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BOM DIA MEUS AMORES >PAULO NUNES JUNIOR>ARTEBYNEIA

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  • PAULO NUNES JUNIOR
    O CAMINHO Diante do turbilhão de problemas e conflitos, aturdido e receoso, a um passo do desequilíbrio, indagas, sem diretriz: - Onde a via a seguir? Qual a
    Mensaje 1 de 11 , 1 may 2008
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      O CAMINHO

       

       

       

      Diante do turbilhão de problemas e conflitos, aturdido e receoso, a um passo do desequilíbrio, indagas, sem diretriz: - Onde a via a seguir? Qual a conduta a adotar?

       

      Certamente, todo empreendimento deve ser precedido de planificação, de roteiro, de programa. Sem esses fatores, o comportamento faz-se anárquico, e o trabalho se dirige à desordem.

       

      A experiência carnal é uma viagem que o espírito empreende com os objetivos definidos pela Divindade, que a todos reserva a perfeição.

       

      Como alcançá-la, e em quanto tempo, depende de cada viajor.

       

       

       

       

       

       

       

      Multiplicam-se os caminhos que terminarão por levar à meta.

       

      Alguns conduzem a despenhadeiros, a desertos, a pantanais, a regiões perigosas.

       

      Outros se desdobram convidativos e repletos de distrações, prazeres, comodidades, engodos, passadismos.

       

      Poucos se caracterizam pelo esforço que deve ser envidado para conquistá-los, vencendo, etapa a etapa, as dificuldades e impedimentos.

       

      Uns levam à ruína demorada, que envilece e infelicita.

       

      Vários dão acesso à glória transitória, ao poder arbitrário, às regalias que o túmulo interrompe.

       

      Jesus, porém, foi peremptório ao asseverar:

       

      -Eu sou o caminho - informando ser a única opção para chegar-se a Deus.

       

       

       

       

       

       

       

      Se te encontras a ponto de desistir na luta, intenta-o outra vez e busca Jesus.

       

      Se te abateste e não tens ninguém ao lado para oferecer-te a mão, recorre a Jesus.

       

      Se te sentes abandonado e vencido, após mil tentames malsucedidos no mundo, apela a Jesus.

       

      Se te deparas perdido e sem rumo, apega-te a Jesus.

       

      Se te defrontas com impedimentos que te parecem intransponíveis, procura Jesus.

       

      Se nada mais esperas na jornada, recomeça com Jesus.

       

       

       

       

       

       

       

      Se avanças com êxito, não te esqueças de Jesus.

       

      Se estás cercado de carinho e amor, impregna-te de Jesus.

       

      Se a jornada se te faz amena, agradece a Jesus.

       

      Se encontras conforto e alegria no crescimento íntimo, não te separes de Jesus

       

      Se acreditas na vitória, que antevês, apóia-te em Jesus.

       

      Se te sentes inundado de paz e fé, Jesus está contigo.

       

       

       

       

       

       

       

      Em qualquer trecho do caminho da tua evolução, Jesus deve ser o teu apoio, a tua direção, a tua meta, tendo em mente que através d'Ele e com Ele te plenificarás, alcançando Deus.

       

      O mais, são ilusões e engodos. Não te equivoques, nem enganes a ninguém.

       

      JOANNA DE ÂNGELIS

       

      Tenham todos dias de muita paz!

       

      Beijos em vossos corações

       

      Paulo Nunes Junior

       

       

       

       

      www.paulonunesjunior.com.br

       

      CONSTRUAMOS A PAZ SEMEANDO O BEM!

       

       

       

       

       

       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
    • PAULO NUNES JUNIOR
      Busquemos o Melhor Por que reparas o argueiro no olho de teu irmão? - Jesus. (MATEUS, 7:3.) A pergunta do Mestre, ainda agora, é clara e oportuna. Muitas
      Mensaje 2 de 11 , 6 may 2008
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        Busquemos o Melhor

         

         

        "Por que reparas o argueiro no olho de teu irmão?" - Jesus. (MATEUS, 7:3.)

         

        A pergunta do Mestre, ainda agora, é clara e oportuna.

         

        Muitas vezes, o homem que traz o argueiro num dos olhos traz igualmente consigo os pés sangrando. Depois de laboriosa jornada na virtude, ele revela as mãos calejadas no trabalho e tem o coração ferido por mil golpes da ignorância e da inexperiência.

         

        É imprescindível habituar a visão na procura do melhor, a fim de que não sejamos ludibriados pela malícia que nos é própria.

         

        Comumente, pelo vezo de buscar bagatelas, perdemos o ensejo das grandes realizações.

         

        Colaboradores valiosos e respeitáveis são relegados à margem por nossa irreflexão, em muitas circunstâncias simplesmente porque são portadores de leves defeitos ou de sombras insignificantes do pretérito, que o movimento em serviço poderia sanar ou dissipar.

         

        Nódulos na madeira não impedem a obra do artífice e certos trechos empedrados no campo não conseguem frustrar o esforço do lavrador na produção da semente nobre.

         

        Aproveitamos o irmão de boa vontade, na plantação do bem, olvidando as rugas que lhe cercam a vida.

         

        Que seria de nós se Jesus não nos desculpasse os erros e as defecções de cada dia?

         

        E, se esperamos alcançar a nossa melhoria, contando com a benemerência do Senhor, por que negar ao próximo a confiança no futuro?

         

        Consagremo-nos à tarefa que o Senhor nos reservou na edificação do bem e da luz e estejamos convictos de que, assim agindo, o argueiro que incomoda o olho do vizinho, tanto quanto a trave que nos obscurece o olhar, se desfarão espontaneamente, restituindo-nos a felicidade e o equilíbrio, através da incessante renovação.

         

         

         

        Emmanuel

         

         

        Tenham todos dias de muita paz!

         

        Beijos em vossos corações

         

         

         

         

         

         

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      • PAULO NUNES JUNIOR
        Harmonia das Diferenças Você já pensou que o nosso grande problema, nas relações pessoais, é que desejamos que os outros fossem iguais a nós? Em se
        Mensaje 3 de 11 , 7 ago 2008
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          Harmonia das Diferenças

           

           

          Você já pensou que o nosso grande problema, nas relações pessoais, é que desejamos que os outros fossem iguais a nós?

          Em se falando de amigos, desejamos que eles gostassem exatamente do que gostamos, que apreciem o mesmo gênero de filmes e música que constituem o nosso prazer.

          No âmbito familiar, prezaríamos que todos os componentes da família fossem ordeiros, organizados e disciplinados como nós.

          No ambiente de trabalho, reclamamos dos que deixam a cadeira fora do lugar, papel espalhado sobre a mesa e que derramam café, quando se servem.

          Dizemos que são relaxados e que é muito difícil conviver com pessoas tão diferentes de nós mesmos. Por vezes, chegamos às raias da infelicidade, por essas questões.

          E isso nos recorda da história de um menino chamado Pedro. Ele tinha algumas dificuldades muito próprias.

          Por exemplo, quando tentava desenhar uma linha reta, ela saía toda torta.

          Quando todos à sua volta olhavam para cima, ele olhava para baixo. Ficava olhando para as formigas, os caracóis, em sua marcha lenta, as florzinhas do caminho.

          Se ele achava que ia fazer um dia lindo e ensolarado, chovia. E lá se ia por água abaixo, todo o piquenique programado.

          Um dia, de manhã bem cedo, quando Pedro estava andando de costas contra o vento, ele deu um encontrão em uma menina, e descobriu que ela se chamava Tina. E tudo o que ela fazia era certinho.

          Ela nunca amarrava os cordões de seus sapatos de forma incorreta nem virava o pão com a manteiga para baixo.

          Ela sempre se lembrava do guarda-chuva e até sabia escrever o seu nome direito.

          Pedro ficava encantado com tudo que Tina fazia. Foi ela que lhe mostrou a diferença entre direito e esquerdo. Entre a frente e as costas.

          Um dia, eles resolveram construir uma casa na árvore. Tina fez um desenho para que a casa ficasse bem firme em cima da árvore.

          Pedro juntou uma porção de coisas para enfeitar a casa. Os dois acharam tudo muito engraçado. A casa ficou linda, embora as trapalhadas de Pedro.

          Bem no fundo, Tina gostaria que tudo que ela fizesse não fosse tão perfeito. Ela gostava da forma de Pedro viver e ver a vida.

          Então Pedro lhe arranjou um casaco e um chapéu que não combinavam. E toda vez que brincavam, Tina colocava o chapéu e o casaco, para ficar mais parecida com Pedro.

          Depois, Pedro ensinou Tina a andar de costas e a dar cambalhotas.

          Juntos, rolaram morro abaixo. E juntos aprenderam a fazer aviões de papel e a fazê-los voar para muito longe.

          Um com o outro, aprenderam a serem amigos até debaixo d’água. E para sempre.

          Eles aprenderam que o delicioso em um relacionamento é harmonizar as diferenças.

          Aprenderam que as diferenças são importantes, porque o que um não sabe, o outro ensina. Aquilo que é difícil para um, pode ser feito ou ensinado pelo outro.

          É assim que se cresce no mundo. Por causa das grandes diferenças entre as criaturas que o habitam.

          A sabedoria divina colocou as pessoas no mundo, com tendências e gostos diferentes umas das outras.

          Também em níveis culturais diversos e degraus evolutivos diferentes.

          Tudo para nos ensinar que o grande segredo do progresso está exatamente em aprendermos uns com os outros, a trocar experiências e valorizar as diferenças.

           

           

           

          Momento Espírita

           

          Tenham dias de muita paz

           

          Beijos em vossos corações

           

           

          “Construamos a paz promovendo o bem”

           

           

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        • PAULO NUNES JUNIOR
          Rogativa do Servo Senhor! Dá-nos a força, mas não nos deixes humilhar os mais fracos. Dá-nos a luz da inteligência, no entanto, ensina-nos a auxiliar aos
          Mensaje 4 de 11 , 11 ago 2008
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            Rogativa do Servo

             

             

            Senhor!

             

            Dá-nos a força, mas não nos deixes humilhar os mais fracos.

             

            Dá-nos a luz da inteligência, no entanto, ensina-nos a auxiliar aos irmãos que jazem nas sombras.

             

            Dá-nos a calma, contudo, não nos consista viver na condição das águas paradas.

             

            Dá-nos a paciência, entretanto, não nos relegues à inércia.

             

            Dá-nos a fé, mas não nos permitas o cultivo da intolerância.

             

            Dá-nos a coragem, no entanto, livra-nos da imprudência.

             

            Concede-nos, por fim, o conhecimento da harmonia e da perfeição que devemos buscar; não nos deixes, porém, na posição da Vênus de Milo, sempre maravilhosamente bela, diante do Mundo, mas sem braços para servir a ninguém.

             

             

             

            André Luiz

             

            Tenham dias de muita paz

             

            Beijos em vossos corações

             

             

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          • PAULO NUNES JUNIOR
            Aprenda a Escrever na Areia Dois amigos, Mussa e Nagibe, viajavam pelas extensas estradas que circulam as e sombrias montanhas da Pérsia. Ambos se faziam
            Mensaje 5 de 11 , 15 ago 2008
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              Aprenda a Escrever na Areia

               

               

              Dois amigos, Mussa e Nagibe, viajavam pelas extensas estradas que circulam as e sombrias montanhas da Pérsia. Ambos se faziam acompanhar de seus ajudantes, servos e caravaneiros.

              Chegaram, certa manhã, às margens de um grande rio, barrento e impetuoso, em cujo seio a morte espreitava os mais afoitos e temerários. Era preciso transpor a corrente ameaçadora.

              Ao saltar, porém, de uma pedra, o jovem Mussa foi infeliz. Falseando-lhe o pé, precipitou-se no torvelinho espumejante das águas em revolta.

              Teria perecido arrastado para o abismo, se não fosse Nagibe. Este, sem um instante de hesitação, atirou-se à correnteza e, lutando furiosamente, conseguiu trazer a salvo o companheiro de jornada.

              Que fez Mussa?

              Chamou, no mesmo instante, os seus mais hábeis servos e ordenou-lhes gravassem a face mais lisa de uma grande pedra, que perto se erguia, esta legenda admirável:

              "Viandante! Neste lugar, durante uma jornada, Nagibe salvou, heroicamente, seu amigo Mussa."

              Isto feito, prosseguiram, com suas caravanas, pelos intérminos caminhos de Alá.

              Alguns meses depois, de regresso às terras, novamente se viram forçados a atravessar o mesmo rio, naquele mesmo lugar perigoso e trágico.

              E, como se sentissem fatigados, resolveram repousar algumas horas, à sombra acolhedora do lajedo que ostentava bem alto a honrosa inscrição.

              Sentado, pois, na areia clara, puseram-se a conversar.

              Eis que, por um motivo fútil, surge, de repente, grave desavença entre os dois companheiros.

              Discordaram. Discutiram. Nagibe, exaltado, num ímpeto de cólera, esbofeteou, brutalmente, o amigo.

              Que fez Mussa? Que farias tu, em seu lugar?

              Mussa não revidou a ofensa. Ergueu-se e, tomando tranqüilo, o seu bastão, escreveu na areia clara, ao pé do negro rochedo:

              "Viandante! Neste lugar, durante uma jornada, Nagibe, por motivo fútil, injuriou, gravemente, o seu amigo Mussa."

              – Senhor! – falou um de seus servos – Da primeira vez, para exaltar a abnegação de Nagibe, mandastes gravar, para sempre, na pedra, o feito heróico. E agora, que ele acaba de ofender-vos, tão gravemente, vós vos limitais a escrever, na areia incerta, o ato de covardia! A primeira legenda, ó xeique, ficará para sempre. Todos os que transitarem por este sítio dela terão notícia. Esta outra, porém, riscada no tapete de areia, antes do cair da tarde, terá desaparecido, como um traço de espumas entre ondas buliçosas do mar.

              Respondeu Mussa:

              – É que o benefício que recebi de Nagibe permanecerá, para sempre, em meu coração. Mas a injúria... essa negra injúria... escrevo-a na areia, como um voto para que, se depressa daqui se apagar e desaparecer, mais depressa, ainda, desaparecerá e se apague de minha lembrança!

              – Assim é, meu amigo! Aprenda a gravar, na pedra, os favores que receberes, os benefícios que te fizerem, as palavras de carinho, simpatia e estímulo que ouvires.

              Aprende, porém, a escrever, na areia, as injúrias, as ingratidões, as perfídias e as ironias que te ferirem pela estrada agreste da vida.

              Aprende a gravar, assim na pedra; aprende a escrever, assim na areia... e serás feliz!

               

               

               

              Malba Tahan

               

              Tenham dias de muita paz

               

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            • PAULO NUNES JUNIOR
              Conversa em Caminho Você tem uma vida para construir: é a vida que Deus lhe deu. Precisamos do auxílio dos outros a fim de seguir adiante; no entanto, cada
              Mensaje 6 de 11 , 30 ago 2008
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                Conversa em Caminho

                 

                 

                Você tem uma vida para construir: é a vida que Deus lhe deu.

                 

                Precisamos do auxílio dos outros a fim de seguir adiante; no entanto, cada qual de nós deve caminhar por si mesmo.

                 

                De qualquer modo, a lei de ação e reação funcionará, entregando-nos aquilo que oferecemos de nós.

                 

                Seja você mesmo, evitando disfarces que lhe complicariam a própria existência.

                 

                Aceite os outros tais quais são, com as qualidades e fraquezas que lhes assinalam a vida, para não se perder em queixas injustas.

                 

                Sonhe, mas raciocine e raciocine agindo.

                 

                Conserve a certeza de que pagaremos sempre pelos bens que obtivermos.

                 

                Não se envergonhe de falhar temporariamente: entretanto, erga-se para servir com mais segurança, na base da experiência.

                 

                Reconheça o seu poder mental de modificar as circunstâncias ou criá-las e use-o com o seu próprio esforço no bem.

                 

                Não se espante com as dificuldades no auto-aperfeiçoamento; a Divina Sabedoria não nos criou para a função de robôs no mundo e sim para que lhe venhamos a refletir o brilho e o amor, na luz da imortalidade.

                 

                 

                 

                André Luiz

                 

                Tenham dias de muita paz

                 

                Beijos em vossos corações

                 

                 

                 

                 

                “Construamos a paz promovendo o bem”

                “Em resumo diário”

                www.paulonunesjunior.com.br

                www.mensageirosdoamorbrasil.com.br

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              • PAULO NUNES JUNIOR
                Prazeres O homem naturalmente busca o prazer e o bem-estar. Trata-se de reflexo do instinto de conservação, cujo objetivo é assegurar a existência física
                Mensaje 7 de 11 , 1 sep 2008
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                  Prazeres

                   

                   

                  O homem naturalmente busca o prazer e o bem-estar.

                   

                  Trata-se de reflexo do instinto de conservação, cujo objetivo é assegurar a existência física pelo máximo de tempo possível.

                   

                  A vida terrena é imprescindível à evolução intelectual e moral dos Espíritos.

                   

                  Ela apenas deixa de ser necessária em estágios superiores da existência imortal.

                   

                  Assim, o gosto pelo prazer atende naturais imperativos de evolução.

                   

                  O sexo é prazeroso e mediante ele a espécie se perpetua.

                   

                  Caso não houvesse alguma satisfação envolvida nos atos procriativos, a Humanidade estaria extinta há longa data.

                   

                  A alimentação também envolve prazer.

                   

                  O corpo físico necessita receber combustíveis adequados à sua estrutura.

                   

                  O atendimento dessa necessidade não se dá apenas por força do apelo da fome, mas também envolve satisfação.

                   

                  O descanso igualmente traz uma certa volúpia.

                   

                  O atendimento de todas as necessidades naturais, sejam físicas ou emocionais, engloba determinada dose de prazer.

                   

                  Como o ser humano não foi feito para viver sozinho, ele se regozija no contato com seus amigos e amores.

                   

                  A necessidade de contato e de reconhecimento pelos semelhantes, quando é atendida, produz doces sensações.

                   

                  Evidentemente, a sabedoria reside no equilíbrio.

                   

                  Negar-se os prazeres comuns à existência, sem qualquer objetivo nobre, nada tem de elogiável.

                   

                  A mãe que se priva de pão para alimentar os filhos dá mostra de abnegação e nobreza.

                   

                  Mas se alimentar menos do que o necessário à manutenção da saúde apenas para autoflagelo não é recomendável.

                   

                  Os objetivos superiores da existência não são incompatíveis com as pequenas alegrias terrenas.

                   

                  Jesus sinalizou essa verdade, ao afirmar que não é o que entra, mas o que sai da boca do homem que o contamina.

                   

                  Se a voluntária privação dos bens da vida não é boa, o mesmo se dá com o abuso.

                   

                  A glutonaria provoca doenças e diminui o tempo de vida.

                   

                  O uso desvirtuado das forças genésicas produz desequilíbrios físicos e emocionais.

                   

                  Dormir demais ou descansar em excesso constituem desperdício de tempo.

                   

                  Assim, o relevante é guardar equilíbrio perante os gostos e os prazeres terrestres.

                   

                  Se eles não são condenáveis, também não constituem o objetivo da existência.

                   

                  Ninguém nasce para comer, beber, dormir e procriar.

                   

                  Entender o prazer em seu real valor ajuda a não demonizá-lo ou endeusá-lo.

                   

                  Viver corretamente não pressupõe abster-se das alegrias e satisfações comuns à condição humana.

                   

                  A pureza não reside na abstenção dos dons da vida, mas em utilizá-los com equilíbrio e discernimento, sem prejudicar a si e ao próximo.

                   

                  A sabedoria reside em tudo utilizar com moderação, sem se tornar escravo de hábitos, coisas ou sensações.

                   

                  A finalidade da existência terrena é propiciar a evolução intelectual e moral dos Espíritos.

                   

                  Todos renascem para vencer antigos vícios, para abandonar o egoísmo e viver o amor.

                   

                  Não se trata de pieguismo sentimental, mas da vivência da fraternidade e da compaixão.

                   

                  Não se desvie dessa meta por uma compreensão equivocada da vida.

                   

                  No contexto de sua existência imortal, pouco lhe adiantará tornar-se um asceta.

                   

                  Também será indigno de sua condição de Espírito imortal viver como um animal irracional, na busca incessante de prazeres.

                   

                  Empenhe-se em ser equilibrado, bondoso e solidário.

                   

                  É deveras trabalhoso, mas constitui o objetivo de sua vinda à Terra.

                   

                   

                   

                  Momento Espírita

                   

                  Tenham dias de muita paz

                   

                  Beijos em vossos corações

                   

                   

                  “Construamos a paz promovendo o bem”

                  “Em resumo diário”

                   

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