunas Instituciones como la Academia Norteamericana de la Lengua
Española, la Asociación Israelí en Lengua Castellana, la Asociación
española de Escritores y Artistas, la Unión Hispanoamericana de Escritores, la
Secretaría de Cultura Arte y Deportes de
  Honduras, y de decenas de portales y revistas literarias que amablemente
colaboran en el proyecto REMES y cuyos logotipos enlazados aparecen en la
portada de la web del Directorio. Uno de los objetivos del Directorio REMES
-la lucha contra el plagio- ha obtenido ya, en su corta andadura, éxitos
espectaculares, y he podido comprobar que la sola referencia a una Denuncia
Pública en la sección DENUNCIAS y DERECHOS de REMES, hace retirar de foros
literarios y revistas numerosos plagios y plagiadores, que no son denunciados
públicamente ante la retirada inmediata de sus plagios.En otros casos la
denuncia pública se plasma en la sección y queda como referencia  de la
copia y la mala praxis. Y en algún caso cierto personaje trastornado
psíquicamente, plagiador confeso y expulsado ya de la mayoría de los sitios
literarios de Internet (Jorge Lemoine), se dedica a mandar prolijos y abundantes
correos encadenados llamándome lindezas como
  "delincuente máximo". ¡Gajes del oficio desenmascarador! Pero el
Directorio REMES (la Red Mundial de Escritores en Español:
REMES, www.redescritoresespa.com) va a seguir luchando contra el anonimato y el
plagioporque creo que es una labor necesaria y porque siento que nuestro idioma
y nuestra literatura deben tener una página de referencia abierta y clara.Me
marco un objetivo a medio plazo que es llegar a las 5.000 fichas de escritores,
y algunos objetivos difíciles a largo plazo como la realización de un Congreso
en Madrid de REMES, lo más gratuito posible para todos sus miembros. Gracias a
todos los que han creído en el proyecto y han colaborado en él, y ánimo a los
escritores que aún no han tenido a bien inscribirse.  Madrid 6 de Diciembre
2009 Luis E. Prieto Co-responsable de REMESDirector de Palabras
DiversasPresidente para España de la Unión Hispanoamericana de
Escritores        
Luis E. Prieto
Director de Palabras Diversas
Co-responsable general de REMES
Presidente para España de la Unión Hispanoamericana de Escritores
 
Página Personal EL ESCRIBIDOR:
  http://www.escribidor.com 
 
Revista literaria PALABRAS DIVERSAS
 http://www.palabrasdiversas.com
 
Red Mundial de escritores en español: REMES
 http://www.redescritoresespa.com
 
Consultas ginecológicas on line:
  http://www.islabahia.com/foros/nuevoforo.htm
 
Direcciones:
lepv@...
DOCTORPRIETOVAZ@...
palabrasdiversas@...
directorio@...
 La Divinidad nos bendice siempre. La Divinidad es en nosotros/as Somos la
Divinidad Somos Uno  Byron Picado Molina SOCIEDAD BIOSÓFICA NICARAGUA (SBN)
Helena Petrowna Blavastky "La Espiritualidad más expandida es el AMOR en VERDAD
iluminado" Estelí,Nicaragua. América
Central http://unionhispanoamericana.ning.com/profile/ByronJavierPicadoMolina \
http://todaslasartesyartistasunidos.ning.com/profile/ByronJavierPicadoMolina (R\
ed Nicaragüense de luz) http://sintesis-nicaluz.galeon.com
 Blog http://renluz.blogspot.com/   Blog
http://huellasestelares.blogspot.com/ ( Red Estelí
Cultural)  http://texoxes.galeon.com 


      
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#19691 De: Jesús Rodríguez <alexandervortice@...>
Fecha: Do, 6 de Dic, 2009 4:40 pm
Asunto: Enajenación Cerebral
alexandervor...
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ENAJENACIÓN CEREBRAL
 
Recogí los sesos del suelo
con la enajenación cerebral en las pupilas de la duda.
Perdí a causa de tu ruleta rusa el vino del lapso
y el ocaso se transformó en una insolencia temeraria.
 
Ahora me dicen que he recuperado
un cadáver del lago donde anidan monstruos
con cabeza de abdicaciones.
 
Finjo estar en estado de shock para sobrevivir
y reír a través de argumentaciones
con océano partido en dos
desde el principio de los tiempos
 
Recogí los sesos del bordillo
gracias al aliento de las intrigantes palabras
que reciben órdenes de unos seres
que aún residen en el altillo de lo inconstante.
 
Alexander Vórtice




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#19690 De: Jesús Rodríguez <alexandervortice@...>
Fecha: Do, 6 de Dic, 2009 4:38 pm
Asunto: DÍMELO EN LA CALLE
alexandervor...
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DÍMELO EN LA CALLE
Recuerdo haberle conocido a finales de los años 90 en uno de esos cuchitriles
de mala muerte donde los que se creen artistas lo son y la humareda de los
cigarros provocan todo tipo de fantasmas metafóricos y dioses inexistentes.
Él, hombre bien curtido en el arte de vivir, se había acercado a mí con
donaire de suma benevolencia: Agarró uno de mis numerosos panfletos donde yo
intentaba plasmar un poema o, al menos, un verso digno de mención para las
generaciones futuras, y me dijo: "No te exijas, amigo, no te exijas. Cuando
somos jóvenes todo es imaginación y entusiasmo, luego, con los golpes y los
años, caes en la cuenta de que los primeros ya son los últimos". Curtido,
filósofo de una época pasada, genio en estado puro...
 A sus sesenta y tantos años reflejaba en sus ojos de vivencias plenas un
sinfín de recuerdos y excitaciones sin igual, cosas que yo seguramente jamás
fuese a vivir. Por aquel tiempo yo estaba sumamente asilvestrado, quiero decir,
el corazón me latía muy aprisa ante las injusticias, y reclamaba en mi
verborrea un bien común que tarde o temprano caes en la cuenta que no puede ser
porque no todos somos iguales. Yo llevaba una estrella roja en el corazón, un
puño montaraz y enrevesado y una bandera de tolerancia que hacia presagiar un
desánimo futuro, cuando la realidad echara por tierra mis grandiosos ideales.
"Con calma, chaval, con calma, tu paz interior es la paz que debes trasmitir a
los demás. En la existencia todos somos un ejemplo a seguir, por tanto...
paz". Y después de estas palabras saboreaba su pipa al tiempo que los relojes
de la madurez se detenían a 2 o 3 kilómetros de nuestros cuerpos postrados en
el ánimo de lograr
  comportarnos como seres civilizados. "La vida es un paso hacia un cosmos
inimaginable; respeto y paz para y con todos. El karma existe porque tú estás
dentro del karma, tú eres el propio karma, eres un alma y no un cuerpo". Era
bello escucharle; más bello, si cabe, la forma que tenía de reposarse a sí
mismo y hacerlo con los demás. Nunca había advertido yo a una persona tan
"zen", hecha a sí misma, reflexiva, con el corazón el alto y la mirada
disipada en el todo que le envolvía. Pero aquella noche fue diferente:
Estábamos donde debíamos estar porque así lo quiso el destino. Él saboreaba
un té rojo mientras yo ojeaba una y otra vez mi libreta de esbozos. Entonces un
joven se le acercó. Le dijo no sé qué al oído, algo que hizo que el
hombre-paz tumbase inmediatamente su pipa en la mesa. Sé que se encolerizó
porque sus ojos cambiaron a rojo intenso, de demonio sin rumbo, o algo así. Se
levantó del asiento poniéndose a la
  altura de aquel joven y dijo: "¿Puedes repetirlo?". El joven sonrió
desafiante y exclamó: "¡Hijo de puta!". Así fue que mi amigo sacó su
toledana del bolsillo, con filo brillante y ganas de rajar carne fresca, al
tiempo que le sentenció a aquel incauto: "Amigo, eso dímelo en la calle".
Y la verdad es que el honor de una madre está por encima de cualquier
filosofía.
 Alexander Vórtice
www.lacoctelera.com/alexandervortice
 
 




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#19689 De: Gaviota nd <gaviotand@...>
Fecha: Sáb, 5 de Dic, 2009 4:37 pm
Asunto: significado del arbol de navidad
gaviotand@...
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Significado del Árbol de Navidad
Para los hombres los árboles tienen un significado muy especial. En todas las
culturas encontramos que el árbol tiene cierto significado antropológico,
místico y poético. Se le tiene cierta reverencia por los beneficios que aporta
al hombre. Para algunas culturas el árbol tiene un significado místico ya que
representa el medio la unión del cielo y la tierra: ahonda sus raíces en la
tierra y se levanta hasta el cielo; por eso en muchas religiones, sobre todo en
las orientales, el árbol es un signo de encuentro con lo sagrado, del encuentro
del hombre con la divinidad y de la divinidad con el hombre. Es muy común el que
los árboles estén relacionados con la fecundidad, el crecimiento, la sabiduría y
la longevidad. En Mesoamérica el ahuehuete es considerado sagrado. Las tribus
nórdicas europeas y americanas como los druidas, tenían árboles sagrados
alrededor de los cuales se reunían para ritualmente entrar en comunión con
Dios.Dios se ha
  valido de la forma en que los hombres ven a los árboles para dar a conocer su
plan de salvación particularmente cuando se trata del misterio de la encarnación
del hijo de Dios para salvar al hombre. En primer lugar se asocia al árbol de
Navidad con el árbol de la vida, que lucía en medio en medio del Jardín del Edén
y después de la caída desaparece; la fruta y las decoraciones nos recuerdan las
gracias y dones que el hombre tenía cuando vivía en el Paraíso en completa
amistad Dios. Por el nacimiento de Cristo, los hombres renacen y tienen acceso a
la plenitud de la vida. El árbol de Navidad representa el haber recobrado dichos
dones gracias al sacrificio de Jesucristo.Los adornos del árbol y las luces que
se encienden representan el nuevo estado paradisiaco que el amor de Cristo nos
prepara.
En la Biblia, el árbol aparece como un símbolo de la Vida, árbol que Dios coloca
en medio del Paraíso como fuente de la inmortalidad (Gen 2, 9,3,22). Pero el
árbol puede también simbolizar la falsa sabiduría, la soberbia y la muerte
cuando el hombre se aparta de Dios (Gen 2, 16-ss) seducido por la apariencia
engañosa de este árbol y comiendo su fruto (gen 3, 2-6). Pero Cristo vino no
únicamente a los hombres, vino como cabeza de una nueva creación, renovando todo
lo que estaba caído.
La presencia de Cristo responde al anhelo de la creación para ser liberada de la
esclavitud y de la destrucción; mientras tanto se queja y sufre, tal como una
mujer en sus dolores de parto tal como nos lo describe San Pablo en la epístola
a los Romanos. Por eso el árbol de Navidad representa esa naturaleza restaurada
y engalanada para recibir a su redentor; el árbol perennemente verde quiere
saludar en nombre de la naturaleza renovada a su Señor "Alégrense los cielos y
la tierra, retumbe el mar y el mundo submarino. Salten de gozo el campo y cuanto
encierra, manifiesten los bosques regocijo" (salmo 5).
El árbol de Navidad también representa ese árbol que nace y que con el tiempo
madurará en un gran árbol del cual saldrá la cruz que tal como nos recuerda la
liturgia del Viernes Santo: "Cruz amable y redentora, árbol noble y espléndido,
ningún árbol fue tan rico ni en frutos ni en flor".
Podemos decir que de alguna manera el árbol de Navidad nos recuerda la
redención. Las luces representan la luz de Cristo en nuestra vida. y la estrella
que en algunas ocasiones se coloca en la punta representa a la estrella de Belén
que anuncia la redención a la humanidad.
Autor: (Redacción Church Forum)

este es mi árbol de navidad ..¿Me regalas una estrella?
http://treecontest.worldwidechristmas.com/2009/es/v/90


      
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#19688 De: "Paulo Barbosa" <tprobert@...>
Fecha: Vie, 27 de Nov, 2009 11:30 pm
Asunto: #201# Vida Larga... Muy Larga
tprb2
Sin conexión Sin conexión
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"La vida es muy corta para perderse tiempo odiando alguien."

Y la vida de aquél que se ocupa apenas en amar  es  larga...
muy larga... Dios es amor y los que  ponen  en  práctica  el
amor  de  Dios,  vivirán  en  amor,  con  Él,  por  todo  el
eternidad.

Paulo Barbosa

*****
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participar  de  listas,  basta  completar   el    formulario
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#19687 De: DT XXX <scamp_hadkin@...>
Fecha: Sáb, 5 de Dic, 2009 6:40 pm
Asunto: Y tú ?
scamp_hadkin
Sin conexión Sin conexión
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Hola!

Mi nombre es Dante, y soy originario de la ciudad de México. Comencé a escribir
por hobbie, a los 19; sin embargo, poco a poco la magía de la poesía me fue
seduciendo con los años, hasta que un día supe que estaba enamorado de ella.

Me gusta leer, ver películas, series de anime, escuchar música, y sobre todo,
tatuar sobre la desnudez de una hoja en blanco instantes que vienen y se van.

Espero llegar a ser poeta.

Actualmente estudio Psicología en la Universidad Autónoma Metropolitana.

P.D.: Es un gusto pertenecer al grupo, gracias.

Les envio un cordial y afectuoso saludo.






Dañino suspiro.




  En tus fauces se derritieron mis sueños,

en tus garras se esfumaron mis deseos

y en el sombrío jardín de tu infiel figura

se marchitaron uno a uno mis anhelos.

   

Devoraste sin piedad mis pensamientos,

poco a poco despedazaste mis adentros

y en el sinuoso mar de tu pérfida locura

vomitaste a los demonios mis despojos.

   

Me humillaste y abandonaste en labios

de tantos falsos locos, tontos y beodos

que no hacen más que criticar con cara

de perfección sin ver que están podridos.

   

Fuiste gloria y desvelo en este sepulcro,

mas ahora te digo adiós dañino suspiro.




Adiós mi dulce primavera.

   

Adiós mi dulce primavera,

llego el momento

de borrar de mi memoria,

esa historia

que ayer habéis escrito

junto a mí en esta esfera.

   

El hálito del otoño

azuzará el fuego

que consuma mi interior,

mas en el albor

del invierno, el juego,





cultivará un nuevo retoño.
  El aspirar tu cariño

fue maravilloso;

gracias por dejarme conocer

los jardines de tu ser,

y por mostrarme el paraíso

cuando lloraba como un niño.









  Adiós mi dulce primavera,

llego el momento

de volverme historia

en tu memoria;

vendrá otra, no miento,

pero siempre serás la primera.

www.poesiaspoemas.com/dante-vazquez-maldonadowww.myspace.com/ednatilsommopoeta







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#19686 De: "Paulo Barbosa" <tprobert@...>
Fecha: Vie, 27 de Nov, 2009 9:53 pm
Asunto: #201# Tenga Coraje
tprb2
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"Tenga coraje de hacer una revolución  en  su  vida  y  vaya
atrás de lo que dicta su alma." (Roberto Shinyashiki)

La mayor revolución que  hice  en  mi  vida  fue  entregarla
totalmente en las manos  de  dios.  Fue  allí  que  comencé,
realmente, a vivir. ¿Y usted, ya tuvo este coraje?

Paulo Barbosa

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#19685 De: monik matchornicova <monmatch@...>
Fecha: Sáb, 5 de Dic, 2009 5:07 am
Asunto: Honda la noche
monmatch
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. Honda la noche

   

de blanco , donde

tus huellas por fin
se han borrado.

   

Caen muros de
verdad  sostenida

en el ojo del
tiempo , sello

   

de un final sin
regreso ; Amanece

y el cuento del
hombre comienza,

   

pero es temprano :  Ovilaba-bohemia

y siluetas
cansadas , faroles y un tren

   

que se aleja es
la marca sin hora, aún


del sílencio.




Matchornicova

Diciembre, 2009

Austria

http://www.lastfm.de/music/Luisa+Kova

www.myspace.com/kovaluisa

http://matchornicova.webcindario.com

http://islainfinita.altervista.org/mio/page7/page7.html

http://www.megaone.com/cantoria/sopranos/matchornicova.htm

http://www.escritores.cl/paginas/monik.htm

http://www.lacoctelera.com/poesiasubterranea/categoria/matchornicova
































      
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#19684 De: Jesús Rodríguez <alexandervortice@...>
Fecha: Vie, 4 de Dic, 2009 4:16 pm
Asunto: DUERME EL ACRÓBATA
alexandervor...
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DUERME EL ACRÓBATA
Si tuviera que escoger entre una barra de hierro
y cuarenta balas de plata,
me quedaría con el hecho de saberme
abismo de madrugada...
 
Duerme el acróbata;
yo a veces también duermo:
me coloco poco puedo para alcanzar
la órbita de Morfeo,
y es entonces cuando los sueños
vienen a mí como si fuesen rayos ultravioleta
masticados por el dolor del tiempo.
 
Si tuviera que escoger entre una aniquilación mundial
o un estado de buenas intenciones,
sin duda escogería verme danzando entre lo ecuánime,
así como danzan los hijos del viento y los sueños verdaderos.
Alexander Vórtice.
Noviembre-09
www.lacoctelera.com/alexandervortice




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#19683 De: Jesús Rodríguez <alexandervortice@...>
Fecha: Vie, 4 de Dic, 2009 4:26 pm
Asunto: HOMBRES BUENOS
alexandervor...
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HOMBRES BUENOS
 
Hoy llueve un tipo de aguacero que hace que los hombres no se arriesguen, que la
realidad sea un circuito de chapuzones ácidos sobre nuestras cabezas de barullo
contante y sonante, de incertidumbre perdurable. Vivimos tiempos en los que ya
no quedan héroes, ni compasión extrema, ni diálogos coherentes... Los ojos de
la gente son carmesíes, vampíricos; hechos a imagen y semejanza del No-Ser, de
la navajada trapera y el beso de Judas que nos espera día a día en el INEM. La
principal razón de la crisis presente: el no sabernos insalubres e inhumanos
(cada vez más y más inhumanos y más infaustos). Las cafeterías se colman de
maldiciones, de bolsos usados por el tic-tac de un reloj siempre fatuo, de
políticos que miran por su bienestar, de hombres y mujeres que en vez de luchar
se quedan mirando cómo el mundo se va yendo al traste.
 
Alexander Vórtice
www.lacoctelera.com/alexandervortice
 




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#19682 De: "Venargentur" <venargentur@...>
Fecha: Vie, 4 de Dic, 2009 10:55 pm
Asunto: Grupo IVEN MERIDA
venargentur@...
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GRUPO IVEN – La nueva TROVA Venezolana





Hablar de IVEN, es remontarse a 20 años atrás.., cuando, -desaparecida la figura
emblemática de Alí Primera- salvo honrosas excepciones, no quedaron interpretes
que representaran el canto comprometido.

Surgió entonces un grupo de jóvenes se reunían para rescatar esa música
escencial. Para quien, como yo, ha escuchado en vivo a Silvio Rodriguez y el
Grupo Vocal Supay en Argentina (Buenos Aires -1983 en el Luna Park y en Obras),
no existe mejor versión actual de “Ojalá”, que la que interpreta el Grupo IVEN.

Son los mismos que organizaron la “1ª. marcha mundial de las barbas, las
guitarras y los sombreros”, que se inició en Mérida el sábado pasado 28 de
noviembre, en el marco del “V Encuentro Internacional de Trovadores y soñadores
necesarios”. Este mismo grupo organizó años atrás el colectivo “Sueños” en
Chiguará, y “mientras tanto” conformaron La Patana producciones, trayendo ó
compartiendo con cantautores de la talla de Facundo Cabral, Pablo Milanés,
Virulo, Yordano, Cecilia Todd, Lloviznando Cantos, Carlos Varela, Raly
Barrionuevo de Argentina, el sábado pasado trajeron a Santiago Feliú, Diego
Gutierrez y Rocky y Pepe Ordaz de Cuba y demás invitados internacionales, como
PEDALUZ de Colombia, Sebastián Olmos de Argentina y Juan Quintana de Perú. En
definitiva, buena música y con contenido social comprometido.

Una nutrida concurrencia coronó en la Campana Acústica el concierto de las
actividades que se realizaron en "Lunas Rotas" y La Patana.

Por Venezuela participaron Leonardo Delgado, Pedro Luis Ruiz, Gino González,
Marta Doudier, Karuai, Agua Salá, Pompilio Santéliz, la Tribu del guíro rojo
–que nos puso a bailar a todos- y Sandino y la Cantera. En tanto en la Patana se
sumaron algunos como Frencisco Moreno, Nathan, Ariana Moreno, José, Bocha  y mi
persona en ese glorioso escenario de música suburbana y latinoamericana. Ya
había tenido el honor de compartir con ellos en un homenaje a José Martí, y
puedo dar fe de lo “buena gente” que son.

Es un deleite escuchar el tema “Por una angustia de amor”
http://www.youtube.com/watch?v=6GjVTD9YfZ4

de Gerardo Moreno, y más recientemente “Mérida mi bolero” de Victor Moreno.
También está sonando un video producido por el cineasta argentino Walger: "Los
buenos y los malos" y "eterna voz".

En su sembradora trayectoria representando a Mérida- Venezuela, actuaron en
Ecuador, Cuba y recientemente en Argentina el año pasado.

El 26 de noviembre recibieron la Condecoración “Giandoménico Puliti” otorgada
por la Asamblea legislativa del Estado Mérida en un grandioso acto en el liceo
Libertador.

La revolución paralela, la didáctica, se está realizando en Mérida de mano de la
Cultura popular, de los cantores del tercer milenio y los fundadores de “la
nueva Trova Venezolana” que son el Grupo IVEN.



                                                                                  
GUSTAVO MARCOS BAZÁN

                                                                                       
Músico- Agente de Viajes

                                                                                     
www.venargentur.blogspot.com










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#19681 De: Jesús Rodríguez <alexandervortice@...>
Fecha: Vie, 4 de Dic, 2009 4:57 pm
Asunto: ENAJENACIÓN CEREBRAL
alexandervor...
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ENAJENACIÓN CEREBRAL
 
Recogí los sesos del suelo
con la enajenación cerebral en las pupilas de la duda.
Perdí a causa de tu ruleta rusa el vino del lapso
y el ocaso se transformó en una insolencia temeraria.
 
Ahora me dicen que he recuperado
un cadáver del lago donde anidan monstruos
con cabeza de abdicaciones.
 
Finjo estar en estado de shock para sobrevivir
y reír a través de argumentaciones
con océano partido en dos
desde el principio de los tiempos
 
Recogí los sesos del bordillo
gracias al aliento de las intrigantes palabras
que reciben órdenes de unos seres
que aún residen en el altillo de lo inconstante.
 
Alexander Vórtice
www.lacoctelera.com/alexandervortice
 
 
 




[Se han eliminado los trozos de este mensaje que no contenían texto]

#19680 De: Migé S. APARICIO <velezmaeluba@...>
Fecha: Vie, 4 de Dic, 2009 1:55 pm
Asunto: 09 12 04 r Pájaros en cocorota
velezmaeluba@...
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Pájaros en la cabeza;

que bonito suena,
cuando se pronuncia,
aunque quien lo diga sornetee,
porque cerca no le cae.

Tener esas bonitas cosas,
en la cocorota,
es como un velo que se ponen las personas,
por motivos múltiples.

Pero es más que injusto,
aunque sea en casos contados;
en estás "primermundistas" sociedades basuras.

De padres viejos,
abuelos basuras, y...
no siempre por hambre tener.
09 12 04

  Migé S. APARICIO
  Vélez Málaga, 1945
     dni 74747133p


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#19679 De: Víctor Manuel Guzmán Villena <victormanuelguzman@...>
Fecha: Jue, 3 de Dic, 2009 5:02 pm
Asunto: DOS CUERPOS UNA ALMA ENVIADO DESDE LA POETICA ATLANTIDA
victormanuel...
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DOS CUERPOS UNA ALMA
 
 



Quien tiene la posesión de tus deseos
de tus portones de la pasión
de tu reino de los días y las noches
donde danzan los placeres
y se extinguen las insatisfacciones
para convertirse en realidades de
amarnos con tiempo y sin tiempo
en un lecho de .....Para seguir
con la lectura del poema abrir en:

http://medianochedesnuda.blogspot.com/

Publicado por Sabanas con mis palabras para SABANA CON MIS PALABRAS


      
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#19678 De: Salvador Tio <salvadorelias@...>
Fecha: Vie, 4 de Dic, 2009 1:12 pm
Asunto: Puerto Rico: ¡Aquellas auroras de resistencia!
salvadorelias@...
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¡Aquellas auroras de resistencia!












Por Luis Rafael Sánchez



A la altura del siglo veintiuno Puerto Rico sigue siendo la asignatura pendiente
de docenas y docenas de países sobre la faz de la tierra, incluidos los vecinos
de las dos Américas. Lo revela el desconocimiento lamentable que tienen sobre la
menor de las Antillas mayores, con frecuencia reducida a mero territorio
norteamericano. Incluso, dentro de los límites propios, se desconoce, la
historia de Puerto Rico, una isla enclavada en el archipiélago antillano y
constituyente del flanco hispánico de éste junto a Cuba y la República
Dominicana.

Sobre todo, y la paradoja no puede obviarse, poco y mal se conoce a Puerto Rico
en los Estados Unidos de Norteamérica, nación con la que, a partir del
veinticinco de julio del mil novecientos cincuenta y dos del siglo veinte,
sostiene una relación de complejidad aumentante, a la cual no se le escatiman
aplausos, reparos y denuestos.

El desconocimiento a veces, el escaso interés otras, llevan a la exclusión
permanente de la menor de las Antillas mayores de los textos de la pedagogía y
la historia vecinas, tanto la iberoamericana como la norteamericana. O su
destierro a las notas al calce y los párrafos accesorios dentro del capítulo
ineludible del mil ochocientos noventiocho hispanoamericano, año cuando Puerto
Rico cambia de propietario imperial.

Curiosamente, en el párrafo accesorio o la nota al calce no se declara que el
cambio de propietario se produjo tras una invasión que se atajó con resistencia.
Tampoco que la resistencia, a pesar de la derrota sufrida, configuró para
siempre el bando de los puertorriqueñ os. Un bando de recursos míseros, armado,
sobre todo, con lo que trescientos años antes el Inca Garcilaso de la Vega
valoró como el amor natural de patria, esa arma que hoy vilipendia el
fundamentalismo globalista, para quien la identidad patriótica no pasa de un
constructo imaginístico a superar.

El sentido de pertenencia, la comunidad de emociones, los caminos recorridos y
los avatares enfrentados hombro a hombro, los signos resaltantes del amor
natural de patria, impidieron la reducción del país puertorriqueñ o a un patio
soleado donde el invasor se refugiara del crudo cierzo invernal, como llama al
frío que cala los huesos el bardo modernista Agustín Lara. Sin saberlo, aquellos
haraposos, aquellos muertos de hambre, aquellos mal tratados por el imperio
español, que los dejaba con una mano alante y otra atrás, andaban vestidos de
puertorriqueñ os. Y hambrientos y mal tratados, pero dueños de un idioma que en
el trasvase caribeño halló su santo y seña, se declararon, de manera llana y
sencilla, puertorriqueñ os.

Signicativamente, dicha plebe integral, ajena a los apellidos augustos, ajena a
los aires conquistadores que se escurren por entre la preposición de y la
conjunción y, entendió que para ser puertorriqueñ a tenía que existir como
puertorriqueñ a.

Antes hubo Eugenio María de Hostos, Ramón Emeterio Betances, Ramón Ruiz Belvis.
Antes hubo próceres que se asumieron como peregrinos humildes en el recabo de
ayuda financiera y respaldo moral para realizar la independencia. Merecidamente,
unos descansan en la paz de la sepultura y otros en la paz de la escultura.

Pero, en el año mil ochocientos noventa y ocho, mientras el poderoso ejército
norteamericano enarbolaba su bandera en terreno puertorriqueñ o, se llevó a cabo
el inesperado debut de un ejército pobretón e inexperto, compuesto por la
jibarada, la negrada, la indiada remanente, la criollada. En fin, por la plebe
integral. A pesar de la pobreza y la inexperiencia, no obstante guerrear con
unos pertrechos risibles, dicho ejército juró la lealtad al país, menos que
pobre, donde transcurría su única oportunidad sobre la tierra.

La temprana diferenciació n entre los puertorriqueñ os y los norteamericanos o
entre los manchados por el plátano y los gringos, la toma de distancia de los
primeros de quienes habrían de ser arrendatarios del país, suscitó una
demarcación tensa que, pasados los años, autorizó los insultos recíprocos.
Cuando los norteamericanos invadieron Puerto Rico y mostraron la intención de
quedarse, resultó oportuno gritar-Yankees, go home. Cuando los puertorriqueñ os
se trasladaron a los Estados Unidos de Norteamérica y mostraron la intención de
quedarse, ellos creyeron oportuno gritar- Spiks, go back to the burro.

Sí, los insultos, las expresiones de indignación, los rechazos recíprocos,
organizaron una frontera nada frágil- de un lado quedaron los puertorriqueñ os,
del otro los norteamericanos.

¿No es revelador que hoy mismo, a cien años y pico de la ocupación, en un alarde
de deshistoria, los anexionistas recalcitrantes se refieran a sí mismos como
ciudadanos norteamericanos residentes en Puerto Rico? ¿No supone tal intento de
soslayo un paradójico triunfo histórico de aquel derrotado ejército, tan
pobretón como inexperto? Resistir nunca ha sido fácil. Pero siempre ha sido
posible. Ser y existir: para seguir siendo puertorriqueñ os, tenemos que seguir
existiendo como puertorriqueñ os.
http://www.claridad puertorico. com/content. html?news= 4C078A5430485626
6F17682714F23625




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#19677 De: "George" <geoprofeta@...>
Fecha: Jue, 3 de Dic, 2009 3:28 pm
Asunto: Pura Energía Joe'A
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Pura Energía


       Joe'A

       Un día como en una fantasía
       nos desnudaremos de nuestro cuerpo material
       y seremos solamente energía
       Sentimentos y sentidos solamente en vibraciones
       Desnudados de los pecados de orden material
       Materializándonos apenas para el mar
       Cultivar vibraciones en todas las frecuencias
       del Bien, los valores de orden espiritual

       Neutralizando toda y cualquer emisión de mal
       En todo el mundo floreciendo la Naturaleza
       en toda su original belleza
       Purificando los suelos, el aire y los manantiales

       Un aire puro de las montanhas la Tierra perfumando
       Los sonidos de las florestas melodiando
       Flores en los jardines, en los campos coloreando
       Perfume en el aire en cualquier lugar

       Eden recompuesto, pecado original penitenciado
       El Amor fluidificado en todo el firmamento
       En este cielo flotando al sabor del viento
       En el pecho un alma emana Amor...palpitando

       Que todos los valores materialess impuros se disipem
       Estableciendo una nueva orden para la humanidad
       Por la unica vía, la Vía del Amor; en los sistemas de la fraternidad
       de la igualdad, de la caridad, por la humildad y generosidad
       Sin el cultivo armónico de la espiritualidad con la materialidad
       sana, en armonía con cada cultura, no viveremos en Paz
       No se puede tener paz cuando se acumulan riquezas del sudor
       o de la sangre de nuestro hermano,
       Ni del hambre y de la miseria de nuestro semejante
       Acción y reacción, karma !!!
       Que los canales de la Humanidad sean comunicantes
       conjuntamente con la gravedad,
       Hombres nivelados... como humanos
       La Energía del Bien, restablecerá la armonía
       de los que tienen con los que no tienen...
       Para nuestro propio Bién ...


       Direitos Autorais Reservados
       Joe'A





       www.sollua.com.br
       www.vidasempoesia.com.br



       http://joeaemversoseprosas.blogspot.com/
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#19676 De: "Literatura Indie*" <literaturaindie@...>
Fecha: Jue, 3 de Dic, 2009 5:13 pm
Asunto: Novedad Editorial: EXEX - Novela
literaturaindie@...
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*Literatura Indie* presenta:*

EXEX
(la mujer del bigote)
*Pablo Paniagua - Novela*
**http://www.literaturaindie.mex.tl/






**

*Exex* es una de las primeras “blognovelas” que se publicó, ya finalizada,
como “novela por entregas” en Internet, y que ahora aparece en versión
revisada por su autor, *Pablo Paniagua*, a través de *Literatura Indie** en
formato de libro en papel y en eBook.



*Exex*, desde el punto de vista estilístico, es una novela inclasificable
que mezcla los géneros negro y erótico, y que nos evoca, bajo la presencia
de una protagonista surreal, una estética cercana a las historias de cómic.
Es, por tanto, un experimento narrativo postmoderno en busca de la esencia
artística, y bajo dicho parámetro debemos abordarla.



Su protagonista es una bella top-model (cuyo nombre da título a esta
novela), que viaja con 19 años recién cumplidos a la ciudad de Nueva York,
con la intención de triunfar en el mundo de la moda y la publicidad. Pero
ella, para su profesión (y para el resto de las personas), no es una mujer
normal pues posee un extraño atributo, algo que marca su diferencia con las
demás, un estigma que la hace genuina. Y es que *Exex*, en contraste con su
belleza descomunal, tiene un gran bigote de color marrón. Y aquí aparece la
imagen inédita para una protagonista que, a lo largo de la historia, vivirá
una serie de experiencias dominadas por el fracaso amoroso, el sexo y la
violencia, en una espiral del destino, sorpresivo e inevitable, que hasta la
última página del libro no será develado.



*Exex* está narrada en tercera persona, bajo una mirada irónica que busca el
humor negro y con un cuidadoso análisis psicológico de los personajes. Un
cóctel literario que nos remite a novelas como *Con las mujeres no hay
manera* y *Que se mueran los feos*, de *Boris Vian*, a *Las* *once mil
vergas*, de *Guillaume Apollinaire*, y al cine de *David Lynch* y a autores
como *Raymond Chandler* y *Dashiell Hammett*.



Una divertida novela, fuera de lo común, para lectores que no se conforman
con un poco de lo mismo; un atrevido y alucinado experimento narrativo que
busca, como ya se dijo con anterioridad, la esencia artística.



*Literatura Indie**

http://www.literaturaindie.mex.tl/










___________________________________________________________________________


Este correo contiene una información cultural que, creemos, puede ser de su
interés, sin pretender, por nuestra parte, ocasionarle molestia alguna. Si
por el contrario desea no recibir más información de esta dirección,
háganoslo saber expresándose en dicho sentido. Muchas gracias.


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#19675 De: "Paulo Barbosa" <tprobert@...>
Fecha: Jue, 26 de Nov, 2009 12:24 am
Asunto: #201# El Mejor Amigo
tprb2
Sin conexión Sin conexión
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Para reflexionar...(25-26/11/09)
El Mejor Amigo

"Ya no os llamaré siervos, porque el siervo no sabe  lo  que
hace su señor; pero os he llamado amigos, porque  todas  las
cosas que oí de mi Padre, os las he dado  a  conocer"  (Juan
15:15).

Una Editora británica ofreció, cierta vez, un premio para la
mejor  definición  para  "amigo".  Entre  las  millares   de
respuestas recibidas, estaban las siguientes:  "Alguien  que
multiplica las  alegrías,  divide  las  aflicciones  y  cuya
honestidad es inviolable".  "Alguien  que  entiende  nuestro
silencio". "Un reloj que marca las horas correctamente y que
jamás pára". La definición premiada decía: "Un amigo  es  la
persona que entra cuando todo el mundo ya salió."

Muchas veces nos  sentimos  desanimados  y  solas.  Buscamos
alguien para conversar,  para  nos  distraer,  para  dividir
nuestras ansiedades y frustraciones  E...  casi  siempre  no
encontramos. Percibimos, entonces, que los amigos son  pocos
y difíciles de encontrar.

Hay personas que pasan por  nuestras  vidas  y  nos  parecen
verdaderos amigos. Están a  nuestro  lado  en  el  juego  de
fútbol, en el bar para la cerveza del final  de  semana,  en
los paseos a la playa y al  club,  y  muchos  otros  lugares
semejantes la ésos. Creemos que podemos contar con  ellos  a
cualquiera momento. ¿Será mismo verdad?  Concluimos  que  no
cuando enfrentamos la primera crisis o cuando no tenemos más
dinero para los encuentros.

Pero hay un amigo que está a nuestro lado a todo instante  y
que jamás nos abandona. Si estamos felices, Está  sonreiendo
a nuestro lado. Si estamos tristes, Él  nos  consola  y  nos
anima. Si vivimos momentos de grande abundancia y  regocijo,
Él nos parabeniza por el éxito y nos  sugiere  extender  las
manos  para  los  que  no  tienen  la  misma  bendición.  Si
enfrentamos luchas y necesidades, Opera  milagros  para  que
nada  nos  falte,  tocando  en  los  corazones  de  los  más
indiferentes para que vengan ayudarnos. Está a nuestro  lado
y siempre estará, mismo que no le extendamos las manos o  le
dimos la importancia que Él tiene. Él no es apenas un amigo,
pero "el Amigo", el mejor Amigo.

Si usted sienta que todos sus amigos se alejaron,  abra  los
ojos espirituales y verá que Jesus Cristo, el  mejor  Amigo,
continúa a su lado -- para siempre.

*****
Caso tenga un amigo  que  desea  recibir  reflexiones  y  no
participar  de  listas,  basta  completar   el    formulario
existente en el link abajo para recibir  apenas  un  mensaje
diario.

http://intervox.nce.ufrj.br/~tprobert/prb/espanhol.html

Esta invitación no es a usted dejar esta lista  o  unirse  a
otra. Apenas para aquéllos  que  no  quieren  participar  de
ninguna lista.
*****

Paulo Barbosa
Un ciego en el Internet
tprobert@...
www.ministeriopararefletir.com
¡Sonría, Jesus te ama!

#19674 De: sandra milena sedas gomez <fundaculturacamilosedas@...>
Fecha: Jue, 3 de Dic, 2009 3:54 pm
Asunto: RE: poesia-L* Aprendiz de nada
fundaculturacamilosedas@...
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saludos desde colombia gracias por tan maravilloso gesto quisiera saber sobre
las becas del próximo año, estoy interesada en compartir con ustedes así sea un 
par de semanas seria maravilloso.por favor envienmen la información pues no
llego.quiero compartir un poema mio con ustedes.Por
un instante tuya





Por un instante me sedujo tus versos.

Levantaron ese aroma a pasión

de tu labios sedientos de mi.

Me convenciste que más que un capricho

eres ese desvelo de mis noches de pasión
solitaria.



Por instante me levantaste de mi
realidad calculada.

Me empujaste a esa sombra

donde los suspiros entre tejen los
quejidos

en una danza de sabanas blancas

y donde te proclamas dueño absoluto

de mis sueños mojados.



Por un instante te confundí en mis rizos

y me embriagaste de tu perfume de
obsesión

y aventura curiosa.

Me apretaste entre tus muslos

y me susurraste tres veces mi nombre.

Yo me esclavice a tus ojos cerrados

y a tus dedos buscando mi lengua.



Por un instante olvide mi todo

con tu momentáneo deseo de tenerme por
un instante.

Y por ese instante mi todo fue
completado

con tu espontánea entrega desnuda.

Tu sabor a soledad obligada,

tu cadereo rítmico que levanto más que el ánimo

de ser tuya, por un instante.



Por ese instante lo dejaría todo

aunque ese todo sea incompleto,

juntaría tres instantes de estos

y completaría ese todo que hiciste
incompletosandra sedas












To: poesia-L@yahoogroups.com
From: fundacion@...
Date: Thu, 3 Dec 2009 08:17:42 +0100
Subject: RE: poesia-L* Aprendiz de nada




























       Por si es de su interés, le adjuntamos el programa de becas de la
Fundacion

Karrrvaz para escritores



saludos



De: poesia-L@yahoogroups.com [mailto:poesia-L@yahoogroups.com] En nombre de

macuur

Enviado el: martes, 01 de diciembre de 2009 1:57

Para: poesia-L@yahoogroups.com

Asunto: poesia-L* Aprendiz de nada



APRENDIZ DE NADA



La luz primaveral se hacía presente en toda su plenitud a través

de las ventanas. La araña, bronce y luz, ponía la nota de

solemnidad en aquel frío y sobrio salón. Allí era posible

oír sin interferencias, con nitidez absoluta, el sonido del silencio

que, de pared en pared, de objeto en objeto, iba mostrando el mal gusto

más exquisito y solemne que se pueda pensar.



Aquella incómoda fealdad de muebles baratos y meramente funcionales,

unida al hecho de tener que soportar allí dentro toda una serie de

resultandos, considerandos, hubieres, circunstancias concomitantes y

demás ralea de antiguallas lingüísticas que plagan el lenguaje

jurídico en busca de la más absoluta claridad, era suficiente

castigo para el más grave de los delitos. Sobre todo si el reo era un

hombre de la sensibilidad del que nos ocupa en este caso.



La mayor parte de los presentes en aquella vista estaban a punto de

llegar a la conclusión de que se habían equivocado de país, de

época, o de lengua cuando, tras un breve silencio, sonó fría,

impersonal y mecánica la voz de la Señora Juez:



-¿Tiene algo que alegar el acusado?



-¡Jesús, ya era hora! ¿Puedo, Señora Juez? Pues verá

usted, uno no es que quiera presumir de ser la persona más honrada

del mundo, que, al fin y al cabo, cada uno es cada uno. Y no es que yo

sea un santo, pero si soy culpable, y usted perdone, ese hijo de la

gran puta, perdón, ese jovencito, lo es más que yo, porque,

verá usted, Señora Juez, ¿ve esa carita?



Efectivamente, cerca del abogado de la acusación particular había

un joven de unos diecisiete años, alto, fuerte y con un rostro

impertinentemente simpático. Todo en él era agradable.



-Pues sepa usted –continuó el acusado- que yo soy más

inocente que él de aquí a Madrid. ¿Qué me gustan los

hombres más que las mujeres? Igual que a usted, Señora Juez.

Vaya, pienso yo... ¿Qué yo abusé de ese niño? Vamos, anda.



…



Pues verá, Señora Juez, iba yo por la calle, recién salido de

la trena, mire usted, para qué le voy a contar, más limpio que

una patena, de dinero, claro, y ese niño, salta, coge y pilla y va y

me dice:



-Oye, guapa...



Y yo que lo miro. Y él que me guiña... Y yo que me tiro de los

pelos. Meses y meses sin ver una cosa así, Señora Juez. Y él

que me dice:



-¿Tienes cuartos?



Y Yo:



-Ni de dormir, ni de los otros...



Y él que me dice:



-Pues si quieres...



Y yo:



-Lo que tú quieras, eso quiero yo, preciosidad.



Porque a todo esto ¿sabe usted?, yo ya no distinguía un solomillo

de la suela de una alpargata. Y estando mi estómago más vacío

que un botijo lleno de agujeros ¿qué podía hacer? Porque no

vaya usted a pensar que uno es un delincuente. Vaya, que dos días en

la trena por llamar hijo de la gran puta al cabronazo del madero que me

dio de ostias por mear en una esquina...



Sí, sí. Usted perdone, pero lo cuento tal y como pasó. Más

hambre que un conejo en una pita es lo que yo tenía. Y esa

criaturita que va y me dice:



-Esta noche detrás del quiosquillo de la Plaza del Rey. Si me haces

un buen trabajo, cinco talegos para ti.



Y yo… ¿qué iba a pensar? Porque hay trabajos que a uno…

que le encantan, vaya. Pues nada, esa noche, allí que me planté:



-Maricona, ¿quieres un canuto?



Y yo:



-Cuanto más grande, mejor...



Y él:



-De los de fumar, cacho guarra...



Y yo:



-De eso nada, que yo le doy al Winston, pata negra...



Y él:



-Peor para ti. A lo que íbamos, ¿te quieres ganar cinco talegos

por un mandadillo?



Y yo:



-¿Cómo?



Y él:



-Mira, so "jodía" maricona, ¿Tú tienes lo que hay que tener

para ir a Sancti Petri esta madrugada?



Y yo:



-Yo sí. Vosotros, por lo visto, no.



Y él:



-Lo que pasa es que la pasma nos tiene vigilados, maricona de mierda.

Lo único que hay que hacer es ir allí, buscar en un sitio y

traerte un paquete... Si te ven a ti, lo único que piensan es que te

vas de jodienda con un chulo.



Y ¿qué le hago yo, Señora Juez? ¿Usted no ha tenido nunca

las tripas más huecas que el bombo de la banda del Nazareno? Pues

las mías hacían hasta el redoble.



Así que... allá que me voy yo, que nunca me había visto en

cosa igual ¿sabe usted? Con más miedo que Curro Romero delante

de un Miura. Porque si uno tuviera los redaños de un torero

valiente... Y además, que si no voy yo, va otro... Y yo, por lo

menos, me iba a gastar los cinco talegos en chorizos. Porque, la vedad,

Señora Juez, no me como un buen chorizo desde la feria de Jerez,

¿sabe usted?



¡Ay, que gracia! Si no me juzga usted por eso... Pero bueno, antes

de que se lo cuente el señor este, que no sé qué le habré

hecho yo para que ande buscándome las cosquillas, se lo cuento yo.

Por lo menos, se lo voy a contar tal y como ocurrió. Mire usted, iba

yo por la feria, a ver lo que caía... que como los señoritos

también tienen "su arma en su armario" como se dice por aquí...

algo pillaría de tanta jarana. Porque, la verdad, Señora Juez, no

sé si usted lo sabe, pero hay cada señorito por ahí que es

más maricón que un palomo cojo.



Bueno, pues como le iba contando, detrás de una caseta me encuentro

una olla vieja con su buena tapadera, pero sin culo... Y tal como lo

pensé, lo hice. Cogí la olla, la metí en una cesta, salto,

pillo y cojo y me voy a una tienda. Muy relimpio yo, porque, cuando me

cuido, soy la mar de limpio, ¿sabe usted? Pongo mi cesta, con la

olla dentro, encima del mostrador. Pido cinco kilos de chorizos. Para un

hartón, vaya. Me los sirven. Los pongo en la olla. Pregunto el

precio. Muy serio yo, como si tuviera dinero...



¡Ay, mire usted!, digo al tendero, que con las prisas, me he venido

de mi puesto de chucherías sin acordarme de coger el dinero, así

que le dejo aquí la olla con los chorizos en prenda. Ya mismo vengo

con el panné.



Y yo, que saco la olla de la cesta, bien tapadita y con mucho cuidado

para que no se viese la parte de abajo... Ni un chorizo se quedó en

la olla ¿sabe usted? Pongo la olla encima del mostrador: más

vacía que el ojo de un tuerto. Y con mi cesta, muy retrechero, me

doy un "naje" que ni "El Lute" ese que fue tan famoso.



Cuando acordaron, estaba yo en El Puerto de Santa María y harto de

chorizos. Hasta cambié un kilo de chorizos por una barra de

turrón en una caseta. Para el postre ¿sabe usted?



Bueno, pues desde entonces no comía un buen chorizo...



Volviendo a lo nuestro, Señora Juez. Pues el menda este me da pelos

y señales del sitio donde tengo que buscar el dichoso paquete ese.

Me cojo un "vespino" "prestado" de la puerta de una discoteca y tiro

para Sancti Petri, con tan mala pata que cuando llego a la Venta de

Vargas se me pone en la reserva. Total, que tengo que poner veinte

pavos de mi bolsillo para gasolina, veinte pavos que me habían

adelantado para un bocadillo...



A todo esto, llego a Sancti Petri. Tal como me dijeron, allí estaba

el recado. Y cogí el paquetito. Por lo que pudiera pasar, lo abro y,

mire usted, allí estaban las bolitas esas, lo que usted sabe. Y yo,

prudente, que las cojo y hala, a guardármelas donde usted se

imagina... Para que le voy a contar, del miedo que traía, si no

llega a ser porque aquello me servía de tapón...



Pues nada, que cuando más tranquilo venía… ¡toma del

frasco, Carrasco!, que si no quieres caldo, dos tazas: los picoletos.

Muy serios ellos, mire usted, pero con una mala jindama debajo del

bigote que para qué le voy a contar.



Bueno, que me paran:



-Los papeles...



Y yo, que no me atrevo ni a mover el culo del asiento, mire usted,

Señora Juez. Entre el aire de las tripas, que hacía horas que

allí no entraba nada más que aire, los "tapones" y la

contemplación de aquellos angelitos... ya no sabía ni dónde

mirar, ni cómo ponerme... mire. Parecía que tenía el culo

pegado a la moto.



En esto, dos coches que pasan a toda pastilla. Ciento ochenta por hora,

una locura. Los picoletos que cogen el carro, tiran detrás de ellos,

y yo que me quedo solo allí en medio, más solo que la una,

Señora Juez. Me quedé como si me hubiera tocado la lotería,

mire usted, que yo no me sentía así de a gusto desde que estaba

con mi santa madre que en gloria esté. Porque ella sí que era una

santa ¿sabe usted? ¿Que tenía hechos por la Calle Plocia

más kilómetros que el baúl de la Piquer? Sí, llevan

razón los que la conocían, pero todo lo hacía por mí. Una

santa, ya ve usted... Que si tenía que hacer lo que usted piensa,

era por lo que era. ¡Que la "Tona" era mucha "Tona"!



Huy, que se me va el santo al cielo. A lo nuestro. Yo, que cojo la moto

y hala, para la Isla. Llego a la Plaza del Rey y me dice el colega

ese:



-Tira para el Barrero, que estamos más tranquilos.



Y allá que me voy yo.



Bueno, verá usted, llego... y unos cuantos chulapones que me

esperan.



-Venga, caga. ¡Caga ya de una puta vez!



Y claro, tanto, tanto insistieron que yo, ¡catapún! Suelto una

carga que pesaba más que un embarazo de nueve meses. Y ellos:



-¡Joder, tío! ¿Y esto es lo que había? Maricona... me

parece que te estás pasando de listo...



Y yo:



-¡Coño, que no! ¡Que eso es lo que había!



-Bueno, Si quieres lo tomas, y si no, lo dejas, medio talego, eso es lo

que hay. Y a tomar por culo, que es lo que a ti te gusta...



Y yo, señora Juez, que cuando me cabreo soy muy mío, que me tiro

por éste, los demás que me sujetan. Y va uno de ellos y dice:



Vamos a meterle el dinero por el culo, que por ahí es por donde se

lo gana...



Y en ese momento, ¡plaf!, los focos de la pasma. Los otros que cogen

las bolitas y se largan, yo que me agarro a este por la cintura: el

niño que se cae con los pantalones abajo. Y yo, tres cuartos de lo

mismo, encima de él. Para qué le voy a contar la cara de

cachondeo de los maderos. Y el niño va, me señala y dice:



-El maricón este...



Y mire usted, Señora Juez, lo que yo le dije al madero:



-Usted piense lo que quiera, porque si le digo la verdad, no se lo va a

creer...



Manolo



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#19673 De: "Juan Campos González " <jcg@...>
Fecha: Vie, 4 de Dic, 2009 12:59 pm
Asunto: POEMA
jcg@...
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Amigos, Desde el sur del Mundo, Puerto Montt, Chile, este beso.


El Beso

(Gabriel Reyes, Chileno)

Tu beso,
agua cristalina,
perdida como una gota entre la arena.
Llegó como un naufragio
hasta el abismo ronco de mi pecho marino.

Vino desde el fondo de la noche
de raudales, de remolinos infinitos
reclamando mi boca de naranja.

Tu beso fue cómplice a la hora de todos los silencios
(encantamiento anidado en la cintura del éxtasis).

Fue delirio junto a mi corazón sediento
y martirio en la roja caverna de tu boca ausente.

Fue sublime, frágil,
tan ligero como un niño descalzo.

Tu beso caminada por mis manos, por mi cuello.
iba por mi espalda como el río por la roca,
feroz, multiplicadora, embrionaria,
abrasadora, desde el lecho materno de la espuma
hasta el cielo iluminado de la nube.

Tu beso se abrió  paso entre mis ramas, mi follaje
por mi corteza oscura de hojas amarillas,
mis raíces apretadas de humus nocturno.

Tu beso, nuestro beso,
ambos lo tramamos como un complot definitivo.

Nunca tanta prisa,
tanto rocío sigiloso en la vigilia,
nunca tan eximio marinero,
cuajado de tesoros y de arena.

Navegante nocturno buscando el tibio faro de tu boca,
asiladora, breve, como una chispa herida
fulgurando en medio de la noche.

Allí nos fuimos despojando las corazas,
con la luna, con la noche,
con la furia del Petrohué recién amanecido,
para mirarnos sigilosos, desarmados,
sedientos, lúdicos, eternos y guerreros
sin más armas que el latido apurado de las bocas,

                        sin más fuerza

   que el calor

        de los

      sentidos.


-------Mensaje original-------

De: poesia-L@yahoogroups.com
Fecha: 04/12/2009 9:39:03
Para: poesia-L@yahoogroups.com
Asunto: poesia-L* Resumen nº 2761

Grupo de Poesía, relatos y aventuras
Mensajes de este resumen (3 Mensajes)
1. cuento De: LUZ ELENA
2. #201# Paz Y Justicia De: Paulo Barbosa
3.1. Re: Aprendiz de nada De: FUNDACION KARRVAZ
Ver todos los temas | Crear tema nuevo Mensajes
1. cuento
Enviado por: "LUZ ELENA" encuentro_salvatierra@...
encuentro_salvatierra
Jue, 3 de Dic, 2009 3:52 pm


Los ojos de la tristeza
01028
17 octubre de 2009


    "Despierto, me gusta ver el rostro de mamá, cada mañana su sonrisa es el
saludo pero el miedo es mi desayuno, no quiero que se vaya, no quiero que me
encargue, prefiero estar en el sol afuera de su trabajo, prometo quedarme
callado, prometo quedarme quieto, pero por favor, hoy no, hoy no me dejes
mamá..."

     Has caminado sin corazón en esta ciudad,
No hay razón para sentir un poco de caridad,
Por eso no los ves en la orilla de Salvatierra,
Colina arriba ellos son un cero a la izquierda.

    Has viajado tanto en tu carro negro por estas calles,
Has ignorado ese llanto, no has visto descalzos los pies,
Sólo ves lo que quieres ver, sólo oyes lo que escoges,
Colina arriba ellos gritan en silencio, ¿los oyes?.

    Su madre dice que trabaja por ellos...   mentira.
Su madre dice que sufre más que ellos...  mentira.
Su familia dice cuidar del niño y la niña... mentira.

    Cesar y su hermana son del demonio la carnada.

    Diariamente dejados al cuidado del verdugo,
La tristeza ilumina sus ojos al decir: "Madre Adiós",
Ritualmente abusados por los primos mayores,
Denigrados, humillados, enlodados, por una vida mejor.

    Cada día se recicla la tortura, el precio por su "cuidado",
Los primos ejecutan, la tía solapa, la abuela calla,
Tirado en el suelo el niño llora y ellos dentro ríen,
Lloran, sangran, impotentes sufren su verdad.

    Su madre dice que trabaja por ellos...   mentira.
Su madre dice que sufre más que ellos...  mentira.
Su familia dice cuidar del niño y la niña... mentira.

    Cesar y su hermana son del demonio la carnada.

    Maquillada se va su esperanza y rezan por volver a verla,
Su padre es el cobarde oculto en el refugio del no sé,
Mientras los obesos duendes  llenan cada noche sus pesadillas,
Mientras nadie vea la tristeza en sus ojos nada importará.

    El terror ha sido modulado en el seno del paraíso,
El grito mató el "te quiero", el trancazo es el abrazo,
El balonazo en el rostro es el juego del patético monstruo,
Cada juguete es ahora riesgo de muerte o mutilación.

"El verdugo de Cesarín es la cobarde victima de otros, pues detrás de cada
alarde hay un patético perro con la cola entre las patas, ¿cómo le pedirás
que sea una buena persona a quien todo mundo abandona?"

    Tan fácil justificarse, eludir la responsabilidad,
Escapar a la realidad por la puerta más fácil de abrir,
El regocijo de algunos es de otros el sufrir,
Lo peor para ti y para mí es que esta historia es verdad.

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Mensajes con este tema (1)
2. #201# Paz Y Justicia
Enviado por: "Paulo Barbosa" tprobert@...   tprb2
Jue, 3 de Dic, 2009 3:53 pm


"La Verdadera paz, solamente, no es la ausencia de tensión,
es la presencia de justicia." Marthin Luther Kink

Cuando nuestra vida está colocada delante del Señor,
disfrutamos tanto de las bendiciones del Príncipe de la paz
como del Sol de la justicia. Nuestro corazón descansará
tranquilo.

Paulo Barbosa

*****
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Mensajes con este tema (1)
3.1. Re: Aprendiz de nada
Enviado por: "FUNDACION KARRVAZ" fundacion@...
Jue, 3 de Dic, 2009 3:55 pm


Por si es de su interés, le adjuntamos el programa de becas de la Fundacion
Karrrvaz para escritores

saludos

De: poesia-L@yahoogroups.com [mailto:poesia-L@yahoogroups.com] En nombre de
macuur
Enviado el: martes, 01 de diciembre de 2009 1:57
Para: poesia-L@yahoogroups.com
Asunto: poesia-L* Aprendiz de nada

APRENDIZ DE NADA

La luz primaveral se hacía presente en toda su plenitud a través
de las ventanas. La araña, bronce y luz, ponía la nota de
solemnidad en aquel frío y sobrio salón. Allí era posible
oír sin interferencias, con nitidez absoluta, el sonido del silencio
que, de pared en pared, de objeto en objeto, iba mostrando el mal gusto
más exquisito y solemne que se pueda pensar.

Aquella incómoda fealdad de muebles baratos y meramente funcionales,
unida al hecho de tener que soportar allí dentro toda una serie de
resultandos, considerandos, hubieres, circunstancias concomitantes y
demás ralea de antiguallas lingüísticas que plagan el lenguaje
jurídico en busca de la más absoluta claridad, era suficiente
castigo para el más grave de los delitos. Sobre todo si el reo era un
hombre de la sensibilidad del que nos ocupa en este caso.

La mayor parte de los presentes en aquella vista estaban a punto de
llegar a la conclusión de que se habían equivocado de país, de
época, o de lengua cuando, tras un breve silencio, sonó fría,
impersonal y mecánica la voz de la Señora Juez:

-¿Tiene algo que alegar el acusado?

-¡Jesús, ya era hora! ¿Puedo, Señora Juez? Pues verá
usted, uno no es que quiera presumir de ser la persona más honrada
del mundo, que, al fin y al cabo, cada uno es cada uno. Y no es que yo
sea un santo, pero si soy culpable, y usted perdone, ese hijo de la
gran puta, perdón, ese jovencito, lo es más que yo, porque,
verá usted, Señora Juez, ¿ve esa carita?

Efectivamente, cerca del abogado de la acusación particular había
un joven de unos diecisiete años, alto, fuerte y con un rostro
impertinentemente simpático. Todo en él era agradable.

-Pues sepa usted –continuó el acusado- que yo soy más
inocente que él de aquí a Madrid. ¿Qué me gustan los
hombres más que las mujeres? Igual que a usted, Señora Juez.
Vaya, pienso yo... ¿Qué yo abusé de ese niño? Vamos, anda.

…

Pues verá, Señora Juez, iba yo por la calle, recién salido de
la trena, mire usted, para qué le voy a contar, más limpio que
una patena, de dinero, claro, y ese niño, salta, coge y pilla y va y
me dice:

-Oye, guapa...

Y yo que lo miro. Y él que me guiña... Y yo que me tiro de los
pelos. Meses y meses sin ver una cosa así, Señora Juez. Y él
que me dice:

-¿Tienes cuartos?

Y Yo:

-Ni de dormir, ni de los otros...

Y él que me dice:

-Pues si quieres...

Y yo:

-Lo que tú quieras, eso quiero yo, preciosidad.

Porque a todo esto ¿sabe usted?, yo ya no distinguía un solomillo
de la suela de una alpargata. Y estando mi estómago más vacío
que un botijo lleno de agujeros ¿qué podía hacer? Porque no
vaya usted a pensar que uno es un delincuente. Vaya, que dos días en
la trena por llamar hijo de la gran puta al cabronazo del madero que me
dio de ostias por mear en una esquina...

Sí, sí. Usted perdone, pero lo cuento tal y como pasó. Más
hambre que un conejo en una pita es lo que yo tenía. Y esa
criaturita que va y me dice:

-Esta noche detrás del quiosquillo de la Plaza del Rey. Si me haces
un buen trabajo, cinco talegos para ti.

Y yo… ¿qué iba a pensar? Porque hay trabajos que a uno…
que le encantan, vaya. Pues nada, esa noche, allí que me planté:

-Maricona, ¿quieres un canuto?

Y yo:

-Cuanto más grande, mejor...

Y él:

-De los de fumar, cacho guarra...

Y yo:

-De eso nada, que yo le doy al Winston, pata negra...

Y él:

-Peor para ti. A lo que íbamos, ¿te quieres ganar cinco talegos
por un mandadillo?

Y yo:

-¿Cómo?

Y él:

-Mira, so "jodía" maricona, ¿Tú tienes lo que hay que tener
para ir a Sancti Petri esta madrugada?

Y yo:

-Yo sí. Vosotros, por lo visto, no.

Y él:

-Lo que pasa es que la pasma nos tiene vigilados, maricona de mierda.
Lo único que hay que hacer es ir allí, buscar en un sitio y
traerte un paquete... Si te ven a ti, lo único que piensan es que te
vas de jodienda con un chulo.

Y ¿qué le hago yo, Señora Juez? ¿Usted no ha tenido nunca
las tripas más huecas que el bombo de la banda del Nazareno? Pues
las mías hacían hasta el redoble.

Así que... allá que me voy yo, que nunca me había visto en
cosa igual ¿sabe usted? Con más miedo que Curro Romero delante
de un Miura. Porque si uno tuviera los redaños de un torero
valiente... Y además, que si no voy yo, va otro... Y yo, por lo
menos, me iba a gastar los cinco talegos en chorizos. Porque, la vedad,
Señora Juez, no me como un buen chorizo desde la feria de Jerez,
¿sabe usted?

¡Ay, que gracia! Si no me juzga usted por eso... Pero bueno, antes
de que se lo cuente el señor este, que no sé qué le habré
hecho yo para que ande buscándome las cosquillas, se lo cuento yo.
Por lo menos, se lo voy a contar tal y como ocurrió. Mire usted, iba
yo por la feria, a ver lo que caía... que como los señoritos
también tienen "su arma en su armario" como se dice por aquí...
algo pillaría de tanta jarana. Porque, la verdad, Señora Juez, no
sé si usted lo sabe, pero hay cada señorito por ahí que es
más maricón que un palomo cojo.

Bueno, pues como le iba contando, detrás de una caseta me encuentro
una olla vieja con su buena tapadera, pero sin culo... Y tal como lo
pensé, lo hice. Cogí la olla, la metí en una cesta, salto,
pillo y cojo y me voy a una tienda. Muy relimpio yo, porque, cuando me
cuido, soy la mar de limpio, ¿sabe usted? Pongo mi cesta, con la
olla dentro, encima del mostrador. Pido cinco kilos de chorizos. Para un
hartón, vaya. Me los sirven. Los pongo en la olla. Pregunto el
precio. Muy serio yo, como si tuviera dinero...

¡Ay, mire usted!, digo al tendero, que con las prisas, me he venido
de mi puesto de chucherías sin acordarme de coger el dinero, así
que le dejo aquí la olla con los chorizos en prenda. Ya mismo vengo
con el panné.

Y yo, que saco la olla de la cesta, bien tapadita y con mucho cuidado
para que no se viese la parte de abajo... Ni un chorizo se quedó en
la olla ¿sabe usted? Pongo la olla encima del mostrador: más
vacía que el ojo de un tuerto. Y con mi cesta, muy retrechero, me
doy un "naje" que ni "El Lute" ese que fue tan famoso.

Cuando acordaron, estaba yo en El Puerto de Santa María y harto de
chorizos. Hasta cambié un kilo de chorizos por una barra de
turrón en una caseta. Para el postre ¿sabe usted?

Bueno, pues desde entonces no comía un buen chorizo...

Volviendo a lo nuestro, Señora Juez. Pues el menda este me da pelos
y señales del sitio donde tengo que buscar el dichoso paquete ese.
Me cojo un "vespino" "prestado" de la puerta de una discoteca y tiro
para Sancti Petri, con tan mala pata que cuando llego a la Venta de
Vargas se me pone en la reserva. Total, que tengo que poner veinte
pavos de mi bolsillo para gasolina, veinte pavos que me habían
adelantado para un bocadillo...

A todo esto, llego a Sancti Petri. Tal como me dijeron, allí estaba
el recado. Y cogí el paquetito. Por lo que pudiera pasar, lo abro y,
mire usted, allí estaban las bolitas esas, lo que usted sabe. Y yo,
prudente, que las cojo y hala, a guardármelas donde usted se
imagina... Para que le voy a contar, del miedo que traía, si no
llega a ser porque aquello me servía de tapón...

Pues nada, que cuando más tranquilo venía… ¡toma del
frasco, Carrasco!, que si no quieres caldo, dos tazas: los picoletos.
Muy serios ellos, mire usted, pero con una mala jindama debajo del
bigote que para qué le voy a contar.

Bueno, que me paran:

-Los papeles...

Y yo, que no me atrevo ni a mover el culo del asiento, mire usted,
Señora Juez. Entre el aire de las tripas, que hacía horas que
allí no entraba nada más que aire, los "tapones" y la
contemplación de aquellos angelitos... ya no sabía ni dónde
mirar, ni cómo ponerme... mire. Parecía que tenía el culo
pegado a la moto.

En esto, dos coches que pasan a toda pastilla. Ciento ochenta por hora,
una locura. Los picoletos que cogen el carro, tiran detrás de ellos,
y yo que me quedo solo allí en medio, más solo que la una,
Señora Juez. Me quedé como si me hubiera tocado la lotería,
mire usted, que yo no me sentía así de a gusto desde que estaba
con mi santa madre que en gloria esté. Porque ella sí que era una
santa ¿sabe usted? ¿Que tenía hechos por la Calle Plocia
más kilómetros que el baúl de la Piquer? Sí, llevan
razón los que la conocían, pero todo lo hacía por mí. Una
santa, ya ve usted... Que si tenía que hacer lo que usted piensa,
era por lo que era. ¡Que la "Tona" era mucha "Tona"!

Huy, que se me va el santo al cielo. A lo nuestro. Yo, que cojo la moto
y hala, para la Isla. Llego a la Plaza del Rey y me dice el colega
ese:

-Tira para el Barrero, que estamos más tranquilos.

Y allá que me voy yo.

Bueno, verá usted, llego... y unos cuantos chulapones que me
esperan.

-Venga, caga. ¡Caga ya de una puta vez!

Y claro, tanto, tanto insistieron que yo, ¡catapún! Suelto una
carga que pesaba más que un embarazo de nueve meses. Y ellos:

-¡Joder, tío! ¿Y esto es lo que había? Maricona... me
parece que te estás pasando de listo...

Y yo:

-¡Coño, que no! ¡Que eso es lo que había!

-Bueno, Si quieres lo tomas, y si no, lo dejas, medio talego, eso es lo
que hay. Y a tomar por culo, que es lo que a ti te gusta...

Y yo, señora Juez, que cuando me cabreo soy muy mío, que me tiro
por éste, los demás que me sujetan. Y va uno de ellos y dice:

Vamos a meterle el dinero por el culo, que por ahí es por donde se
lo gana...

Y en ese momento, ¡plaf!, los focos de la pasma. Los otros que cogen
las bolitas y se largan, yo que me agarro a este por la cintura: el
niño que se cae con los pantalones abajo. Y yo, tres cuartos de lo
mismo, encima de él. Para qué le voy a contar la cara de
cachondeo de los maderos. Y el niño va, me señala y dice:

-El maricón este...

Y mire usted, Señora Juez, lo que yo le dije al madero:

-Usted piense lo que quiera, porque si le digo la verdad, no se lo va a
creer...

Manolo

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#19672 De: "FUNDACION KARRVAZ" <fundacion@...>
Fecha: Jue, 3 de Dic, 2009 7:17 am
Asunto: RE: poesia-L* Aprendiz de nada
fundacion@...
Enviar mensaje Enviar mensaje
 
Por si es de su interés, le adjuntamos el programa de becas de la Fundacion
Karrrvaz para escritores

saludos



De: poesia-L@yahoogroups.com [mailto:poesia-L@yahoogroups.com] En nombre de
macuur
Enviado el: martes, 01 de diciembre de 2009 1:57
Para: poesia-L@yahoogroups.com
Asunto: poesia-L* Aprendiz de nada





APRENDIZ DE NADA

La luz primaveral se hacía presente en toda su plenitud a través
de las ventanas. La araña, bronce y luz, ponía la nota de
solemnidad en aquel frío y sobrio salón. Allí era posible
oír sin interferencias, con nitidez absoluta, el sonido del silencio
que, de pared en pared, de objeto en objeto, iba mostrando el mal gusto
más exquisito y solemne que se pueda pensar.

Aquella incómoda fealdad de muebles baratos y meramente funcionales,
unida al hecho de tener que soportar allí dentro toda una serie de
resultandos, considerandos, hubieres, circunstancias concomitantes y
demás ralea de antiguallas lingüísticas que plagan el lenguaje
jurídico en busca de la más absoluta claridad, era suficiente
castigo para el más grave de los delitos. Sobre todo si el reo era un
hombre de la sensibilidad del que nos ocupa en este caso.

La mayor parte de los presentes en aquella vista estaban a punto de
llegar a la conclusión de que se habían equivocado de país, de
época, o de lengua cuando, tras un breve silencio, sonó fría,
impersonal y mecánica la voz de la Señora Juez:

-¿Tiene algo que alegar el acusado?

-¡Jesús, ya era hora! ¿Puedo, Señora Juez? Pues verá
usted, uno no es que quiera presumir de ser la persona más honrada
del mundo, que, al fin y al cabo, cada uno es cada uno. Y no es que yo
sea un santo, pero si soy culpable, y usted perdone, ese hijo de la
gran puta, perdón, ese jovencito, lo es más que yo, porque,
verá usted, Señora Juez, ¿ve esa carita?

Efectivamente, cerca del abogado de la acusación particular había
un joven de unos diecisiete años, alto, fuerte y con un rostro
impertinentemente simpático. Todo en él era agradable.

-Pues sepa usted –continuó el acusado- que yo soy más
inocente que él de aquí a Madrid. ¿Qué me gustan los
hombres más que las mujeres? Igual que a usted, Señora Juez.
Vaya, pienso yo... ¿Qué yo abusé de ese niño? Vamos, anda.

…

Pues verá, Señora Juez, iba yo por la calle, recién salido de
la trena, mire usted, para qué le voy a contar, más limpio que
una patena, de dinero, claro, y ese niño, salta, coge y pilla y va y
me dice:

-Oye, guapa...

Y yo que lo miro. Y él que me guiña... Y yo que me tiro de los
pelos. Meses y meses sin ver una cosa así, Señora Juez. Y él
que me dice:

-¿Tienes cuartos?

Y Yo:

-Ni de dormir, ni de los otros...

Y él que me dice:

-Pues si quieres...

Y yo:

-Lo que tú quieras, eso quiero yo, preciosidad.

Porque a todo esto ¿sabe usted?, yo ya no distinguía un solomillo
de la suela de una alpargata. Y estando mi estómago más vacío
que un botijo lleno de agujeros ¿qué podía hacer? Porque no
vaya usted a pensar que uno es un delincuente. Vaya, que dos días en
la trena por llamar hijo de la gran puta al cabronazo del madero que me
dio de ostias por mear en una esquina...

Sí, sí. Usted perdone, pero lo cuento tal y como pasó. Más
hambre que un conejo en una pita es lo que yo tenía. Y esa
criaturita que va y me dice:

-Esta noche detrás del quiosquillo de la Plaza del Rey. Si me haces
un buen trabajo, cinco talegos para ti.

Y yo… ¿qué iba a pensar? Porque hay trabajos que a uno…
que le encantan, vaya. Pues nada, esa noche, allí que me planté:

-Maricona, ¿quieres un canuto?

Y yo:

-Cuanto más grande, mejor...

Y él:

-De los de fumar, cacho guarra...

Y yo:

-De eso nada, que yo le doy al Winston, pata negra...

Y él:

-Peor para ti. A lo que íbamos, ¿te quieres ganar cinco talegos
por un mandadillo?

Y yo:

-¿Cómo?

Y él:

-Mira, so "jodía" maricona, ¿Tú tienes lo que hay que tener
para ir a Sancti Petri esta madrugada?

Y yo:

-Yo sí. Vosotros, por lo visto, no.

Y él:

-Lo que pasa es que la pasma nos tiene vigilados, maricona de mierda.
Lo único que hay que hacer es ir allí, buscar en un sitio y
traerte un paquete... Si te ven a ti, lo único que piensan es que te
vas de jodienda con un chulo.

Y ¿qué le hago yo, Señora Juez? ¿Usted no ha tenido nunca
las tripas más huecas que el bombo de la banda del Nazareno? Pues
las mías hacían hasta el redoble.

Así que... allá que me voy yo, que nunca me había visto en
cosa igual ¿sabe usted? Con más miedo que Curro Romero delante
de un Miura. Porque si uno tuviera los redaños de un torero
valiente... Y además, que si no voy yo, va otro... Y yo, por lo
menos, me iba a gastar los cinco talegos en chorizos. Porque, la vedad,
Señora Juez, no me como un buen chorizo desde la feria de Jerez,
¿sabe usted?

¡Ay, que gracia! Si no me juzga usted por eso... Pero bueno, antes
de que se lo cuente el señor este, que no sé qué le habré
hecho yo para que ande buscándome las cosquillas, se lo cuento yo.
Por lo menos, se lo voy a contar tal y como ocurrió. Mire usted, iba
yo por la feria, a ver lo que caía... que como los señoritos
también tienen "su arma en su armario" como se dice por aquí...
algo pillaría de tanta jarana. Porque, la verdad, Señora Juez, no
sé si usted lo sabe, pero hay cada señorito por ahí que es
más maricón que un palomo cojo.

Bueno, pues como le iba contando, detrás de una caseta me encuentro
una olla vieja con su buena tapadera, pero sin culo... Y tal como lo
pensé, lo hice. Cogí la olla, la metí en una cesta, salto,
pillo y cojo y me voy a una tienda. Muy relimpio yo, porque, cuando me
cuido, soy la mar de limpio, ¿sabe usted? Pongo mi cesta, con la
olla dentro, encima del mostrador. Pido cinco kilos de chorizos. Para un
hartón, vaya. Me los sirven. Los pongo en la olla. Pregunto el
precio. Muy serio yo, como si tuviera dinero...

¡Ay, mire usted!, digo al tendero, que con las prisas, me he venido
de mi puesto de chucherías sin acordarme de coger el dinero, así
que le dejo aquí la olla con los chorizos en prenda. Ya mismo vengo
con el panné.

Y yo, que saco la olla de la cesta, bien tapadita y con mucho cuidado
para que no se viese la parte de abajo... Ni un chorizo se quedó en
la olla ¿sabe usted? Pongo la olla encima del mostrador: más
vacía que el ojo de un tuerto. Y con mi cesta, muy retrechero, me
doy un "naje" que ni "El Lute" ese que fue tan famoso.

Cuando acordaron, estaba yo en El Puerto de Santa María y harto de
chorizos. Hasta cambié un kilo de chorizos por una barra de
turrón en una caseta. Para el postre ¿sabe usted?

Bueno, pues desde entonces no comía un buen chorizo...

Volviendo a lo nuestro, Señora Juez. Pues el menda este me da pelos
y señales del sitio donde tengo que buscar el dichoso paquete ese.
Me cojo un "vespino" "prestado" de la puerta de una discoteca y tiro
para Sancti Petri, con tan mala pata que cuando llego a la Venta de
Vargas se me pone en la reserva. Total, que tengo que poner veinte
pavos de mi bolsillo para gasolina, veinte pavos que me habían
adelantado para un bocadillo...

A todo esto, llego a Sancti Petri. Tal como me dijeron, allí estaba
el recado. Y cogí el paquetito. Por lo que pudiera pasar, lo abro y,
mire usted, allí estaban las bolitas esas, lo que usted sabe. Y yo,
prudente, que las cojo y hala, a guardármelas donde usted se
imagina... Para que le voy a contar, del miedo que traía, si no
llega a ser porque aquello me servía de tapón...

Pues nada, que cuando más tranquilo venía… ¡toma del
frasco, Carrasco!, que si no quieres caldo, dos tazas: los picoletos.
Muy serios ellos, mire usted, pero con una mala jindama debajo del
bigote que para qué le voy a contar.

Bueno, que me paran:

-Los papeles...

Y yo, que no me atrevo ni a mover el culo del asiento, mire usted,
Señora Juez. Entre el aire de las tripas, que hacía horas que
allí no entraba nada más que aire, los "tapones" y la
contemplación de aquellos angelitos... ya no sabía ni dónde
mirar, ni cómo ponerme... mire. Parecía que tenía el culo
pegado a la moto.

En esto, dos coches que pasan a toda pastilla. Ciento ochenta por hora,
una locura. Los picoletos que cogen el carro, tiran detrás de ellos,
y yo que me quedo solo allí en medio, más solo que la una,
Señora Juez. Me quedé como si me hubiera tocado la lotería,
mire usted, que yo no me sentía así de a gusto desde que estaba
con mi santa madre que en gloria esté. Porque ella sí que era una
santa ¿sabe usted? ¿Que tenía hechos por la Calle Plocia
más kilómetros que el baúl de la Piquer? Sí, llevan
razón los que la conocían, pero todo lo hacía por mí. Una
santa, ya ve usted... Que si tenía que hacer lo que usted piensa,
era por lo que era. ¡Que la "Tona" era mucha "Tona"!

Huy, que se me va el santo al cielo. A lo nuestro. Yo, que cojo la moto
y hala, para la Isla. Llego a la Plaza del Rey y me dice el colega
ese:

-Tira para el Barrero, que estamos más tranquilos.

Y allá que me voy yo.

Bueno, verá usted, llego... y unos cuantos chulapones que me
esperan.

-Venga, caga. ¡Caga ya de una puta vez!

Y claro, tanto, tanto insistieron que yo, ¡catapún! Suelto una
carga que pesaba más que un embarazo de nueve meses. Y ellos:

-¡Joder, tío! ¿Y esto es lo que había? Maricona... me
parece que te estás pasando de listo...

Y yo:

-¡Coño, que no! ¡Que eso es lo que había!

-Bueno, Si quieres lo tomas, y si no, lo dejas, medio talego, eso es lo
que hay. Y a tomar por culo, que es lo que a ti te gusta...

Y yo, señora Juez, que cuando me cabreo soy muy mío, que me tiro
por éste, los demás que me sujetan. Y va uno de ellos y dice:

Vamos a meterle el dinero por el culo, que por ahí es por donde se
lo gana...

Y en ese momento, ¡plaf!, los focos de la pasma. Los otros que cogen
las bolitas y se largan, yo que me agarro a este por la cintura: el
niño que se cae con los pantalones abajo. Y yo, tres cuartos de lo
mismo, encima de él. Para qué le voy a contar la cara de
cachondeo de los maderos. Y el niño va, me señala y dice:

-El maricón este...

Y mire usted, Señora Juez, lo que yo le dije al madero:

-Usted piense lo que quiera, porque si le digo la verdad, no se lo va a
creer...

Manolo

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#19671 De: "Paulo Barbosa" <tprobert@...>
Fecha: Mar, 24 de Nov, 2009 5:56 pm
Asunto: #201# Paz Y Justicia
tprb2
Sin conexión Sin conexión
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"La Verdadera paz, solamente, no es la ausencia de  tensión,
es la presencia de justicia." Marthin Luther Kink


Cuando  nuestra  vida  está  colocada  delante  del   Señor,
disfrutamos tanto de las bendiciones del Príncipe de la  paz
como del Sol de  la  justicia.  Nuestro  corazón  descansará
tranquilo.

Paulo Barbosa

*****
Caso tenga un amigo  que  desea  recibir  reflexiones  y  no
participar  de  listas,  basta  completar   el    formulario
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otra. Apenas para aquéllos  que  no  quieren  participar  de
ninguna lista.
*****

#19670 De: LUZ ELENA <encuentro_salvatierra@...>
Fecha: Jue, 3 de Dic, 2009 2:44 am
Asunto: cuento
encuentro_sa...
Sin conexión Sin conexión
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Los ojos de la tristeza
01028
17 octubre de 2009
 
 
   "Despierto, me gusta ver el rostro de mamá, cada mañana su sonrisa es
el saludo pero el miedo es mi desayuno, no quiero que se vaya, no quiero que me
encargue, prefiero estar en el sol afuera de su trabajo, prometo quedarme
callado, prometo quedarme quieto, pero por favor, hoy no, hoy no me dejes
mamá..."
 
    Has caminado sin corazón en esta ciudad,
No hay razón para sentir un poco de caridad,
Por eso no los ves en la orilla de Salvatierra,
Colina arriba ellos son un cero a la izquierda.
 
   Has viajado tanto en tu carro negro por estas calles,
Has ignorado ese llanto, no has visto descalzos los pies,
Sólo ves lo que quieres ver, sólo oyes lo que escoges,
Colina arriba ellos gritan en silencio, ¿los oyes?.
 
   Su madre dice que trabaja por ellos...   mentira.
Su madre dice que sufre más que ellos...  mentira.
Su familia dice cuidar del niño y la niña... mentira.
 
   Cesar y su hermana son del demonio la carnada.
 
   Diariamente dejados al cuidado del verdugo,
La tristeza ilumina sus ojos al decir: "Madre Adiós",
Ritualmente abusados por los primos mayores,
Denigrados, humillados, enlodados, por una vida mejor.
 
   Cada día se recicla la tortura, el precio por su "cuidado",
Los primos ejecutan, la tía solapa, la abuela calla,
Tirado en el suelo el niño llora y ellos dentro ríen,
Lloran, sangran, impotentes sufren su verdad.
 
   Su madre dice que trabaja por ellos...   mentira.
Su madre dice que sufre más que ellos...  mentira.
Su familia dice cuidar del niño y la niña... mentira.
 
   Cesar y su hermana son del demonio la carnada.
 
   Maquillada se va su esperanza y rezan por volver a verla,
Su padre es el cobarde oculto en el refugio del no sé,
Mientras los obesos duendes  llenan cada noche sus pesadillas,
Mientras nadie vea la tristeza en sus ojos nada importará.
 
   El terror ha sido modulado en el seno del paraíso,
El grito mató el "te quiero", el trancazo es el abrazo,
El balonazo en el rostro es el juego del patético monstruo,
Cada juguete es ahora riesgo de muerte o mutilación.
 
"El verdugo de Cesarín es la cobarde victima de otros, pues detrás de cada
alarde hay un patético perro con la cola entre las patas, ¿cómo le pedirás
que sea una buena persona a quien todo mundo abandona?"
 
   Tan fácil justificarse, eludir la responsabilidad,
Escapar a la realidad por la puerta más fácil de abrir,
El regocijo de algunos es de otros el sufrir,
Lo peor para ti y para mí es que esta historia es verdad.


       Encuentra las mejores recetas en Yahoo! Cocina.
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