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  • PAULO NUNES JUNIOR
    Homens e Anjos Enquanto os anjos, sendo maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor. Pedro, 2:11 É lastimável
    Mensaje 1 de 9 , 1 jul 2008
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      Homens e Anjos

       

       

      "Enquanto os anjos, sendo maiores em força e poder, não pronunciam contra eles juízo blasfemo diante do Senhor." Pedro, 2:11

       

       

      É lastimável observar o grande número de pessoas que estão sempre dispostas a proferir sentenças blasfematórias, umas para com as outras.

       

      leviandade domina-lhes as conversações, a mesquinhez corrompe-lhes as atividades nos mais diversos setores da vida.

       

      Exceção feita aos sinceros cultivadores da luz religiosa, quase todos os homens se conservam à porta de situações ásperas em que o esforço difamatório lhes envenena a vida. Alimentam antipatias injustas para com os irmãos de atividade profissional, pelo próximo que não aceita as idéias, pelos companheiros que se não afinam com os seus princípios. E como a lei é de compensação e troca, receberão dos colegas e dos vizinhos as mesmas vibrações destruidoras.

       

      Guerras silenciosas, nesse sentido, têm, por vezes, secular duração.

       

      Entretanto, o homem jactancioso está sempre rodeado pela ação benéfica de Espíritos iluminados e generosos, que, quanto mais revestidos de poder divino, mais se compadecem das fragilidades humanas, estendendo-lhes mãos acolhedoras para o caminho e jamais pronunciando juízos condenatórios diante do Senhor.

       

      Toda vez que fores compelido a analisar os esforços alheios, recorda a palavra de Pedro.

       

      Não te esqueças de que as entidades angélicas, mananciais vivos e sublimes de força e poder, nunca enunciam sentenças acusatórias contra ti, diante de Deus.

       

       

       

      Emmanuel

       

      Tenham todos dias de muita paz

       

      Beijos em vossos corações

       

       

       

       

      “Construamos a paz promovendo o bem “

       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
       
    • PAULO NUNES JUNIOR
      A Resposta da Gratidão Jim nunca imaginou que as coisas acontecessem daquela forma. Enquanto trabalhava como salva-vidas, amava o que fazia. Num dia de folga,
      Mensaje 2 de 9 , 7 oct 2008
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        A Resposta da Gratidão

         

         

         

         

        Jim nunca imaginou que as coisas acontecessem daquela forma. Enquanto trabalhava como salva-vidas, amava o que fazia.

         

        Num dia de folga, andando pela praia, ele viu uma mulher em perigo. Jogou-se n´água e a trouxe para a praia.

         

        Depois a carregou até o posto salva-vidas, onde uma ambulância a levou para o hospital.

         

        Victória ficou muito agradecida e passou a visitá-lo, de vez em quando, no posto.

         

        Quando sabia que ele estava trabalhando, mandava-lhe pizza. Jim retribuía com visitas e telefonemas.

         

        Os outros rapazes faziam gozação da sua amizade com aquela senhora. Ele não ligava.

         

        Durante anos, mantiveram a amizade. Certo dia, retornando de uma viagem, Jim ligou para a casa dela. Quem atendeu foi uma jovem, que se identificou como Bárbara.

         

        Era sua sobrinha. Contou-lhe que Victoria havia morrido, vítima de um derrame. A sobrinha viera de outra cidade para resolver alguns negócios da tia.

         

        Ela sabia tudo a respeito dele porque sua tia lhe falou. O tempo passou.

         

        Uma noite, numa festa na praia, com amigos, Jim percebeu que as coisas estavam saindo do controle.

         

        Bebidas e drogas começaram a circular. Ele decidiu ir embora. Logo depois, uma mulher que ele havia conhecido apenas algumas horas antes, também saiu.

         

        Quando ela foi dada como desaparecida e seu vestido esfarrapado foi encontrado ao lado da estrada, ele foi acusado de assassinato.

         

        Parecia um pesadelo. Ele mal a conhecia. Era uma acusação maluca. Mas a polícia precisava de um suspeito. E ele era um suspeito.

         

        Um defensor público foi indicado para cuidar do seu caso, porque ele não tinha dinheiro. Foi preso e a fiança estipulada em um valor elevadíssimo.

         

        Jim achou que não teria mais saída. Então, um dia, recebeu um telefonema.

         

        Era Bárbara. Formada em direito, ela ouviu o noticiário a respeito da sua prisão e perguntava se ele aceitaria que ela o defendesse gratuitamente.

         

        Jim aceitou de pronto. Ela começou a se inteirar dos detalhes do caso.

         

        A única testemunha ocular que identificou Jim, como o homem que saiu da festa com a mulher, descreveu o casal como sendo da mesma altura.

         

        Alguma coisa estava muito errada. A suposta morta tinha 1,65m. Jim tinha quase 1,80m.

         

        Graças a esse detalhe, ela conseguiu que a fiança fosse reduzida e Jim pôde ir para casa. Aquilo foi um presente para ele.

         

        Ela contratou um detetive que, depois de algum tempo, descobriu que a suposta vítima vivia num país vizinho.

         

        Ela decidira sair de casa e abandonar o marido para começar uma nova vida, com outra pessoa.

         

        Depois de muita insistência, meses de trabalho, conseguiram que a mulher retornasse e se mostrasse à polícia, provando que estava viva.

         

        Jim estava livre da acusação. Hoje, ele vive com sua mulher e três filhos.

         

        Tem uma fazenda e dirige sua própria fábrica.

         

        Mas nunca vai esquecer aquela amizade especial com Victoria.

         

        Comenta ele: "se aquela doce senhora não falasse de mim para sua sobrinha como o fez, é bem possível que eu estivesse apodrecendo na prisão, pelo resto da minha vida. Devo minha vida àquela mulher."

         

        No entanto, Bárbara tem uma versão diferente: "ele merecia minha ajuda. Ele salvou a vida de alguém que nem conhecia, mesmo não estando em serviço naquela hora. Esse tipo de amor pela humanidade não fica sem recompensa."

         

         

        Faça o bem, sem nunca aguardar recompensa. Mas guarde a certeza que os benefícios lhe chegarão, de alguma forma, neste mundo ou no outro.

         

        Isto porque à toda ação corresponde uma reação. E o bem somente gera bem maior.

         

         

         

         

         

        Autor:

        Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. "Heróis Também Precisam de Heróis", do livro Triunfos do Coração, de autoria de Chris Benghue, ed. Butterfly.

         

        Tenham dias de muita paz

         

        Beijos em vossos corações

         

         

        “Construamos a paz promovendo o bem”

        “Em resumo diário”

         

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      • PAULO NUNES JUNIOR
        Além do Dever Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe tinta e pincéis e começou a pintar o barco de um amarelo brilhante, como fora
        Mensaje 3 de 9 , 19 oct 2008
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          Além do Dever

           

           

           

          Um homem foi chamado à praia para pintar um barco. Trouxe tinta e pincéis e começou a pintar o barco de um amarelo brilhante, como fora contratado para fazer.

           

          Enquanto pintava, notou que a tinta estava passando pelo fundo do barco.

           

          Procurou e descobriu que a causa do vazamento era um buraco e o consertou.

           

          Quando terminou a pintura, recebeu seu dinheiro e se foi.

           

          No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e lhe entregou um cheque de grande valor.

           

          O pintor ficou surpreso e falou:

           

          O senhor já me pagou pela pintura do barco.

           

          Mas isto não é pelo trabalho de pintura, falou o homem. É por ter consertado o vazamento do barco.

           

          Foi um serviço tão pequeno que não quis cobrar, acrescentou o pintor. Certamente o senhor não está me pagando uma quantia tão alta por algo tão insignificante!

           

          Meu caro amigo, você não compreendeu, disse o proprietário do barco. Deixe-me contar-lhe o que aconteceu.

           

          Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando o barco secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa naquele momento.

           

          Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois me lembrei que o barco tinha um furo.

           

          Grandes foram meu alívio e minha alegria quando os vi retornando, sãos e salvos.

           

          Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado. Percebe, agora, o que fez?

           

          Salvou a vida de meus filhos! Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação...

           

          ..............................

           

          Se em nossa ação diária todos nós fizéssemos como aquele pintor, certamente o mundo seria diferente.

           

          Mas, o que geralmente acontece é que fazemos apenas a nossa obrigação, quando a fazemos.

           

          Fazer o que nos compete, com disposição e zelo, é apenas cumprir um dever.

           

          Todavia, se, além do dever, buscássemos fazer o que precisa ser feito, sem que ninguém nos peça, então poderíamos dizer que estamos investindo numa sociedade melhor.

           

          Quem trabalha apenas para receber seu salário, demonstra que vale quanto ganha.

           

          Mas, quem executa suas obrigações e vai além, sem esperar recompensa alguma, está investindo na própria felicidade.

           

          O trabalho dignifica o ser, mas o trabalho feito com amor e dedicação, enobrece a alma.

           

          Trabalhar por convicção e prazer, e não por obrigação, é a melhor maneira de se sentir bem. Isso porque, se ninguém elogiar nosso trabalho nem reconhecer nosso esforço, para nós não fará diferença alguma.

           

          A grande satisfação estará calcada unicamente em fazer com excelência o que fazemos. E o salário, nesse caso, será apenas uma conseqüência.

           

           

           

           

           

          Autor:

          Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em história de autoria ignorada.

           

          Tenham dias de muita paz

           

          Beijos em vossos corações

           

          “Construamos a paz promovendo o bem”

          “Em resumo diário”

           

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        • PAULO NUNES JUNIOR
          Onde Estás Deus, Que Não Respondes? Assim, o poeta Castro Alves inicia seu poema Vozes da África. É o lamento do Continente Africano, vendo seus filhos
          Mensaje 4 de 9 , 24 nov 2008
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            Onde Estás Deus, Que Não Respondes?

             

             

             

             

            Assim, o poeta Castro Alves inicia seu poema Vozes da África. É o lamento do Continente Africano, vendo seus filhos serem levados como animais ao mercado de escravos.

             

            "Deus! Ó Deus! Onde estás que não respondes!

            Em que mundo, em qu´estrela tu t´escondes

            Embuçado nos céus?

            Há dois mil anos Te mandei meu grito,

            Que embalde, desde então, corre o infinito...

            Onde estás, senhor Deus?"

             

            À semelhança dos versos do poeta, muitas vozes se ergueram quando aconteceu o 11 de setembro de 2001, para indagar onde estava Deus naquele momento.

             

            Por que permitiu que mais de duas mil vidas fossem destroçadas naquela manhã?

             

            Por quê?

             

            Poder-se-ia perguntar ainda onde estava Deus quando fomentamos a Primeira e a Segunda Guerra Mundial.

             

            Quando eliminamos seis milhões de judeus, em nome de uma inexistente superioridade ariana.

             

            E quando empreendemos as cruzadas, levando a morte àqueles que qualificávamos como infiéis?

             

            E durante a Inquisição de tanta barbárie?

             

            E todos os dias, onde está Deus?

             

            Onde está Deus quando enganamos nosso irmão? Quando mentimos para conseguir favores que desejamos?

             

            Quando desonramos o lar, com o adultério? Quando eliminamos a vida no ventre materno, porque não desejamos o ser em gestação?

             

            Onde está Deus quando deixamos nossos filhos à matroca, sem orientação, porque preferimos a acomodação?

             

            Onde está Deus quando, utilizando o poder que o mundo nos confere, ferimos pessoas, destruímos a honra de outras vidas?

             

            Onde está Deus quando levantamos as bandeiras da pena de morte ao nosso irmão? Ou da eutanásia?

             

            Para todas as perguntas, a resposta é a mesma: Deus está dentro de nós, dentro de cada criatura.

             

            Soberanamente sábio, criou-nos a todos iguais, partindo de um mesmo ponto de simplicidade e ignorância.

             

            Criou os mundos para que neles trabalhássemos, utilizássemos nossas forças e crescêssemos em intelecto e moral.

             

            A ninguém concedeu privilégios. A todos concedeu o livre-arbítrio, com a conseqüente Lei de Causa e Efeito.

             

            Estabeleceu que a cada um será dado conforme as suas obras e que todos deverão chegar ao mesmo destino, não importa quanto demore: a perfeição.

             

            Ele nos permite a livre semeadura, mas estabelece que a colheita seja obrigatória.

             

            Por isso, uns semeiam ventos e colhem tempestades. Outros lançam ao solo as sementes da bondade, do bem e alcançam felicidade.

             

            Uns estão semeando hoje. Outros tantos estão realizando a colheita das bênçãos ou das desgraças que se permitiram semear.

             

            Conhecedor das fragilidades de Seus filhos, aguarda que cada um desperte, a seu tempo, cansado das dores que para si mesmo conseguiu.

             

            Portanto, não indague onde está Deus, quando você contemple a injustiça. Trabalhe pela justiça.

             

            Não pergunte onde está Deus, quando observe a violência. Semeie a paz.

             

            Não questione onde está Deus quando a miséria campeia. Utilize seus recursos para semear riquezas.

             

            Enfim, onde quer que você esteja, lembre que Deus está em você e com você. E espera que você seja o Seu mensageiro de bênçãos, onde se encontre.

             

            Pense nisso. Pense agora e comece a demonstrar ao mundo o Deus que existe em sua intimidade.

             

             

             

             

             

            Autor:

            Texto da Redação do Momento Espírita

             

            Tenham dias de muita  paz

             

            Beijos em vossos corações

             

             

            “Construamos a paz promovendo bem”

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          • PAULO NUNES JUNIOR
            Perante o Natal Neste dia feliz, em que as aglomerações nos shoppings nos revelam a febre de compras, vamos refletir juntos sobre o significado do Natal?
            Mensaje 5 de 9 , 12 dic 2008
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              Perante o Natal

               

               

               

               

              Neste dia feliz, em que as aglomerações nos shoppings nos revelam a febre de compras, vamos refletir juntos sobre o significado do Natal?

               

              Natal – todos sabem - é Jesus que nasce, renovando Seu antigo apelo ao amor por todos os seres.

               

              O desafio é fazer com que durante o ano inteiro Ele cresça e Se instale, definitivamente, em nosso coração.

               

              Por isso, em honra do Mestre de Nazaré, não se detenha mais: siga-Lhe os ensinamentos, ouça-Lhe as palavras não apenas com os ouvidos, mas também com a alma.

               

              Ponha Jesus em seu cotidiano.

               

              Observe que, enquanto o Mundo nos convida a acumular bens, Jesus nos oferece a opção da simplicidade.

               

              Ele, que é o único Espírito perfeito nascido na Terra, viveu de forma despojada e não tinha sequer uma pedra para repousar a cabeça.

               

              Sabemos que nem todos podem viver como Jesus e abrir mão dos bens terrenos.

               

              Mas podemos seguir o exemplo do Cristo sendo humildes, não alimentando cobiça e ambição. Isso já faria uma grande diferença.

               

              O segredo é contentar-se com o que se tem. Observe que isso não significa acomodação ou preguiça. Nada disso.

               

              Devemos trabalhar e adquirir o que for necessário para vivermos bem. O conselho de Jesus é para evitarmos os excessos, o supérfluo.

               

              Você já notou que, muitas vezes, sofremos porque desejamos coisas que não são essenciais?

               

              Basta que seja lançado um novo aparelho, modelo de carro ou produto da moda para que boa parte de nós corra a comprar.

               

              Logo que saciamos esse desejo, agimos como crianças e vamos em busca de mais novidades.

               

              Isso nos remete a um outro ensinamento de Jesus: “Olhai os lírios dos campos: não tecem nem fiam, mas nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como um deles”.

               

              Ensinou o Mestre que devemos confiar em Deus, nosso Pai, pois se Ele veste tão ricamente uma erva do campo, quanto mais fará por nós, Seus filhos?

               

              E assim o Cristo nos ensinou a ter confiança em Deus.

               

              No entanto, como nossa fé é frágil! Costumeiramente nos rebelamos contra Deus. Basta uma contrariedade ou uma perda para nos rebelarmos contra os Céus.

               

              Mais uma vez agimos como crianças: desejamos que Deus – a Majestade que criou e dirige os Mundos – seja uma espécie de secretário particular, que cuide de nossas finanças, que nos faça ter sucesso na vida, que nos dê isso e aquilo.

               

              Mas o que Jesus nos ensinou sobre Deus? Ensinou que nenhum cabelo cai de nossas cabeças sem o conhecimento de Deus.

               

              Portanto, nosso Pai Divino conhece nossos corações e nossas necessidades.

               

              Assim, podemos e devemos orar para Lhe pedir forças e inspiração para os nossos projetos de vida.

               

              Mas o trabalho é nosso: façamos a nossa parte e o céu nos ajudará. Esse é mais um ensinamento esquecido de Jesus.

               

              * * *

               

              Que este Natal seja um momento especial, em que Jesus esteja presente em seu coração.

               

              Que as palavras pronunciadas por Ele, há dois mil anos, possam encontrar lugar em seu Espírito.

               

              Com a simplicidade, o trabalho e a confiança em Deus – essência dos ensinos de Jesus – que o Natal ganhe um novo significado em sua vida.

               

              Para que brilhe a Sua luz. Para que você seja aquele que semeia a paz, que vivencia o amor universal.

               

               

               

               

               

              Autor:

              Redação do Momento Espírita

               

               

              Tenham dias de muita paz

               

              Beijos em vossos corações

               

               

               

              ‘O amor enquanto verdade será sempre a maior das armas para conquistas”

               

               

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              Tube Chichi Martinelli

            • PAULO NUNES JUNIOR
              O Que Possuímos É interessante anotar como desejamos, no mundo, tantas coisas, que nos parecem imprescindíveis. Quantas vezes, em meio às tarefas que nos
              Mensaje 6 de 9 , 22 ene 2009
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                O Que Possuímos

                 

                 

                 

                É interessante anotar como desejamos, no mundo, tantas coisas, que nos parecem imprescindíveis.

                 

                Quantas vezes, em meio às tarefas que nos cabem, na oficina de trabalho, não desejamos um emprego melhor?

                 

                Pois é. Gostaríamos de um melhor ambiente de trabalho, um chefe menos rigoroso, uma carga horária menor, um salário maior.

                 

                No entanto, centenas de pessoas anseiam somente por ter um emprego. Qualquer que fosse. Um salário mínimo, ao menos, para saírem da penúria total.

                 

                Quantas vezes reclamamos dos pratos servidos no almoço e no jantar? Sempre a mesma coisa. Parece que a cozinheira está desprovida de idéias ou anda com preguiça.

                 

                Entretanto, enquanto almejamos pratos mais sofisticados e variados, milhares, no mundo todo, desejam apenas um prato de comida.

                 

                Olhamo-nos no espelho e reclamamos da cor dos olhos. Como seria bom se tivéssemos olhos claros. Ou escuros. Mais esverdeados.

                 

                Contudo, inúmeras criaturas aguardam simplesmente a oportunidade de enxergar. Anseiam por uma córnea, uma cirurgia que os libere da cegueira em que se encontram.

                 

                Encantamo-nos com as vozes do cantor, do locutor e desejaríamos ter uma voz bonita, cristalina. Ou encorpada, máscula.

                 

                Ao nosso lado, porém, caminham muitos que desejariam apenas ter a ventura de falar, em qualquer tom.

                 

                Pensamos, olhando nossos pais, que seria muito bom se eles fossem mais esclarecidos, tivessem diplomas universitários, conhecessem o mundo.

                 

                Tivessem, enfim, uma visão mais ampla do mundo.

                 

                Seria tão bom! Mas, em nosso mesmo bairro, existem dezenas de pessoas que almejariam simplesmente ter pais.

                 

                Fossem eles iletrados, analfabetos, pobres de entendimento. Mas que estivessem ao seu lado para amá-los.

                 

                Reclamamos da rua barulhenta em que se situa a nossa casa, do cachorro do vizinho que late toda noite, perturbando-nos o sono.

                 

                Desejaríamos silêncio. Um bairro tranqüilo, cães disciplinados, ruas sem trânsito. Muito silêncio para nossa leitura, nosso descanso, nosso lazer.

                 

                Nem nos damos conta que centenas de criaturas almejam ardentemente, simplesmente ouvir. O que quer que seja. O ruído do trânsito, o apito das fábricas, a gritaria da criançada.

                 

                Qualquer coisa, contanto que pudessem ouvir.

                 

                Olhamos, com olhos de desejo, as vitrinas abarrotadas de sapatos lindos. Modelos recém chegados. Lançamentos.

                 

                Gostaríamos tanto que nosso orçamento nos permitisse comprar um novo par. Afinal, os nossos já andam um pouco gastos e fora de moda.

                 

                Enquanto olhamos para nossos pés, desejando novos sapatos, muitos contemplam os próprios membros inferiores, desejando apenas ter pés.

                 

                Pensamos num carro novo, mais confortável. Um carro com porta-malas maior, que caiba mais coisas.

                 

                Enquanto isso, bem próximo de nós, muitos apenas sonham com a possibilidade de se locomover de um lado a outro com as próprias pernas.

                 

                É justo sonhar. É bom desejar melhorar o padrão de vida. Isto faz parte do progresso do ser humano.

                 

                Entretanto, que esses anseios não se constituam em nossa infelicidade. Não esqueçamos de valorizar o que já temos.

                 

                Valorizemos a possibilidade de andar, ouvir, enxergar, de nos locomover de um a outro lado, por nossa própria conta.

                 

                Agradeçamos o emprego que nos permite o atendimento das nossas necessidades.

                 

                Sejamos gratos pela nossa família, pequena ou grande. Ilustrada ou não.

                 

                Agradeçamos, enfim, a Deus, pelo dom da vida. Por estar na terra, abençoada escola.

                 

                Por respirar, por poder abraçar, por ter a quem abraçar.

                 

                Agradeçamos simplesmente, por viver este dia.

                 

                 

                 

                 

                 

                Autor:

                Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita

                 

                Tenham dias de muita paz

                 

                Beijos em vossos corações

                 

                 

                 

                 

                 

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              • PAULO NUNES JUNIOR
                A Opção Ideal Narra uma lenda que um príncipe poderoso caiu em mãos inimigas que decidiram tirar-lhe a vida, condenando-o à forca. Dada sua linhagem
                Mensaje 7 de 9 , 27 ene 2009
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                  A Opção Ideal

                   

                   

                   

                   

                  Narra uma lenda que um príncipe poderoso caiu em mãos inimigas que decidiram tirar-lhe a vida, condenando-o à forca.

                   

                  Dada sua linhagem nobre, o rei dos inimigos lhe propôs um acordo. Se ele conseguisse decifrar um certo enigma, sua vida seria poupada. Para isso, concedeu-lhe a liberdade de procurar a resposta por três dias.

                   

                  Com a pergunta lhe fervendo na cabeça, o príncipe começou a buscar entre os habitantes do lugar quem o pudesse ajudar a encontrar a solução.

                   

                  A pergunta era: o que mais deseja uma mulher?

                   

                  Ao final do terceiro dia, já desanimado e antevendo sua morte na forca, o príncipe encontrou uma mulher muito feia. Na boca, somente dois dentes. Os cabelos desgrenhados. As vestes sujas. Era chamada por todos, pelo seu aspecto horrível, de bruxa.

                   

                  Ela disse que tinha a resposta. Mas exigia que, tendo salva a vida, ele voltasse e casasse com ela.

                   

                  Não desejando morrer, ele consentiu e ela lhe disse: "o que mais deseja uma mulher é ter soberania sobre a sua vida."

                   

                  Com a resposta, o príncipe teve poupada a sua vida e voltou para casar com a bruxa. Não queria, mas tinha prometido. Triste destino o meu, pensava. Casar com uma bruxa.

                   

                  Entristecido, na noite de núpcias, sentou-se na cama aguardando a noiva de horrível aspecto. Qual não foi sua surpresa quando ela se apresentou belíssima, num vestido branco, com cabelos louros, olhos azuis brilhantes e um sorriso perfeito.

                   

                  Como pode?, Perguntou o príncipe.

                   

                  É que esqueci de lhe falar que durante o dia eu sou bruxa e à noite viro uma linda mulher. Agora, você pode escolher: quer que eu seja bruxa de dia ou de noite?

                   

                  Ele olhou para aquela figura maravilhosa e disse: deixo que você escolha se quer ser bruxa à noite e donzela durante o dia ou o contrário.

                   

                  A noite foi extraordinária. No dia seguinte, ao raiar do sol, o príncipe abriu os olhos e surpreso, viu deitada ao seu lado, a jovem maravilhosa da noite anterior.

                   

                  Como?, Falou ele, você não disse que durante o dia virava bruxa?

                   

                  Meu amor, falou ela, como você deixou que eu decidisse sobre o que quisesse ser e quando quisesse, eu decidi ser donzela de dia e de noite.

                   

                  Lembra que eu lhe falei que o que mais deseja uma mulher é a soberania sobre a sua vida, poder decidir sobre sua própria vida?

                   

                  ................................................

                   

                  No mundo existem pessoas assim. Fora do lar, no contato com as pessoas são excelentes. Gentis, atenciosas, ponderadas.

                   

                  Basta que adentrem o lar para se tornarem déspotas. Gritam, exigem, magoam.

                   

                  Acreditam que o seu lar é seu reino e ali tudo podem fazer, sem limites.

                   

                  Também existem as criaturas que no campo profissional, no trato social são ríspidas, grosseiras, exigentes em demasia.

                   

                  E, no entanto, com a esposa, os filhos são dóceis, educados, prestativos.

                   

                  O que ser, como ser e quando ser é decisão individual. Mas quando optarmos por sermos bons o dia todo, em todo lugar, com todas as pessoas, o mundo se tornará um lugar muito melhor para viver amar e ser feliz.

                   

                   

                   

                   

                   

                  Autor:

                  Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em texto de autoria desconhecida.

                   

                  Tenham dias de muita paz

                   

                  Beijos em vossos corações

                   

                   

                   

                  www.paulonunesjunior.com.br

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                • PAULO NUNES JUNIOR
                  Mansuetude e Poder A mansuetude é, por vezes, confundida com fraqueza espiritual, apatia ou indiferença. Pensa-se que a pessoa portadora dessa virtude está
                  Mensaje 8 de 9 , 19 feb 2009
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                    Mansuetude e Poder

                     

                    A mansuetude é, por vezes, confundida com fraqueza espiritual, apatia ou indiferença. Pensa-se que a pessoa portadora dessa virtude está impedida de reclamar seus direitos e deve tolerar com passividade todos os abusos.

                     

                    Acredita-se que a mansuetude não combina com o poder, pois este tem se confundido com prepotência, o despotismo e a violência.

                     

                    Contudo, mais uma vez vamos encontrar na natureza lições preciosas a nos dizer que o verdadeiro poder anda de mãos dadas com a mansuetude.

                     

                    Na natureza tudo acontece com poder e silêncio, com um silêncio poderoso; o Sol nasce e se põe em profunda quietude; move gigantescos sistemas planetários, mas penetra suavemente pela vidraça de uma janela sem a quebrar.

                     

                    Acaricia as pétalas de uma flor sem a ferir, e beija as faces de uma criança adormecida sem a acordar.

                     

                    As estrelas e galáxias descrevem as suas órbitas com estupenda velocidade pelas vias inexploradas do cosmos, mas nunca deram sinal da sua presença pelo mais leve ruído.

                     

                    O oxigênio, poderoso mantenedor da vida, penetra em nossos pulmões, circula discreto pelo nosso corpo, e nem lhe notamos a presença.

                     

                    A luz, a vida e o espírito os maiores poderes do universo, atuam com a suavidade de uma aparente ausência.

                     

                    Como nos domínios da natureza, o verdadeiro poder do homem não consiste em atos de violência física, mas sim numa atitude de presença metafísica; não se trata de fazer algo, mas de ser alguém.

                     

                    Quando um homem conquista o verdadeiro poder, toda a antiga violência acaba em benevolência.

                     

                    A violência é sinal de fraqueza, a benevolência é indício de poder.

                     

                    Os grandes mestres sabem ser severos e rigorosos sem renegarem a mais perfeita mansuetude e benevolência.

                     

                    O Criador, que é o supremo poder, age com tamanha mansuetude que a maioria dos homens nem percebe a Sua ação.

                     

                    Essa poderosa força, na qual todos estamos mergulhados, mantém o universo em movimento, cria novos mundos a cada instante, faz pulsar o coração dos abutres e dos colibris, dos bandidos e dos homens de bem, na mais harmoniosa mansuetude.

                     

                    Até mesmo a morte, mensageira da liberdade, chega de mansinho e, como hábil cirurgiã, rompe os laços que prendem a alma ao corpo, libertando-a do cativeiro físico.

                     

                    Assim se expressa o verdadeiro poder: sem ruído, sem alarde e sem violência...

                     

                    ............................................

                     

                    Sempre que a palavra poder lhe vier à mente, lembre-se do Sol e de sua incontestável mansuetude: nasce e se põe em profunda quietude; move gigantescos sistemas planetários, mas penetra suavemente pela vidraça de uma janela sem a quebrar. Acaricia as pétalas de uma flor sem a ferir, e beija as faces de uma criança adormecida sem a acordar.

                     

                     

                     

                     

                     

                    Autor:

                    Equipe de Redação do Momento Espírita, com base no cap. "Bem-aventurados os mansos, porque eles possuirão a Terra", do livro Sabedoria das Parábolas, de Huberto Rohden, ed. Alvorada.

                     

                    Tenham dias de muita paz

                     

                    Beijos em vossos corações

                     

                     

                     

                    www.paulonunesjunior.com.br

                     
                     
                     
                     
                     
                     
                     
                     
                     
                     
                     
                     
                     
                     
                     
                     
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