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  • PAULO NUNES JUNIOR
    Amor Sem Correntes Em seu livro, O Profeta , Kalil Gibran fala do matrimônio com grande sabedoria. Vamos comentar algumas frases a fim de retirar delas
    Mensaje 1 de 52 , 1 oct 2008
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      Amor Sem Correntes

       

       

      Em seu livro, "O Profeta", Kalil Gibran fala do matrimônio com grande sabedoria.

       

      Vamos comentar algumas frases a fim de retirar delas ensinamentos úteis.

       

      Referindo-se ao casal, diz Gibran: "amai-vos um ao outro, mas não façais do amor um grilhão".

       

      Desconhecendo ou ignorando essa importante orientação, muitos casais transformam o amor em verdadeiras cadeias para ambas as partes.

       

      O amor deve ser espontâneo. Não pode ser motivo de brigas e exigências descabidas.

       

      O amor compreende: não deve se constituir em grilhões que prendem e infelicitam.

       

      Por vezes, em nome do amor, nós queremos que nosso companheiro ou companheira faça somente o que julgamos por bem. Só corta o cabelo quando permitimos. Só pode usar as roupas que aprovamos. Só sai se for em nossa companhia e não pode violar as regras estabelecidas pelo nosso egoísmo, para evitar brigas.

       

      Isso não é amor, é prisão.

       

      Amar sem escravizar, eis o grande desafio.

       

      E o Profeta aconselha: "dai de vosso pão um ao outro, mas não comais do mesmo pedaço.

       

      Isso significa dizer que devemos compartilhar, ser gentil, dar do nosso pedaço, mas sem exigir nada em troca.

       

      É comum depois da gentileza vir a cobrança. Fazemos um favor e esperamos logo alguma recompensa. Pretendemos tirar alguma vantagem.

       

      Dividir o pão, sim, mas não comer do mesmo pedaço. Isso quer dizer deixar ao outro o direito que lhe cabe do pedaço.

       

      E Gibran continua: "cantai e dançai juntos, e sede alegres, mas deixai cada um de vós estar sozinho".

       

      É importante compartilhar, mas saber respeitar a individualidade um do outro, sem invadir a intimidade da pessoa amada.

       

      Há pessoas que, se pudessem, controlariam até mesmo o pensamento do seu par, a ponto de torná-lo a sua própria sombra. Isso não é amor, é extremado desejo de posse.

       

      Mais uma vez Kalil Gibran aconselha: "vivei juntos, mas não vos aconchegueis em demasia, pois as colunas do templo erguem-se separadamente, e o carvalho e o cipreste não crescem à sombra um do outro."

       

      Grande ensinamento podemos retirar daí, pois a comparação é perfeita.

       

      Viver juntos, mas cada um respeitar o espaço do outro.

       

      O lar é um templo que deve ser sustentado por duas colunas: cada uma na sua posição para que realmente haja apoio.

       

      Se as colunas se aconchegam em demasia, o templo pode desabar. Por isso o profeta recomenda: "vivei juntos mas não vos aconchegueis em demasia."

       

      O amor tem por objetivo a união e não a fusão dos seres. Não se pode querer viver a vida do outro, controlar os gostos e até mesmo os desgostos da pessoa com quem nos casamos.

       

      É preciso que cada um cresça e permita o crescimento do outro, sem fazer sombra um para o outro.

       

      Se os casais observassem esses pequenos mas eficientes conselhos, certamente teriam uma convivência mais harmônica e mais agradável.

       

      Pense nisso!

       

      O verdadeiro amor é aquele que compreende, perdoa, renuncia.

       

      Em nome do amor devemos estender a mão para oferecer apoio e não para acorrentar.

       

      Quem ama propicia segurança, confiança e afeto.

       

      Lembre-se de que a pessoa com quem você convive não lhe pertence. É uma alma em busca do próprio aperfeiçoamento, tanto quanto você.

       

      Lembre-se também que beijos e abraços só têm valor se não forem cobrados.

       

      E, por fim, guarde a recomendação do profeta:

       

      "Amai-vos um ao outro, mas não façais do amor um grilhão".

       

       

       

      Fonte: Gibran Kalil Gibran, O Profeta, pág. 13

       

       

       

      Momento Espírita

       

      Tenham dias de muita paz

       

      Beijos em vossos corações

       

      “Construamos a paz promovendo o bem”

      “Em resumo diário”

       
       
       
    • PAULO NUNES JR
      A Vontade As causas da felicidade não se acham em lugares determinados do espaço. Elas estão em nós, nas profundezas da alma. O reino dos céus está
      Mensaje 52 de 52 , 22 may 2009
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        A Vontade

         

         

         

        As causas da felicidade não se acham em lugares determinados do espaço.

         

        Elas estão em nós, nas profundezas da alma.

         

        "O reino dos céus está dentro de vós", disse o Cristo.

         

        Tal premissa é confirmada por várias outras doutrinas.

         

        É na vida íntima, no desabrochar de nossas faculdades, de nossas virtudes, que está o manancial das felicidades futuras.

         

        Olhemos atentamente para o fundo de nós mesmos.

         

        Fechemos, por alguns instantes, nosso entendimento às coisas externas.

         

        Depois de havermos habituado nossos sentidos ao silêncio, seremos capazes de ouvir vozes fortificantes e consoladoras.

         

        As vozes de nossas próprias consciências.

         

        Há poucos homens que sabem ouvir seus próprios pensamentos.

         

        Raros são aqueles capazes de reconhecer e explorar os próprios potenciais.

         

        Geralmente alguns de nós gastamos a vida em coisas banais, improdutivas.

         

        Percorremos o caminho da existência sem nada saber a respeito de nós mesmos, de nossas riquezas íntimas.

         

        E então nos perguntamos: como poderemos nos valer das nossas capacidades, orientado-as para um ideal elevado?

         

        Pela vontade!

         

        É através dela que dirigimos nossos pensamentos para um alvo determinado.

         

        Na maior parte dos homens os pensamentos flutuam sem cessar.

         

        Sua mobilidade constante e sua variedade infinita oferecem pequeno acesso às influências superiores.

         

        É preciso saber concentrar-se, colocando o pensamento em sintonia com o pensamento divino.

         

        Só assim a alma humana poderá ser envolvida pelo espírito divino, tornando-a, dessa forma, apta para realizar nobres tarefas.

         

        A vontade é a maior de todas as potências e seu poder é ilimitado.

         

        Sua ação é comparável a de um ímã.

         

        O homem, consciente de si mesmo e de seus recursos latentes, sente crescerem suas forças na razão dos esforços que desenvolve em determinado sentido.

         

        Sabe que, tudo o que de bem e bom desejar há de mais cedo ou mais tarde realizar-se, nesta ou em existência futuras, quando seu pensamento estiver de acordo com as leis divinas.

         

        ...............

         

        Como é belo e consolador poder dizer: Conheço a grandeza e a força que habitam em mim.

         

        Elas hão de ser meu amparo e minha certeza, em todos os instantes de minha vida.

         

        Com o auxílio de Deus e dos benfeitores espirituais, hei de elevar-me acima de todas as dificuldades.

         

        Vencerei o mal que ainda há em mim.

         

        Abrirei mão de tudo o que me acorrenta às coisas grosseiras deste mundo, para levantar vôo em direção de estágios mais felizes.

         

        Vejo claramente o longo caminho a ser percorrido.

         

        Nada, porém, poderá me impedir de prosseguir nessa estrada.

         

        Tenho um guia seguro que é a vontade de enobrecer-me e elevar-me.

         

        Hei de conservar-me firme e inabalável, sempre em frente.

         

        Com minha vontade conquistarei a plenitude da existência.

         

        Farei de mim uma criatura melhor.

         

        Para isso, basta que eu queira alcançar toda essa ventura com energia e com constância.

         

        E diga, para mim mesmo, conclamando-me à elevação e à marcha, apressando-me, assim, para a conquista de meu próprio destino: a felicidade verdadeira.

         

         

         

         

         

        Autor:

        Equipe de Redação do Momento Espírita, com base na terceira parte, item XX, do livro O Problema do Ser, do Destino e da Dor de Léon Denis.

         

         

        Tenham dias repletos de paz

         

        Beijos em teu coração

         

         

        www.paulonunesjunior.com.br

         
         
         
         
         
         
         
         
         
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